Royalty - A Realeza

19 Capítulo 17 – Os Homens Relâmpago.


Notas iniciais
Fim do hiato galera! desculpem a demora! boa leitura.

Josh sorriu para seus amigos e logo em seguida seus olhos reviraram, ele cambaleou e desabou ao chão. Dean o segurou rapidamente.

–Opa, foi quase. – Disse o garoto de mechas brancas. Ele carregou o amigo e o colocou no sofá ali próximo. Nari aproximou-se e checou seu pulso.

–Foi uma queda de pressão. Ele não comeu direito hoje. – Disse Nari tentando tranquilizar os presentes. Ela estava levemente admirada pela coragem de Josh. Mesmo sua coragem tendo o deixado inconsciente. Usar mesmo que uma fração de seus poderes sem ter a Vita libertada é um feito notável mas, ele não está preparado refletiu. Os Herdeiros da SC, com exceção de Andrew, não deram a mínima.

–Ele não sabe controlar a Vita? – Questionou Chris desconfiado.

–Sabe, só não tá acostumando com ela. Libertamos sua Vita faz alguns dias. – Mentiu Dean. Chris encarou-o friamente. Sorte que a cara cínica de Dean era praticamente indecifrável. Logo o líder da Street Crown desviou o olhar pra Carrie que assentiu com a cabeça, demonstrando uma leve simpatia pelos três novatos. Plucky subiu no peito de Josh e começou a (inutilmente) fazer massagem cardíaca com suas patinhas. Com as cócegas, Josh acordou rindo.

–Meu super-método de reanimação nunca falha! – Disse o ser felino. Todos os membros da SC ficaram perplexos por ver a criatura falar.

–Isso fala? – Assustou-se Jones.

–Escuta aqui cabeça de pipoca – Rebateu Plucky, ficando em pé nas patas traseiras e apontando a pata dianteira esquerda para Jones – “Isso” é a senhora sua mãe! Eu tenho um nome tá bom? – Nari segurou o animal gelatinoso pela nuca e esfregou a mão na boca dele, fazendo-a sumir. Os resmungos ainda podiam ser ouvidos.

–Como vocês viram, fala até demais. – ela deu um sorriso amarelo par os herdeiros urbanos e logo moldou Plucky em um cinto que colocou ao redor da cintura.

Josh levantou-se confuso, mas logo se recordou do que o fizera antes de desmaiar. é, parece que eu ainda não posso usar esse poder disse, esfregando os dedos nas têmporas. Ele estava com medo de que alguém pensasse que ele tivesse desmaiado de emoção, (o que não deixava de ser uma verdade). ter habilidades especiais era algo surreal para Josh. Mesmo com tudo que aconteceu desde o dia que aquele cara e aquela garota o salvaram de um robô homicida, ele ainda não tinha a crença de que realmente era um herdeiro. Para ele tudo não passava de um mal entendido. Até agora.

Carrie convidou Josh e os demais para sentarem-se a mesa de reunião. Chris antes de sentar disse em alto e bom tom:

–Quero deixar bem claro que não confio em vocês – disse sério. – vocês se mostrar úteis, mas isso não significa que estão dentro. – Andrew cerrou os punhos receoso. Era evidente o medo em sua face.

–Tá tá. – Carrie apoiou-se no largo ombro de Chris – deixe-me dizer logo qual vai ser a missão.

–E que missão é? – Questionou Dean.

–Roubar um objeto.

...

Pablo estava sentado em seu laboratório. Ele remexia nos núcleos de energia dos robôs quando Mack entrou no local que fedia a cafeína. Ele inspirou e disse:

–É por isso que você nunca dorme. – Falou enquanto dava algumas fungadas.

–Ah, oi Mack! – Saudou Pablo, virando-se no banco. – A que devo a honra de sua visita?

–Vim checar se está tudo bem. Onde estão as crianças?

–John está por aí. Rider deve estar chegando e os outros três foram realizar uma missão.

