Romance Mortal

9 Missão Japão - parte final. Amigo ou Inimigo?


Notas iniciais
=3
gomene pela demora....
é que eu tava pensando se deveria ou nao joga o lupus na historia xD
ai tive uma super ideia de ultima hr *=*
a e eu to meio q um pouco gripada enton no esperem mt do cap x-x
enfim... boa leitura ^^~

Sábado, 06/11/2010 23:52 P.M. horário de Kyoto


Seus passos sequer fizeram barulho enquanto esta caminhava pelo longo corredor. Esta estava diferente de quando, a pouco, saiu do quarto do albino.

Mari não podia correr o risco de ser reconhecida pelas câmeras de segurança que haviam nos corredores do hotel.

Suspirou já parando frente ao quarto onde sua prima deveria estar hospedada.

Passou a mão pelos longos cabelos negros da peruca que usava e logo abriu a porta.

Assim que teve visão completa do cômodo sua visão caiu sobre o rapaz de cabelos claros que estava ali.

Ela apenas ergueu sua sobrancelha delineada enquanto continuava a observar o jovem que apenas encarava de volta.

Ele sorriu de canto para ela antes de largar a cabeça da rosada no chão.

– Devo estar honrado por estar vivo na sua presença? – pergunta o ate então desconhecido.

– O que quer? – indagou a garota seriamente enquanto adentrava no cômodo e fechava a porta atrás de si.

– Hmmm? Sem nem mesmo um obrigado por ter matado a traidora? Nossa que bela recepção – disse-o sentando-se na cama e depositando sua arma e sua pequena faca ao seu lado.

– Tsc... Seu nome... diga – mandou-a observando-o por completo.

Os olhos heterocromáticos da garota encontraram as orbes avermelhadas do rapaz. Mari podia notar o brilho no olhar que ele possuía, tal brilho era encontrado apenas no olhar de assassinos que tinham prazer em matar sem piedade. E ela não era exceção disso.

O jovem rapaz apenas passou a mão por seus cabelos amendoados dando a Mari a visão de algo que parecia seu uma tatuagem que vinha, desde onde a maga de sua camisa se dobrava e desaparecia por debaixo da luva. Seus olhos estreitaram-se por reconhecer tal tatuagem.

Um sorriso alargou-se nos lábios do rapaz.

– Me chamo Lupus Wild sou encarregado de manter comunicação e de ter certeza de que seus trabalhos estão sendo bem feitos – informou-o ainda com seu sorriso. – Shinoda-sama tem muitos planos para você jovem donzela.

A azulada apenas rodou os olhos enquanto retirava sua peruca e jogava no chão. Não imaginava que teria uma babá.

– Ótimo — murmurou-a com desgosto caminhando em direção a janela.

A escuridão tomava os céus, mas abaixo pela grande avenida, apesar da hora claro, podia-se ver a movimentação de pessoas e automóveis.

O ate então Lupus observou-a curioso.

– Preocupada? – indagou-o com um leve sorriso de canto.

Antes que a jovem pudesse responder ouviram-se passos apressados do lado de fora do cômodo.

– Droga – praguejou-a. – Como eles nos descobriram tão rápido? – perguntou-a mais para si do que para o ‘companheiro’.

– Presumo que isso seja culpa minha – informou o rapaz de cabelos amendoados – quero saber o quão boa você é jovem donzela.

– Filho de uma puta – resmungou-a abrindo sua bolsa rapidamente e procurando sua arma.

Antes que algo pudesse ser feito a porá se abriu em um baque alto e logo dois homens vestidos de terno adentraram no local apontando suas armas para o casal.

– Parados – ordenaram. – Mãos para cima...

Lupus apenas obedeceu aos homens enquanto esboçava um sorriso divertido.

Quero ver se safar dessa – foi apenas o que ele pensou.

Mari apenas encarava os homens enquanto ainda mantinha as mãos dentro da bolsa. Ela tinha apenas três escolhas.

Primeira: ela poderia se entregar e quando já estivesse fora do prédio mataria todos, inclusive Lupus Wild, e depois voltaria tranquilamente para seu hotel para logo voltar para seu país.

Segunda: ela poderia de jogar pela janela e usar o gancho que havia em sua bolsa para suavizar a queda e assim poderia ir para o próximo prédio e roubar o helicóptero que havia la.

Terceira: ela poderia simplesmente matar os homens que estavam em frente a ele nesse momento depois sair abrindo caminho até o sub-solo e rezar para que não encontrasse Lass pelo caminho e nem que ele fosse um dos inimigos.

