Rise Of The Hogwarts Guardians

11 Passeando Na Biblioteca


Notas iniciais
Olá queridos leitores! Aqui é a Firebird trazendo mais um capítulo. Fico muito feliz com os comentários que recebi, como também das pessoas que estão acompanhando e favoritando. Os novos leitores também podem comentar, algo que eu quero muito! Neste capítulo, já que Rapunzel foi petrificada, os cinco procuram pistas para saber quem foi que a petrificou. Para isso, acharam melhor buscar na biblioteca. Lembrando que eu mudei o capítulo anterior por um erro que cometi. Aqueles que leram antes, gostaria que lessem novamente. Que agradecer aos usuários (ou usuárias) kurosaki karin, sakura9 e Annabeth Jackson pelos comentários. Espero que gostem! PS: Tem uma personagem diferente participando do capítulo.

Algumas semanas depois…

Está chegando o Natal. É a época em que os alunos poderão voltar para casa ver seus entes queridos depois de tantas semanas em Hogwarts, e, por ser inverno, também é a época que Elsa tanto adora, não só por ter neve que lembra tanto a sua infância como também o gelo pode omitir seus poderes, camuflando junto a neve do local. Porém, ocorreu tantas coisas que desanimou os bruxos. Depois da petrificação de Rapunzel, triplicou o número de alunos trouxas petrificados, e isso deixou a diretora desanimada. Encheu a enfermaria de tantos alunos que precisou ocupar a Sala de Poções, e a matéria agora é dada no Grande Salão para as quatro casas juntas. Costumam ter na primeira aula do dia para desocupá-la na sequência. E ainda não foi terminada o remédio para curar os alunos.

No momento, os cinco estavam na biblioteca, procurando sobre algo relacionado às trevas. Jack tem a suspeita sobre a professora Elphaba, e gostaria de pesquisar sobre qual feitiço das trevas possa estar envolvida.

—Não há nada aqui!- Anna disse, depois de verificar vários livros de feitiços. Ela estava entediada e não entendia a curiosidade do albino.

—Tem que haver!- Jack exclamou revoltado por não achar nenhum livro que ajudasse.

—Vamos descansar!...- Soluço disse sentando numa cadeira, depois da fracassada procura por um livro de feitiços. -...Não dá para procurar.

—Concordo com o lufano fofoqueiro.- Merida suspirou exausta, também sentando numa cadeira próxima a do moreno.

—Dá pra parar de me chamar assim!?- Reclamou.

—Não!- Respondeu com um sorriso.

—Vamos prestar atenção no que é importante!- Jack mandou, e assim fez os dois calarem.

Elsa viu como Jack está se importando com os acontecimentos desde que Rapunzel foi petrificada, e isso, de alguma forma, deixou-a chateada. Porém, não sabe o motivo.

—Bem, parece que não está aqui…- Disse a corvina, devolvendo o livro para o seu lugar. -...E eu creio que não encontraremos aqui.

—Então onde encontraremos!?- Jack questionou, olhando nos olhos da loura. Isso causou um frio na espinha de tão intimidada.

Elsa não conseguiu pensar com o albino encarando-a, então apenas ficou imobilizada. Por sorte, Soluço pensou, e logo respondeu animado:

—Vamos na sessão reservada!

Todos os quatro encararam o lufano como se fosse um idiota, enquanto que ele apenas sorria com a ideia que planejou.

—Desculpe dizer isso, Soluço…- Anna disse, tentando não parecer indelicada. -...Mas esqueceu que não podemos ir na sessão reversada. Não podemos por ela ser… Reservada!

—Mas podemos usar a capa de invisibilidade!- Sussurrou para os amigos.

—Que capa!?- Jack, Merida e Anna questionaram em voz alta, olhando de forma duvidosa para o moreno, enquanto que Elsa lembrou do livro que Soluço tinha pego com a ajuda da aluno da casa dele.

Soluço fez sinal com o dedo indicador na boca, indicando para os alunos se calarem.

—Acompanhem-me, meus amigos.- Finalizou, indicando para os amigos seguirem o lufano para fora da biblioteca.