Mack deu uma olhada nos equipamentos em volta. 90% daquilo ali foi criação do próprio Pablo. Orgulhou-se de ter colocado ele na equipe. Um tecnopata sempre é bem vindo pensou.

–Qual missão você os enviou?

–Você se lembra daquele herdeiro voador Andrew? Ele pichou uns prédios e foi filmado. Mandei os três para encontra-lo e trazê-lo aqui para eu ter uma conversinha. Quando chegou, Andrew contou que ele mais outros herdeiros criaram uma espécie de agência independente e mercenária e, Batizaram-na de Street Crown. O líder é um velho conhecido: Chris.

Ao ouvir o nome, imediatamente a imagem do rapaz negro de olhos levemente amarelados surgiu na mente de Mack. Chris sempre fora muito pavio curto desde o dia que o Mack o encontrou e convidou-o para tomar um café. O herdeiro havia sido atacado dias antes por uma equipe de agentes conhecida por Death Raven. Mack repudiava completamente o modo de agir dessa equipe. Eles atuavam de forma extremamente violenta. Até mesmo matando inocentes se isso significasse o sucesso de uma missão. Devido a isso, Mack foi obrigado ao ir desculpar-se pessoalmente com cada herdeiro não recrutado que foi machucado pela Raven. Óbvio que Chris inicialmente não aceitou, mas o carisma de Mack (fortalecido durante mais de 150 anos) cativava qualquer um. Mack o convidou a juntar-se ao serviço secreto, mas o garoto recusou.

–Isso não vai dar certo. Chris é explosivo demais. Dean e Nari são habilidosos, mas não sei se conseguem lidar com a força bruta dele.

–É, eu mesmo tive dificuldades pra conseguir parar aquele cara. –Assentiu Pablo. – Mas voltando ao assunto, Andrew disse que eles vão fazer um serviço prum cliente misterioso. Andrew estava com muito medo, então temos que manter a calma e descobrir quem é antes de tomar qualquer providência. Ele trouxe a avó doente também. Ela está no hospital Santa Mônica repousando.

–Você tomou as atitudes correta. Está progredindo hehe, um dia irá me substituir.– Mack deu um joinha e piscou. – Agora, o Josh, o que você tem a me dizer sobre ele?

–Eu mandei ontem os relatórios completos pra você. – Pablo foi até a cafeteira tirou as agulhas da boca e tomou, num gole só, meio litro de café.

–Você sabe que eu não entendo nada desse monte de números que vocês enviam. Prefiro a explicação mais direta. –Pablo revirou os olhos e seguiu com a explicação.

–Antes do Tratamento fiz um teste. O garoto consegue armazenar eletricidade em seu braço esquerdo. Com o treinamento adequado ele deve repeli-la também. Ele tem uma Vita latente muito forte. Maior até que a sua. A resistência física dele também é muito boa para um civil sem treinamento. Mas, o que me preocupou foi que, não consegui identificar nada de especial nele. – Pablo fez uma pausa. – Quando um Rei, Duque ou até mesmo um Plebeu habilidoso passa pelo tratamento, meu computador pisca como uma árvore de natal. Porém com Josh, nenhuma luz acendeu. Seu eu não soubesse que ele é um Imperador, diria que o garoto é apenas um duque com uma boa Vita.

Mack, apoiado na mesa, segurava seu lábio inferior enquanto os olhos fitavam o chão.

–Então, a lenda tem um fundo de verdade. – Disse reflexivo.

–Qual lenda?

Nessa instante, Rider entrou no laboratório. O Belo rapaz vestia o uniforme de combate. Havia acabo de vir de uma dificultosa missão solo. Trabalho rotineiro de um agente classe S. Rider diariamente se arrependia dessa escolha, porém, logo recordava o motivo que o levara a essa escolha. Não podia volta atrás.

–Oi Rider! – Disse Mack simpático.

–Oi. – Respondeu Rider sucintamente. Ele não era uma cara de muitas palavras.

