Ribellarsi
12 Capítulo XII
Notas iniciais
Roma tinha seu céu lindamente estrelado, no carro tocava um blues bem baixinho, Anthony tinha um sorriso lindo em seus lábios e mantinha uma mão na direção e outra segurando a minha. Não era necessárias palavras, estávamos bem, sabíamos disso e isso bastava. Anthony não baixava de 160 km/h e isso era tão gostoso, eu amava velocidade e sempre ficava maravilhada com a segurança que aquele homem possuía para dirigir e correr pelas estradas Italianas. Quando comecei a perceber, estávamos chegando a Lido di Ostia, eu amava aquela praia. Quantas vezes fugíamos para cá e passávamos a noite transando por todos os cantos que conseguíamos. Era uma praia privada, Anthony se identificou como um dos sócios e fomos até uma cabana na beira da praia.
Foi eu pisar dentro do ambiente e já senti meu corpo sendo prensado contra a parede um Anthony tomando a minha boca com paixão. Dio, esse homem seria a minha ruina! Passei minhas mãos por seus ombros e subi para seus cabelos os puxando fortemente, ganhei um gemido em resposta e senti minha intimidade se contrair. As mãos de Anthony passaram por todo o meu corpo, como se estivesse analisando cada nova curva e depois foram para os meus seios, não me aguentei e gemi seu nome desesperadamente. Senti seu riso em meu pescoço, eu amava esse homem, mas as vezes o odiava também. Empurrei ele, que me olhou confuso, quando fez menção de se aproximar neguei com a cabeça e indiquei a cama para ele se sentar lá. Ele me obedeceu e eu pude notar a puta ereção que esse homem já estava, o mesmo vendo meu olhar riu de forma rouca e massageou a própria ereção por cima da calça, senti ficar mais molhada e esfreguei minhas pernas uma na outra em forma de alivio, mas ele não iria ganhar. Virei de costas para ele para conseguir me concentrar, eu podia estar gravida, mas eu continuava gostosa e utilizaria minhas novas curvas ao meu favor. Fui desabotoando o sobretudo aos poucos e deixando ele escorrer pelas minhas costas, me mantive de costas, eu estava apenas de lingerie preta de renda por baixo, meia-calça 7/8 nas pernas e meu Louboutin.
— Demone, donna! – gemeu em desespero. Eu entendia ele, eu queria me jogar nele e transar loucamente, mas eu gostava de jogos e eu precisava jogar antes. – Viene, passione. – me chamou rouco. Me virei para ele e vi que ele estava preste a se levantar, neguei com a cabeça e ele rugiu furioso. Andei lentamente até ele e fiquei entre suas pernas, seus olhos transbordavam luxuria. Minha parte possessiva gritou: “Ele é só meu. ”. Quando menos percebi estava segurando sua gravata e trazendo esse inferno de homem gosto para próximo de mim.
— Você é apenas meu, Anthony Masen! – falei com uma voz de comando em seu ouvido. Aquilo parece ter sido o estopim, pois um segundo depois estava deitada na cama com ele beijando meu corpo. Ele arrancou meu sutiã e apertou meu seio com uma mão, enquanto chupava o outro de forma forte e firme. Sentia minha umidade escorrer entre minhas pernas, minha calcinha estava em estado de calamidade. Sua outra mão foi direto para minha intimidade e rapidamente rasgou minha calcinha, eu amava esse lado dele e não me importava em viver comprando calcinhas. – Anthooony. – gemi sem pudores quando ele passou sua mão pela parte interna das minhas cochas e na minha intimidade, para depois introduzir dois dentro de mim. Ofeguei! Jesus, ele iria me matar.
— Por Dio, Isabella! Caralho de mulher molhada, você é a minha perdição, passione. – falou rouco. – eu gostaria muito de ser carinhoso e ir com calma, mas eu preciso te fuder, passione. – o desespero era nítido em sua voz assim como a excitação.
— Firme e forte? – olhei para ele mordendo meu lábio inferior e o mesmo ficou vidrado naquele lugar enquanto concordava. – Só que estamos em desvantagem querido! – Não dei tempo para ele raciocinar e joguei ela na cama e sentei em seu colo, eu só continuava com as meias e os saltos. Arranquei sua gravata enquanto ele brincava com meus seios e eu rebolava em seu pau, em um puxão estourei todos os botões da sua camisa e dei de ombros quando ele me olhou arqueando minha sobrancelha. – Você rasgou meu sutiã e a minha calcinha, nada mais justo que eu retribuir o favor, gostoso. – ele riu sacana e me ajudou a tirar seu paletó e o que sobrou da sua camisa. Beijei todo o seu peito e suguei seu pescoço, iria ficar uma marca e eu pouco ligava. Enquanto mordia, chupava e lambia seu peito, minhas mãos foram soltando o sinto dele e abrindo sua calça, rapidamente me coloquei de joelhos em sua frente no chão do quarto com o meu sorriso mais pervertido do mundo, ele me olhava com tanta luxuria que conseguiam me deixar mais molhada só de me olhar. Com a sua ajuda baixei suas calças junto com a cueca e joguei pela cabana. Peguei seus pés e retirei suas meias, aos mesmo tempo que beijava suas coxas próximo ao seu pau. Anthony estava sem controle e gemia e rugia em desespero, ele estava em minhas mãos essa noite. Olhei para aquela ereção gloriosa e minha boca se encheu de água. Meu desejo era chupar e muito ele, até ele gozar na minha boca. Ele estava apoiado nos braços e com a cabeça jogada para trás, aquela sim era uma belíssima visão. – Gostoso, estou com desejo. – falei toda manhosa e seus olhos se abriram no mesmo momento brilhando.
