Notas iniciais
Olá, sejam bem vindos ao primeiro capitulo de Romances de Escritores Nada Românticos, como o próprio nome já diz, aqui estarão dois romances escritos por nós para vós. Mas não esperem muita coisa, o nome é autoexplicativo.
Bem pessoal é de estrema importância, vocês comentarem qual one vocês mais gostaram... Ou menos odiaram... OK?

One-Shot 1

Os sentimentos definem uma pessoa em sua total integridade, em sua personalidade. Assim como a morte define a vida, o amor é definido pelo seu oposto, mas qual é a o oposto do amor? Será o ódio? Provavelmente não, pois pessoas que não se odeiam podem se amar. Será que o amor é definível? Talvez essa não seja a história na qual essa pergunta seja respondida, talvez seja mais uma história que mais perguntas se formarão em nossa mente. A única certeza é que o amor definiu a história deles.

Era um dia tranquilo que se passava, mais uma vez, rapidamente aos olhos dos alunos dessa escola interna. Tudo se passa de um jeito calmo, pois estavam no meio do ano, todos já tinham se acostumado com o ritmo de aulas e já tinham suas atividades bem definidas após o termino das aulas normais. Muitos faziam aulas extracurriculares, como xadrez, costura e natação... Tudo era valido ao se passar o tempo.

Perto dali, sentado na borda de uma fonte com escultura de anjo, um garoto estava sozinho tocando violão improvisando uma musica, tentando se lembrar dos acordes que compõe de campo harmônico e as notas da escala pentatônica de Fá maior. Tocando lentamente de forma triste, apesar dos acordes maiores darem uma entonação mais ‘alegre’ na musica.

Esse garoto tinha catorze anos, logo faria quinze, cursava seu primeiro ano no ensino médio, foi matriculado aqui pelos seus pais que não o consultaram e o deixou ai durante o ano. Só voltaria para a casa durante as férias na qual não desejava ter. Ele não tinha amigos, não interagia com ninguém, e todos os dias vinha na mesma fonte tocar seu violão e olhar o seu reflexo na agua. Via a imagem de seu rosto distorcida, sua pele estava muito pálida e parecia que seu reflexo era de um fantasma, seus cabelos negros que ficavam bagunçados já chegavam ao fim da nuca e no começo do queixo, e ao se inclinar acabavam tapando seus olhos verdes.

Hoje ele vestia uma calça simples de cor negra, sua camisa era branca e cobria seu corpo magro. Na sua coxa direita o seu violão negro estava apoiado, ele parou de tocar e olhou em volta para ver se não tinha ninguém, ajeitou melhor a palheta na sua mão direita, posicionou sua mão esquerda no braço do violão posicionando os dedos na forma do Power chord de F5(Fá com quinta) e rapidamente palhetou três vezes seguido de quatro palhetadas com as cordas abafadas tocando mais duas vezes na forma de Bb5(Si bemol com quinta) trocando rapidamente para a forma de G#5(Sol sustenido com quinta) com o mesmo ritmo de antes finalizando com a forma de C#5(Dó sustenido com quinta) iniciando a musica Smells Like Teen Spirit. Ele repetiu o riff inicial mais cinco vezes, ou seja, seis vezes. Logo após isso ele fez uma pestana na casa um nas cordas Mi(aguda) e Si, palhetando uma vez na corda Si e depois na corda Mi deixando o som dessa nota se prolongar. Repetiu esse ritimo ao longo do verso e começou a tocar as duas notas repentinamente nos Hellos. No refrão ele voltou a usar o riff inicial e quando ia finalizar o refrão uma voz o interrompeu.

“Isso é Smells Like Teen Spirit?” Perguntou uma garota com curtos cabelos negros repicados e com algumas mechas vermelhas, ela usava uma camisa preta do Pearl Jam [n/a: Nirvana e Pearl Jam, desprezo infinito?], calça de couro com alguns rasgos nos joelhos, e calçava coturnos que aumentava sua imagem de autoritária. Os olhos azuis dela se encontraram com os olhos verdes dele contrastando ainda mais a cena.

