Rude Girl

44 Capitulo 44 — Bebês?


Notas iniciais
Eu sei. Eu sei. Atrasei hoje para carai. Mas acontece que eu tive um monte de coisas para fazer, então nem deu tempo para parar e betar o cap, mas finalmente acabei. E estamos aqui. Cap será cut. Não demorarei falando muito, porque ainda tenho de responder os comentários. Mas não se preocupem, se nao concluir isso hoje, estarei fazendo isso amanhã. Por agora, é só isso. Não pulem as notas finais! Então, tenham uma boa leitura.

“ Você pode dá trabalho
Uma vida de despesas
Mas eu não te deixo escapar
E se por um acaso
Você não tiver meus olhos
Eu ainda vou te amar...”

— Bella Deoli — 9 meses (Versão da mãe)

(Pov’s Jimmy)

— Prontinho — O som do elástico estalando do braço de Harlow fez-me voltar para a vida real. Ashaley, a interna de Jared que já havia conhecido quando trouxe Harlow para cá passando de asma, sorriu para Harlow gentilmente — O resultado estará pronto amanhã.

— Não pode ser mais rápido? — Ela perguntou apertando as mãos, mas Ash negou.

— Querida, pode parecer estranho, mas o tempo mínimo que leva para um dos espermatozoides do esperma fertilizar o óvulo, é algo em torno de 1 semana. Durante todo esse período nenhuma gravidez de fato ocorre, independentemente se a mulher está no período fértil. Esse tempo é necessário para a concretização de uma gravidez, essa coleta apenas irá me dizer se contariu alguma doença que altere o sangue.

— Então ela vai ter que fazer outro exame daqui a cinco dias? — indaguei, ela assentiu.

— É muito cedo para confirmar uma gravidez. Se durante essa semana você sentir mudanças de humor ou na alimentação, já é um grande sinal. Conte sua menstruação e não se esqueça de vir até aqui assim que a semana acabar, assim teremos algo para começar.

— Obrigada Ash — A dourtora sorriu.

— A vontade. Agora preciso informar seu irmão sobre isso — Harlow abaixou a cabeça — Está liberada para ir e... Harlow. — Ash a fez olhar em seus olhos — Se me deixar seu numero, poderei passar o nome de um ótimo ginecologista, assim poderá cuidar de sua saúde a cada mês. Tudo bem?

Obervei atentamente Harlow. Ela parecia um pouco hesitante, e talvez Ash tenha notado, pois falou.

— Precisa disso querida. E estarei feliz em ajudar se quiser companhia. Manterei isso entre mim e você, okay? — Ela olhou, e vi como Harlow pareceu relaxar com suas palavras, pois assentiu, sorrindo de volta.

— Obrigada Ash.

— Não agredeça — A doutora sorriu e me olhou com lamento e comprrenção — Espero que se acertem. Espero mesmo. — E saiu em seguida.

Assim que a porta se fechou, os olhos de Harlow colaram-se nos meus, e eu vi, assim como mais cedo, a culpa refletindo em suas profundezas azuladas, os traços esverdeados brilhando quanto mais encarva as marcas arroxeadas que seu irmão havia deixado em meu olho direito, e em volta do meu pescoço. Não podia reclamar sobre isso, já que ainda estava respirando. O que era um milagre se tratando de como Jared parecia furioso quando me alcançou e me prençou contra a parede da sala de espera.

Todos à volta começaram a gritar, Harlow tentava afastar o irmão de mim, enquanto eu tentava, a custo, não perder os sentidos quando o cara prendeu meu pescoço e apertou até me tirar o ar. Jurava que o maldito iria me matar bem ali, mas então eu fui solto, e livre para escorregar até o chão como um saco de batatas. Meus sentidos não haviam voltado 100% quando braços me levaram para uma cadeira e em seguida, mãos passavam freneticamente por meu rosto, e logo a voz dela pronunciava meu nome, uma, duas, três vezes. Ela parecia apavorada, e sobre tudo com raiva.

— Jimmy, por favor, Jimmy.

— Sai de perto dele! — A voz exaltada de Jared ainda gritava — ME SOLTEM!

— Vai pra merda Jared! — Berrou Harlow — Não vou deixar você machuca-lo mais!

— Jared! — Uma voz desconhecida me fez abrir os olhos. O mundo girava, mas consegui permanecer acordado e encarar Jodie e Stef na minha frente, me olhando com preocupação.

— Você está bem? — Stef alisou meu rosto. Harlow, que estava de pé a minha frente, se virou e suavizou o rosto, se abaixando para me segurar.

— Me desculpa — sussurrou. Me mexi, xingando baixinho quando a dor no rosto me fez ver estrela. Toquei seu rosto e sorri.

— Tudo bem pequena, eu aguento.

— Tire suas mãos dela — O grunhido de Jared era tão insano, que tive de olhá-lo. Estava sendo segurado por enfermeiros, e um homem mais velho e emburrado tentava chamar sua atenção, como todos, usava jaleco bracos e tinha barba com risquinho brancos.

