Notas iniciais
oie, esse capitulo promete muito. espero que gostem e o proximo deve sair amanhã ou sexta. até lá em baixo

por Garry:

– Ib! Você está ai?- perguntei aflito.

– Sim... Estou aqui!- disse ela me deixando mais tranquilo

– Ib vou acender meu isqueiro.

Tsc, tsc e a chama se acendeu, porém foi inútil já que a luz da sala retornou em seguida.

– Isso não faz bem a minha sanidade mental! — disse Ib apontando para o chão que estava escrito:

ajuda , não ,não me mate , pare e não

– Nem pra minha. — concordei com a cabeça.

Saimos daquela sala e fui checar espelho.

– Ib vem aqui!- ela se aproximou e li a mensagem:

– " Um aviso a todos os visitantes;
Há uma proibição de utensilios que geram
fogo implementada na galeria. Pedimos que
reportem a utilização de quaisquer fosforos,
isqueiros, ou semelhante. Deve ser relatado
aos funcionários. ", isso não pode ser bom.

– é... — disse concordando com a cabeça.

Sai da frente do espelho e Ib veio atraz de mim pondo-se ao meu lado agarrando firmimente sua rosa. andamos até perto de quadro do quebra-cabeça e Ib disse:

– Garry ... isso são ... pegadas?- olhei para o chão e me aproximei, constatei que era só tinta e acenei com a cabeça para ela se aproximar.

– Ib ... são pegadas de tinta, mas acho que pode ser melhor ... — ela não permitiu que eu terminasse de falar e foi seguindo as pegadas até onde, poderia jurar, que havia uma parede e agora tinha uma porta.

– Ib, isso pode não ser seguro então...

– Então quer que eu fique aqui. já sei, mas já te passou pela cabeça que a qualquer momento tudo pode ir pelos ares e posso desaparecer como a parede que estava ai?

– 'Glup' I-Ib e-eu não quis dizer isso, m-me desculpe v-vamos. V-vai dar t-tudo c-certo. — eu gaguejava como louco e estava envergonhado de ter ao menos pensado que ela realmente estaria mais segura sozinha.
Ela parecia brava, mas depois sorriu de uma maneira que meus medos não poderiam mais me impedir de protegê-la.

– Estava brincando Garry! Sei que nunca me deixaria para traz!- respirei aliviado e peguei sua mão para atravessarmos a porta.

...

Passamos pela porta e algo veio correndo em nossa direção. Pus-me na frente de IB e chutei a coisa para longe. Nos aproximamos e vi que era uma menina, ou melhor, uma jovem de aparentemente um 15, 16 anos, loira , de olhos verdes , vestia um vestido verde de babados ( acho ser esse o nome) e com um lenço azul amarrado no pescoço.

– Ei! você seria alguem da galeria?- disse me aproximando da garota

– E-eu estava ... querendo ... sair ... e ... — não deixei que terminasse de falar e a ajudei a se levantar.

– Me perdoe por isso achei que fosse uma daquelas coisas.- Ib sai de traz de mim e me ajudou a levantar a menina.

– Meu nome é Garry e essa jovem aqui é Ib!- disse me antecipando

– Eu sou ... Mary, é um PRAZER te conhecer Garry!- disse apertando minha mão e agora dirigindo-se a Ib disse

– É um bom te conhecer Ib. — Mary não parecia mais entuziasmada.

– Certamente.- disse Ib, num tom arrogante e eu não entedi o motivo disso.

Ficamos os três em silêncio, até que Mary perguntou se eu conseguia empurrar uma estátua que estava na frente da porta no final daquela sala. acenti e segurando a mão de Ib, cochichei com ela:

– Por que aquilo?

– E-eu não sei, mas ha algo de estranho nela Garry. -disse Ib olhando dentro dos olhos, aprendi a confiar neles e não seria agora que isso ia mudar.

– Garry! vamos logo quero sair daqui!- disse Mary com um ar alegre.

Andei até a estátua e a empurrei com ajuda de Ib, Mary agarrou minha outra mão e juntos nós três passamos pela porta de mãos dadas. A primeira coisa que vimos foi um vaso, Ib e eu colocamos nossas rosas.