— O que tu quiseres, passione. Eu saio compro e volto rapidinho. – Ai Dio, como esse homem conseguia ser o chefe da máfia que metia medo em todo mundo e entre quatro paredes ser tão inocente. Um sorriso sapeca surgiu em meus lábios.
— O que eu desejo, gostoso, está bem no meio das tuas pernas. – falei provocativa. Ele me olhava maravilhado, ele iria me matar assim! – Meu desejo é chupar teu pau, até tu gozar na minha boca. – não deixei ele processar as palavras e agarrei seu pau com a minha mão brincando de vai e vem, arrancando gemidos dele. Merda, de homem quente! Lambi toda a extensão do seu pau e chupei sua glande. Ouvi ele engasgar com um gemido e isso só me motivou mais ainda. Fiquei fazendo um vai e vem com a mão em seu pau e fui chupar suas bolas.
— Isso, donna! Mais rápido, Isabella! – ele gemia feito louco. Não aguente e logo troquei suas bolas pelo seu pau em minha boca e minhas mãos foram brincar com elas. – Chupa o meu pau, donna! – Chupava com vontade, eu estava com tanto tesão que estava tentando saciar ele chupando seu pau e acho que fui intensa de mais, pois logo ele rugiu como um animal e agarrou meus cabelos estocando duas vezes com tudo na minha boca e me presenteando com seu gozo. – Santa merda, mulher, você irá me matar. – falava aos arquejos se jogando de costas na cama.
— Eu ainda não terminei, Anthony! – falei subindo em seu colo. – minha boceta está gotejando de tanto tesão e eu quero gozar. – falei em seu ouvido, mordendo seu nódulo da orelha logo após.
— Ah, querida, eu não esperava nada menos que isso de você. – ele me puxou para cima me fazendo ficar sentada em sua cara e abocanhou com fúria minha intimidade. – Essa tua bocetinha é tão saborosa Isabella, estou louco para fuder com ela, quero sentir meu pau sendo esmagado pela tua boceta, querida. –Naquele momento eu não sabia mais o meu nome, perdi meus sentidos e me entreguei ao mar de sensações que se desabrochava pelo meu corpo. Eu gemia feito uma vadia e ele amava isso. Entre nós não existia pudores, tudo era valido para se satisfazer. Anthony trabalhava tão bem com aquela língua que foi questão de minutos para eu estar gozando na sua boca. – Você nunca me decepciona, passione. – Falou rouco e voltou a chupar minha boceta sem nem ao menos dar tempo de eu me recuperar, seus dedos fora meu interior e sua língua se concentrou em meu clitóris, mas eu queria mais. Precisava me sentir completa e preenchida de todas as formas, me virei e fiquei de quatro por cima dele. Ele me sorriu sacana e voltou a puxar meu quadril de encontro a sua boca e eu enfiei minha cara no meio das suas pernas e abocanhei seu membro que já se encontrava ereto e comecei a lhe chupar, mas a sensação de mais prevalecia. Comecei a rebolar sem pudores em sua boca, ditando o meu ritmo enquanto chupava ele, acho que ele percebeu o que meu corpo precisava, pois retirou a mão que estava dentro da minha intimidade e levou até meu ânus e ficou ali massageando. – Qualquer dia desse irei comer esse teu rabinho gostoso e eu te juro querida, no final você e o seu corpo vão estar implorando por mais. – No começo fiquei assustada comigo mesma e com o meu corpo, mas era tão prazerosa aquela massagem que ele fazia e foi quando ele me deixou ditar completamente o ritmo e inseriu dois dedos da outra mão na minha boceta que meu corpo foi ao delírio e eu impulsionei minha bunda para trás e fiz meu dedo me penetrar, foi estranho e gostoso ao mesmo tempo, desconfortável e prazeroso. Foi um baque de sensações que me atingiu que soltei seu membro da minha boca e me concentrei em sentir meu corpo. Aumentei a velocidade das minhas reboladas em sua boca e os impactos eram fabulosos, ao mesmo tempo que esses movimentos faziam seu dedo entrar e sair da minha intimidade e do meu ânus. Foi delirante, uma queimação gigantesca me atingiu, meu útero se contraiu, senti que iria perder minhas forças a qualquer momento e meu corpo todo vibrou para depois eu sentir um misto de agonia e prazer quando meu orgasmo chegou e eu senti jatos saírem de mim e Anthony sugando tudo com a sua boca. Eu gritei desesperada, ao mesmo tempo que sentia lagrimas escorrerem de meus olhos, naquele momento eu não tinha libertado apenas o meu orgasmo, mas também o meu corpo para o prazer novamente, eu tinha me doado por completa para Anthony. Ele me puxou para seus braços, nos ajustando no meio da cama. Eu senti meu corpo vibrar ainda, era muito louco. – Como se sente, passione? –perguntou sorrindo.