Provavelmente era o chefe de Jared.

— Pare com isso Jared! — Ordenou — Isso não é lugar para suas brigas!

— Me solte Richard — Jared parecia querer me despedaçar — Esse moleque não vai tocar em minha irmã novamente! ME LARGA!

A dor no rosto foi completamente esquecida por mim. O pescoço mal importava, e muito menos a garganta queimando... Tudo que sentia era a facada no peito ao ouvir a palavra “moleque” sair da boca dele como se fosse o pior xingamento que pudesse usar. O sangue me subiu, a paciência acabou e minha consideração para com ele acabou completamente.

Sem pensar no que estava fazendo, afastei Harlow para o lado e me levantei, ignorando as dores e parando bem enfrente ao rosto dele, olhando dentro de sua fúria, o enfrentando com a minha própria.

— Lave sua boca antes de falar de mim, Jared — cuspi com rancor — Não sou eu quem está agindo como um desgovernado em meio ao maldito hospital, quando devia estar pensando nas famílias que estam aqui passando coisa pior que a merda de uma suspeita de gravidez! Ou por causa de seu ciúme idiota pela irmã mais nova, que já sabe o que faz. Eu não sou um moleque, sou um homem. Um homem que já não suporta mais seu sinismo, sua arrogância, e a porra da sua falta de consideração com a própria irmã, cacete! — Minha voz aumentou mais do que uma polegada, e sabia que todos assisitam isso, incluindo Harlow, mas eu não suportava permanecer calado — Olhe o que esta fazendo! Expondo algo intimo dela apenas porque não gosta de mim. Onde esta sua cabeça, caramba? Ela não merece isso! Ninguém aqui merece. Sei que está passando por problemas, mas isso não justifica a forma como tenta ignorar o que ela tenta lhe mostrar a todo santo dia! Isso não impede o fato que sempre, e a cada instante, você vira a cara para o desejo dela apenas para ter a porra da razão. E isso esta me tirando do serio!

— Ela é humana. Uma mulher feita e que quer ser tratada como uma, e não como se fosse criança. Abra seus olhos, seu idiota, encare o que esta na sua frente. — Me aproxiemei de seu rosto branco como cal, e respirei — Harlow agora é minha namorada, o que faz dela minha responsabilidade, assim como o fato de ter ou não engravidado ela. Você, e nem ninguém, tem o direito de meter o nariz onde não é chamado, então apenas pare com isso, e tente fazer com que você mesmo... não pareça nenhum moleque, pois até agora, é única coisa que está se passando. E por favor, não deixe que sua animosidade por mim, a afaste de você e Dana, pois eu juro por Deus, que se machuca-la... — Rangi os dentes, sentindo o lateja do meu olho — Eu farei da sua vida um inferno. E agora Jared, nós estamos avisados.

Depois dessa conversa nada alegre, eu tive de puxar Harlow para longe de todos que observavam a nós e somente mantê-la perto de mim em outro lugar. Ninguém cruzou meu caminho para me impedir, e mesmo que o fizesse eu não pensaria duas vezes em atacar, Jared deve ter compreendido, pois se manteve longe quando carreguei sua irmã para dentro de um corredor que eu nem sabia para onde ia. Continuei andando, a mão envolta do pulso de Harlow, sentindo a pulsação acelerada de seu coração e o seu ofegar por ter que se esforçar para me seguir, mas eu não parei, algo em mim parecia prestes a partir e não achava que poderia permanecer parado esperando esse “algo” quebrar de vez.

Eu teria corrido aquele hospital inteiro se Harlow não tivesse começado a se opor aos meus comandos.

— Jimmy... pare um minuto — Ela pedia, mas eu não escutava. Eu só precisava... o que? O que eu precisava? — Jaime! — Ela tentou novamente, mas sem sucesso. E depois de mais uma curva em um corredor, finalmente, ela me puxou e empurrou-me contra uma parede, pedindo minha atenção. — Pare com isso!

Seus olhos estavam arregalados e brilhantes, mas não com lágrimas, não, longe disso. Aquilo era preocupação... Preocupaçao por mim.

A corda que eu esperava arrebentar, se partiu de vez, e sem poder conter aquela maldita emoção que queimava a garganta, as lágrimas caíram, e os ombros dela também.

— Jimmy — suspirou. Sua mão tocou meu rosto, me deixando completamente envergonhado por eu ser o amparado, e não ela, que havia acabado de passar por um vexame em meio ao hospital — Ei, olhe para mim.

— Me desculpe — Engoli em seco — Eu fui longe demais... Eu... Me desculpe, não sei o que aconteceu...

— Pare de pedir desculpas — Me interrompeu. Os dedos colhendo minhas lágrimas — O que você fez foi muito mais que pode pensar. Me defendeu como nenhum outro — Ela tentou me olhar nos olhos, mas desviei — Jimmy, eu que tenho de pedir perdão, olha o que Jared fez com seu rosto — Ela parecia realmente culpada ao me examinar — Seu pescoço... Eu não posso acreditar que ele fez isso.

