Revenge: O preço
24 Capítulo 24 - I love you!
Notas iniciais
Emma: A conheci em um jantar, nunca havia dado espaço para o amor sabe, mas ela era tão diferente e completamente insistente, me mostrou as melhores coisas que o mundo tinha a oferecer, cada medo que eu tinha ela me fez o perder de alguma forma, mal me importava com a Dreams, apenas gastava todo meu dinheiro sendo...feliz?! – seus olhos me encararam marejados, respirou fundo e voltou a olhar pra frente. – Foram dois anos em um paraíso mental, eu tinha certeza que havia achado meu final feliz.
Regina: E o que aconteceu Emma?
Emma: De um dia pro outro ela se distanciou, então recebi umas mensagens anônimas com fotos dela com um empresário multimilionário trocando caricias em um restaurante, mas ignorei aquilo. Estava cega e perdidamente apaixonada por aquela ruiva maldita. – Emma dizia entredentes. – Mas as dúvidas me corroíam demais pra que eu pudesse ficar quieta, decidi testa-la, falei que a empresa estava passando por problemas financeiros graves e tudo que eu tinha pra oferecê-la era meu amor, você tinha que ver a decepção nos olhos dela. A única coisa que ousou falar foi “Ao menos a suíte que você me deu ainda é minha?”, foi aí que a ficha caiu e eu percebi o quanto estava sendo feita de idiota, a única coisa que ela amava era o dinheiro, meu dinheiro. – a raiva em sua voz era nítida. –
Regina: Meu Deus Emma! Que mulherzinha baixa, uma vagabunda. Não merecia você. – a olhei com carinho, não havia muito o que ser dito. –
Emma: Se fosse só isso Regina teria sido ótimo! – lágrimas desceram de seus olhos, fiz um gesto para que ela continuasse. – Recebi outra mensagem anônima, dessa vez dizia que ela havia entrado acompanhada em sua suíte, precisava ter certeza daquilo, juro que não acreditei que ela fosse capaz de ir tão longe, afinal, ainda estávamos juntas. Então um dos empregados da Dreams abriu a porta pra mim e dei de cara com ela dormindo sobre o peito de um homem. – Emma passou a chorar como uma criança. – Mas não era qualquer homem Regina, ela foi pra cama com... com meu irmão. – o choro de Emma era um desabafo, fiquei completamente chocada com aquilo. –
Regina: Ele a viu? O que você fez? – paralisei –
Emma: Ele estava dormindo, Ruby estava ao meu lado e tampou minha boca antes que eu pudesse gritar. Sai dali correndo, os empregados do hotel prometeram guardar segredo e é assim desde então. Me distanciei de Killian, por um momento queria culpa-lo mas de fato ele não teve culpa alguma, não sabia de nada e ela foi perversa suficiente para enganar a nós dois. Aquela sereia me afogou até a morte. Esteve comigo por dinheiro o tempo inteiro, em nenhum momento ela me amou. Neal e Ruby ficaram ao meu lado o tempo todo, se não fosse por Neal nem sei se estaria aqui agora.
Regina: Eu sinto muito Emma, sinto muito mesmo! – a abracei forte até que a loira desabou novamente em meus braços, aos poucos voltando ao normal. – Ruby sabe de você? – ela apenas assentiu que sim limpando as lágrimas e se afastando. Fiquei completamente surpresa. – Quem te mandou tais mensagens anônimas?
Emma: Eu nunca descobri o autor das mensagens, mas isso nunca me trouxe problemas, ela mesma deve ter feito isso.
Regina: Minha nossa, que filha da mãe! – era tudo que eu conseguia dizer. Ficamos em silêncio um tempo. –
Emma: Desculpa, é muito drama pra Regina Mills aguentar! – a loira disse ironizando-me enxugando suas lágrimas. – Não sei como um ser humano pode ser tão perverso a ponto de se aproximar e iludir alguém somente por algum interesse. Essa é uma dor que não se causa a ninguém.
A história de Emma me deixou sem palavras, Emma jamais merecia sentir uma dor como essa, agora eu podia entender porque ela se protegia tanto e fazia de tudo para honrar seu noivado com Neal. Suas últimas palavras cortaram-me o peito, o que essa tal ruiva havia feito não era muito diferente do que eu estava fazendo com Killian e até mesmo com ela, nesse momento eu quis sumir dali e voltar imediatamente para StoryBrooke, tinha que proteger Emma da pior ameaça, eu.