Ela suspirou erguendo os braços deixando sua arma visível.

– Largue a arma – ordenou o homem da direita.

Três segundos – pensou-a observando de canto de olho o imparcial rapaz ainda sentado sobre a cama. Seu olhar voltou-se para os inimigos.

Ela soltou a arma.

Um... – seu olhar analisou o local preciso em que a bala do primeiro homem viria, ela também percebeu que apenas um movimento de sua parte o fazia movimentar-se também e isso era bom pra ela. – Dois... – seu olhar voltou-se para o segundo homem que mirava seu ‘aliado’, mas apesar disso seu olhar estava sobre a maior ameaça, a azulada. – Três... – ela sabia que não sairia dali sem um tiro, mas como ambos os homens não mostravam-se muito firmes em suas posições ela poderia fazer com que o tiro não a atingisse em um ponto vital, ou mesmo em um ponto que a incomodasse. – Agora!

Antes que a arma tocasse o chão a garota abaixou-se e se virou bruscamente surpreendendo aos presentes. Ela rodou sobre os calcanhares e tomou sua pistola com a mão esquerda já desferindo o primeiro tiro no atacante numero um cujo apontava-lhe a arma.

Assim que o tiro fora desferido este atingiu o homem no peito. Não sobre o ponto do coração mais precisamente entre ambos os órgãos vitais, coração e pulmão, e atingiu a artéria principal logo o projétil terminou de perfurar o corpo do homem este ricocheteou ao bater no candelabro de bronze. Tal som chamou a atenção do segundo atacante que, antes que pudesse mirar precisamente onde atiraria na garota, puxou o gatilho antes de, também, ser baleado.

Por fim ambos os corpos dos inimigos encontravam-se no chão enquanto ainda frustrada Mari erguia-se de seu lugar.

– Vamos embora – murmurou-a pegando sua bolsa, um jaqueta preta que encontrara e caminhando para fora do aposentos juntamente de Lupus.


Sábado, 07/11/2010 02:58 A.M. horário de Kyoto


O sol estava longe de nascer quando Mari e Lupus chegaram ao templo onde o “manda chuva” da Yakuza, Kenichi Shinoda, deveria residir.

– Por que estamos aqui? – indagou-a pouco irritada.

– Shinoda-sama gostaria de vê-la antes de partir – murmurou o rapaz adentrando no templo juntamente da azulada.

Ela bufou, mas continuou a seguir o rapaz.

Dessa vez a azulada não fora levada para trocar-se, ou muito menos levada para a sala que havia estado na ultima vez que viera. Agora a garota podia ver que encontrava-se no cômodo particular do líder.

– Que prazer encontrá-la novamente Mari-chan – anunciou o homem aproximando-se para abraçá-la enquanto a porta atrás da menina era fechada.

– É um prazer revê-lo novamente Senhor Kenichi-sama – disse-a curvando-se lentamente.

O homem sorriu para ela enquanto levava uma das mãos a face pálida da garota.

– És tão bela... – murmurou-o fascinado enquanto acariciava de leve a bochecha da garota.

Os dedos do homem desceram suavemente passando pelo pescoço enquanto ele se aproximava mais. Seus lábios tocaram os dela e, apesar de não querer, ela retribuiu, pois não podia colocar seu plano a perder por causa de uma besteira.

Mari mantinha-se firme e imparcial perante os movimentos do homem a sua frente. Não que ele fosse muito velho, o que não era, nem que fosse feio o que certamente também não era. Ela apenas.... não o queria.

As mãos do homem foram para os ombros da garota já começando a retirar a jaqueta, mas antes que os beijos pudessem se aprofundar o homem afastou-se ao sentir um líquido viscoso em sua mão.

Assim que sua visão desviou-se para sua mão pode notar que um líquido azul cobria parte dos seus dedos. Seu olhar voltou-se para o ombro da menina onde se podia ver um ferimento a bala.

Ele franziu a testa já recuando um passo.

– O-O que é i-isso? – indagou-o ainda sem entender o por que aquele liquido viscoso, que provavelmente deveria ser vermelho, ser azul.

Mari deu de ombros enquanto ainda mantinha sua expressão calma e imparcial.

– Apenas sangue...


Notas finais
gostaram? =3
reviews? *o*
a e se eu demorar mais é pq eu realmente adoeci x.x
e talvez fui bate no hospital -pena eu nunk ter essa sorte- e.e
bjos ;*