Romance Em Ação
15 Corrida contra o tempo
Notas iniciais
Mari estava dentro de sua barraca, ajoelhada ao lado de suas coisas, ela pegou uma pequena mochila, e pois algumas coisas dentro como o Manual e mais algumas coisas, ela vestiu seu uniforme tradicional da Tecno-Maga, passou a alça da mochila por um dos braços levando a alça até os ombros, logo saindo da cabana, vendo se não tinha ninguém ainda fora das cabanas, ela silenciosamente foi saindo de perto deles, entrando floresta à dentro, Elesis viu tudo, saiu da cabana, já ia chamar Mari porém a Tecno-Maga já havia sumido perante os troncos e folhas das árvores.
Mari estava passando por toda a floresta , desviando o caminho quando alguns monstros estavam perto. Passou-se 15 minutos e Sieghart estranhou toda aquela demora de Mari, ele correu até a cabana, e foi até a de Elesis, bateu palma duas vezes e à chamou, logo esperando de braços cruzados.
– O que é ?! Todo mundo enchendo o saco hoje ! – Gritou ela indignada, com os braços cruzados e batendo a sola do pé no chão. – Espero que seja importante.
– Você viu a Mari ? – Perguntou o moreno meio sem jeito, coçando a bochecha.
– Ela saiu floresta à dentro com uma pequena bolsa e o uniforme básico de quando ela chegou aqui. Ela foi mais ou menos pro penhasco, onde a Arme costuma ficar sentada.
– O que ? No penhasco mas que...
FLASH BACK ON
– Então Mari, que tal a gente ter o encontro hoje ? Naquele restaurante, da cidade a 1 km daqui, o que acha ?
– Tanto faz, Sieghart, posso te fazer uma pergunta ? – Mari olhou pra baixo.
– É claro.
– Você acha que eu não deveria existir ne ? Se eu não existi-se não teria problema nenhum mesmo.
– Pare de ser boba ! Ia fazer diferença pra mim sim, você é um tanto especial...- Sieghart respondeu com firmeza o começo da frase.
– Vou acreditar em suas palavras, então, vai ne frente, eu vou me arrumar pra ir. – Mari se dirigia para sua cabana.
FLASH BACK OF
– Não, não pode ser, ela certamente não fez isso...
– Isso o que, Sieghart? Anda fala logo ! – Ela balançou os ombros do moreno.
– Preciso achar ela ! – Ele se soltou e correu até a sua cabana, pegou sua lâmina e entrou floresta à dentro correndo rapidamente e com os monstros que apareciam em sua frente ele os decepava com sua lâmina, o moreno forçava suas pernas ao máximo para chegar ao penhasco o mais rápido possível, ao longo do caminho ele foi lembrando de poucos porém todos os momentos que já passou perto de Mari, seus olhos automaticamente encheram de lágrimas, sua visão ficou embaçada, ele fechou os olhos querendo segurar as lágrimas porém inútil, tudo escorregou pela pele morena do garoto, ele por estar de olhos fechados bateu o ombro em uma árvore e caiu por causa que lhe faltou equilíbrio, ele limpava as lágrimas do rosto com a palma da mão, por causa disso ele não percebeu a aproximação de um monstro.
– grrhh...- Rugia um Oak que se aproximava de Sieg, tal segurava um martelo feito de pedra e tinha algumas proteções pelo corpo com crânios, com o martelo ele descia com tudo na direção do moreno, que tenta desviar se arrastando pro lado, mas acaba sendo acertado no ombro, tendo o osso dessa parte fraturado. O moreno o mais rápido possível se levanta, porém a dor em seu ombro era muita, ele em dificuldades se levantou, e quando estava de joelho levou outra ‘’martelada’’ na região do peitoral, sendo jogado para atrás e batendo as costas na árvore, Sieghart cuspiu sangue na mesma hora e estava sem ar, fechando um dos olhos com uma expressão dolorosa, ele levantou com uma mão no peito e pegou novamente sua lâmina que havia deixado cair, ele meio desajeitado segurava a lâmina, abaixou sua cabeça fazendo seus cabelos cobrirem a visão de seus olhos, uma aura roxa começava a emanar em volta de seu corpo, ele levantou a cabeça novamente encarando o Oak, a coloração de seus olhos estava branca e seu olhar havia mudado, estava irônico, sarcástico, assassino!
O moreno avançou contra o Oak, passou a lâmina horizontalmente pela barriga em questão de segundos metade do corpo do Oak havia caído no chão, Sieghart pois uma mão no olhos e começou a rir sarcástico, seu riso ia ficando cada vez mais aterrorizador e mais alto, que chegava a espanta animais e monstros que estavam por ali, ele logo não perdendo tempo começou a correr novamente até o penhasco, sua velocidade estava maior por causa dessa mana cobrindo seu corpo. Finalmente chegou no penhasco e saiu das árvores, vendo Mari na ponta do penhasco, com só metade do seus pés pisando firmemente no chão, a garota olhou para atrás vendo Sieghart, e uma lágrima escorreu de seu rosto.
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