Reverso
29 ♦ Capítulo 29
Notas iniciais
Reverso
By Amanur
Capítulo 29
...
Sakura nunca teve dúvidas de que as coisas são muito mais fáceis quando falamos, ou pensamos, do que quando realmente vamos fazê-las. Inúmeras foram as ocasiões em que se viu nessa situação. E agora, aquela, era mais uma delas.
Ela respirava profundamente enquanto Sasuke a observava seriamente. Ele tentava manter os olhos no rosto dela, encorajando-a, mas, ao mesmo tempo, repreendendo-a. A maneira como ela estufava o peito, para dar passagem ao ar, lhe dizia que ela estava se forçando àquilo.
— Eu quero tentar. — ela disse.
— E você não escolhe o que quer! — ele afirmou para sim, para lembrar-se de que era algo involuntário. E que assim sendo, talvez, ela não estivesse mesmo se forçando.
Mas até então, ela estava tranquila — com relação à como iria se sentir depois que ele a tocar, isto é. E ela tinha consciência disso, mas estava disposta a tentar assim mesmo. Ela confiava nele, e precisava ajudá-lo a ajudá-la, pois sabia que aquela era uma barreira que não conseguiria quebrar sozinha, assim como ele não o faria. Era algo a ser vencido mutuamente. Além disso, ela achou que a adrenalina que sentiria por estar se despindo a céu aberto, em local público, talvez, fosse ajudá-la a superar a ansiedade e, por isso, não se importou com o frio ou com o local. Ela esperava que, dessa vez, quem sabe, o frio se tornasse seu aliado a fazendo distrair das lembranças que atormentava.
Só que a verdade era contrária.
Sem dizer mais nada, Sasuke tirou a camisa. Enquanto ela se desfazia da saia, ele se livrou do cinto e da calça. Depois, ao mesmo tempo, se desfizeram das roupas íntimas. E lá estava ela, completamente nua para ele. Mas ao invés da excitação que imaginou que sentiria, a frustração se assentou em seu lugar. As marcas no corpo dela eram tudo o que ele conseguia ver. Foi então que se deu conta de que nunca se perguntou o mais óbvio; o que mais importava. Cerrando os dentes, então, ele perguntou:
— Sakura... Aquele homem ainda faz isso? — cerrou o punho, só de pensar na possibilidade. Mas ela balançou a cabeça negativamente.
— Aquilo aconteceu só uma vez. Na verdade, quanto mais penso sobre isso, mais acredito que ele tenha feito apenas para me punir pela insistência. Acho que ele quis me mostrar que o que eu estava fazendo era errado... — Sasuke deixou uma golfada de ar escapar, sem entender.
— Então... Sua mãe descobriu e, por isso, ela te bate?
— Minha mãe descobriu, não sei como... Mas também não é ela quem me bate... — ela olhou para as luzes da cidade abaixo, se constrangendo.
Sasuke ficou olhando para o perfil do rosto dela, enquanto tentava processar aquelas informações. Quando se deu conta do que ela queria dizer, cobriu o rosto com as mãos, e segurou a cabeça com elas, sem acreditar naquilo.
— Você pune a si mesma pela burrice que fez? — perguntou.
Ela sorriu de canto, pela escolha da palavra dele.
— Antes fosse apenas por isso...
— Então?