Soluço guiou seus quatro amigos até o Salão Comunal da Lufa-Lufa, perto do reservatório de poções da escola. O lufano pediu para que os quatro tampassem os ouvidos para poder falar a senha, e assim foi feito. Quando adentraram no simples salão, encontraram uma loira de cabelo até o ombro e olhos cor de mel sentada no sofá de forma relaxada e lendo um livro sobre criaturas mágicas. Ela parecia fascinada no livro, e não deixava esconder o sorriso de animação a cada página que lia. Isso deixou Jack confuso e encantado, pois parecia uma criança alegre lendo um livro, a qual considera algo incrivelmente chato.

—Annabeth*?- Soluço chamou.

A lufana encarou o colega e casa e deu um grande sorriso para ele, e depois ficou iluminada quando viu os amigos do moreno. Fechou o livro e se arrumou no sofá para parecer mais apresentável para os estranhos.

—Oi, Soluço!...- Respondeu ao chamado de forma simpática. -...Esses são os seus amigos?

—Sim…- Respondeu. -...Elsa, Anna, Merida e Jack.- Apontou para cada um conforme falava os nomes.

—Prazer!- Os quatro cumprimentaram em uníssono, sorrindo.

—Igualmente!...- Disse a lufana contente, mas depois ficou confusa. -...Soluço, não tinha mais um amigo ou amiga com vocês?

—Então, é isso que queremos chegar…- Respondeu o moreno, indo direto ao assunto. -...Minha amiga é aquela que curava as pessoas petrificadas.

—É verdade…- Annabeth pareceu se lembrar. -...Ela foi petrificada também. Eu esqueci. Desculpe-me!

—Está bem. Mas eu gostaria que nos ajudassem.

—Claro.- Respondeu prontamente.

—Poderia empresta a capa do Harry Potter para nós?- Pediu, um pouco envergonhado por novamente exigir disso para a colega.

A lufana sorriu.

—É claro que sim. Eu irei pedir para o neto dele hoje, e amanhã eu entrego a vocês.

Os cinco sorriram animados com o fato de ter dado certo.

—Muto obrigado, Annabeth! Não sei como te agradecer!- Soluço disse.

—Disponha. Eu ficou feliz em ajudar. E também, adorei o livro que me indicou. Obrigada!- Apontou para o livro que segurava.

—Não precisa agradecer. Adeus!

—Adeus!

Assim, os cinco saíram do salão, felizes por conseguir a capa.

—Aquela Annabeth é simpática.- Comentou Anna.

—E ela vai conseguir para nós a capa do Harry Potter…- Merida disse animada. -...Imagine andar por aí e ninguém ver. Você pode fazer várias brincadeiras e ninguém te acusará. Deve ser muito legal ser invisível.

—Eu não diria isso.- Jack disse em voz baixa, lembrando da época em que viveu como um espírito sem ser visto. Por falar em voz baixa, ninguém ouviu seu comentário.

Os cinco decidiram caminhar até a enfermaria para visitar a amiga corvina.

—E será que a sua amiga Annabeth vai visitar a família dela no Natal?- Anna perguntou para o Soluço.

—Creio que não, e ela não é bem amiga. Apenas conversamos sobre criaturas mágicas…- Respondeu. -...E vocês? Vão visitar suas famílias?

—Meus pais me deram permissão para passar o Natal aqui. Foi difícil para o meu pai convencer a minha mãe a me deixar ficar, mas disse na carta de conseguiu.- Merida respondeu feliz.

—Eu ficarei aqui sem nenhum problema.- Jack respondeu.

—Eu gostaria de ficar aqui, mas não sei se meus pais vão aceitar.- Anna disse.

Elsa gostaria de voltar para o reino o mais rápido possível para evitar as coisas que aconteceram os últimos meses em que esteve. Deixou escapar os seus poderes, e isso fez Soluço descobrir. Pelo menos ele está guardando o segredo da loura.

—Eu acho melhor passarmos o Natal em casa, Anna.- Elsa disse para convencer a pequena irmã que é melhor voltar.