–Sente-se – Mack puxou um banquinho pra ele – Vou explicar de onde surgiu toda a lenda que envolve os imperadores. – Rider acomodou-se. – Como já contei pra vocês, os imperadores foram extintos há centenas de anos devido um confronto com os Angelis.

–Angelis? – Interrompeu Pablo.

–Sim, Angelis. Os Reis mais fortes. Dizem que eles são descendentes diretos de Uriel. Os últimos Angelis de que se tem notícia participaram do mesmo torneio que Will e eu. Mas o que importa é o que diziam sobre os Imperadores. Segundo os boatos, um determinado herdeiro monge compreendeu tanto a natureza da vita, que elevou seus poderes a um novo nível, criando uma nova e poderosa classe de Herdeiros: Os Imperadores.

– E o que isso tem a ver com a habilidade elétrica de Josh? –Questionou o cientista.

–Uma das lendas diz que esse mesmo monge, ao meditar em uma montanha num dia extremamente chuvoso, conseguiu, literalmente, socar um relâmpago de volta para o céu. E a partir daí, ele e todos seus descendentes conseguiam manipular eletricidade. Ganhando também a alcunha de Homens Relâmpago.

–Isso não tem lógica. – Disse Pablo, Rider somente observava. – Características adquiridas não podem ser passadas aos descendentes. E socar um raio é fisicamente impossível. O punho teria que ser mais rápido que a luz.

–Eu sei disso. Mas temos que concordar que Josh manipular eletricidade condiz com a lenda.

Pablo era um cara muito lógico e cético. Mas dessa vez, tinha que concordar com seu mestre.

–Se eles eram tão poderosos, porque foram mortos pelos Angelis? – Perguntou Rider.

–Isso Silent Shooter, não sei lhe responder. – Brincou Mack com o codinome de Rider, que continuava sério.

–Rider, Nari pediu pra deixar você e seu irmão em Stand By caso ela e os outros tenham problemas na missão. Entretanto, você deve estar muito cansado. E se tivermos uma emergência classe S, você será o único que poderá resolver. – Pablo coçou a cabeça – você acha que John dá conta do recado sozinho?

–Se for missão de combate, sem dúvidas. Outro tipo de missão não recomendo. – A carência de vocábulos nas frases de Rider deixavam Mack levemente desconfortável. Era como conversar com um robô loiro.

–Ainda bem! – Pablo juntou as mãos e levantou para o alto. – Tô quase rezando pra que dê alguma cagada para que eu posse me livrar dele! Mack, você acredita que ele fez o maior escândalo hoje porque bebi o leite dele? – o Cientista recordou-se que estava falando mal nada mais nada menos do que do irmão do garoto sério a sua frente. – Foi mal Rider, mas você tem que concordar que o John é um pé no saco às vezes.

Rider levantou e foi em direção á porta.

–Relaxe. Ele é inconveniente mesmo. – E saiu.

Mack e Pablo trocaram olhares.

–Desde aquele incidente, Rider mudou demais. – Disse Mack com pena.

–É –Concordou Pablo – Ele era um garoto tão sorridente. Quando ele sorria, era impossível não se contagiar com aquela alegria tão natural. Agora ele vive assim: Calado e recluso. Treinado dia e noite e realizando missões como se não houvesse amanhã. Tenho muita pena dele. Muita mesmo.

...

–Pensei que você fossem mais do que apenas ladrões. – Desafiou Dean, cruzando os braços.

–E nós somos. – Rebateu rapidamente Carrie. – Devemos esse favor ao nosso cliente por termos falhado na ultima missão.

–Eu me recuso. – Disse Dean prontamente. Nari o chutou por debaixo da mesa.

–Baixa a bola plebeu, Plebeu! – Louis gritou, o rancor pela recente derrota em suas palavras era latente – Vocês chegaram hoje e já querem mandar em alguma coisa?