— Harlow...

— Não — Balançou a cabeça negativamente e tomou minha mão — Vamos cuidar de você primeiro, e então ir ver Ash. Quero acabar logo com isso.

Eu sabia o que ela queira dizer, por isso a segui em silencio e permiti que cuidassem do meu olho roxo e as marcas deixadas em meu pescoço. Enquanto isso, observei enquanto a interna de Jared tirava o sangue de Harlow e lhe explicava coisas que devia começar fazer assim que frenquentasse um médico, e se possível, sempre estar tomando enjeção depois que a gravidez fosse descartada. Eu não pude deixar de pensar durante todo processo, no que eu faria se tivesse mesmo deixado ela gravida.

Claro que nunca iria deixá-la, mas era uma criança, e tinha de admitir que seria trabalhoso e completamente difícil. Iria anular minhas chances com a faculdade por agora e...Cacete, já estava entrando em certo pânico, e pensar em como Lizze me atacou, tão desesperada e triste, apavorada que a amiga passasse o mesmo que ela estava enfrentando, me fez, por um instante, desejar que aquele exame desse negativo. E olhando Harlow, realmente tinha medo que essa experiência fosse traumática para ela, que ainda estava se conformando com o fato de sua mãe ter morrido ao parto.

Como ela já tinha dito, não teria a quem se espelhar para ser mãe, e eu tinha medo que isso a machucasse muito mais que saber estar gravida.

— Não me olhe assim — Supliquei depois de horas a encarando. Com Ash fora, me aproximei da cadeira que ela estava sentada e me abaixei, querendo tirar aquele olhar de culpa carregada — Não foi sua culpa, pequena.

— Seu rosto...

— Vai melhorar — Apontei e sorri — E eu receberia quantos socos possíveis se for desviar a raiva de Jared de você.

— Ele não iria me machucar — contradisse com um bico rabugento. Eu sorri, e sem poder me conter, beijei seu bico marrento.

— Não fisicamente... Mas no calor do momento as palavras podem machucar. Nós sabemos isso mais do que ninguém, certo? — Ela assentiu e deixou a cabeça pender sobre meu ombro. Ficamos assim, apenas perto um do outro por algum tempo, e então ela disse.

— É errado dizer que não quero estar gravida?

Olhei para ela, avaliando-a antes de acariciar sua bochecha.

— Se fosse, eu também estaria errado, pois por mais cruel que seja eu... Também não quero que esteja — falei, mas acrescentei rapidamente — Não que um filho seja terrível, mas...

— Eu sei— Ela sorriu de lado — Isso seria muito complicado para nós e complicaria as coisas com a tutela e... Tudo vai desandar de qualquer forma, só não queria ter colocar outra pessoa nessa merda.

Ainda mais um filho. Pensei comigo mesmo.

A abracei, tentando a custo não temer o dia em que finalmente descobríssemos isso.

— Vamos para casa... Stef ligou avisando que Jack está nos esperando fora do hospital com a van. Nós vamos preparar uma festa de boas-vindas para Lizze na casa dela — Ela sorriu com a ideia.

— É uma ótima ideia. Jonah vai ficar aqui?

— Pelo que Stef relatou, ele se recusa a ir embora — Ajudei-a se levantar e logo a aninhei em meu peito — Parece que ele está ansioso para que ela acorde.

— Todos estamos — falou, e eu não deixei de concordar.

Nós caminhamos juntos para fora da sala e pelo corredor, até chegar à recepção. Mantive meu braço em volta de seu pescoço, imcapaz de não tê-la perto, e talvez quem sabe aqueles macucados não rendiam uma horinha sozinhos em seu quarto para que ela “Cuidasse” de mim. Um sorriso curvou em meus lábios e não pude deixar de afundar o nariz contra seu cabelo.

Harlow era perfeita. Seu cheiro, seu toque, e seu beijo... tudo me fazia querê-la mais, e aquele fato só me fazia pensar em como pude ser burro por permitir que o tempo passasse e não enfrentasse aquele sentimento avassalador que nutria por ela a cada dia. Somente idiota. Conclui quando finalmente chegamos às portas principais do hospital.

Estava aliviado por ir, mas como nada era muito bom ou simples para nós, Jared apareceu no corredor ao lado no momento que chegamos à porta.

Senti a tensão endurecer Harlow quando ele parou para olhá-la, e fiquei assustando com sua expressão nervosa para o irmão. Percebi que ela estava mais do que desgostosa com os machucados no meu rosto, na verdade ela estava furiosa, e Jared notou, porque desviou os olhos, o rosto corando e se intristessendo quando notou o grande hematoma que havia me dado de presente.