— Meu padrasto não me bateu, mas também não foi gentil. Minha mãe tinha saído, e ele me empurrou pra cima da cama arrancando à força a minha roupa. Ele parecia tão furioso, que não ousei reclamar de nada por medo de receber um soco. Quando ele abriu minhas pernas e me penetrou... Senti como se uma navalha tivesse me cortado ali. Ele foi bruto. Apertava meus seios com força, e segurava meu pescoço como se quisesse me enforcar. E então, não senti, não ouvi, nem vi mais nada... Imagine uma criança de quinze anos, que nunca sequer havia visto um membro masculino, experimentando aquela dor... Até então, eu imaginava que, quando esse dia chegasse, seria o dia mais perfeito da minha vida por estar permitindo que a pessoa que amasse invadisse meu corpo... Quer dizer... Existe contato físico mais íntimo do que esse? Quando o homem entra no corpo da mulher? Não era para ser qualquer um a fazer aquilo! Eu fiz aquela proposta, sabendo o que aquilo significava, mas não achei que iria ser assim, tão ruim. Acho que entrei em estado de choque, e desmaiei por alguns segundos. E quando recobrei a consciência, ele ainda estava ali, em cima de mim, ofegando. Tudo nele era nojento. O hálito, o cheiro, os gemidos, o suor... Eu quis gritar, mas nada saiu da minha garganta. E então, de repente, eu pude enxergar a mim mesma do alto. Foi muito estranho... Eu me via como se não passasse de uma boneca, sem vida, embaixo do corpo de um animal faminto... Depois daquele dia, por pelo menos uma vez por semana, eu tive pesadelos com aquela cena, me lembrando e relembrando cada segundo que passou, cada sensação que senti... Lembrando-me de que morri, mesmo que por alguns segundos ou minutos. Agora, os pesadelos vêm uma vez por mês. Às vezes demora mais, mas eles continuam aparecendo à noite. Minha própria mente pune a mim mesma, me lembrando da estupidez que cometi, com todas aquelas sensações. — e então, a garota o olhou — Nós temos isso em comum, Sasuke. Nós dois nos sentimos vivos quando sentimos dor. — ela tentou sorrir, mas saiu numa careta estranha — Não foi por isso que você cortou a palma da mão?
Ele coçou a barba rala, tentando pensar em algo a dizer, mas a verdade é que nada lhe vinha em mente. Sequer conseguiu negar algo. Chegou a pensar o que faria no lugar dela, e achou que não teria feito o mesmo. Mas logo se deu conta de que a verdade é como ela mesma havia dito: nunca sabemos do que somos capazes, até que o momento chegue!
Então, a olhou novamente. Não havia marca recente no corpo dela, o que significava que seu último pesadelo ocorreu há um tempo. Ou seja, que o próximo logo aconteceria outra vez. Foi então que ele pensou em algo. A probabilidade de ela ter mais um pesadelo, se eles fizessem aquilo, naquele noite, era bastante considerável — tendo em vista que ela poderia reviver tudo outra vez quando a tocasse. E se assim fosse, ele poderia estar ao lado dela para impedi-la e, quem sabe, ajudá-la melhor a superar aquele trauma.
Mas e se estragasse tudo, e só piorasse a situação?, perguntou-se. A possibilidade também estava ali, e, por isso, ele hesitava se aproximar ainda mais dela. Já não sabia mais o que fazer.
Mas Sakura percebeu que ele vacilava. Suspirou, vendo-se obrigada a tomar mais aquela iniciativa também, e se aproximou dele. Meio sem jeito, ela pegou a mão do rapaz e a pousou sobre seu seio.
Sasuke percebeu que sua pele estava fria, e lembrou quando ela disse que não gostava do frio, por fazê-la se sentir como se estivesse morta. E se preocupou com a morte dupla em que ela estava se colocando. Mas como era uma opção dela, além de ver a determinação no rosto da garota, decidiu que não a impediria. O que poderia fazer, no mínimo, era esquentá-la.
Ele a envolveu em seus braços, colando seu corpo ao dela, e a beijou. Tomou cuidado para não fazer movimentos bruscos que pudessem pegá-la de surpresa. Em seguida, suavemente, colou as mãos nas costas macias e frias dela, deslizando lentamente o dedo sobre suas curvas.
Sakura permitiu que ele penetrasse sua língua quente e macia dentro de sua boca. Sempre que ele a beijava, se sentia quente, em êxtase. Seu beijo era capaz de fazê-la esquecer de todo o resto do mundo. Era como se somente eles existissem no universo.
Enquanto se embebedavam dos beijos, um saboreando o gosto do outro, Sasuke, lentamente, foi a conduzindo sobre suas roupas estiradas no chão. Cuidadosamente, se pôs por cima do corpo dela, para protegê-la do vento frio que ali soprava, quase uivante.
Já Sakura, se mantinha o tempo todo de olhos bem abertos, para vê-lo e lembrar-se de que estava com ele e não com o seu padrasto. Ela precisava se ver tocando o rosto, os cabelos, e a pele de Sasuke para ter certeza de que o rapaz não era uma ilusão da sua mente.