Regina: Nada justifica o que ela fez com você, mas até mesmo os piores atos têm seus motivos Emma. – falava mais de mim do que da tal mulher fazendo Emma me olhar confusa. – Ninguém mais a machucará dessa maneira Swan, ninguém. – “exceto eu”, pensei. A puxei para meus braços e ficamos um tempo assim, abraçadas enquanto eu acariciava os cabelos loiros da mulher que podia acabar com meu projeto de uma vida inteira: minha vingança. – Como essa infeliz se chama?
Emma: Não tem importância. Onde quer que ela esteja, espero que no inferno aliás, não pode mais me afetar, tudo o que ela fez me deixou forte. Estou curada desse passado embora doa lembrar. – a loira disse olhando em meus olhos enquanto seus braços se entrelaçavam em minha cintura. –
Regina: Neal. – sussurrei – Vocês merecem a felicidade! – fitei o chão. – Apesar de eu e Ruby não irmos com a cara dele, queremos a mesma coisa: que você tenha seu final feliz. – a encarei com um sorriso torto. –
Emma: Sabe porque Ruby o detesta? – assenti que não. – Porque ela sabe que não é ele. O amo, mas não é ele. – engoli a seco ao ouvir aquilo, no fundo eu torci pra que não fosse eu. Embora soubesse. –
Regina: E quem é Emma? – falei por impulso me arrependendo em seguida. –
Emma: Vim a Bahamas pra descobrir, ou melhor, ter certeza. – meu coração saltou pela boca ao ouvir aquilo, mas antes que eu pudesse pensar em correr, os lábios de Swan roçaram aos meus com tranquilidade me deixando paralisada. –
A língua de Emma adentrou minha boca e demos inicio a um beijo calmo, suave e cheio de sentimentos que pareciam começar a aparecer. Minhas mãos passeavam pelo corpo da loira ora com a ponta dos dedos ora com minhas unhas(curtas), a loira encostou-se na sacada puxando meu corpo contra o seu com força, nosso beijo cada vez mais intenso nos avisava do que viria a seguir, entretanto um medo invadiu meu peito de uma maneira devastadora. Não podia causar essa dor a Emma, se ela estivesse de fato apaixonada por mim, não teria como voltar atrás, Emma Swan nunca amaria outra vez e eu nunca seria feliz mesmo depois de me vingar de David Swan.
Regina: Está tarde! – sussurrei ainda com os lábios grudados aos seus. – Preciso descansar, boa noite Swan! – sorri sem graça indo em direção ao quarto até que Emma me puxou com delicadeza pelo braço. –
Emma: Ei, o que foi? – a loira olhou em meus olhos segurando meu rosto com as duas mãos. – Aliás, está maior calor aqui Regina, não sei o que está fazendo com esse Hobby todo fechado, vem cá, vou tirar pra você. – tentei me afastar de Emma sem sucesso, não pude evitar que a loira com sua força superior puxasse a faixa de seda que prendia meu hobby, ele se abriu por completo revelando minha lingerie deixando-a boquiaberta. – Cela ne peut pas être vrai. (isso não pode ser verdade)
Regina: A última vez que você abriu meu hobby não teve a melhor visão de todas, queria compensa-la. – rimos ao lembrarmos do que havia ocorrido, abaixei a cabeça sem graça, coisa incomum para mim. – Odeio seu sotaque francês! – a encarei sínica com as duas mãos em seu pescoço. –
Emma: Porque odeia Regina? Parce que vous détestez? – meu sexo pulsou ao ouvi-la novamente. –
Regina: Porque me deixa... completamente excitada e fora de mim. Muito fora de mim. – não conseguia pensar, ou melhor, não queria pensar. Queria Emma pra mim, a desejava com todas as minhas forças, e seja quais forem as consequências, resolverei depois. –
Emma: Eu vou fazer você sentir coisas que nunca sentiu ou irá sentir em sua vida Regina Mills! – tirou meu hobby que escorreu até o chão. –
Nos beijamos com vontade, nossas línguas lutavam por cada vez mais espaço dentro da boca uma da outra, deslizei meus lábios pelo pescoço e colo de Swan que já estava completamente entregue, a segurei pela mão e caminhamos suíte a dentro, joguei Emma sobre a cama e encarei seu corpo enquanto ela fazia o mesmo comigo, mordia os lábios e me chamava somente com o olhar, subi em cima da loira a deixando entre minhas pernas, nosso beijo intenso revelava o quanto nos queríamos. Emma passou a beijar meu pescoço e colo enquanto suas mãos percorriam minhas costas abrindo meu sutiã e o jogando longe, meus seios rígidos em seu rosto a provocava, sua boca foi de encontro ao meu seio esquerdo, mas antes de chegar puxei-a pelo cabelo com força fazendo-a me olhar: “Quer? Quer chupar Swan?” A loira balançou a cabeça dizendo que sim sorrindo maliciosa ao final, sem perder mais tempo pressionei sua cabeça sobre meu seio deixando que ela se deliciasse como queria, sua mão direito foi descendo sobre minha barriga, cintura, bunda e voltou para frente sentindo meu sexo já encharcado de tesão, ficou ali massageando meu clitóris por cima da calcinha me fazendo rebolar em seus dedos. A empurrei para trás e tirei sua blusa com pressa, seus bicos rígidos me chamavam, cai de boca em seus seios chupando, sugando e mordendo ora um ora outro. Fiquei em pé na cama e encarando aqueles olhos comecei a tirar a cinta liga e a calcinha, ajoelhei-me sobre o rosto de Emma que apertou minha bunda e sussurrou pra que eu rebolasse e assim o fiz, sua língua explorava todo o meu sexo, contrai meus músculos embriagada de prazer e gozei na boca da loira que tratou de beber tudo. Cai pro lado buscando recuperar as forças, Emma deitou sobre meu peito acariciando meus seios.