Eu não recuei sob sua avaliação, e nem mesmo pensei em fazê-lo. Encarei de volta, querendo que ele entendesse que aquelas marcas não seriam nada, comparadas as que eu faria nele se tentasse, mais uma vez, me afastar da irmã dele. Tinha certeza que ele entendeu, por que contorceu a mandíbula, e virou-se para voltar ao seu trabalho.

Harlow me puxou. — Vamos embora.

E nós fomos, mesmo que soubesse que em uma hora, Harlow teria que se acertar com o irmão. Só não esperava que fosse da pior forma.

~*~

Cansados. Sonolento. E parecendo malditos zumbis ambulantes.

Era assim que todos nós nos encontrávamos na casa de Eloise, depois de passar uma noite em claro, e metade da manhã arrumando tudo. Não havíamos dormindo e nem Harlow havia ido para o colégio, apenas tomamos um banho, mudamos de roupas, e fizemos uma rápida ligação para casa para explicar as coisas para os pais. Eram exatamente 12h00 em ponto, e eu me encontrava no meio de tintas, lápis e pincéis, um grande cartaz florido e da cor rosa estava esticado no chão. Olhei para a decoração pela milésima vez e tentei fazer com que aquilo parecesse o mais “Eloise” possível.

Enquanto isso meus olhos teimavam em assistir Harlow, do outro lado da sala, ajudando Stef com os balões brancos e azuis, prendendo-os nas janelas e em todo lugar que pudesse servir de gancho. Ela estava linda. Havia trocando seu jeans por um vestido preto de alças, ele delineava seu quadril e batia sobre as coxas, o que queria dizer que quase não continha minha sanidade quando Liam, Jack, e principalmente, o surfistinha metido, se aproximava dela para conversar. A cada direção de seus olhos para baixo, e tinha de me meter no meio para não ter que quebrar o nariz de ninguém ali.

Não fazia ideia como esse ciúme havia surgido, mas agora entendia os chiliques que Jack dava toda vez que via Stef em um vestido... Ver Harlow com uma roupa tão curta me fazia querer agarrá-la, ao mesmo tempo em que a jogava em meu ombro para apenas prende-la dentro do quarto, onde nenhum idiota podia ver um centimentro de seu corpo. Mas como eu não havia chance de eu fazer isso, tive de me contentar em apenas vigiar, e ajudar na decoração da festa.

A casa ficou pronta em três longas horas, e depois que tudo estava em seu lugar, tivemos um grande e terrível problema. A única do grupo que cozinhava bem, era Lizze e, razoavelmente, eu... então isso fez com que nossa comida virassem varias bandeijas de sanduches e pizzas que simplesmente, tive de improvisar e tentar não levar um dedo — ou todos — de Liam junto, já que esse quase arrancou a própria mão quando tentou ajudar ao cortar os legumes para o molho de tomate.

Com uma mesa cheia e paredes decoradas com corações e um cartas de parabéns aos novos pais, e melhoras a Lizze — Jodie decidiu que uma festa para Eloise não deviria faltar o ensencial e o que a garota mais amava fazer... Música. Portando Jack e Liam se encarregaram de ir até a garagem de Jonah pegar os violões e algo que pudéssemos usar para improvisar uma bateria, enquanto Harlow foi atrás de seu violino. Já eu tive de servir de carregador de carga quando Stefany e Jodie me instruiaram em afastar os sofás para encostar-se às paredes, assim todos caberiam dentro da sala sem ter que se apertar e ficar sem um assento.

Às três da tarde todos já estavam de volta, os instrumentos nos lugares, bancos organizados e comida preparada. E só ai, os convidados começaram a chegar. Primeiro os pais de Jonah, acompanhados dos tios que haviam vindo visitar, que se me lembrava bem, os nomes eram Gabriel e Leah. Dessa vez um menino e uma menina vieram junto. A garota era bem parecida com Gabriel, o mesmo cabelo escuro e a pele clarinha, e o que mais brilhava ali era os olhos verdes que podia se notar do outro lado da sala. Ela foi apresentada como Sophia, tinha dezesseis anos e era prima de Jonah assim como o menino chamado Kyle.

Kyle parecia menos apito a conversa e enturmação, porque no mesmo instante que entrou ele ignorou a todos e sentou-se no sofá com um livro de física quântica em mãos. Kyle tinha dezoito anos e era uma copia da mãe, incluindo a machinha azul em seus olhos castanhos escuros. Alguma coisa nele me fez lembrar muito de Jodie... Talvez fosse a forma estranha de se vestir todo em preto gótico. Antigamente Jodie se encanava na mesma aparência, mas quem a visse agora nunca pensaria que já se vestira tão sombriamente.

Os próximos a chegar foram Dana, Jared e Caroline. Car me comprimentou com um abraço assim como Dana, mas Jared nem mesmo olhou em minha direção ao entrar em seu jeans Armani e uma blusa folgada. Ele tinha o braço de Caroline envolvido ao dele, mas essa teve que o deixar para ir até Damien para comprimenta-lo. Sendo assim os irmãos seguiram juntos para sala, onde eu vi que Harlow ensaiava com seu violino sem nota-los. Não pude deixar de ficar triste quando nenhum chamou sua atenção, e apenas a assistiram com o que parecia ser arrependimento e culpa, e algo muito maior que isso... Temosia.