–Como eu disse, não confio em vocês. Então essa missão será seu verdadeiro teste. –Falou Chris enquanto estalava os dedos. – Se falharem ou descobrirmos que vocês mentiram em alguma coisa, vocês morrem. –Josh cerrou os lábios e tamborilou os dedos nas coxas. Agora ele entedia porque Andrew tinha medo daquele cara.

–Tá bom então. Eu aceito. – Disse Dean, colocando os pés em cima da mesa. Nari sutilmente os retirou.

–Aceitamos as condições – Disse ela. Josh relutando, confirmou meneando a cabeça.

Carrie foi até uma gaveta e pegou um papel sintético. Ela espalhou-o sobre a mesa e logo um display holográfico surgiu. Nari tinha certeza que aquilo era tecnologia secreta de agente, afinal, ela mesma ajudou no desenvolvimento daquilo. A pergunta agora era: Como eles tiveram acesso á isso?

A garota de cabelos azuis, com movimentos precisos, mostrou no display a imagem de um prédio em 3D.Chris fechou a expressão quando notou que os novatos não se surpreenderam com aquilo.

–Esse prédio é nosso objetivo. – Disse Carrie. – Nosso cliente pediu para roubarmos um artefaro que está exatamente no trigésimo quarto andar. – o 34 andar acendeu no edifício holográfico. – lá tem um cofre guardado por 30 seguranças fortemente armados o dia inteiro. Sensores de movimentos e lasers também estão protegendo o cofre.

–Posso saber quem é esse cliente que quer algo tão perigoso? – Questionou Nari.

–Informação sigilosa – Carrie deu um sorrisinho. – Até porque você não precisa saber. O que importa é que completemos a missão. E, baseado nas suas habilidades, tenho um estratégia perfeita pra fazê-lo. – E Assim, cinco tópicos surgiram no holograma.

–Vamos nos dividir em cinco frentes. – Disse Carrie. – A primeira será formada por você, Luke e Jones. – Avatares cabeçudos de Nari, Josh e Jones apareceram na tela. – Luke usará suas descargas elétricas para causar um blecaute no prédio e assim desativar os sensores de movimentos e câmeras. – O bonequinho de Josh soltou um raio em direção a construção, fazendo as luzes nele se apagarem. – porém, os lasers são controlados por um gerador. Então, Jones usará suas habilidades para se livrar deles e dos guardas próximos ao cofre.

–E quais são as habilidades? – Perguntou Josh.

–Se você pensa que eu vou mostrar meus poderes antes da hora estão enganados! eu – Nesse momento, o olho de Jones começou a inchar.

–Cara, Seu olho tá aumentado de tamanho – Interrompeu Dean. E o olho do rapaz continuava a ficar ainda maior. Jones olhou no reflexo da mesa e começou a se desesperar.

–MEU OLHO! PUTA MERDA! O QUE TÁ ACONTECENDO COM MEU OLHO! – e a bolota já estava com o dobro do tamanho original. Ele segurou Josh e começou a gritar, Josh também gritava, sem saber o que fazer. Foi quando Jones parou de gritar e começou a rir.

–Peguei vocês! – O olho continuava gigante. – Eu posso criar qualquer tipo de lentes ou espelhos usando minha Vita. – Ele levou o dedo em direção á a bolota e com uma batidinha do indicador, quebrou a lente em frente ao seu olho que causava a ilusão do aumento de tamanho. – Com esse poder, consigo facilmente enganar os guardas e anular os lasers.

Josh estava com uma leve taquicardia. Ninguém achou aquilo engraçado, nem seus companheiros de equipe.

–Você, – Carrie apontou para Nari, – Irá usar seu bichinho para destravar o cofre.

Nari achou muito estranho ela ter bolado uma estratégia desse nível tão rápido. Eles chegaram alí não fazia nem 1 hora. Contudo lembrou-se de um dos principais ensinamentos de Mack: Nunca subestime um inimigo que acaba de conhecer.