“Sim... bom... é.” Responde o garoto com certo tom envergonhado na voz.

“Você é gago?” Pergunta a garota franzindo a testa.

“Não... Eu só sou... tímido” Responde a nova pergunta. O jovem garoto desviou o olhar para a agua da fonte, esperando ela ir embora.

Mas não foi isso que aconteceu, a garota andou até o outro lado da fonte circular e se sentou na borda, e olhou para o teto circular onde um óculo iluminava a fonte de leve, o anjo do meio dela estava perfeitamente iluminado no lado esquerdo, deixando um contraste com a face no lado esquerdo onde era coberto pelas sombras dessa sala escura onde se ouviu o gorgolejar da agua.

“Por que tocou uma musica de iniciante na guitarra?” Ela perguntou olhando para as costas dele.

O garoto sem jeito olhou para ela e falou: “É minha banda favorita... não tenho culpa se... as musicas são simples.”.

“Então por que tocou no violão em vez de uma guitarra?”

“Você... vê uma tomada para se ligar o amplificador... por aqui?”

Ela não respondeu, parecia mais uma pergunta retorica com uma pitada de sarcasmo, mas o silencio desconfortável tomou a sala até o garoto decidir se levantar e foi embora, cheio de vergonha.

“Qual é o seu nome?” Perguntou a garota de longe fazendo o garoto olhar para ela.

“Chamo-me Patrick... E... qual é o seu?”

“Sophie”

Então Patrick se virou e andou calmamente pelo térreo da escola, indo pelos corredores feitos de pedra até uma escada construída com material mais moderno. No fim da escada se encontrava dois corredores, um pela esquerda e outro pela direita, pegou o da esquerda que levava ao prédio anexado a escola, o prédio dos dormitórios.

Procurou e entrou no seu velho dormitório onde ficava sozinho no quarto. O quarto tinha: um beliche onde dormia na cama de baixo por causa de seu medo de altura; um guarda roupas cheio de camisas simples ou de bandas, calças jeans escuras e algumas simples para dormir; no lado dela tinha três guitarras colocadas em suportes de parede, cada uma de um modelo diferente, a primeira era uma Gibson Les Paul negra; a segunda era uma semiacústica azul autografada pelo Dave Grohl; a terceira era sua, primeira e inseparável, fender stratocaster vermelha e branca. Patrick deixou o violão no beliche de cima e se deitou na cama de baixo dormindo para uma sexta-feira de aulas.

Era aula de química, dia de uma experiência em duplas, mas como sempre o garoto Patrick estava sozinho em sua carteira. Mas isso só durou até um pequeno imprevisto.

Uma garota entrou de ultima hora na classe, quase ficou para fora, e se sentou ao lado de Patrick, quando os dois se olharam para ver quem era...

“Olá, Patrick.”

“Sophie... Eu... ah... não sabia que você era da minha classe.”

“Eu não estudava em sua classe” Ela disse deixando Patrick confuso. “Entrei no colégio ontem de tarde, e como as aulas são de manhã este é o meu primeiro dia. Sou tão nova aqui que eu nem tenho o numero do meu dormitório ainda”.

“Entendi, então talvez você o receba na terceira aula, que é de Filosofia, pois neste momento devem estar levando sua mala pra lá.”.

— Agora começando a aula de fato, se não tivermos mais nenhuma interrupção, vamos fazer... — dizia o professor ao longe começando a dar a explicação.

“Por que será que temos que ter Química?” Sussurrou Sophie para Patrick.

“Não sei, para mim... isto é uma perda de tempo”.

“Concordo. Você curte Black Sabbath?” Perguntou Sophie.

“Sim, fui até no ultimo show deles antes de começar as minhas aulas... Fiquei contente com a volta do Ozzy” Respondeu Patrick, quem em sua cabeça completou: Mesmo eu preferindo o Dio, pena que ele faleceu.

“Eu queria muito a ir nesse show, foi em Chicago, não foi?”

