Revolução

4 Capitulo 3


Notas iniciais
Espero que gostem! :3

–Não admito uma coisa dessas. –gritou o Hittler enquanto abria a porta com toda a força. –Será que tudo que vocês fazem tem que terminar em água?

–Bem essa segunda vez que isso acontece você não pode dizer que tudo que fazemos termina em água com apenas poucas provas. –disse.

Pascoal revirou os olhos. Fez uma articulação de “tanto faz” e fechou as portas.

Relaxamos o ombro, acreditando que não tínhamos nos envolvido em um problema maior.

–Graças a Deus, juro que se me envolvesse mais uma vez em uma dessa eu juro que iria fazer esse diretor encerar o chão da minha casa da próxima vez. –disse Pietro.

Rimos.

–Ousado você em. –comentei.

–Continue assim e ganhara um troféu de ousadia do ano. – brincou Nina.

–Sem poderem ir ao baile, queridinhos. –apareceu Pascoal na porta de repente.

Ele direcionou o olhar severo para Pietro revelando sua irritação. E sumiu.

–Não reclame mais se não ele ira nós fazer lavar e arrumar as coisas do baile. –disse jogando a bucha na cara de Pietro.

Pietro ficou emburrado o restante das horas. Logo que terminamos tudo voltamos para nosso quartos, irritados que não iríamos fazer nossa participação do baile de inicio de ano que eles fazem e um dos eventos mais importantes das escolas. Aquilo deixava a Nina em fúrias, perder o tal evento.

Olhei para o teto, suspirando pela milésima vez na noite.

–Estou saindo. –anunciou Kitt.

–Vá pela sombra. –brinquei.

Observei-a, estava belíssima, com um vestido de couro curto com saia cheia de camadas, o corselet apertado. A roupa em si valorizava bem suas belíssimas curvas e sua pele alva, a mascara preta realçava suas orbes verde e o cabelos em tom rosado descia como uma cascata pelo seu corpo.

–Ual, que gatinha desordeira. –ela corou. –Vai la pega todos por mim.

–Oh não.

–Poxa. –me fiz de triste,

Rimos, acabei tendo uma grande ideia enquanto a observa sair e focava em um único detalhe. Sua mascará.

“Iremos arrasar hoje, prepare seus disfarces e seus álibis. Daqui a trinta minutos pelas janelas vamos voar direto para lanchonete. Apague essa mensagem seus idiotas.(ps: o branco é uma cor MARCANTE)”

Alguns segundos depois eles me responderam. Aproveitei que tudo levaria a um sim, primeiro Pietro deveria esta revoltado com o diretor e faria tudo para ir contra suas ordens mesmo que secretamente satisfazendo algum tipo de prazer pessoal e segundo Nina apenas queria esta la e afirmar e seu inconsciente todas as vezes que participou da maior festa do ano.

Arrumei-me rapidamente, peguei um vestido curto branco, apertado no busto e que ficava soltinho na cintura de alça fina. Coloquei uma peruca azul claro e uma mascara dourada toda ornamentada.

Olhei, girei em frente ao espelho. Peguei um par de luvas brancas curtas de renda e pus. Fitei o penúltimo acessório, um colar dourado que mais parecia uma coleira colada a ele um pano transparente fino também branco que formava uma espécie de manto real.

Sai pela janela e fui ao local de encontro. Alguém me cutucou por trás. Quando me virei me dei de cara com uma garota de cabelo lilás e um vestido longo branco porém a parte da saia transparente longa podia se ver uma espécie de saia curta bem apertadinha. Estava com umas mascara de cor prata também ornamentada e uma coroa da mesma cor.

–Esta linda. –murmurei.

Escutei um sorriso gostoso e quando olhei la estava Pietro me fitando com seus olhos verdes os dentes branquíssimos de comercia de pasta. De calça social preta, uma blusa social branca e um blasé preto. Uma mascara, escondendo todo seu rosto, também preta e um chapéu branco.

–Mais ou menos você. –enchi a boca para falar

–Idem. –ele riu com desdém.

–Qual parte do branco você não entendeu. –reclamou Nina.

–Não faço o que esse daí manda. –ele apontou para mim.

–Tanto faz. –revirei os olhos.

–Bem, vamos ao que interessa. Qual é o plano?

Sorrir de forma pervertida e comecei a contar.

O som parou, todas as luzes se apagaram já podíamos escutar as vozes em reclamação. Subimos no palco rapidamente, tudo daria certo. A sala de controle estava trancada e programada afinal valeu a pena ter Pietro ao nosso lado ele era um ótimo programador. Estávamos com os microfones na mão, contamos a ate cinco em silencio e toque da musica começou a soar.

Este era nosso incrível plano, iríamos cantar o hino de nossas escolhas a musica “Rebelde”.