Rosas e Correntes.

3 Tortura vermelha.


Não pude acreditar na frieza da garota que havia escrito aquilo! Como ela conseguia odiar a todos os outros sem que eles lhe fizessem nada?

Continuei a procurar pelo interruptor, mas parei para ler a parte da confissão da garota chamada de Baronesa, a tal da Margaret.

Relato:

“ Fui até o banheiro e esperei Diana vir até mim! Eu havia preparado uma carta de amor e havia colhido uma linda rosa para presentea-la quando ela aceitasse os meus sentimentos.

Oh, como eu adoraria poder beijar aquela boca e tocar a sua pele... Como eu gostaria de poder acariciar os seus longos cabelos ruivos e poder vislumbrar o seu corpo nu. O que eu não daria para poder andar de mãos dadas com ela, como Jennifer e Wendy fazem pelos campos... Mas não foi isso que aconteceu!

Após eu dizer que á amava, ela apenas olhou de lado para mim e falou para acompanha-la até o salão do prazer. Onde a tortura começou!”

Neste momento eu sinto um arrepio subir pela minha espinha! O que será que aconteceu neste tal “salão do prazer”?

Ao virar a pagina, leio o novo relato da duquesa Diana, que contava em detalhes a terrível tortura.

Relato:

“ Ao chegarmos no salão do prazer, tranquei a porta e ordenei que Meg retirasse toda a roupa.

A garota estúpida me olhou com olhos de medo envergonhado, mas logo acatou as minhas ordens e obedeceu.

Depois de retirar toda a roupa, Meg tremia e me olhava perdida, como se esperasse pela minha próxima ordem. Então eu á dei!

— Deite-se de bumbum para cima em cima da mesa! — Falei ao apontar para uma pequena mesa de madeira que havia naquela sala.

Meg tremeu ao ouvir as minhas palavras, mas logo obedeceu e fez o que eu lhe pedi. Hêhehe, como é estúpida esta garota.

Então, ao vê-la nua, indefesa, e esperando pela minha vontade; Eu apanhei um pedaço de tira de borracha fina, que mais parecia o chicote de punição do senhor Hoffman, e comecei a açoita-la! Alguns golpes nas costas, outros nas pernas, e alguns até mesmo no bumbum. Tudo apenas para fazê-la gritar e me encher de prazer.

Depois de algum tempo ouvindo apenas os seus gritos, eu á obriguei á contar o numero de golpes que eu lhe dava. E isso me fez ficar excitada como nunca!

Minha parte intima ficou totalmente molhada, e os meus pequenos mamilos em formação, ficaram duros como se eu estivesse lendo um livro de contos eróticos.

Decidi parar de açoita-la quando a contagem chegou em 20. Á esta altura, o seu corpo já estava todo marcado de listras vermelhas sobre aquela pele branca e meiga.

Meg choramingava como uma criancinha chorona, mas eu sorria como uma menina que acabara de receber um presente de primeira.

Larguei a tira de borracha no chão, e me aproximei da mesa. Derrubei Meg no chão com um empurrão e sentei-me sobre a mesa, como uma rainha senta em um trono.

Meg ralou o cotovelo no chão sujo e frio, e ao olhar para mim com os olhos cheios de lágrimas, a pobre garotinha apenas ouviu a minha próxima ordem:

— Deite-se no meu colo! — Falei ao dar uns tapinhas de leve nas minhas pernas. — Vamos! Não me faça puxar você pelos cabelos! —

Meg fungou e enxugou as suas lagrimas antes de se levantar e obedecer a minha mais nova ordem. Mas quando se deitou no meu colo, com o bumbum para cima, ela teve a audácia de perguntar: — Por que você está fazendo isso comigo? —

Eu fiquei furiosa, e ao dar a primeira palmada em seu bumbum vermelho com as minhas próprias mãos, falei: — Eu estou fazendo isso, porque é isso o que você merece! Sua putinha arrogante. —

Depois de responde-la fiz ela contar cada palmada, e quando finalmente chegamos á 30, eu ordenei que ela se levanta-se para que eu pudesse ver o quanto ela estava marcada.

As costas e pernas de Meg estavam muito avermelhadas, mas o bumbum era o pior! Estava totalmente vermelho e até sangrando um pouco.

— Ótimo! Agora você não se sentará direito por alguns dias. Isso é até bom! Pois quem sabe assim você não sai daquela maldita biblioteca um pouco? — Falei enquanto admirava o seu corpo surrado.

Meg apenas fungava, e se tremia. Por um momento eu até pensei ter ouvido ela sussurrar “ Mas eu te amo tanto”, mas acredito que tenha sido apenas a minha imaginação.

Então, depois de me cansar de ver aquela garota patética chorando por causa de uns simples “tapinhas” , eu ordenei que ela se sentasse em meu colo.

Meg limpou as suas lágrimas e veio esperançosa de que eu havia me arrependido do que eu havia feito com ela. Então eu decidi brincar com os sentimentos dela mais uma vez.

Eu á acariciei e lhe dei beijinhos na bochecha e nos cabelos, sussurrei palavras de consolo e no final lhe pedi um beijo.

Os olhos de Meg brilharam ao ver a minha boca esperando pela sua, e no momento que ela aproximou os seus lábios dos meus, eu á beijei de maneira selvagem e excitante.

Usei a língua para estimular o nosso beijo e no momento que Meg começou a me copiar e usou a língua para me beijar, eu á mordi com força fazendo a garota estúpida gritar e se desesperar ao sentir o gosto de sangue em sua boca.

Hahahaha... — Gargalhei enquanto Meg cuspia sangue pela boca — Você é muito estúpida mesmo! — Falei enquanto me levantava — Você realmente achou que eu te beijaria? Hahaha... — Você precisa de muito mais do que uma carta de amor e uma rosa para me conquistar — Falei enquanto abandonava Meg sozinha e desamparada. “

Notas finais
Continua...