—Você acha?

—Tenho certeza.

—Então…- Pensou. -...Mandarei uma carta falando que vamos passar o Natal com eles.

—Esperem…- Merida chamou as meninas. -...Por que não esperem até depois de amanhã para mandarem a carta? Gostaria que todos fossem para a sessão reservada da biblioteca. Não seria legal?

—Você sabe que só uma pessoa pode usar aquela capa, não sabe?- Soluço perguntou para Merida, para lembrá-la do uso da capa caso tenha esquecido.

—Mesmo assim, é melhor todos nós.

—Mas só apenas um pode entrar na sessão reservada.- Jack disse.

—Mas depois discutiremos isso todos juntos, caso tenhamos encontrado o livro que precisamos.

Os quatro pensaram sobre o que a ruiva valente dissera. Jack, Soluço e Anna concordaram, porém Elsa se manteve relutante quanto a isso. Porém, viu que não podia discordar da maioria.

—Está bem. Vamos resolver o assunto do livro e depois mandaremos a carta.

Os quatro ficaram felizes.

—E você, Soluço? Vai passar o Natal com a família?- Anna chamou o moreno.

—Meu pai mandou uma carta falando que eu devia ficar aqui, para aproveitar o ambiente escolar o máximo possível, mesmo sem as aulas.

Enfim chegaram na enfermaria e encontraram a cama da loira. Aproximaram de Rapunzel e, mesmo que ela não sinta ou ouve seus amigos, eles ainda cumprimentaram-na.

—É uma pena ela ter perdido jogo de Quadribol. Você foi incrível!- Jack disse para Elsa, se referindo ao jogo que teve entre a Corvinal e a Lufa-Lufa. Como Elsa era a apanhadora, seu objetivo foi apanhar o Pomo de Ouro, e isso aconteceu 10 minutos após começar o jogo. Manejou a vassoura muito bem para um primeiro ano e pegou o Pomo em extrema rapidez. Até parecia o próprio Potter.

O comentário do albino fez a loura corar levemente. Sente-se estranha quando é elogiada.

—Eu gostaria que estivesse conosco.- Anna comentou triste, acariciando a nuca da amiga corvina.

Anna então viu algo brilhando pela gola do uniforme da loira, e ficou curiosa. Retirou de lá um brinco dourado com uma pedra de esmeralda de 6 pontos**. Achou estranho, já que Rapunzel não costuma andar com acessórios. E não foi só a ruivinha que achou estranho.

—O que é isso?- Elsa perguntou.

—Isso é um brinco.- Anna respondeu.

—E a Rapunzel usa brinco?- Merida questionou.

—Não.- A loura respondeu, curiosa pelo acessório estar com a colega de quarto.

Jack pegou o brinco das mãos da ruivinha e olhou curiosamente o objeto. Nunca viu alguém usando-o, nem mesmo a Engel, que é a pessoa que mais usa acessórios como esse em Hogwarts.

—Que estranho!- Comentou em voz baixa.

No dia seguinte…

—Aqui está!...- Disse Annabeth, entregando a capa de invisibilidade para o Soluço, que estava em seu quarto na Lufa-Lufa -...Mas tomem cuidado! Não vai querer ser pego. E guarde-o bem.

—Está bem. Muito obrigado!- Soluço agradeceu, e esperou a lufana sair para esconder embaixo de seu cobertor. Nessa hora, Kristoff, seu colega de quarto, entrou.

Kristoff pareceu confuso pela primeira vez. Muitas vezes, o loiro costuma ser quieto e quase nunca duvida de algo, mas depois de ver a colega do terceiro ano sair de seu quarto, não pôde deixar de perguntar:

—O que a Jackson estava fazendo aqui?

Soluço pensou um pouco, procurando um jeito de responder de forma convincente.

—Ela me perguntou sobre minha amiga petrificada. Sabe a Rapunzel?

Kristoff assentiu, e isso fez Soluço pensar que conseguiu enganar o louro, mas errou.

—E o que a famosa capa do Harry Potter tem a ver com isso?