Aquele olhar neles dizia que não redariam o pé de onde estava antes de Harlow fazer isso. E aquilo me irritava até a alma.

Deixando-os por um instante, caminhei até a cozinha e ajudei Stef a servir. Com poucos minutos faltando para as quatro, Tia Ellie telefonou avisando que estavam voltando para casa, o que fez com que Stefany elouquecesse por levar todos aos seus devidos lugares. Como meus pais e nem os de Liam poderam comparecer, — Ethan e Amara por culpa das papeladas para o julgamento da tutela de Harlow que seria dali a quinze dias — E os meus por Dolly não ter passado muito bem durante a noite e agora estava na cama com a companhia da melhor amiga, Mitchie — não havia muita gente, mas apenas os mais importantes que não deviam mesmo faltar.

Com cinco segundos de conversa, finalmente, o som do engate do carro de Julian interrompeu a conversa que todos tinham. Sorrindo, caminhei para junto de Harlow e peguei um dos violões, entregado o outro ao Jack, que parecia mais do que animado em tocar novamente depois de tanta confusão nos impedindo de fazê-lo. Liam, Jodie e Stef se posicionaram ao nosso lado, deixando os lugares de Lizze e Jonah abertos e preparados para serem preenchidos.

Em silencio nós permanecemos, esperando, esperando até que...

— SURPRESA!

Como cobinado com os donos da casa, Jonah e Lizze foram os primeiros a entrar, as mãos entrelaçadas e olhos avermelhados. Eles saltaram para trás arregalando os olhos, e quando finalmente notoram o que estava na frente deles, ficaram paralisados, chocados, olhando a faixa “Parabéns aos papais”.

— Antes de começarmos — Jack tomou a palavra, olhando os amigos com um sorriso — Queria, em nome de todos aqui, parabenizá-los pelo que estão prestes a ganhar. Sabemos que estão com medo, mas faz parte... Cair e levantar. A pior e a melhor experiência de todas, pois não existe apenas um lado da moeda. Podem fazer isso ser bom se quiserem. E estamos aqui para ajudar. — Jack ascenou para mim, e sorrindo, encarei os dois amigos com diversão, gravando bem aquelas expressões de choque e os olhos molhados com lágrimas.

— Nossa comemoração é a vocês... Que mesmo com problemas, continuam nos dando os melhores momentos. E agora graças a vocês, poderemos ter, quem sabe, mais um moleque para a banda — Um couro de vaias soou e batidas vieram em minha cabeça, juntamente de risadas altas, que me fez sorrir.

— Pode ser menina, seu inútil! — censurou Harlow — Ela vai ser das minhas.

Eloise e Jonah sorriram, assistiando nossa briga boba, mas completamente siguinificativa.

— Vou ensiná-la a se livrar de idiotas — Comemorou Jodie jogando um punho no ar, e fazendo Liam gargalhar ao falar.

— Pobre Jonah, sua filha não o deixara em paz — Uma vaia do amigo e então, uma almofada voava no rosto do lutador, e Jonah gargalhava, limpando lagrimas dos olhos quando encarava Lizze.

— Vocês são malucos. —

— E vocês parte da banda — Harlow sorriu e os chamou com a mão ao dizer — Peguem seus postos queridos, e vamos cantar para que essa criança cresça já entendendo o que é boa música.

E como se nunca tivéssemos parado, eles se juntaram a nós e começamos o que aquecia não apenas o meu, mas o coração de todos. Ao meio de toda aquela família, da canturia, Jonah e Eloise brilhavam, olhando profundamente nos olhos um do outro como se estivessem vendo, pela primeira vez, uma luz no fim do túnel. Lizze cantou, sua voz ronca com emoção ao cantar um medo que estava no peito de ambos, a agonia misturada com felicidade disfarçada. As mãos de Jonah correndo ao ritimo ameno do violão e o do violino, até que em um momento, os olhos, as palavras, a letra da música e a sinceridade dela, fez nossa cantora fraquejar, sentando-se no sofá fungando, soluçando como se pedisse uma ajuda.

Ela veio. De dois maravilhosos jeitos. Harlow deixou seu violino, e cantou quando Jonah se aproximou e tomou o rosto da namorada, escutando minha garota cantarolar como um sussurro em nossos ouvidos. A sonolidade, a forma como tinha os olhos fechados, sorrindo de lado quando encerrava, balançando-se em seu ritimo, trazendo conforto aos amigos, familiares, e qualquer um que tivesse um receio por Jonah e Lizze.

Aos poucos, todos abraçaram os pais do ano, até que nenhum tinha deixado de falar, consolar e oferecer ajuda. E tinha certeza que apenas a demonstração de carinho, fez com que o mundinho dos dois se tornasse um pouquinho mais colorido que antes, e com certeza, queria que continuasse assim.