“Foi sim”

“Como você conseguiu ir, os ingressos acabaram em menos de duas horas?”

“Posso ir a qualquer show que eu quiser... meu pai pede para um de seus assessores comprarem.” Dizia Patrick. “Passa-me o tubo de ensaio”

“Parece legal ir a todos o shows que quiser.” Comentava Sophie o entregando o pequeno frasco.

“É até divertido, mas acharia melhor se eu tivesse amigos.”

O sinal tocou e todos, inclusive a dupla de Patrick e Sophie, entregaram o relatório da experiência que valia nota para Química, alguns tinham se dado mal no primeiro bimestre se esforçavam para que nesse não tirassem nota menor e por isso ficavam nervosos. Eles já não tinham o apoio dos pais, não queriam mais um motivo para ficar mais excluídos da família.

No fim do dia Patrick ia buscar o seu violão para ir novamente à fonte do anjo, mas quando chegou lá, viu uma coisa que não esperava. Um baixo elétrico autografado pelo Steve Harris, baixista do Iron Maiden, e um baixo acústico autografado pelo Krist Novoselic, baixista do Nirvana estava apoiados em suportes de chão. Na cama de cima do beliche, o colchão estava forrado com um lençol do Iron Maiden, que por curiosidade era igual ao seu, e deitada nele estava Sophie.

“Veio fazer uma visita, Patrick?” Ela perguntou com um sorrisinho de canto.

“Eu pergunto o mesmo, pois este é o meu dormitório.” Responde vermelho de vergonha.

“O que?!” Ela exclama. “Vamos ser colegas de quarto?”

“Provavelmente, sim”

Patrick tirou o all star de cano alto e se deitou em sua parte do beliche. Ele ainda não acreditava em tudo que estava acontecendo, mas poderia finalmente começar uma amizade com alguém.

“Então, Patrick, como você conseguiu um autografo do Dave nessa guitarra?”

“Eu não ganhei o autografo, eu ganhei a guitarra autografada do próprio Dave.”

“Como isso é possível?”

“Meu primo tem uma banda e eles abriram um Show do Foo Fighters em Londres... Para passar o tempo no camarim eu peguei uma guitarra do meu primo e comecei a tocar, praticamente, todo o set list deles para o Show... Por coincidência, Dave me viu tocar My Hero e, depois do show deles, ele me deu a guitarra”.

“Sua vida é demais”

“Pode até ser, mas eu não tenho um autografo do Steve Harris.”

Ela riu um pouco, e ele continuou com sua postura: deitado com a cabeça enfiada no travesseiro.

“Como é Londres?” Perguntou Sophie.

“É completamente diferente do que se lê em Harry Potter” Responde Patrick. “E nos shows, em vez de se empurrar, eles pulam.”

“É assim que você define Londres?”

“Eu só fiquei lá por doze horas.”

“Foi o lugar onde você passou menos tempo?”

“Não” Respondeu Patrick. “Eu já tive uma viagem completa em três horas.”

“Onde foi?”

“Texas” Respondeu quase pegando no sono.

“Parece que você perdeu sua timidez” Comentou Sophie.

“Se eu continuasse tímido eu seria muito idiota, não acha?” Perguntou Patrick.

“Acho, mas mesmo assim acho que você é um idiota”. Dizia Sophie. “Acho que vou gostar de ser sua amiga, Patrick.”

Nos dias que se passaram, eles sempre fizeram as mesmas coisas: conversaram durante as aulas; tocavam algumas músicas juntos; conversavam sobre suas histórias de shows; ouviam discos históricos ou olhavam e escutavam a imensa coleção de discos de Patrick. Eram melhores amigos, algo que nunca tiveram em suas vidas, por causa do tempo em que passaram em casa, ou pelo fato de não serem amados pela família a ponto de serem jogados nesse colégio interno.

Numa tarde, no dia vinte e oito de outubro, Patrick mudou a rotina, depois de guardar seu violão no dormitório, ele subiu no terraço da escola para observar o por do sol no dia em que ele considerava o pior dia do ano. Seu aniversario.