Soluço arregalou os olhos, assustado. Kristoff riu. Era a primeira vez que o moreno o viu rir desde de o início do ano letivo.

—C-como você...

—Eu imagino que isso não seja da minha conta…- Kristoff interrompeu-o, sorrindo. -...Não se preocupe, eu não contarei para ninguém.

—Não?!- Soluço perguntou surpreso.

—Não, mas eu gostaria que não envolvessem em problemas com você e seus amigos, principalmente com a Arendelle ruiva. E eu só vim aqui pegar meus livros…- Disse pegando os livros. -...Estou indo para a biblioteca. Adeus!

Foi até a porta, mas ainda de sair, o louro disse ainda virado para a porta:

—E será que poderia pedir para os seus amigos pararem de vigiar a entrada do salão? Está ficando ridículo!

E assim saiu, deixando Soluço surpreso no quarto sem o que falar. Ficou curioso com o fato de Kristoff ser importar com ele e, principalmente, com a “Arendelle ruiva”. Mas esqueceu isso e, finalmente, saiu do Salão Comunal, encontrando com seus amigos.

—O que houve, Soluço?- Jack perguntou.

—Como assim?- Soluço questionou.

—Seu colega de quarto passou por aqui e disse para termos cuidado, e disse encarando a Anna. Aconteceu alguma coisa?

Soluço franziu o cenho, e encarou a ruivinha, que estava encarando o louro lufano de costas, enquanto que ele caminhava rumo à biblioteca.

—Nada que eu saiba…- Respondeu, e logo lembrou. -...Ah! Quem vai procurar o livro no biblioteca?

—Eu!- Merida levantou a mão, disposta a procurar o livro, porém ela realmente só queria usar a capa.

—Tudo bem, mas espere anoitecer que você vai procurar, por segurança.

—Está bem!

Via-se um luminária sendo segurada por um mão flutuante. Era a mão de Merida, coberta pela capa de invisibilidade. Caminhava de forma cuidadosa, pois essa hora da noite, o inspetor costuma vigiar os locais da escola, e é capaz de encontrá-lo na biblioteca. Pelo menos, Merida vigiava o local para ver se o inspetor também não estava por lá. Assim que chegou na porta da sessão, com muito cuidado, abaixou a luminária e mexeu na maçaneta. Ao abrir, pegou a luminária, entrou na sessão e fechou a porta com cuidado.

Andou cuidadosamente sobre as estantes de livros misteriosos. Chegou na ala de livros sobre as trevas, que era o tipo de livros que Jack andou procurando. Deu uma observada geral sobre os livros, até que encontrou um livro deixado na mesa, que deixou Merida curiosa.

Alguém deve ter lido o livro recentemente…”, pensou, retirando a capa do corpo observando para ver se não tinha ninguém passeando pelo local e pegando o livro. “...Talvez seja esse!

Abriu cuidadosamente, revelando uma pequena luz que diminuía de intensidade com o tempo até sumir toda a luz. Assim, conseguia ler o livro, que tinha dois parágrafos interessantes:

—”Todas as pessoas possuem trevas e luz dentro delas. Quando um raio de luz aparecer, a sombra sempre estará atrás dele, até mesmo nas pessoas mais iluminadas. Há pessoas que querem seu lado iluminado, porém também há pessoas que querem seu lado sombrio. Porém é tudo questão de escolha, apenas depende qual seria a sua melhor imagem.

Por isso, aconselho a não esconder sua imagem sombria nem sua imagem. Pode ser muito útil para nós, principalmente seu lado escondido.

Merida achou estranho os parágrafos, principalmente o segundo.

“‘Útil para nós’? Útil para quem!?

Procurou o nome do escritor do livro, mas não achou. Apenas o título ‘Escuridão Dentro da Luz’. Ela encontrou também métodos curiosos de expor o lado obscuro das pessoas, como concentrar em algo terrível em suas vidas.

Merida escondeu o livro numa sacola que trouxe com ela, pois mesmo não sendo um livro de feitiços, pareceu o melhor entre os livros que achou. Porém a ruiva terá que devolver o livro no dia seguinte, senão as pessoas vão perceber que o livro sumiu.

