Notas iniciais
outro capitulo, espero q gostem;)

O dia havia amanhecido e um sol lindo brilhava no céu azul sem nuvens. Castiel estava na cozinha tentando preparar o café, mas ele não estava entendendo a tecnologia toda da cafeteira.

–Tem que apertar o botão verde antes- disse Rose chegando inesperadamente na cozinha.

–Ah, eu deveria ter imaginado já que nele diz on- disse Cas observando o pequeno painel de botões da cafeteira moderna.

–Então, como conheceu o Sam e o Dean?- perguntou ela.

–Deus me enviou pra tirar Dean do inferno pra uma missão.

–Inferno? Quer dizer que ele foi mesmo lá?

–Sim, ele tinha feito um pacto para o Sam reviver, ele tinha sido morto por um outro caçador.

–O Sam morreu? Mas como é isso de pacto que trás pessoas de volta a vida?

–O Dean chamou um demônio numa encruzilhada e selou um pacto, em que combinaram que Sam voltasse a vida, mas em um ano Dean morreria- explicou Cas, Rose estava perplexa, agora ela não duvidava mais deles, só que isso era tão absurdo, inacreditável.

–Nossa...

– E desde então estamos nessa missão de destruir Lúcifer.

–E como vocês tem essa aparência jovem sendo que deveriam ter mais de 40 anos?

–Dean e Sam foram teletransportados para o futuro e Deus me mandou encontrar com eles.

–Mas como eles fizeram isso?

–Ninguém sabe, não foi Deus, eu só sei disso.

–Do que vocês tão falando?- disse Dean entrando na cozinha e se espreguiçando.

–Sobre você no inferno- respondeu Rose.

–Ah, é um bom assunto matinal- brincou Dean.

–Me conta, o Sam disse que vocês iam me contar tudo hoje, eu quero saber- insistiu Rose fazendo carinha de "cachorrinho pidão".

–Tá, lá é horrível, eu fiquei durante quatro meses, mas pareciam quatro séculos, eu ficava amarrado e quando saia os demônios ficavam me atazanando.

–Nossa que horrível, não vamos mais falar disso- encerrou Rose- Mas eu tenho uma dúvida, o Ben, filho da Lauren, minha tia postiça, era filho de um Dean Winchester, por acaso é você?

–O Dean tem um filho?- perguntou abismado Sam chegando.

–Bem...Err...- enrolou Dean.

–Ai meu Deus! É você!- concluiu Rose.

–Sim, sou eu.

–Cara, você é pai e não contou nada?- disse As.m

–Você tem que falar pra ele e pra Lauren- incentivou Rose.

–Não é uma boa ideia, eles correriam perigo- explicou Castiel.

–Mas se eu tivesse um pai assim eu gostaria de saber, acho que ele pensa do mesmo jeito- disse Rose, Sam, Dean e Cas se entreolharam, mas não se manifestaram. — Por que vocês fazem isso?

–Isso o que?- perguntou Sam.

–Ficam se olhando quando eu falo alguma coisa, vocês sabem de algo?

–Não, é que a gente não tem nada pra falar, aí a gente fica observando pra quem vai falar- improvisou Dean.

–Ah...- falou Rose fingindo estar convencida.

–Eu tô com fome- disse Dean.

–Como se fosse novidade- comentou Sam.

–Ei, todo mundo tem que comer- se defendeu.

–Mas você é uma máquina de comer- falou Cas.

–Eu sou um cara grande, é claro que não tão alto quanto o Sam, mas ele é uma muralha de 1,93 de altura, isso parecer um pouco humilhante, já que eu sou o irmão mais velho e tenho 1,85- reclamou Dean, os outros três ficaram encarando Dean com uma cara de "cala a droga da boca"- Tá, parei...Eu sou mais bonito mesmo.

–Eu acho que você está tentando desconversar o assunto de ser pai- falou Rose.

–Mas a gente já falou sobre isso, eu estou tentando me aproximar deles.

–Por isso estava flertando com a Lauren no aniversário da Rose?-perguntou Sam.

–Eu não estava flertando com ela...- negou Dean.

–Estava sim — disse Cas.

–O que você sabe? Estava ocupado demais soltando a franga na pista de dança- argumentou Dean, Cas ficou em silêncio, ele tinha vergonha do que fez.