“Feliz aniversário, Patrick” Disse Sophie repousando a cabeça no ombro dele.

“Obrigado, eu acho” Diz Patrick. “Isso é para você” Entrega um papel a ela, ela o abre e lê.

Em muitos anos, eu nunca me diverti tanto.

Um dia com você é melhor que a minha vida inteira

Te agradeço muito por isso

E sempre espero para ter mais um dia junto de ti.

Agora estou sem palavras para dizer o que sinto

Mas escrevi o que acho que é certo

O meu coração diz que...

Ela leu a mensagem em procura da resposta final e leu a primeira letra de cada linha. Sorriu levemente puxou Patrick pelo pescoço e o beijou de forma lenta e apaixonada sob a luz das estrelas.

One-Shot 2

Cinco Vidas, Um Amor

Eu já tinha acordado cedo, era bem cedo quando os raios de luz invadiram as janelas persianas do meu quarto obrigando-me a estreitar os olhos e por seguida os abrir, e por incrível que pareça dessa vez eu nem sequer pensei duas vezes antes de pular da minha cama para o chuveiro, e por aí seguiu minha rotina até chegar ao colégio...

Era mais um dia claro e frio de outono, as nuvens pediam passagem enquanto os pássaros teimavam em cantarolar, o sol ia aparecendo devagar enquanto folhas alaranjadas pareciam fazer uma dançar...

Era um belo dia...

E o que mais me alegrava era saber que hoje era o aniversario dele...

Andando por entre as ruas, passando por casas becos e vilas pude perceber, hoje o dia estava tão calmo... Com um vento pálido soprando na minha face e arregaçando meus cabelos alaranjados, o céu azulado transparecendo ternura e monotonia...

-Tão calmo e monótono...

Eram esses os dias que ele mais apreciava...

Ah sim, ele, não sei como que consegui acordar sem pensar nele, mas não me descriminem de certa forma eu acordei pensando nele, não? O Motivo pelo qual eu não pensei duas vezes antes de pular da cama era esse...

-Ahh – Suspirei com um vazio no coração, podia-se dizer que eu era uma “fã” uma que tinha o observado sempre, desde o início, não, não, melhor dizendo desde o princípio do inicio... Eu o observei desde quando entraras no colégio com aqueles olhinhos brilhantes, cabelos vivos, sem demora já tinha conquistado a todas, desde o jardim... Observei suas manias, manias que muitos diriam ser clichê e admiráveis, observei seus gostos, gostos diferentes e ousados, seus gestos muitas das vezes obscenos, suas palavras, a sua cor preferida ah sim o laranja... Suas amizades, seu jeito durão e ao mesmo tempo amável...

Vi ele entrando nas suas primeiras brigas, Brigas muitas das vezes sem sentido e violentas, o vi ganhando seus primeiros machucados realmente graves. Observei como ele adora proteger os amigos... Sempre tão corajoso, parecia emitir uma onda de segurança e paz a qualquer um de seus protegidos...

-Ahhh... – Suspirei desanimada

Apesar de Tudo nunca tive coragem para me declarar... Ele sempre foi o garoto mais bonito do colégio, rodeado por garotas e amigos, Do que adiantaria eu dizer oque sinto? Não que ele fosse me esnobar jamais, ele é o garoto mais gentil que tive o prazer de conhecer, mas...

Era como se ele fosse um Rei, e eu uma plebeia...

Hoje era o aniversario dele, Queria muito comprar um presente, mas eu realmente não sei oque dar... Ele sempre foi uma pessoa difícil para tudo e todos...

Agora era o intervalo, e eu estava debaixo de uma árvore com os galhos murchos, rodeada por folhas secas e sem vida no pátio da escola. Ele sempre tem o costume de chegar depois do Intervalo, mas mesmo ele ainda não tendo acabado, não esperava sua presença hoje, Nunca gostou de ser o centro das atenções mesmo sendo quase sempre involuntariamente, nunca gostou de comemorar nada, Sempre foi um tanto carrancudo e antiquado. Ele viria mesmo hoje no dia do seu aniversário? Não pude deixar de rir quando pensei nele como alguém carrancudo...