E então, ele desfaz o beijo, se erguendo sobre ela, para olhá-la no rosto. Sem dizer nada, apenas com um leve gesto de cabeça, ela lhe diz que está bem, e sorri de lábios colados para ele. Sasuke percebeu que ela respirava com alguma dificuldade, mas não soube dizer se era por prazer, nervosismo, ou esforço. Mas diante da resposta à pergunta não pronunciada, ele segue com seu plano. Sem tocar as mãos no corpo da garota, ele ia, lentamente, rolando os lábios sobre a pele dela. Beijou o pescoço, descendo até os ombros. Demorou-se por alguns segundo com os lábios sobre a pele dela, para apreciar o perfume doce de sua pele. Em seguida, ele desceu mais um pouco, até chegar entre os seios da moça. Ele beijou suavemente cada curva, e ainda lambeu-lhe os mamilos como se precisasse sentir o sabor de sua pele.
Sakura o observava, enquanto afundava os dedos nos cabeços dele. Às vezes, precisava desviar o olhar para qualquer outra coisa, por que a imagem de seu padrasto aparecia num flash rápido. Mas bastava piscar os olhos novamente, para enxergar o Sasuke ali. Ele a tocava tão docemente com os lábios, tão diferente daquele homem, que ela conseguia se manter mais calma do que pensava que conseguiria.
E Sasuke não sentia necessidade em se apressar. Por ele, poderia morrer ali, beijando a pele dela. Beijava cada centímetro de extensão do corpo da garota, para mostrar que dele apenas receberia carícias. E assim, ele foi descendo até o umbigo, chegando ao seu ventre.
Quanto mais ele descia, mais ela abria suas pernas, lentamente, para que ele pudesse encaixar-se no espaço. Mas ela se sentiu constrangida por deixá-lo vê-la naquele ângulo e, ora mordia os lábios, ora olhava para os lados para disfarçar o acanhamento que sentia. Sasuke viu que ela queria rir de algo, e logo se deu conta do que fosse. No entanto, ele manteve a seriedade, pois, para ele, aquilo não era um ato frívolo, leviano. Ele estava prestes a tocar a parte do corpo mais íntima dela, e sentia o peso da responsabilidade nas costas em satisfazê-la. Então, afastou as pernas dela mais um pouco, beijando sua parte íntima, massageando a virilha e a coxa.
Enquanto a estimulava, naquela região, Sasuke estranhou a si mesmo. Quando transava com outras, era impaciente e pulava boa parte, se não toda, das preliminares. Praticava o ato somente pelo prazer, e não se preocupava em saber se elas estavam mesmo sentindo algum prazer, ou se apenas fingiam. Mas ali, com Sakura, era diferente. Quando estava com ela, se deu conta que, na verdade, tudo era diferente.
E o primeiro toque foi estranho para ela. Quanto mais ele beijava, mais constrangida se sentia. Mas logo o constrangimento foi dando a vez para o prazer. Sasuke parecia saber onde tocá-la com suavidade, botando pressão na medida certa, quando necessário. E assim, aos poucos, ela foi cedendo mais e mais às carícias que ele fazia. Estar ali, naquele lugar também a ajudou. Se estivessem em um quarto, sobre uma cama, talvez fosse diferente. As lembranças seriam mais reais. Mas ali, debaixo das nuvens que passavam, com grama para todos os lados, a sensação que tinha era diferente. Sentia-se livre. Livre de algo que já não tinha mais certeza do que fosse. Talvez, livre da jaula invisível que a aprisionava, livre do passado, livre de sua própria mente.
Enquanto isso, ela sentia perfeitamente a língua do Sasuke explorar toda a região. A sensação era boa e quente. E então, ele começou a fazer sucção no clitóris dela, percebendo que ela relaxava mais. Sakura já começava a mexer o quadril, em reação ao prazer que começava a sentir. E o rapaz, em seguida, percebeu a vagina dela molhar. Sugou seu líquido, lambendo-a toda. Sakura já ofegava alto, se contorcendo no chão e se agarrando às roupas em baixo do corpo.
Lentamente, ele penetrou a ponta do dedo. Ao perceber o que ele fazia, de repente, ela se assustou. E olhou para ele, com certo receio. Tinha medo de sentir aquela mesma dor. E justo agora, que se sentia bem. Mas ele continuou com as carícias suaves, lhe dizendo que não a machucaria. Ela tentou relaxar mais uma vez, e o permitiu fazer o que tinha que ser feito.