Regina: Cansou Swan? Nem começamos ainda. – a joguei pro lado subindo em cima da loira, fui descendo meus beijos por todo seu corpo, ora lambendo ora beijando. Seus gemidos me enlouqueciam. Desci seu short junto com a calcinha com pressa tendo aquela visão maravilhosa, beijei a parte interna de suas coxas e beijei seu sexo com carinho fazendo a loira gemer e se abrir ainda mais. – Pede Swan, pede pra eu te chupar e te fazer gozar como uma puta pede.
Emma: Me chupa logo, por favor. Me mostra o quanto você é boa nisso. – sua voz sussurrada e desafiadora me tirou dos eixos de vez. –
Lambia seu sexo com desejo e saudade, minha língua explorava cada local focando nos lugares que mais fazia Emma gemer, lambi meus dedos e introduzi dois de uma única vez a fazendo se contorcer na cama, dava investidas cada vez mais rápidas enquanto a encarava gemer e delirar, não demorou muito pra que Emma gozasse, tirei meus dedos e tratei de lamber até a ultima gota de seu néctar. Voltei a beija-la com vontade, roçava devagar meu sexo no dela enquanto a loira se recuperava, não demorou muito para que Emma me puxasse e me colocasse de joelhos de frente para as vidraças ficando de joelhos atrás de mim, seu sexo em minha bunda me fazia delirar, suas mãos massageavam meus seios enquanto seus lábios beijavam e lambiam meus ombros, costas e nuca. Cheguei a achar que ficaria só naquilo até que fui surpreendida com um forte puxão de cabelo, com a cabeça arqueada para trás Emma foi descendo sua mão livre pelo meu corpo massageando meus seios, arranhando de leve minha barriga até chegar em minha intimidade: “minha, só minha!” a loira sussurrava enquanto massageava meu clitóris com movimentos cada vez mais rápidos: “sua, só sua!” Sussurrei entre gemidos abafados até que senti dois dedos me penetrarem de uma só vez, Emma dava investidas fortes e rápidas enquanto puxava meu cabelo e eu rebolava freneticamente em seus dedos tendo toda a linda visão de Bahamas sob nossos olhos, não demorou para que eu gozasse novamente em seus dedos, ela me jogou na cama e sugou tudo outra vez me deixando acabada e foi assim durante toda a noite, fizemos amor de todos os jeitos que queríamos. A luz já entrava pelas vidraças, exaustas apenas fechamos as cortinas deixando o quarto novamente escuro e deitei sobre o peito da loira que me abraçou forte.
Emma: Como consegue ser tão maravilhosa em Mills? – a loira disse acariciando meus cabelos. –
Regina: Da mesma forma que você meu amor! – eu a chamei de meu amor? Não acredito! Droga! Já está feito. – Agora vamos dormir porque temos muito trabalho amanhã.
Emma: Temos? – sua voz soou birrenta como uma criança e fez bico, tão linda! – Por mim não saia dessa cama nunca mais. – sorrimos em concordância. – Boa noite Regina!
Regina: Boa noite Emma! – a encarei de um jeito doce que eu não sabia que ainda existia em mim, acariciei seu rosto e antes que eu pudesse deitar em seu peito outra vez a loira segurou meu rosto com doçura e disse algo que eu não estava preparada para ouvir. –
Emma: Eu te amo!
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