Romances Proibidos
6 Homem morto no campus
P.O.V. Renesmee.
Eu já fiz um círculo de amizades legal na faculdade. Eu peguei café e estava á caminho do dormitório do Karl, eu bati á porta e ninguém respondeu então decidi abrir.
Pior erro que eu já cometi. Eu dei um berro e larguei o café.
Lá estava o Karl, meu amigo Karl morto pendurado no ventilador pelo pescoço.
Logo todo mundo tava envolta, tinha gente tirando foto e chamaram a polícia e a perícia determinou que ele já estava morto antes de ser pendurado, tínhamos um assassino no campus.
Eu estava chorando desesperadamente quando senti alguém me abraçar, era o Elijah Mikaelson, mas naquela hora não importava o que ele havia feito, quem ele era. Eu precisava de um abraço.
—Tudo bem. Vai ficar tudo bem.
—Não. Não vai. Tem um assassino no campus. Pode ser um serial killer e sabe lá Deus quem vai ser a próxima vítima.
Eu fui dormir naquela noite e tranquei a porta, mas esqueci a janela.
Acordei sentindo o ar me faltar. O homem estava me estrangulando, eu usei minha telecinesia para revidar e ele voou longe.
—Aberração.
Ele não era um assassino comum. Era um caçador.
Eu enfiei uma faca nele.
—Demônio maldito.
Ele xingou.
Caroline e Davina acordaram com a confusão e nós atacamos ele o amarramos e chamamos a polícia.
—Como três meninas conseguiram pegar um assassino?
—Elas são aberrações!
—Fazemos coisas que os outros não conseguem. Agora prende esse desgraçado que matou o Karl antes que eu faça uma loucura!
—Me mata bruxa! Seja o que você é!
—Você não sabe o que eu sou! Seu filho da puta assassino!
—Tenha calma senhorita.
—Foi você que encontrou o corpo do rapaz não foi?
—Foi. O nome dele era Karl, era uma pessoa de bem.
—Era um bruxo!
—Vai se foder seu desgraçado! Sai daqui ou eu agarro seu pescoço!
As coisas começaram a voar nele.
—Que porcaria é essa?
—Pelo Karl.
P.O.V. Elijah.
Eu nunca havia testemunhado tamanho poder. A cadeira onde ele estava amarrado começou a levitar.
—Me põe no chão!
Então começou a rodar.
—Eu to enjoado. To muito enjoado.
—Eu estou enojada. Você é um verme, escória da humanidade. Matou meu amigo por causa dos seus preconceitos. Assassino.
Ela o colocou no chão. E o garoto vomitou.
—Nojento.
—Nós vamos levá-lo pra delegacia. Para interrogatório e a senhorita vem com a gente.
—Porque?
—Vai me explicar direitinho como fez isso.
—Eu usei isso.
Ela mostrou uma série de truques fajutos e os policiais compraram.
—Eu chamo de espanta ladrão. Não mata, só apavora eles.
—É tudo falso. Muito bem bolado.
—Isso não é ilegal?
—Foi pego matando gente vagabundo! Quase matou a moça. Olha o vergão que deixou no pescoço dela!
—A senhorita vai ter que vir com a gente pra prestar depoimento e passar pelo exame de corpo de delito.
—Tudo bem.
Eu fui com ela e o médico fez todos os exames e perguntas necessárias. E tomaram o depoimento dela.
Depois disso ela chorou, chorou que doía. Olhar pra ela me doía.
Ela foi ao funeral do rapaz morto e deixou um buquê de flores pra ele. Consolou a família e lamentou a perda do amigo.
Ela os compeliu a não sofrer, a saber que o menino havia ido para um lugar melhor que estava junto de Deus.
—Você usa a compulsão pra isso?
—Uso. A habilidade é minha. Com a sua você faz o que você quiser, mas com a minha eu faço o que eu quiser.
—Adorei. A vampira santa.
—Eu nunca matei ninguém, mas você não pode dizer o mesmo pode?
—Não. Eu mato porque eu gosto.
—Então você não tem mais alma. É só uma casca vazia, nada mais.
Disse a vampira loira e Niklaus se calou.
—Porra, essa mulher é o cão chupando manga. Fala bandida.
—Não sou bandida. Nunca roubei nada de ninguém não e eu matei uma pessoa só uma e isso ainda me assombra.
—Assassina.
—Infelizmente sim.
Ela se virou para sair, mas num movimento rápido meteu um soco na cara do Kol.
—Porra ela quebrou meu nariz.
—Quem sabe assim não aprende a ter um pouco mais de respeito.
P.O.V. Renesmee.
Depois daquele dia as coisas ficaram mais loucas e tudo parecia que iria desabar a qualquer momento.
Eu ia ficando cada vez mais desesperada e vazia. O sonho de ir para Harvard tinha virado pesadelo.
Mais e mais caçadores vinham e mais e mais gente morrendo.
Eu comecei a namorar com o Elijah e nós vamos num encontro hoje á noite. Espero que tudo corra bem.
Eu espero mesmo que tudo corra bem.

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