Notas iniciais
Hey, hey! Depois de quase um mês, voltei com a história aqui! E gostaria MUITO de agradecer a todos os comentários, sério gente, o amor de vocês pela história é tão incrível e me senti ótima para continuar, muito obrigada mesmo! Bom, se você reservou a vaga, mande logo a ficha e se você mandou e eu ainda não respondi, calma. Eu estou sem PC e só vim aqui agora pra postar esse capítulo (que me deu um enorme trabalho), logo eu respondo você e acertamos os detalhes da sua fichinha, okay? Também ainda irei responder alguns comentários que faltaram, não se preocupe, logo respondo também. Enfim, espero que curtam o capítulo, ainda é curto porque fiz somente a cena do sorteio e é isso, aproveitem. *LEIAM AS NOTAS FINAIS! Boa leitura!

CAPÍTULO UM

Haviam passado três semanadas desde o ocorrido.

Com a situação do Rei sendo tão delicada, tudo fora feito rápido. O anúncio da seleção foi feito, e centenas, milhares de jovens não perderam a oportunidade de inscrever-se para o evento. Os cidadãos de Illéa estavam em total animação e ansiedade para saber quem são as felizardas.

No palácio, os príncipes não concordaram muito bem com a ideia, apenas depois de um grande discurso dado pela Rainha sobre os deveres a cumprir com o país. Naquela manhã nublada de quarta-feira, os gêmeos Harry e Henry estavam prestes a irem fazer o sorteio das garotas.

Os irmãos até então, não tinham a melhor das relações, devido a disputa pelo trono. Porém com a vinda da seleção, ambos precisaram de um certo acordo de paz.

A disputa era feita, na maior parte pelo mais velho, Harry. O príncipe sempre acreditou que seu lugar era no trono, e lutava por isso. Henry, por outro lado, não demonstrava tanto interesse e até achava bobagem do irmão, mas este sempre fora o favorito para o trono.

Harry, Henry e Hilary, encontravam-se em frente a enorme sala onde fora feita a reunião de semanas atrás. Perguntando-se se deveriam entrar ou não.

Todo o Conselho estaria presente, não faziam ideia do que os aguardava e como seria realizado o sorteio. Apenas desejavam que acabasse logo.

— Vocês estão na merda.

A princesa mais nova dissera em um tom divertido.

— Onde está a sua tão elogiada educação? — Henry questionou.

Ela deu de ombros.

— Odeio esta sala. — fora a vez de Harry dizer.

— Odeio o que estão nos forçando a fazer.

— E odeio o fato de eu estar aqui, quando nossos pais sempre disseram “Você só tem quinze anos, não pode comparecer a certas coisas.”

Os três irmãos faziam uma lista de coisas que odiavam, algo que não acabaria tão cedo.

— Você não é obrigada.

— Admita, você está aqui porque nos ama, irmãzinha. — Harry deu um leve aperto na bochecha da morena.

— Ai!

E esses eram os poucos momentos em que a conversa não girava em todo de política, eram apenas irmãos sendo irmãos, como deveriam. Sem a imagem perfeita que transmitiam no Jornal Oficial toda semana.

Internamente, Hilary realmente estava ali pelos irmãos. Ela nunca havia desejado algo assim para eles, apesar de algumas vezes ter desejado a morte de ambos, nada se comparava àquilo. Era como perder sua liberdade e ser obrigado a fazer algo que claramente, não deseja. Talvez ser da família real não fosse tão privilegioso assim.

— Está na hora.

Harry abriu a enorme porta, fazendo um barulho e chamando a atenção de todos do Conselho.

Os três ficaram surpresos ao encontrarem o pai ali. Hilary soltou um “Oh”.

O Rei não saía do quarto há semanas, e desta vez se encontrava em uma cadeira de rodas. Apesar disso, ele parecia bem.

A Rainha, pelo contrário. Não dormia há dias e estava ali com suas olheiras, parecia não ligar para a maquiagem no momento.

— Já íamos chama-los. Sejam bem-vindos... — um homem do Conselho fizera uma pausa ao reparar a princesa ali. — E seja muito bem-vinda princesa Hilary, junte-se a nós.

— É, uma montanha de felicidade. — Harry sussurrou para a irmã.