– Vejamos ... já que eu e Ib temos rosas ... Mary, você tem uma?- disse curioso

– ...Sim, eu tenho! Uma rosa amarela!- disse empolgada

– Ah, é verdade. Mantenham elas seguras, vocês duas.-disse lembrando do que acontecera- Não ousem perde-las. E não entregê-as para ninguem e ...

– Wooow, a rosa do Garry é azul! Minha rosa é amarela!
eu gosto de amarelo, mas tambem gosto de rosa. Oh, e azul!

– Poderia aprender a ouvir?-disse Ib impaciente.

Seguimos em frente e vi uma nota presa na parede dizia:
"Qual poderia ser?", me perguntei o que seria isso e ao virarmos a direita descobri o que era. A próxima sala era roxa e haviam duas portas, uma a dirita e a outra do lado esquerdo e entre as duas havia um quadro chamado "flores da inveja". A porta da direita estava trancada e entramos pela porta da esquerda.

Por Ib:

Entramos em uma sala em que haviam muitos ornamentos de coelho, mas quando olhei por muito tempo para um deles pude ver que ele se transfigurar de um fofo coelhinho para uma boneca azul de cabelos espetados com um sorriso assustador.

No final desta sala havia um quadro enorme de um celho sob a grama e seu titulo era olhos vermelhos.

– ... pelo amor de ... — disse Garr com os olhos arregalados- Essa pintura, essa sala ... por que ele fez algo tão terrível?!

– Huh? Mesmo ...? — disse Mary- Eu acho que é fofo ...

– O qu...?!- gritou Garry e apontando para o quadro disse- Que parte disso é FOFA?!

– Eu apenas acho que é ... E você Ib?

Parei e observei a figura e novamente senti um arrepio na espinha e vi que o quadro se transformou rapidamente em uma boneca assustadora.

– Apenas ... não tenho certeza- disse olhando Mary que disse.

– COMO ASSIM "não tem certeza" ...?

– apenas ... achei ter visto ... não é nada!

– Bem, certo ... — disse Garry- De qualquer forma, vamos tentar sair daqui rapidamente. Eu sinto que estou sendo observado nessa sala ... Isso é perturbante.

Saimos de perto do quadro e vi uma estante. Curiosa fui olhar os livros, dentre eles estava este:
" Ruína do Coração"
" Se o seu espirito sofrer demais,
você começará a alucinar
e no fim, você será destruido.
E o pior de tudo
É que você nem terá a
consciencia disso."

Me afastei da estante e um dos ornamentos caiu e se quebrou. Garry se aproximou e pegou uma chave roxa que colocou em seu bolso e saimos da sala.
Fomos juntos denovo até metade do caminho, quando do quadro "flores da inveja" começou a fazer um barulho.

– Huh...? Esse barulho... está se aproximando... — disse Mary que estava do meu lado oposto, ou seja, estavam ela e Garry a minha direita. Do nada surgiram ramos de galhos onde Garry que estava.

– Algo saiu do chão!- falou Mary

– I-Isso é ruim!- eu disse- Garry, se afaste da pintura!

– Garry! Cuidado!!- gritou Mary puchando Garry para seu lado

– Vocês dois estão bem?- gritei para eles

– Ahhhhh... Aquilo me assustou!- disse Mary com os olhos arregalados.

– Ib? Você se machucou?- disse Garry com um tom aflito

– Não, estou bem, mas com essas.... coisas no caminho, eu não posso chegar aí.

– Talvez eu consiga cortá-las?- disse Garry- .... espere, o que é isso? Essas videiras são feitas de pedra ....

– O que fazer?- disse para Garry, quase pedindo-lhe socorro.

– .....Hey, Garry. Você pegou a chave naquela sala, certo? Talvez essa chave ... Abra aquela porta ali? Nós podemos achar alguma cisa para nos livrar disso em outra sala. Deveríamos procurar?- disse Mary

– Hmm... Eu me pergunto se você ficará bem Ib...- disse Garry olhando para mim com ternura.