Embora sua aparência fosse suave e delicada, isso só me provava o quanto às aparências enganam, nunca dispensou uma briga sequer, nunca deixou de soltar seus palavrões quando quisesse, nunca largou de mão uma discussão sequer...

Mesmo assim, sempre tão delicado, gentil, amável em sua postura, jeito de falar, andar, olhar, respirar...

Sempre o fantasiei como um Príncipe encantado vindo de outro mundo montado em um cavalo branco como a neve, só para me salvar das garras de um vilão qualquer...

-Ahhh Kurama-Kun... – Suspirei mais uma vez encostando minha cabeça ao tronco da árvore... Como você é inalcançável — Se eu pudesse... Kurama-Kun, se eu pudesse, eu viveria cinco vezes... – Comecei tomando coragem, como aquilo era difícil mesmo falando sozinha, já me senti envergonhada, mas tentei continuar — Eu poderia viver em cinco cidades diferentes... Conseguiria comer as coisas mais deliciosas cinco vezes mais. — Fitei o céu dessa vez, um céu claro com nuvens branquinhas com a neve, oque certamente me encorajou — Teria cinco empregos diferentes, e nessas cinco vidas... – Fechei meus olhos, com o coração a ritmo acelerado, minha mão tremendo, suspirei desanimada mais uma vez e fechei meus olhos — E nessas cinco vidas...

-Você amaria a mesma pessoa... – Foi inevitável não abrir meus olhos ao ouvir aquela voz rouca... Foi inevitável não ter quase um enfarto fulminante ao sentir aqueles cabelos tocarem minha pele... Foi Inevitável não fantasiar um monte coisas ao sentir sua respiração tocando minha tez... Inevitável não arregalar os olhos ao o ver ali... Com seus medianos cabelos alaranjados tampando grande parte de sua testa, chegando a arranhar até seus olhos, olhos negros forjados na pura imensidão da noite, uma face suave, delicada e bem traçada, seus lábios bem delineados e firmes junto a um nariz fino e polido, um olhar calmo e terno, Ahh sua respiração também descompassada, Como... Como ele estava ali? Ele escutou tudo? – Sonhando acordada mais uma vez? – ele começou com aquela voz dele desgraçadamente sedutora e elegante.

-Ku-Kura-Kurama-Kun – Sussurrei parecendo um pimentão, enquanto observara em seu rosto se formar um rubor...

-Não sabia... Que – Ele parou de falar e me fitou intensa e curiosamente, ainda com o rosto corado, com seu nariz encostando ao meu, — Então, Se você pudesse viveria cinco vezes poderia viver em cinco cidades diferentes... Conseguiria comer as coisas mais deliciosas cinco vezes mais, teria cinco empregos diferentes, e nessas cinco vidas, Você amaria a mesma pessoa – Ele leu meus pensamentos? Não, isso é im... Bem fui inerte de meus pensamentos ao sentir aqueles lábios carnudos entrar em contraste aos meus, meus batimentos aceleraram ainda mais, meus olhos pareciam explodir de tão arregalados, Como? Ele me a — ama? Não resisti e logo abri passagem para sua língua explorar a minha, fechei meus olhos, e bem... Era como se minhas cinco vidas estivessem acabado de começar, e nessas cinco vidas eu estivesse realizando meu maior sonho nesse exato momento...

Kurama-Kun...

Notas finais
E aqui terminou o primeiro (e talvez único) capitulo de Romances De Escritores nada Românticos. O que acharam deles? Qual personagem vocês mais gostaram? Que história mais gostou? Por favor de um review pois a ong Casa do Jovem FicWriter precisa de reviews.Pois senão nos agradasse reviews, criaríamos tudo só para nós e guardaríamos no baú do silvo santos...
Qual Vocês preferiram? a Fic 1 ou a 2? Comentem e de extrema...
Já disse que se não gostarem culpem o Luiz? foi ele que teve essa ideia maluca...
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!