Quando pegou a capa e a luminária, pronta para sair, ouviu vozes se aproximando.

—E o que você fará depois que todos forem petrificados?

—Farei o que for necessário.

Eram vozes de duas mulheres: Regina Mills e Elphaba.

Merida deu passos largos e escondeu a luminária para dentro da capa, acelerando para sair. Conseguiu sair, mesmo com dificuldade por esconder a luminária. Por sorte, a luz da Lua ajudou um pouco, embora precisou de muito cuidado para sair sem fazer barulho. Porém, antes de sair, Merida escutou Elphaba perguntar:

—Onde está o livro?

Merida correu com a capa a cobrindo até o Salão Comunal da Grifinória. Porém, antes de entrar, viu a diretora sair do salão, junto a Anna, vestidas com suas camisolas. Minerva saiu na frente e virou para a ruivinha, para na porta da entrada do salão.

—Assim que você encontrar a senhorita DunBroch, diz a ela que eu quero ter uma conversa.

Anna assentiu envergonhada, vendo a Minerva sair e sumir no breu do corredor. Merida removeu a capa assim que a diretora sumiu, assustando a ruivinha que não sabia da presença da amiga.

—Merida!- Sussurrou de forma exclamativa para não chamar atenção. Poderia aparecer o inspetor na hora.

—O que houve?

Anna suspirou.

—Minerva viu que você não estava na cama, e ela quer você na sala dela pela manhã.

Merida desanimou.

—Que Merlin me acude!

No dia seguinte…

Jack, Soluço, Esa e Anna esperaram Merida, que estava conversando seriamente com a diretora McGonagall em sua sala. Os quatro aproximaram suas orelhas na porta da sala, tentando ouvir o diálogo. Enquanto que a ruiva valente ficava nervosa com a seriedade da Minerva, sentada de forma culta em sua cadeira.

—Eu fui visitar o seu dormitório ontem à noite e não a encontrei em sua cama. Então eu quero saber, Merida DunBroch, onde a senhorita estava?

Merida engoliu em seco e pensou na resposta.

—Eu precisei ir ao banheiro, diretora.

—E não tem banheiro no seu dormitório?

Merida ficou nervosa e ficou com as bochechas levemente rosadas.

—E-eu…

Minerva então concluiu:

—Se não vai me contar onde esteve, terei que entregar uma carta para seus pais sobre seu comportamento. Isso pode levar à expulsão, mocinha.

Merida se desesperou.

—Não!

—Então irá me contar?

A ruiva congelou. Ela sabe que não pode contar.

—Não.

—Então farei isso.

Os quatro, que escutaram a conversa do lado de fora, não gostaram de ouvir a conversa. Principalmente o moreno.

—Não! Ela não vai ser expulsa!

—O que faremos, então?- Anna perguntou.

Soluço pensou sobre isso, e assim que concluiu, abriu a porta da sala da diretora, surpreendendo Minerva, Merida e os três amigos que escutaram a conversa.

—O que você fez!?- Jack perguntou em voz baixa para que a diretora não escutasse. Ficou bravo com o moreno.

—Não importa isso, e sim o que farei.

Caminhou até chegar ao lado da ruiva valente, deixando seus amigos confusos.

—Senhor Haddock! Que surpresa ver vocês e seus amigos aqui…- Minerva disse. -...Espero que não estavam escutando a nossa conversa.

—Na verdade, estávamos sim…- Disse Soluço seriamente, e a revelação deixou os amigos mais bravos com ele. -...Mas só estávamos escutando por preocupação. Não queremos que a Merida seja expulsa. Por favor, não mande a carta para os pais dela.- Pediu.

Minerva encarou os três que estavam ao lado da porta, que lentamente aproximaram de Merida e Soluço.

—Vocês também?

—Sim.- Responderam envergonhados e bravos com o moreno.

—Mas devem saber que a senhorita DunBroch desrespeitou a regra de não andar pela escola durante a noite.