Ele introduzia lentamente o dedo, e o retirava na mesma velocidade para não assustá-la. Aos poucos, vendo que ela voltava a relaxar, foi acelerando os movimentos. E ela se viu tão vidrada na sensação, que não percebeu quando ele introduziu mais um dedo.
Ela começou a gemer baixinho, quando ele decidiu que ela estaria pronta para o próximo passo. Após retirar os dedos de dentro dela, ele se deitou novamente por cima do corpo da garota, que o olhava curiosa.
Ele sussurrou no ouvido que iria penetrá-la, somente se ela o permitisse. Ela sorriu de canto e disse:
— Não pense que não notei que você não me deixou cometer o mesmo erro que você tinha medo de fazer, hoje cedo. Minha resposta é: Eu te amo.
Ele se lembrou do que ela mencionou minutos antes, sobre dar aquela permissão somente à pessoa que amasse, e sorriu. Mas não disse mais nada. Ele apenas pegou a carteira do bolso da calça, onde sempre guardava camisinhas. Descartou a embalagem e o vestiu.
Sakura o espiou por curiosidade. Sentiu-se constrangida por ver o membro dele tão rígido e inchado. Ainda sentiu um pouco de receio, mas tinha certeza de que deveria tentar aquilo. E em seguida, ele voltou a colar seu corpo ao dela.
Lentamente, foi introduzindo seu pênis. Ele observava cada reação que ela expressava. Mas Sakura apenas o olhava. Foi nesse momento em que seu coração bateu mais forte, por lembrar mais vividamente das sensações daquele dia. A impressão era quase a mesma, com a diferença de que Sasuke era mais cuidadoso e ela estava lubrificada, facilitando, assim, uma passagem sem dor. Seu padrasto havia sequer tomado cuidado com isso.
Quando seu membro foi completamente coberto, ele a beijou. Acariciou seus cabelos, descendo as mãos até os seios, certificando-se de que não a assustara. E, então, começou a movimentar-se naquele vai-e-vem. Ela estava quente, transpirando levemente sobre a pele macia. Ele acariciava mais os seios dela, dando atenção especial aos bicos rígidos que ela tinha. E ainda sussurrava coisas doces em seu ouvido, para lembrá-la de que era ele quem estava ali, com ela.
Os primeiros movimentos foram estranhos, mas, aos poucos, ela foi identificando o calor da pele dele, o perfume dos cabelos, a voz e os toques de Sasuke. As imagens de seu padrasto foram desaparecendo, e ela se permitiu sentir o prazer que ele queria lhe dar. E então, ela abraçou a cintura dele com as pernas, agarrando suas costas, para certificar-se de que ele não sairia de perto dela.
E quanto mais o tempo se passava, mais intensos seus movimentos iam ficando. Sakura, então, se viu ansiosa por mais daquela sensação, como se fosse algo necessário para a própria respiração. Movimentava o quadril no mesmo ritmo que ele, que, no entanto, quando se via prestes a atingir o ápice, cessava os movimentos. Pois não queria terminar aquela noite tão cedo. Precisava dar o máximo de afeto que ela tanto precisava receber.
Sakura gemia mais alto, completamente relaxada, abraçada a ele. Ao mesmo tempo, ela repetia o nome dele em sua mente, para gravar bem na memória aquele momento. E ele não parava de sussurrar as mesmas palavras e acariciá-la, enquanto se movimentava. Até que, então, Sakura foi sentindo aquela sensação explosiva se aproximar. Era uma sensação diferente, completamente nova para ela. Mas não pôde deixar de gostar daquilo. Era algo que a dominava por completo, limpando de sua mente qualquer outro pensamento que não fosse aquela sensação.
Sasuke sentiu os músculos da garota se contrair, quando teve seu orgasmo. Em seguida, ele deu mais uma acelerada para também chegar ao seu ápice, o que não precisou de muito tempo para acontecer.