— Como você está? — Stef perguntou quando sentamos todos nos chão em uma roda, deixando os mais velhos nos sofás, entretidos em suas conversas.

Ri comigo mesmo quando Stef se aproximou da prima, tirando-a do abraço apertado de Jonah para abraçá-la.

— Hey! — Jonah franziu o cenho — Ela é minha agora, sabe.

— Ela pode ser sua depois de mim — reclamou a prima, e Lizze riu, se aconchegando contra Stefany — Eu fiquei tão preocupada — falou a ela.

Lizze suspirou.

— Estou bem agora prima, foi só um susto. — respondeu, e ao seu lado, Jonah esfregou o rosto.

— O pior de todos que já recebi — disse, e Eloise o olhou tristemente. Quando ele pegou o olhar, logo se endireitou e fez uma careta — Lizze, não me olhe assim. Nós conversamos. Sabe que nunca a deixaria. — Se aproximou dela e tomou seu rosto, beijando-a na testa — Vou cuidar de você agora.

E sabia que dizia a verdade sobre isso.

Lizze se aconchegou novamente nele e suspirou, em seguida, passou os olhos pelos amigos, até que me encontrou e soube no mesmo instante que ela abriu a boca, o que ia falar.

— Jimmy. Me perdoe pelo modo que tratei você — Ela quase sussurrava. Olhou de mim para Harlow — Com os dois na verdade... Não devia ter me intrometido tanto, desculpe Harlow. Só estava nervosa e... — Espiou Jonah — Com medo.

Peguei sua mão.

— Eu sei. Não precisa de desculpas.

— Ele tá certo — Harlow tocou minha mão por cima da dela e sorriu — Eu agradeço por ter se preocupado tando comigo. De verdade.

— Eu amo você — falou a loira, e Harlow sorriu tão largo, que seu rosto poderia ter doido.

— E eu a você sua patricinha cor de rosa — E as duas se abraçaram, atraindo os olhares de duas pessoas em especial. Jared e Dana tentavam esconder o sorriso de carinho, mas era impossível não perceber como apreciam aliviados em ver a irmã mais nova se divertindo com os amigos.

Notei que a seu lado Car e Damien também os observava. Curioso, assisti como os irmãos trocaram um longo e sério olhar, e então estavam se aproximando da nossa roda enquanto puxavam Jared e Dana pela mão. Nenhum dos dois gostou, mas era tarde, Car já estava entrando na conversa, e chamando a atenção para eles.

— Lizze. Jonah. Não sabe como me sinto feliz por vocês — falou.

Eloise e Jonah sorriram.

—Obrigada Car — disse Jonah, e então esse focou em Jared, que parecia querer fugir da atenção e a fúria que continha nos olhos de Harlow eram sobre ele. — Jared, obrigada a você também... Se não estivesse perto quando ela passou mal eu... — Jonah respirou fundo e apertou Lizze, beijando seus cabelos. — Eu não sei o que faria.

— Não a necessidade disso — Jared falou, dessa vez sincero e atento aos meus amigos. — Faria novamente sem pestanejar.

— Muito obrigada mesmo Jad — Lizze deu um sorriso — Queria que fosse o médico encarregado em me ajudar com o pré-natal. Uma pena sua era ser crurgia.

Lintamente, Jared sorriu, e foi engraçado como suas orelhas avermelharam ao falar.

— Estarei apenas alguns passos daqui, querida. Basta me chamar, que virei ajudar, mesmo não sendo minha área requisitada — disse, e Lizze pareceu maravilhada ao agradecer. Percebi também que Harlow havia amenizado na raiva enquanto observava a interssão dos dois. Parecia mais calma ao saber que o irmão cuidaria da amiga, e por mais que brigássemos, sabia que Jared era um bom médico, portanto também estava aliviado por isso.

— Bem, acho que tenho uma surpresa — Caroline disse sem que ninguém esperasse. Ela caminhou até a porta, da onde pegou embalagem enorme e quadriculada, colorida e com detalhe suave em amarelo e branco — Eu queria tomar a liberdade de dar essa lembrancinha... Quando soube da noticia eu meio que pensei na noite em que cuidamos de Evy e... — Mordeu os lábios quando caímos na gargalhada, ela mesma pareceu querer rir, pois virou os olhos e olhou para Lizze — Acho que vai precisar disso, e acho que, se um dia eu engravidar, vou precisar muito de um desses.

— O que é? — Eloise parecia curiosa quando se levantou para pegar e olhou Jonah, que sorria de lado para ela. — Devo ter medo?

Caroline deu um sorriso malicioso.

— Acho que vai querer me agradecer depois.

Lizze pareceu confusa, assim como eu e todos os outros, então fez o grande trabalho de abrir aquilo. E aos poucos nós fomos entendendo o que era aquilo, e por mais que tenha tentado, foi impossível conter a risada quando Eloise ergueu a tabela com vários alfinetes de divesas cores.