— Mole?!? – foi mais uma pergunta do que uma afirmação. Ele riu e concordou com a cabeça.
— Você sabe que não acabamos ainda, né? – levantei minha cabeça que se encontrava deitada em seu peito e levei minha mão até seu pau que continuava ereto e apertei o mesmo.
— É mesmo, gostoso? Ainda bem, pois ficaria decepcionada se meu brinquedinho falhasse logo agora. – falei o mais inocente possível.
— Nunca! – Rugiu e me jogou na cama se posicionando no meio das minhas pernas fazendo seu membro roçar na minha intimidade que continuava molhada. – Você é sempre tão quente, gostosa. – Me penetrou de uma única vez e depois parou para eu me adaptar ao seu tamanho, se abaixou e beijo minha barriga.
— E você é sempre tão grande, gostoso. – falei ofegante– Um dia irá me rasgar no meio. – e dei uma rebolada gostosa no seu pau.
–Vou te foder tanto essa noite que amanhã terá dificuldades para andar. – Sorri para ele. Logo começou a se movimentar com maestria dentro de mim, era tão perfeito quanto eu me lembrava ou mais até. – Como você consegue ser tão apertada, donna. – Eu nunca mais conseguiria ficar longe dele, eu necessitava dele com todas as minhas forças! Passamos mais três horas nesse jogo de provocações, insinuações e entregas.
— Estou me sentindo dez anos mais jovem, nesse momento. – falei rindo depois de um novo orgasmo e senti ele rir contra meu pescoço. Estávamos exaustos e nos encontrávamos abraçados na cama sem a mínima força para levantar e ir embora.
— Você é jovem, passione. Só passou por muitas coisas e isso acaba se tornando exaustivo, mas eu prometo fazer as coisas se tornarem mais leves. Você não estará mais sozinha para enfrentar os problemas, vamos poder dividir as cargas e tudo se tornará mais leve e fácil de ser resolvido. Confia em mim? – ele perguntou ainda com a cabeça contra meu pescoço. Tinha como não amar esse homem?
– Eu amo você, gostoso. – falei em um sussurro tão baixo que se ele não estivesse tão próximo eu duvidaria que ele teria escutado. Ele não disse nada, na verdade nada precisava ser dito. Ele me virou de barriga para baixo e me colocou de quatro na cama se posicionou atrás de mim e abriu minhas pernas com as suas, enrolo meus cabelos em suas mãos, senti seu membro percorrer da entrada do meu rabinho até a minha boceta. Um arrepio gostoso percorreu minha espinha e senti dos os pelos do meu corpo se arrepiar e com apenas um estocada de Anthony me senti preenchida por ele outra vez. Sua mão largou meu cabelo e foi para a minha cintura, a cada nova estocada eu gemia mais alto, minha libertação chegou junto com a palmada que atingiu a minha bunda. Anthony chegou ao clímax com mais duas estocadas e cai de lado, por causa da minha barriga e ele se aconchegou nas minhas costas. Ele me apertou em seus braços e beijou meu pescoço. Ficamos uns bons minutos só curtindo um ao outro e ouvindo nossas respirações.
– Você já é minha, mas para sermos e fazermos dar certo essa família, eu quero tudo, passione. Eu quero a Julia sendo minha, eu quero a Mia. Nossa garota grande já é minha, mas teremos muito o que recuperar e trabalhar com ela. Ela está uma adolescente rebelde como você era e como provavelmente Julia será. Dio, eu irei enfartar antes dos trinta e cinco com vocês! – Foi impossível não rir do seu desespero. – Fico me perguntando quais são as chances de Mia ser mais dócil, mas não quero criar expectativas. – suspirou e eu ri, pois ambos sabíamos que as chances eram mínimas. Minhas garotas iriam colocar esse maledetto mafioso em parafusos, se não virassem a máfia de ponta cabeça. – Depois que tu foste embora, eu me mantive indo uma vez por mês visitar ela, ela foi a única coisa que me restou de você. Marie acho que depois de alguns anos eu iria parar de ir, mas não parei. Só que cada mês que eu chegava e ela não te via um muro ela construía na sua volta, cada aniversario, natal, dia das crianças era mais uma barreira que ela colocava, mas eu nunca desisti dela. Ela se fechou querida, ela não é mais como era antes. Eu te vejo nela na mesma idade, a garota revoltada que não respeitava ninguém além da Marie. Não vai ser fácil, passione, mas eu estarei do teu lado para recuperar a nossa garota. – De todas as coisas das quais eu me arrependia de ter deixado ela era a que mais me doía.
— Eu não vou desistir dela, gostoso. – suspirei. – ela pode me odiar, mas eu não vou desistir dela. – ele me abraçou e concordou com a cabeça.
"Notas sobre ela: ela é força da natureza uns admiram outros temem pois todos sabem que uma força da natureza não pode sercontrolada". (Zack Maigiezi)
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