Anna pensou, e então disse com coragem:

—Não foi só ela!

Todos se viraram para a ruivinha.

—Como assim, senhorita Arendelle?- Minerva perguntou.

—Eu também estava fora durante a noite.

Os quatro ficaram surpresos com a atitude de Anna. Minerva ficou curiosa.

—Então também estava?- Arqueou a sobrancelha.

Então Soluço exclamou:

—E não foi só ela. Eu também estava fora.

—Sim…- Jack disse. -...E eu também.

E então faltou apenas a Elsa, e todos miraram os olhos para ela. Isso deixou-a constrangida e se manteve calado por poucos segundos. Ela viu que todos estavam fazendo isso não só por Merida, mas também por Rapunzel, a qual fez Merida pegar o livro e acabar na diretoria.

—E eu também estava.- Declarou, deixando os amigo, principalmente a sua irmã, contentes.

Com todos revelando que estavam fora, Minerva não soube o que dizer. Mandar cartas para os pais, arriscando a matrícula de cada um, faria um grande caso, considerando que seriam 5 alunos a perder a bolsa da escola.

—Nós podemos fazer qualquer coisa…- Soluço disse, sendo totalmente sincera em suas palavras. -...Mas por favor, não mande cartas para os nossos pais, principalmente de Merida.

Merida sorriu de lado, vendo que o moreno, embora as brigas, ainda se importa com a ruiva.

—Tudo bem. Não mandarei cartas para os seus pais…- Declarou Minerva, e isso deixou os cinco felizes e relaxados. -...Mas terão que pagar pelo que fizeram.

—E o que seria?- Perguntou Merida.

Minerva pensou.

—Vão passar a noite na Floresta Proibida e ajudar o guarda-caças da escola.

—E quem é?- Perguntou Jack.

Foi quando apareceu, na porta da sala,um homem incrivelmente alto, provavelmente uns 3 ou 4 metros de altura. Possui olhos negros, cabelos até o ombro e escuros, porém já podia ver alguns fios brancos, e também uma barba escura que cobria a boca e em volta dela. Ele usava um manto marrom, calças escuras e um par de botas pretas.

—Me chamou, diretora?- Ele perguntou, curioso por saber qual seria o pedido desta vez.

—Sim, Hagrid. Eles cinco…- Apontou para os alunos. -...Vão te acompanhar toda a noite quando for para a Floresta Proibida até voltar as aulas.

Isso fez os cinco ficarem surpresos,principalmente Elsa.

—Eu ia mandar uma carta para meus pais dizendo que visitaria eles, diretora.- Elsa disse.

—Me desculpe, senhorita Arendelle, mas você descumpriu uma regra. No próximo ano, a senhorita visita.

Elsa, mesmo que decepcionada, acabou aceitando a ordem de Minerva.

Os quatro ficaram envergonhados, principalmente Merida, pelo ocorrido.

—Desculpe, Elsa.- Sussurrou no ouvido dela.

—Tudo bem…- Respondeu em sussurro também. -...Foi por um bom motivo.

Merida sorriu, fazendo Elsa sorrir também. Mesmo tendo seus problemas, era necessário ajudar os amigos. Agora, é só esperar a noite chegar para que os cinco fossem visitar Hagrid e irem até a Floresta Proibida.

Notas finais
Fim do capítulo! *Lembrando, caso não estão... Lembrando: Annabeth é uma usuária que pediu sua participação na fanfic. Eu não ia colocar no capítulo, mas ela precisou ajudar nossos heróis, e então eu coloquei. Bem, eles queria ajudar e acabaram sido castigados pela McGonagall, mas talvez aconteça algo interessante. Gostaria de falar que a parte sobre a parte do livro, especialmente o primeiro parágrafo. Eu peguei de uma série de jogos que eu gostaria muito de jogo. Chama-se Kingdom Hearts. Eu nunca joguei, mas vi vídeos sobre o jogo e deu vontade jogar. Coloquei aqui por encaixar com a história. Espero que tenham gostado, e comentem para saber que estão lendo e gostando. Podem recomendar também. Hasta la vista, babies!