— Mas o que...

— Eu sei, e não precisa agradecer — Car sorriu largamente — Com ela, poderá anotar toda sua rotina com o bebê quando ele nascer. Assim não ficara perdida como ficamos naquela noite lamentável na casa de Linnea. E claro, o ensencial para manter seu filho seguro, é nunca, e digo nunca mesmo, deixar que Jodie fique de babá.

— EI! — Jodie pareceu indiguinada, mas tanto Lizze, quando Jonah, riram escandalosamente ao abraçar e agradecer Car pelo prensente.

Toda aquela interassão e sorrisos me fez pensar mais uma vez no exame que Harlow teria que fazer daqui a cinco dias. Disfarçadamente, direcionei meus olhos para ela, mirando por inteira até encontrar seu ventre. Deus sabia como iria me ferrar se ela estivesse gravida, mas... mesmo assim... Como poderia ser o que Lizze e Jonah estavam sentindo naquele instante?

Olhei o rosto dos dois e senti uma pontada de desejo. Eles pareciam felizes pela primeira vez desde que receberam a noticia, e por mais que os problemas ainda estivessem estampados em um pedestal para que todos vissem, ainda havia um brilho de ansiedade neles, e claro, não conseguia deixar de notar como, em cada minuto, Lizze levava as mãos para abraçar a própria barriga, como se quisesse proteger o que tinha lá dentro, e com certeza ela nem mesmo notava seu ato, assim como Jonah, que nunca deixava de estar ao lado de Eloise nem por pelo menos dois segundos. E mesmo que estivesse longe, seus olhos continuavam nela atentos e avaliativos. Com uma nova imagem. A imagem de um pai olhando para a futura mãe de seu filho.

Como seria sentir isso?

— Você está meio distante — Harlow se sentou ao meu lado me encarando fixamente.

Tentei dar-lhe um sorriso. — Apenas pensando. — Falei, e voltei a observer Lizze, que agora sorria para algo que Dana falara.

Harlow ergueu um sobracelha.

— O que está acontecendo Jimmy? — perguntou, e eu me virei para olhá-la novamente.

Não poderia parar de dizer o quão linda ela era, e se um dia eu a engravidasse... Deus. Ela poderia ficar ainda mais divina com uma barriga avantajada, mesmo muito nova e...

No que eu estava pensando?Nem pedi-la em namoro direito, eu havia feito.

De repente, esse fato me fez querer me bater. Como tinha esquecido de pedi-la em namoro formalmente? Como eu fui tão insensível?

— Jimmy, eu vou socar seu outro olho se não parar de me olhar assim — resmungou ela, e eu ri, retornando a realidade.

— Acho melhor eu agir depressa então — falei mais para mim mesmo, mas ela me olhou completamente alheia.

— Agir? Do que está falando? — Ela tinha uma linha adorável entre as sobracelhas, sua expressão era de frustração.

— Que eu sou um burro.

— Você não está fazendo sentido nenhum — reclamou, mas eu apenas peguei suas mãos — Acho que Jared bateu em você forte demais — mumurou pensativa. Eu sorri.

— Talvez. Mas queria te pedir uma coisa que, por um ato idiota meu, acabei esquecendo completamente de perguntar — Ela me encarou.

— O que é? — Não sei se foi por ter os olhos dela tão atentos em cima de mim, ou se foi por minha garganta ter secado, mas de repente eu não podia falar e estava parado, sem conseguir pronunciar nada. Harlow olhou em volta, como se pensasse em pedir ajuda para mim ou sei lá, procurasse por alguém que soubesse tratar de loucura.

— Harlow você... — Vamos idiota. Vamos! — Você...

— Eu... — instiguiu ela com a mão. — Fale de uma vez, Jimmy.

— Você não está ajudando ele, Harlow — A voz surpreendeu tanto eu quanto ela, que virou com surpresa ao notar que estávamos sendo observados. Ao fundo, Stef sorria para mim, como se compreendesse tudo ao falar — Ele está tentando.

— Tentando? — Ela estava ainda mais confusa — Tentando o que?

E então vieram aqueles malditos sorrisos de gato cheshire. Todos entendiam meu nervosismo, meus amigos nunca demorariam tanto para me entender e isso me fez sorrir de lado, encarando o rosto confuso de Harlow, que espiava os irmãos de lado, principalmente Jared, que tinha a cabeça baixa e apenas escutava.

— Okay. Isso ta muito estranho — Ela soou inquieta. Eu me arrastei para ficar a sua frente ainda segurando suas mãos.

— Eu esqueci de pedir algo muito importante para você e... eu preciso ouvir sua resposta. — falei, ela piscou.

— Fale então.

