Revista

1 ♕ Revista - Oneshot


Notas iniciais
Nananananana, você duvidou que eu chegaria aqui e postaria seu presente? Tá aqui, Gryphon minha d1v4. Muita saudade de você e melhora essa cabeça, pisa nessa depressão que você é rainha. Não sei se você conhece o casal, mas conheça agora ashahahah criei minha conta e postei como prometi, agora vou ler o que você escreveu ashasahah

— O que você ainda faz ai, Narumi?

O capitão Kawase parava bem ali na minha frente enquanto eu tentava não esquentar com o resultado da partida. Um suspiro de inquietação escapou da minha boca quando ele puxou a revista da minha mão e sentou do meu lado. Eu não estava afim de discutir sobre o jogo, principalmente porque é óbvio que o resultado não tinha saído como desejado, embora tivesse seguido como o esperado.

— Lendo.

— Isso eu percebi, mas vai ficar aqui no vestiário o dia inteiro?

— E o que sugere? Você mesmo tá vendo sobre o que é revista e é claro que eu não vou andar por ai assim. — Apontou para o pênis, saliente e visível, mesmo quando a calça disfarçava.

— É... — Kawase deveria ter parado para pensar. Então o motivo para Narumi ficar depois dos treinos era esse? — Você é um safado, Narumi-kun.

— Pensei que fosse uma coisa normal da idade... Capitão, não me diga que não gosta de garotas de seios fartos? Nunca deu uma olhadinha nas revistas?

— Ei, pode parar. Não pedi pra conversar sobre isso, pirralho mimado.

— Me chama de mimado, mas eu não vejo nenhum mimo de sua parte, capitão.

Eu estava provocando ele e nem percebia que aquele olhar caído do capitão se firmava onde não deveria. Se fosse mais atento perceberia que Kawase Yohei não era o tipão que gostava de garotas.

— Então por que não se toca logo? Temos de sair antes que venham nos expulsar.

A voz séria e grave dele chamava a minha atenção de um jeito estranho que me deixou desconfortável. Então eu apertei meu pênis como se quisesse que aquela parte do meu corpo desaparecesse e os olhos do senpai só seguiram o movimento como se ele estivesse achando curioso ou interessante. Que desgraçado!

— Você quer que eu me toque aqui? — Esse cara enlouqueceu de vez.

— Daisuke-kun, se não consegue se tocar logo, vou ter mesmo de fazer isso por você?

Kawase parecia estar falando sério e suas expressões faciais eram intimidantes enquanto eu não sabia o que fazer. Me masturbar com os amigos era normal, contanto que cada um cuidasse do seu pau, mas deixar que alguém me tocasse seria estranho, senão desagradável.

— Nem pensar, cara. Tá me estranhando?

Ele e aquela cara de pasto... Olhou pra mim e virou a cara rindo. Ele tava tirando com a minha cara?

— Ei?! Acha engraçado esse tipo de brincadeira? Provavelmente não deve pegar garotas, elas devem rir da sua cara. Estranho.

— Vai partir pra grosseria, Narumi? — Nah, agora me assustei. Esse cara sabe ser assustador quando quer. — Tem razão, eu não pego garotas porque elas não têm pinto como você... Mas os caras que eu pego nunca reclamaram da minha boca.

Ótimo! Agora ele tinha me vencido. Minha cara ficou no chão com aquela declaração e eu não soube o que responder senão ficar gaguejando de modo ridículo. Ele tinha acabado de falar que fazia boquete em outros caras por ai? Arregalei os olhos ainda mais... Não, ele não tinha cara que fazia isso... Quer dizer, tem gente que tem cara, mas ele não tem!

— V-você pega... caras?

— E qual a diferença?

— Todas...!

— Não pode dizer se nunca experimentou, Narumi. Vamos experimentar, parece uma boa ideia.

— D-de jeito nenhum. — Sai na defensiva enquanto aquele idiota agarrou a minha calça e abri uma bocarra ainda maior, desacreditando. Não pode ser!

— É só a boca. Não vai ser tão gay assim, eu te asseguro.

Nossa, agora ele me assustou. Vi minha calça sendo descida e o meu pênis saltando de dentro da cueca, dando de cara (ou na cara, literalmente) dele. A essa altura minha cara deveria estar mais vermelha que uma pimenta. Agora eu sabia: ele não estava me forçando... Eu tava deixando!

— Oh...

Fechei os olhos quando ele pôs a boca no meu pau. Aquilo foi muito bom, não conseguia acreditar no quanto ele conseguia ser bom com a boca, mas tinha de controlar esse pensamento antes que eu começasse a gostar. Seria errado?

— Relaxa, gracinha. Pode dizer que assim é gostoso, só vai me querer fazer mais.

Porra... maldito Kawase! Peguei meu pênis inchado e os olhos dele pareciam gostar do que viam: as veias salientes pulsavam pelo órgão de uma tonalidade amorenada e levemente rosada. A glande em forma de cogumelo tinha um pouco do pré-gozo e esfreguei na língua dele, que parecia esperar aquilo. Não, eu queria mais, queria me expor... Que bosta. Tirei o resto da calça enquanto ele engolia, chupava e gemia com a boca no meu pau e eu rebolava, engasgando ele com os meus movimentos.

Eu nunca tinha me sentido tão aceso como me sentia agora e a boca dele era tão gostosa...

— Ah! — Fechei os olhos e tirei meu pênis da boca dele, finalizando com uma masturbação rápida até ter gozado na boca e rosto do meu capitão.

Ele me olhava sério... Merda! Ele se levantou, ajeitando a calça que eu nem sequer tinha notado que ele tinha abaixado enquanto me chupava... Provavelmente se masturbou e eu nem percebi.

— Narumi Daisuke... Pelo visto não vai usar a falta de técnicas e managers gostosinhas como desculpa pra não jogar... já que agora você parece se atrair pelos caras, não vai ser problema, certo?

Só consegui tremer nas bases com aquela afirmação porque sabia que era verdade.

Notas finais
Comentários são bem vindos
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!