Romances Proibidos
14 Papai orgulhoso
P.O.V. Elijah.
Eu se quer podia imaginar a alegria de ter um filho. Parece que seu coração aumenta de tamanho.
Sarah está cada dia maior, mais esperta e mais poderosa. Como ela é mais vampira do que qualquer outra coisa cresce mais lentamente que uma criança normal.
Sete anos já se passaram e ela ainda é uma criança de colo. Minha sobrinha Hope já é uma criança e está super feliz que vai ganhar um irmãozinho.
Apesar de nunca ter conhecido a mãe biológica, Hope vê Caroline como sua mãe e ela nunca destratou ou fez algo contra Hope. Muito pelo contrário, sempre teve o maior carinho por ela e sempre a tratou como se fosse sua filha.
—Elijah! Terra para Elijah!
—O que?
—Eles vão casar. Davina e Kol vão casar.
—É mesmo?
—É.
—Quem diria. Meu irmão solteirão convicto vai se amarrar finalmente.
—Eu nunca tinha encontrado a mulher certa irmão. E você? Não vai se amarrar?
—Sim. Eu vou.
Eu entreguei Sarah á Renesmee e fiquei de joelhos.
—Querida Renesmee, como a gente faz tudo ao contrário e na velocidade da luz, pensei em fazermos o que é natural depois da Sarah. Você me daria a honra de ser minha esposa?
—Sim! Sim! Mil vezes sim!
—Ai irmão, vai se amarrar.
—Sim. Vou me amarrar.
—Só falta você Niklaus.
—Eu vou fazer o que eu quiser quando eu quiser.
—Mas, um dia vai me pedir não é?
—Sim. Claro.
—Ótimo.
Sarah voltou para o meu colo e ficou olhando para tudo em volta com franca curiosidade.
—Ela é uma gracinha.
—É. Ela é.
Linda. Minha linda filhinha.
Apesar de estar quase sempre babado eu não me importo, eu amo meu bebê.
—Os seus ternos estão sempre cobertos de baba de bebê.
—Eu não me importo Rebekah. Ela é linda e eu adoro segurá-la mesmo que o preço seja estar sempre babado.
—Eu tenho muito nojo.
—Eu também tio Elijah. É nojento.
—Não tanto quanto trocar a fralda eu garanto.
Sarah começou a chorar.
—Falando em trocar a fralda. Vem querida.
A mãe a levou para trocar a fralda e ela voltou limpinha e cheirosinha.
—Você já trocou uma fralda tio Elijah?
—Já. E foi desastroso.
—Nem me fale. Eu tive que limpar o marido e o bebê.
—Deve ter sido engraçado.
—O seu tio Elijah ficou todo cheio de cocô de bebê. A sua prima deu um tiro de doze nele. Sujou tudo, o seu tio, o quarto, a cama, o armário. Tinha cocô pra todo lado.
—É. A coisa foi feia aquele dia.
—Nem me lembre.
—Nem te lembre? Eu tive que limpar o marido, o bebê, o quarto e tudo em volta! Eu limpei o cocô! Você é um zero á esquerda nesse quesito.
—A mamãe lava, mamãe passa, mamãe troca a fralda, mamãe dá mamadeira, mamãe faz mamadeira, mamãe vai ao mercado, mamãe limpa a casa, mamãe faz a cama e o papai faz nada! Só serviu pra botar o cê lá dentro mesmo filha.
Sarah riu.
—Sei bem o que quer dizer. Mas, o Klaus ajuda. Ele nunca trocou uma fralda, mas ele dava de mamar a Hope, brinca com ela etc.
—Pra brincar eles prestam, mas quando a coisa pega mesmo é mamãe, mamãe, mamãe.
—É tipo isso.
—Amor!
—É verdade Elijah!
—Ela está certa mano.
—Kol! Você deveria me apoiar.
—E irritar a minha noiva? Eu gosto de viver cara. Uma mulher feliz é um marido feliz. Uma mulher infeliz é um marido morto.
—Quem foi que morreu?
—Ninguém Davina.
—Ah! Melhor assim. Meu pai está vindo e você vai pedir a benção dele.
—Vou?
—Vai. Porque o meu pai é tradicional. Se não pedir, ele atira na sua cara.
—Não vai me matar.
—Mas, vai doer.
—Claro. Bem pensado.

Fale com o autor