Mas continuou ali, por cima dela, passando a mão nos cabelos cor de rosa da moça, enquanto esperavam que suas respirações voltassem ao normal. Ele olhava diretamente para o rosto dela, enquanto Sakura contemplava o céu escuro. A moça sentia-se bem; um pouco cansada, mas satisfeita. Sasuke lhe foi mais atencioso do que imaginava que poderia ser, com aquele jeitão de quem não se importava com nada. Ele foi simplesmente perfeito. E não conseguia acreditar que realmente tinha conseguido fazer aquilo.
Sasuke percebeu que ela parecia meio distante, distraída com pensamentos, e viu quando ela esboçou um leve sorriso por algo que lhe ocorreu. Mas aquela calma, o silêncio, a tranqüilidade e o aconchego de estar ali, por cima dela, eram tão bons que resolveu não atrapalhá-la.
Entretanto, Sakura percebeu pelo canto do olho que ele não tirava os olhos dela.
— Você não vai perguntar se foi bom para mim, quanto foi para você? — ela perguntou.
— Não, por que já sei que sou esplêndido.
— Esplêndido? — ela indagou, sarcasticamente, diante da confiança dele.
— Não concorda?
— Concordo. Mas apenas por que só tenho... Você sabe quem!, com quem comparar.
— Não deixo de ser esplêndido! Mas vou torcer para que você não tenha mais com quem comparar também.
— Vou torcer para isso também...
— Você está bem?
— Eu fui bem?
Ele estranhou a mudança sutil de assunto que ela sugeriu, mas resolveu não contestar já que ela não aparentava o contrário. Então, preferiu disfarçar e fingir que não percebeu nada, para não estragar o momento. Ele acreditava em haver momentos que era melhor mentir para si mesmo.
— Você quer a verdade, meia verdade, ou uma mentira?
Temendo a resposta verdadeira, ela preferiu a falsa.
— Uma mentira. — respondeu, perdendo o entusiasmo que tinha no rosto, até então.
— Bom, você foi péssima! Estupidamente horrível. — ele respondeu, fazendo careta para reforçar o que dizia.
Sakura revirou os olhos, mas não conteve o sorriso. Ela sabia que, provavelmente — e ainda diria “certamente” —, não tinha sido a melhor transa dele, mas decidiu não se torturar com esse tipo de pensamento. Pelo menos, por enquanto. Para ela bastava tê-lo ali, sorrindo com ela.
Eles passaram mais um tempo ali, abraçados, um aquecendo o outro com o próprio calor, jogando conversa fora com assuntos triviais. Estavam descontraídos, como às vezes faziam no intervalo das aulas. Mas quando ela deu o primeiro bocejo, anunciando o sono, ele se levantou e a ajudou a fazer o mesmo. Depois que se vestiram, subiram na moto e partiram.
Sasuke não perguntou onde ela queria ir, pois só havia um lugar ao qual poderia levá-la. Se ela fosse mesmo ter aquele pesadelo, precisava estar por perto. Ele estava curioso por ver como ela reagia ao pesadelo, e queria ver como ela se punia.
Notas finais
Sei que o hentai, no final das contas, ficou fraquinho. Foi proposital, pois não achei que adequado para essa história o uso de palavras mais fortes, como costumo usar nas minhas fics. Além disso, levando em consideração a situação delicada, digamos assim, deles, não caberia um hentai mais forte do que isso. Lembrem-se que ela foi abusada, e ele tinha consciência disso. E por isso ele não podia ter sido mais "agressivo" no ato para não estragar tudo. Seria estranho se ela aceitasse um ato mais intenso, logo na primeira vez deles; nao faria sentido, devido à situação... Por isso, até, que me foi complicado escrever esse capitulo, já que estou acostumada a escrever algo mais "hardcore". aiuhauiahui Bom, estou explicando isso, por que sei que tinha gente ansiosa pelo hentai T__T
Ah!, eu acho que a fic terminará no cap 31, pois ainda há uma coisa que quero mostrar.Além disso... Acho que consigo amenizar a tensao entre eles, de maneira que nao fique estranho para mais um hentai, mas mais forte, desta vez... Não sei... estou com umas ideias na cabeça, vou tentar fazer isso, para compensar... mas espero que tenham gostado, de qualquer forma, o romance..
Mais uma coisa... atualizei meu blog lá, com mais um tutorial. Desta vez, explico como adicionar a cicatriz do Kakashi no Ben T__T.
E é isso! bjss :***********
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