Roxy, a menina dos sonhos de Kamus
6 Situações
Notas iniciais
—Roxy, só não entendo por que tudo isso.
Ela não falou nada, se levantou e andou calmamente até a saída. Sem olhar para trás, olhando fixamente para frente, falou: --- Você tem razão, desculpe---Kamus a interrompeu:
—Não é isso Roxy...
—Eu não deveria ter feito isso. Desculpe novamente.
—Não...
—Tchau Kamus, até.
Ela saiu deixando Kamus decepcionado com sigo mesmo, ele se sentou no chão e olhou para cima, e apenas duas palavras se repetiam na sua mente: “Desculpe Roxy”. Assim que ela saiu da casa, Clarisse estava lá esperando para começar a provocar a menina.
—Ora, ora! Parece que o Kamus te deu um “gelo” não é queridinha? Haha(risada irônica).
—Não me irrita garota. Já estou sem paciência com você.
—Ah, eu não queria estragar o clima de vocês, mas vocês só eram amigos mesmo. Afinal eu não acho que vocês se combinam.
—E você ainda se atreve a continuar a falar, que corajosa (disse ironicamente).
—Não tenho medo do que você possa fazer.
—Mas quem disse que eu queria passar medo para você? Você realmente não sabe do que eu sou capaz de fazer. -Falou Roxy com chamas nos olhos ,de raiva.
—Mesmo assim, O KAMUS VAI SER SÓ MEU.
—Sua...
Roxy empurrou-a com força, Clarisse se levantou após de levar o empurrão, dando dois tapas muito forte no rosto de Roxy fazendo com que fizesse duas marcas bem “feias” no seu rosto. Roxy revidou com um soco, e Clarisse derrubou-a no chão e as duas continuaram a se bater. O único problema é que elas estavam brigando nas escadas e involuntariamente Roxy fez uma barreira de chamas (meio que invisível) quando Clarisse foi dar um tapa em Roxy sua mão queimou incansavelmente, e foi empurrada.
—Oq você fez com a minha mão!?
—Desculpa. Deixa eu...
—Não!
Clarisse empurrou Roxy, que caiu alguns degraus abaixo, batendo sua cabeça nos dregaus das escadas. Ainda consciente Roxy, usou uma magia que fez com que ela caísse no chão. Ela foi embora e Roxy desmaiou por causa do sangramento intenso em sua cabeça. Kamus vestiu sua armadura e foi para fora de sua casa pensar um pouco com a chuva que estava caindo, quando derrepente viu Roxy caída no chão, sangrando. Ele pegou-a no colo. –Ela está realmente machucada, o que será que aconteceu? Oh não, sua cabeça. Sabendo da gravidade dos ferimentos levou-a para sua casa. Cuidou da sua grave ferida na cabeça, e ela finalmente acordou:
—K-kamus, o que aconteceu?---Falou reconhecendo o rosto do rapaz.
—Realmente não sei. Encontrei você machucada no chão. --Roxy preferiu não falar nada sobre a briga que teve com Clarisse.
—Pode me levar para minha casa?
—Claro, mas os seus...
—Machucados! Ah, isso eu arrumo depoi...Ai! Deixa.
—Vou te levar para sua casa.
Kamus a pegou no colo e saiu pelas escadas do santuário, caminhando um tempo finalmente chegou, a casa era um pouco grande, tinha duas varandas de frente uma com a parede amarela, um pouco clara e outra totalmente branca, também havia dois portões um grande para a garagem e um pequeno que dava para a porta. Roxy desceu do colo de Kamus rapidamente abriu o portão, por que estava chovendo, e logo depois já na varanda, abriu a porta:
—Você quer entrar?
—Não, obrigado.
—Se quiser entrar...Vou deixar a porta aberta, apenas me avise.
—Pode deixar. Por enquanto vou ficar aqui.
—Okai então.
Roxy entrou dentro de casa e foi ao banheiro tomar um banho, afinal estava totalmente molhada e machucada. Terminou-se o banho e foi ai que ela percebeu que não havia trago para o banheiro uma muda de roupas. –Ai meu Deus, não acredito. Espero que o Kamus não esteja aqui.—Disse isso indo de toalha para o quarto. Kamus no exato momento decidiu entrar e ver a casa. Roxy entrou como um carro de fórmula 1 no quarto, esquecendo de trancar a porta. Naquele momento Kamus abriu a porta e a menina rapidamente segurou a toalha firmemente com as duas mãos.
—O QUE DIABOS VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI?! –Disse a menina corada.
—É, é, é... desculpe, eu n sabia que você estava no quart...—Ele não parava de gaguejar, aquela situação era realmente desconfortável.
—Pode fechar a porta, por favor. --- Disse ela mais calma, apesar de estar aflita, com certeza vê-la de toalha não era uma boa coisa para acontecer naquele momento.
—Claro. ---Ele fechou a porta e ela rapidamente a trancou.
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