–Vamos preparar logo o café- disse Rose, tentando quebrar o clima de acusação do ar.

–Ninguém aqui sabe cozinhar- falou Sam.

–Mas eu não vou cozinhar tudo sozinha, eu quero ajudantes.

–Eu sou um desastre- disse Cas saindo rapidamente da cozinha para não ajudar.

–Eu não quero fazer isso- disse Dean, Rose e Sam ficaram olhando pra ele, esperando alguma desculpa melhor- Que é? Só tô sendo sincero, eu hein...- disse saindo da cozinha.

–Eu não vou procurar desculpas- disse Sam pegando um avental.

–Então vamos lá ajudante- disse Rose pegando os ovos na geladeira.

A mesa do café da manhã estava posta, meio tarde porque já eram quase onze horas da manhã.

–Caramba, quanta comida- disse Dean observando a mesa farta e com uma grande variedade de alimentos, tinha ovos com bacon, sanduíches, iogurte, sucos de frutas, cereais e frutas.

–Eu gosto de pôr a mesa, me lembra o natal, família reunida e muito amor e união- disse Rose se lembrando do natal passado que tinha passado na casa de Olíva, pois sua mãe estava viajando.

–Eu também gosto, mas nossa família nunca foi muito unida- disse Sam.

–É, nossa mãe foi morta queimada no teto por um demônio e ficávamos sempre sozinhos no natal, nosso pai saia pra caçar e ficava dias e até semanas fora- completou Dean.

–Isso é triste, mas eu sei como é isso, minha mãe sempre trabalhou muito e como eu não tenho pai, sempre foi só eu e ela, às vezes a vovó com seu marido novo, mas era raro. Minha mãe é filha única, não tenho tias, então acabou que eu adotei os amigos como família- disse Rose.

–Oi- disse Ruby chegando inesperadamente.

–O que você tá fazendo aqui?- perguntou Rose.

–Não é assim que se recebe a sua mãe.

–Ruby, por favor, vai embora- pediu Sam vendo que Rose estava alterada.

–Você não é a minha mãe!

–Sou sim, você carrega o meu sangue, não vê a semelhança?

–Vadia, vai embora agora- disse Dean pegando Ruby pelo braço e a empurrando para o lado de fora da casa, mas foi inútil, ela apareceu novamente dentro da casa.

–Temos que conversar- disse Ruby- E você- disse virando-se para Dean- Se encostar mais uma vez suas mãos em mim eu te mando de volta pro inferno aí você vai passar a eternidade esfregando o chão de lá!

–Saia daqui criatura maligna- disse Castiel.

–Cala boca anjo demente- respondeu- Eu tenho informações importantes para a sobrevivência da Rose, Lúcifer tem planos maiores pra ela.

–Por que essa fixação do diabo por mim?

–Por que você é minha filha, filha de demônia, pode ter habilidades fantásticas.

–Quantas vezes eu tenho que dizer que a Carmem é a minha mãe? Você é louca!

–Não, eu sou sua mãe, te entreguei pra ela pra te proteger! Por que reluta tanto em negar isso?

–Por que eu não quero ter uma mãe que tenta me matar- respondeu.

–O que?- perguntou Sam.

–Isso mesmo, esta- apontou para Ruby- É a "R".

–O que tem ela?- perguntou Dean confuso.

–Vocês precisam ver isso- disse tirando o celular do Jason do bolso de trás da sua calça jeans- Olha- entregou o celular pra eles lerem a mensagem.

"Se você não quiser voltar pra cá para esfregar o chão do inferno, saia daí agora!".

–Remetente "R"- leu Sam.

–O Jason era um demônio, demônios me atacaram e a "R" ameaçou ele como você ameaçou o Dean- disse Rose- São os fatos.

–Eu não mandei isso- falou Ruby.

–Como acha que podemos acreditar em você?- perguntou Dean.

–Sam, você acredita em mim?- ela perguntou.

–Ruby, não tem como, não nessa situação- ele respondeu.

–Eu não faria mal a minha própria filha.

–Eu não sou sua filha e se fosse iria negar pelo resto da minha vida- falou Rose.

–Eu desconfio de quem tenha feito, eu vou provar a minha inocência- disse Ruby e logo em seguida desapareceu...



Notas finais
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