– Não haverá problemas! Certo, Ib?- disse Mary me escarando.

– Acho ... que sim., apesar de preferir não nos separar.- disse.

– Vê Garry, Ib acha que vai ficar bem!- disse Mary, feliz.

– A-Ah... então se é assim... Bem, acho que vale a pena tentar ... Mas se não encontrarmos nada, voltaremos o mais rápido possível, Okay? Então iremos repensar o que podemos fazer.- disse Garry um tanto quanto nervoso em me deixar.

– Yeah! Entendido!- disse Mary- Okay, vamos!

Garry aninda de virou para mim e disse:
– Cuidado, Ib!- e então eles desapareceram pela porta violeta.

Por Garry:

Passei pela porta violeta me sentindo culpado por deixar minha querida Ib para trás. Mary olhava curiosa para mim como se tenta-se entender o que se passava em minha mente. Olhei para a sala onde estavamos e haviam muitas caixas e 4 manequins.

– Parece que se fosse espancado queberia muito fácil, mas é pesado de mais para empurrar- disse Mary a respeito de um deles.

Mary era meio estranha mesmo, ela fazia comentários estranhos sobre quase tudo que viamos e parecia uma criança. E entre as caixas que revistamos ela disse:

–Hmm.... tem alguma coisa útil ai? ... ah!- eu peguei uma faca de paleta que estava no fundo da caixa e mostrei para ela.

– Talvez isto sirva para cortar as videiras!- eu disse levantando o objeto como se fosse um prêmio

– Podemos tentar, mas eu acho que vou segurar isso... Você sabe, por precaução ... — achei isso estranho mas, acabei lhe dando a faca de todo jeito.

Revistamos outras caixas e eu disse:

– Talvez devesemos voltar para Ib?

– Tudo bem ....- disse ela abaixando a cabeça

Fomos tentar sai da sala só que as luzes se apagaram por um instante e uma estátua agora bloqueava a passagem.

– Empurre-a Garry!- disse Mary sem mexer um membro.

– Ah... Não adianta..... nem mesmo se mexe.....- disse desapontado após tentar empurrar a estatua, esta era muito mais pesada que as outras.

– O que vamos fazer Garry? Nós não podemos sair....- olhei rapidamente pela sala e vi uma porta."quando ela apareceu ai ", pensei mas fui em sua direção.

– Não há muito que possamos fazer além de entrar aqui, Garry.- disse Mary, tentando me animar.

Passei pela porta querendo me bater por ter deixado Ib para trás, e lá havia uma espécie de rosa vermelha enorme no chão, na qual pisei em cima.

por Ib:

– Hmm.... eles estão demorando muito .... me pergunto o que aconteceu. Garry! Mary! Conseguem me ouvir?!

"Não adianta .... Argh, eu sabia que não deviamos ter nos separado! O que fazer ..." me virei para trás e lembrei da sala anterior. " ... eu acho que eu vou investigar aquela sala novamente... por mais que odeie voltar lá ..."

Agora pude ver com clareza, no lugar de coelhos na realidade eram bonecas azuis de enormes olhos vermelhos sange e seis delas estavam enforcadas.

– ...Não importa o quanto eu olhe isso NÃO é "fofo"!

Olhei novamente as estantes e quando toquei um dos livros a estante se moveu "como não percebi isso antes? Ah, bem. Posso sair por aqui." e passei pelo buraco na parede.
Me deparei com um espaço não muito grande, tinha apenas uma porta, cinco cordas e uma espécie de rosa azul bem grande.

– Qual será?- disse olhando para as cordas- Uni, duni,tê, salamê, minguê, o sorvete colorê, o escolhido foi vooocê!- gritei apontando para a segunda corda de esquerda para direita. Ouvi um barulhinho um pouco distante, ignorei e fui a porta que estava trancada. Olhei ao meu redor e o unico lugar que não havia tentado era a rosa gigante. Me aproximei com cuidado e ....

Notas finais
bom, sei que devia ter escrito mais, mas não dá tempo então até logo.