Os três sentaram-se nas cadeiras que foram reservadas especialmente para eles.

— Primeiramente, gostaria de agradecer a presença de todos nesse dia tão importante. E gostaria de me apresentar. — o mesmo homem levantou-se. — Me chamo Hunter e acabo de ser promovido a chefe do Conselho, espero prestar muitos serviços e ajudar grandemente no reinado do nosso próximo escolhido.

Hunter era alto, parecia ter menos de cinquenta anos. Tinha alguns fios de cabelo branco em meio aos castanhos, os olhos verde esmeralda que passavam um certo ar de mistério e eram muito hipnotizantes. O mesmo estava vestido como os demais do Conselho, era claramente mais animado com a ideia do que os outros.

Ele sorriu levemente para a família real, antes de continuar:

— Então, acho que podemos dar início ao processo. Inicialmente, irei explicar como funciona.

Harry sentia o coração bater acelerado, as mãos suarem. Havia tido crises de ansiedade e não conseguia dormir, provavelmente aquele pesadelo só teria fim com o término da seleção.

Henry balançava as pernas repetidamente embaixo da mesa, sentindo um desconforto. Mas procurava passar sua imagem de príncipe perfeito aos demais.

— Nesta espécie de “aquário”, — ele apontou para uma bola de vidro que estava no meio da sala, dividindo a enorme mesa do Conselho. —existem todos os nomes de todas as garotas que se inscreveram. Começaremos com Harry, este deverá tirar seis papéis, em seguida Henry fará o mesmo. Nenhum dos dois poderá ler o nome ou ver a foto das garotas, tudo será realizado no Jornal Oficial daqui a dois dias, entendido?

Os príncipes assentiram.

A Rainha buscou a mão do marido, este apertou sua mão com força, buscando passar algum conforto enquanto o gêmeo mais velho caminhava pela sala, indo em direção a enorme bola de vidro.

O príncipe respirou fundo.

— Acabe logo com isso.

Assim, este enfiara o braço na bola de vidro e tirou o primeiro envelope branco com detalhes dourados.

Em todas as vezes que o príncipe repetia o processo, buscava espalhar bem os papéis, às vezes pegando algum do fundo ou o topo. E no fim, ao retirar o último, sentiu um enorme alívio invadi-lo.

— Henry, querido. Sua vez. — a Rainha sussurrou no ouvido do filho.

Henry assentiu e levantou, fazendo o mesmo processo do irmão.

O primeiro envelope viera de forma rápida. O segundo, buscou no fundo. E assim fazia suas escolhas, de olhos fechados.

Ao terminar, retornou ao seu lugar. Os dois irmãos olhavam-se apreensivos e com medo, pela primeira vez. Harry e Henry sabiam que não havia mais volta depois disso, sabiam que de agora em diante, deveriam se preocupar apenas com aquilo.

(...)

Após saírem da sala, sentiram como se um enorme peso houvesse saído de suas costas, apenas para receberam outro ainda maior.

Sabiam que, depois do anúncio dos nomes, em duas semanas as garotas iriam chegar. Um grupo infernal de garotas invadiria o palácio, desesperadas por uma coroa, pelo poder, pela atenção e pelos luxos que iriam receber no palácio.

Assim seria a vida dos príncipes dali em diante.

Notas finais
Gostaram? Eu espero muito que sim, esse capítulo me deu cada problema que meu Deus. Meu computador morreu duas vezes, e nas duas vezes eu tinha quase 2 mil palavras, não salvou nadinha mesmo! Nossa, fiquei com tanto ódio que quis quebrar tudo, e sinto que nessa última vez que eu escrevi poderia ter saído melhor, mas fazer o quê? Eu estava tão irritada que só resumi umas partes, mas espero que tenham gostado mesmo assim. Não tenho previsão de retorno e quero logo arrumar os dias de postagem, fazer um cronograma, só falta escolher um bom dia. *PERGUNTA IMPORTANTE: Vocês querem que eu faça um capítulo para cada selecionada ou não? Se não, elas seriam apresentadas no decorrer da história apenas. Se sim, seriam 12 capítulos só de apresentação e atrasaria bastante, mas vocês escolhem. Respondam nos comentários! Beijos ♥ — Yo Malfoy.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.