–A Segunda equipe será formada por Louis em Neil. Eles protegeram vocês dos possíveis reforços que podem surgir. – Os bonecos cabeçudos apareceram na frente do prédio. Dean e Louis trocaram farpas. Era evidente que coloca-los juntos não era uma boa ideia, mas Carrie parecia muito segura em suas escolhas.

–E por fim, Andrew fará a cobertura aérea do lugar, nos avisando se qualquer coisa se aproximar, Chris ficará ao longe para agir se der algo de errado e eu fico daqui, controlando tudo. – Nari viu naquele plano uma oportunidade perfeita para serem emboscados. Mas não tinha escolha, deveria aceitar sem relutar senão Chris não os deixaria participar. Eles são realmente espertos pensou.

–Saímos as 8 da noite. Vocês tem a tarde inteira para se preparar. Por enquanto, é só. – Carrie foi para sua mesa e começou a trabalhar. Andrew correu em direção dos agentes, animado:

–Eles aceitaram vocês! Que legal!

Nari aproximou lentamente para abraça-lo e disse ao pé do ouvido:

–Quero que se lembre que estamos com sua avó, Andrew.

O Voador travou e Nari normalmente sentou-se no sofá ali próximo. Não era do feitio dela ameaçar ninguém, mas a situação a obrigou a fazer isso. Chris saiu com Louis e Jones. Disseram que iam fazer uma ronda para pegar assaltantes e batedores de carteira pela cidade. Josh foi até o fliperama para tentar aliviar a tensão. E se eu não conseguir? Se eu desmaiei pra eletrocutar um tazer, não vou conseguir apagar um prédio inteiro nem ferrando. Preciso arrumar um jeito de conseguir isso.

Andrew foi em direção á Carrie e Dean sentou-se ao lado de Nari. Ela certificou-se que os demais estavam longe o suficiente pra não ouvir e disse:

–Acho que o Andrew nos entregou.

–Porquê?

–Desde quando acordamos hoje ele tem agido de forma estranha. Com se tivesse com medo de nós. Além disso, ele bateu em morse “eles estão aqui” quando chegamos.

–Será que eles já sabem que somos agentes?

–Provavelmente não. O líder parace realmente odiar agentes e é explosivo. Se ele realmente soubesse que somos agentes, teria nos atacados assim que entramos por aquela porta. Ou Andrew não contou, ou disse para apenas uma pessoa.

–E Quem você acha que é?

–O cara dos espelhos não é. Ele pareceu-me bobo demais e não tem nenhuma voz aqui. Se eu fosse Andrew não escolheria ele para partilhar a informação. Minhas apostas são na garota e no cara das correntes. Mas, são tudo suposições. De qualquer forma, devemos no manter em alerta.

–Nós poderíamos acabar com ela logo e fugir já sabemos qual é o plano deles. – Nari deu um forte cascudo na cabeça de Dean.

–Não seja ridículo! Você acha que deixariam ela sozinha conosco se ela não tivesse habilidades suficientes pra acabar com a gente? O melhor a se fazer e sentar e esperar. Não subestime um inimigo que acabou de conhecer. Regra numero um do Mack.

–ah que saco! – Dean jogou-se de cara no sofá.

No outro lado do galpão, Carrie e Andrew dialogavam.

–O que o Chris achou da informação que dei? – Disse ele apreensivo.

–Você pirou? –Ela virou-se em sua direção. – Você sabe muito bem o temperamento dele. Nunca ele iria aceitar que agentes se quer pisassem aqui.

–Por favor, eu imploro, não faça nada com eles! Eles estão com a minha avó! – Ele segurou a mão dela. Ela imediatamente soltou.

–Não se preocupe Andrew, confie em mim. Está tudo sobre controle. Vamos matar dois coelhos com uma cajadada só. – Ela levantou dois dedos em sua mão direita. Andrew baixou a cabeça e se distanciou poucos. Quando ele virou de costas, Carrie sorriu e, olhando para sua mão, levantou mais um dedo.

Notas finais
Próximo capítulo: Invasão!