Roof stars II
8 De volta
Notas iniciais
Dormi na casa do Roberto todo feliz, pois estava amando até que eu acordei por causa do meu pai fazendo barulho.
–Já querem que eu vá salvar a Lia – disse ele
–Mas já? Estou indo com você – disse me levantando
Ele pegou o carro do meu avô que estava lá e fomos para o local escolhido.
Chegando lá dois caras me barraram e deixaram só ele entrar.
–Que foi mano? Eu to com ele
–Apenas família
–O que é isso? Um hospital? Sou irmão dele pode fazer o teste de DNA
Roberto me olhou com uma cara tipo “Você ta drogado?”
–Deixa ele entrar – disse uma mulher
–Valeu Ingrid. – disse ele
–Disponha. Então você é o cara da marca NE? – disse ela
–Nos dois – disse eu
–Espere na sala de espera até ele voltar com a amiga de vocês
Minha mãe? Best friend forever huashua
–Estava pensando em ir junto
–Sério? – disse ela surpresa
–Claro
–Só me diga uma coisa, como arranjou essa marca? Tipo só a família do Beto pode tê-la
–Sou da família dele
–Você por acaso é do passado ou do futuro?
Roberto olhou pra mim assustado
–Não – disse rapidamente
–Ainda bem. Pois coloquei um dispositivo na máquina que se alguém de outra época viajar nela voltará imediatamente para sua época
Fudeu legal.
–A... ata – disse eu quase saindo correndo de lá mais não podia falar que eu menti então entrei naquela porra
Já tinha colocado uma roupa colada bem estranha e quando começou a girar aquilo eu fiquei com um enjoo maldito igual a primeira vez. Cheguei ao meu destino. Duas esquinas da minha casa.
–Puta que pariu! – gritei
O que eu vou fazer? Nessa realidade a Emilly é mais velha. Eu preciso dela vou perguntar se meu pai se lembra dela.
Sai correndo uma moça de bike me bateu e eu só me levantei e continuei correndo com aquela roupa escrota até chegar em casa felizmente meu pai tava lá. Peguei uma foto dela que eu tinha tirado no meu celular na última vez que a vi e mostrei pro meu pai.
–Pai sabe quem é essa moça?
Ele ficou paralisado quando viu a foto. Nunca tinha visto ele daquele jeito.
–Sabia que esse dia ia chegar... – disse ele
–O que ta rolando pai? Conta logo. – disse respirando fundo, pois tinha acabado de correr
–Bom, vai ser meio complicado e estranho e...
–CONTA LOGO! – gritei com ele como se ele fosse um pirralho
–Emilly é sua mãe, Júnior.
Meu mundo parou. Como pode isso? O amor que eu sinto por ela não pode ser de filho e mãe. E meu pai traiu minha mãe? Como posso ser filho de uma japonesa se eu não pareço nem um pouco japonês? Era muitas perguntas na minha cabeça enquanto eu de verdade estava parado olhando pro nada
–Você traiu a mamãe seu escroto?
–Claro que não. Foi em um dos dois anos que ficamos separados. Nem éramos casados ainda
–Lia não é minha mãe? Beleza eu não pareço com ela mais não pareço mais com um japonês
–Você puxou muito pra mim mesmo o sangue asiático sendo mais forte
–Tanto faz onde Emilly está?
–Japão. Nunca mais á vi. Ela vivia triste por causa de um cara que parecia comigo partiu o coração dela. Ele se cham... Você. Você é idêntico á ele mais como?
Eu tava nem ai mais pra nada e contei mesmo
Sou eu. Eu sou o cara e viajei no tempo e quase pego minha mãe. Tudo culpa sua seu inútil agora me ajuda á voltar para aquele tempo, pois vou ficar com a Emilly quer o universo queira ou não mesmo eu não existindo nessa realidade.
–O que? Primeiramente me respeite, pois eu não sou moleque e...
–La você é e ainda sou mais velho vou voltar.
Sai correndo de lá fui chamar o Lael pra ir comigo mais ele pensou que eu tava drogado então fui sozinho.
Cheguei no laboratório por incrível que pareça me lembrei o endereço. Mentira eu rastreei meu outro celular que tinha deixado lá.
–Beto, o que está fazendo aqui? – disse uma doutora
–Sai que eu vou pra 2015
–Você não pode. Não a necessidade de voltar tudo se resolveu
–Nessa linha do tempo eu sou filho da mulher que eu amo
–Tudo é a mesma linha do tempo. Você sempre foi filho dela e para de maluquice
–Liga a porra da máquina e me leva pra lá
–SEGURANÇAS! – gritou ela
–Deixa que eu mesmo faço isso
Sai da máquina apertei os botões empurrei a cadela da doutora e voltei correndo pra máquina.
–Você nem colocou a data certa seu idi...
Parei em um lugar que eu conhecia. Sim era a rua do meu pai só que a casa estava diferente mais mesmo assim revolvi chamar ele.
–Beto!
Ninguém respondeu
–Beto!!!
–BETO!
–Para de gritar aqui seu louco – saiu um cara de lá de dentro falando com raiva
–Beto não está aqui?
–Quem é Beto? Quem mora aqui é eu e minha mulher e meus filhos agora sai daqui
–Ignorante do caralho
Fiquei andando pra lá e pra cá sem saber o que fazer. Espera ai se ele não mora aqui ainda mora na casa do meu avô. Que ano eu estou?
Vi uma mulher andando na rua e fui perguntar mais ela saiu correndo pensando que eu era ladrão então perguntei pra um cara.
–Que data é hoje?
–28/06/2013
Puta que pariu. Beto ainda tem 14 anos aqui. Ele me disse que só foi morar sozinho com 15 anos.
–Obrigado
Fui até a casa do meu avô e lá estava ele mexendo no celular enquanto minha tia banha na piscina.
Não sabia como me chegar nele então sai pra pensar e nem sei pra que falar com ele já que eu quero mesmo é ir pra 2015 não quero esperar dois anos pra ficar com a Emilly sendo ela minha mãe no futuro ou não. Só sei que aqui ela tem 13 anos e bom. Até que dá pra esperar mais mesmo eu gostando de novinhas ela ta no Japão então fica difícil. Sei lá o que eu faço acho que vou é procurar a máquina pra ir pra 2015 ou...
Algo me acertou.
Fim do oitavo capítulo
Fale com o autor