Ruídos
8 Capítulo Final.
Eu me sentei a mesa, e ele me disse todo sorridente:
- Como você está amor?- Eu estou bem, e eu te amo.- Eu disse toda emocionada.- Minha princesa, eu também te amo. — Disse o Di.Então nós tomamos café, nos beijamos algumas vezes, eu estava não anestesiada de alegria que nem me lembrara dos acontecimentos passados.De repente meu telefone toca.- Alô ? — eu digo.- Filha, me perdoe por ontem mais houve um problema com o carro e eu não pude ir te buscar, você se comportou né Isabelle? — Ela perguntou com voz autoritária.- Calma mãe, tá tudo bem, que horas você passa pra me pegar? — Eu disse um pouco nervosa.- Filha peça para o Diego te levar tá bom? Tenho que resolver umas coisas em quem questão ao Padre. — Ela falou quase num sussurro.- Tudo bem mãe, mais alguma coisa? — Eu disse querendo desligar logo.- Não filha, apenas vá para a escola e não fale nada, beijos a mamãe te ama. -Minha mãe disse em tom carinhoso e ao mesmo tempo conservador.- Também te amo beijos. — Desliguei.Depois expliquei para o Di que ele teria que me levar para a escola, assim terminei de me arrumar e depois nós saimos de moto. Quando eu desci da moto senti um enjoo e uma leve dor de cabeça e quase caí, então o Di segurou meu braço e perguntou:- Tudo bem amor? — Disse ele preocupado.- Sim.. Foi só um mal estar, já vai passar, entra comigo na escola amor? — Falei enquanto me recuperava, quando logo apareceu uma garota de Olhos Escuros, pele branca, cabelos lisos e sedosos e disse:- Isabelle, Isabelle.. Como você consegue fazer isso? — Falou Stephanie.- Fazer o que menina? — Eu disse um pouco indignada, enquando o Di estava me segurando e olhando a situação.- Você destruiu a vida de Andressa, Thainá e Fernanda e como se não bastasse a menina que você chamava de "melhor amiga" desapareceu, como se sente diante disso? — Disse ela agora em tom mais agudo.- Como assim, Thainá morta? Thays desaparecida? — Eu falei quase gaguejando e lágrimas escorreram de meus olhos.- Agora chora como se fosse coitada. — Disse a garota.- Fique quieta e saia daqui a Belle já ouviu o bastante menina. — Disse o Di me puxando para fora da escola.- Eu não tive culpa.. — Falei baixo quase num sussurro enquanto as lágrimas escorriam pelo meu rosto.- Calma amor, vamos sair daqui. — Disse ele em tom confortante.Ele me deu um selinho e me entregou um capacete, quando de repente eu ouvi aquela doce voz soar da brisa que passou pelo meu cabelo:- Querida Belle, seu tempo está acabando.. Você está pondo tudo a perder.. Coloque o colar ou destruirei a sua vida, mais do que já está destruída.- Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao! — Eu gritei.- Vem amor. — Disse Di apressado.Subimos na moto, e logo em seguida estavámos na frente da casa de meus pais, quando chegamos lá estava tudo em ordem. Desci da moto e fui em direção a porta, quando o Di entrou na casa, eu ouvi a voz dizer:- Agora a brincadeira vai começar novamente. — Seguida de uma gargalhada arrepiante.Quando de repente, os olhos do Di se reviraram e ele me olhou e falou com a voz fininha e dócil da Ravana:- Meu colar!- Não, você não, Diego volta pra mim!- Não.. o Meu colar, coloque o colar!- Ele não está comigo. — Eu disse desesperada.- Então seu namorado não estará mais com você também.Eu fui correndo para a cozinha, quando cheguei lá, peguei uma faca. E o corpo possuído de Di estava bem na minha frente. Ele girou o pescoço em 360ºC e me fitou com os olhos sombrios, quando de repente se aproximou mais de mim, eu o olhei e ele colocou as mãos em volta do meu pescoço e começou a apertar, e eu podia ouvir a voz dizer:- Eu te dei chances, foi tarde de mais.Quando eu voltei a mim, peguei e enfiei a faca no abdomem do corpo de Diego, e ele rapidamente caiu no chão.Quando ele caiu no chão ele disse:- Amor, eu pude ver o futuro, ou foi um um sonho, nós vamos ter uma linda..- Ele disse agonizando.- O que amor? Me perdoa, Eu te amo.. — Eu disse chorando, e querendo estar no lugar dele.- Isabelle.. Eu te.. amo — Essas foram suas últimas palavras.Quando de repente minha mãe entrou em casa com o meu pai e o meu irmãozinho. Eles me viram ao lado dele, com a faca na mão e uma poça de sangue ao redor dele. Eu não disse mais nada.. Duas horas depois a polícia estava na minha casa. Eu não disse mais nada desde então. Só sei que fico num lugar ruim, não converso com ninguém até hoje, perdi tudo, menos... Menos o meu bebê..
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