Dessa vez, eu respirei fundo, e trocando um aceno de encorajamento com Stef, eu a encarei. E então desviei a atenção para seus dedos livres, e tendo uma ideia, tirei do bolso uma das cordas da minha guitarra. Dobrando-a parti em dois pedaços e enrolei até se tornar em duas aréolas pequena. Harlow me observava agora muito parada, assistindo enquanto aproximava um dos aneis improvisados do seu dedo. Seus olhos arregalaram com entendimento.

— Harlow... Quer ser minha namorada? — Sorri de lado — Literalmente minha namorada?

A boca dela caiu, e a nossa volta houve murmúrios e risadinhas enquanto nossos amigos gritavam aleluias. Ela estava paralisada.

— Aceita logo Harlow! — Eloise gritou.

Eu ri.

— Sim. Harlow. Aceite logo — concordei, e ela ainda tinha olhos muito abertos quando mordeu o lábio, as iris brilhando com o que eu sabia, eram lágrimas presas. Ela olhou todos, e então a mim, com um sorriso tímido de lado ao falar.

— Eu pensei que tivess ouvido você dizer que já fosse sua namorada, lá no hospital — falou para minha surpresa, e em volta, todos riram, e foi impossível não fazer o mesmo.

Colei minha testa a dela, sorrindo como um idiota. Empurrei o anel de cordão em seu dedo lentamente, e em seguida permiti que ela fizesse o mesmo comigo.

— Prometo um anel de verdade daqui a alguns meses. — sussurrei, ela riu, levando os dedos a minha nunca.

— Isso ta ótimo... Por enquanto — ri, e maravilhado demais, eu me curvei sobre ela e a beijei como nunca pude um dia. E como nunca deixaria de fazer novamente durante todo os momentos em que passássemos juntos.

— Certo. Certo. O amor no ar é bem inspirador — Tia Ellie veio batento palmas e sorrindo animada — Mas por que não vamos comer e escutar um pouquinho mais de música? Afinal de conta, a festa está apenas começando não é...

Ellie foi interrompida pelo soar de um celular. Caroline sorriu sem graça.

— Desculpe. Só um instante — pediu, e levou o aparelho ao ouvido — Caroline Leveseque, em que posso ajudar... Pai? — Ela franziu a testa em confusão e olhou para Damien, que observava com curiosidade — Pai, será que pode falar mais devagar para eu... O que? Como assim aqui? — Os olhos dela se esbugalharam e um pouco da cor se foi, fazendo com que Damie se levantasse do sofá que estava e fosse até ela, junto com Jared, que parecia preocupado.

— Car o que foi?— perguntou, e ela olhou Damien piscando muito e então, quando falou, eu entendi o motivo da sua expressão de espanto.

— Nosso pai, ele... Está aqui — Damien ergueu um sobrancelha — E está sendo preso.

~*~

Notas finais
E é isso meus caramelos. Sobre o trechinho da musica a cima da Bella Deoli. Eu meio que tenho estado apaixonada por ela faz um bom tempo, então eu realmente tive de inclui-la nem que fosse um trechinho em algum cap. Eu super recomento a vocês, pois é linda e se espelha muito no que a Eloise está sentindo, e como tudo vai seguir. Escutem. Please. Existe também a musica 9 Meses (Oração do Bebê) da Barbara Dias. Deixarei o link aqui em baixo. Sei que muitos estão curiosos para saber o desenvolvimento dessa historia, que vários querem uma dica do que preparo para o futuro. Então resolvi soltar uma pequena bomba — mas uma bem bombástica — em vocês. Acho que muitos já suspeitavam, então não deve ser muita surpresa. Mas apenas vou confirmar, para assim, pedir a ajuda de vocês. TERA MAIS UMA FIC!!!! Sim. Isso mesmo que leram. Terá mais uma Spin-off, e dessa vez de Rude Girl, mas não revelarei o nome ainda, e nem sobre quem será a historia. Deixo essa para pulguinha com vocês. Agora sobre a ajuda. DIVULGUEM MINHA HISTORIA. POR FAVOR!!! Eu sei que tenho muita visualização e tals, e o comentários são os melhores. Mas estou com um pouco de receio de não ver muita gente na próxima historia por conta do numero de pessoas que não tenho nos favoritos... Sei, idiota. E eu agradeço pela doçuras em minha vida que deixaram aquelas recomendações e as pessoinhas que acompanham e favoritaram minha fanfic. Mas só entendam que fico tristinha ao o tanto de carinhas na pagina inicial da fanfic. São tão poucas. Então, me ajudem. E se não quiserem, não faz mal. Ainda amo vocês. Do fundo do meu coração. Espero que tenha o mesmo carinho de todos meus leitores. Por hoje, é isso. Fiquem com essa surpresa, e com a curiosidade sobre no que esse Apolo se meteu. Beijos apertado queridos. ♥ Bella Deoli - 9 meses (Versão da mãe): https://www.youtube.com/watch?v=3-KTiu2OXjs Bárbara Dias - 9 meses(Oraçao do bebê): https://www.youtube.com/watch?v=xezdXa5oku