Revenge Is Never Sweet
8 Violating Rules.
— Eu não posso acreditar que Meadows e Lisa são irmãs. – Emily jogou os arquivos no chão. – Como não conseguimos isso?
— Penelope descobriria isso logo. – Rossi começou a se sentir mal. – E Spencer listaria as estatísticas disso tudo ser real.
— Não temos escolha. – Emily suspirou. – Se Meadows e Lisa foram separadas depois de nascerem e a mãe de Meadows entrar para o culto, precisamos descobrir.
— Você vai chamar Kevin? – Rossi tinha um olhar machucado. – Você sabe o que ele fez a ela no passado. E o quanto isso fez mal a Derek quando descobriu.
— Nunca mais quero ver Kevin Lynch. – Emily ficou brava. – Não depois que ele a estapeou por deixar ele.
— Então? – Rossi não entendeu. – Quem você vai chamar.
— Abby Sciuto. – Emily respondeu. – A namorada secreta de Spencer.
Rossi foi surpreendido pela segunda vez. Indo até a gaveta de Reid, ele conseguiu encontrar algo.
Hey Spencer.
Estou feliz que finalmente estamos namorando. Volto de Londres na semana que vem e podemos enfim definir o próximo passo.
Com amor,
Abby.
Rossi sorriu. Abrindo a gaveta de Luke, ele encontrou uma caixa de anel. Não era nada que Lisa usaria, no entanto. Era mais extravagante e bonito. Com um diamante cor de rosa. E tinha um efeito de arco íris por dentro.
Ele não entendeu porque Luke aceitou morar com Lisa se estava apaixonado por Penelope. A técnica curvilínea merecia ser feliz. E ela seria assim que fosse resgatada.
Luke passou por ele em uma fúria inimaginável. Ele não registrou que Rossi tinha o anel em suas mãos.
— Luke! – Emily veio logo atrás. – Posso ao menos explicar?
— Explicar? – Luke estava bravo. – Explicar que eu estou fora da investigação quando já se passam quatro dias?
— Você sabe que eu não deveria ter deixado você naquela sala. – Emily gritou de volta. – Vá para casa, Alvez, esfrie a cabeça. Nós te ligamos se algo mudar.
Quando o elevador se fechou, Luke ligou para a única pessoa que poderia confiar no momento.
— Cara, eu sei que é tarde, mas eu preciso de um favor. – Luke respirou fundo. – Eu não posso usar minha arma de serviço e eu quero uma arma fria. Eu não me importo com as regras agora. Só quero meus amigos.
Matt sabia que o que estava fazendo era errado, mas tanto Reid quanto Garcia eram seus amigos.
Entregando o saco de papel com arma, munição extra e dinheiro ele se despediu de Luke.
Voltando para casa, Kristy o abraçou. Era duro para ela ainda ter sido feita refém e ela sabia o que Penelope estava passando. Ela estaria lá para ela depois.
— Ele não quis me ouvir. – Matt lamentou. – Ele está apostando tudo nisso.
— Luke está apaixonado, Matt. – Kristy lembrou. – Eu vi como ele e Penelope se olham.
— O que ela está fazendo com eles? – Matt pediu a esposa. – E por que ele está fazendo isso?
Ela não tinha uma resposta.
Virginia rural...
Local desconhecido...
— Penelope? – A voz de Cat a chamou. – Está pronta para começar a me contar qualquer coisa?
— Sim. – Penelope não podia dizer não. – Eu estou pronta.
— Você está agindo de acordo. – Cat riu e Lindsey entrou. – Em suas veias está correndo soro da verdade. Você só pode dizer a verdade. Sobre qualquer coisa que eu perguntar.
— Por favor. – Pen tentou se mexer. – Me deixe ir embora.
— Não nessa sua vida. – Cat riu. – Agora, Penelope Grace Garcia. Eu quero saber sobre sua relação com Luke Alvez. O que você sente sobre ele?
— Eu o amo. – Penelope corou. – Toda a vez que estamos juntos, eu tenho vontade de puxar ele para um quartinho e foder com ele a noite toda.
Cat riu com a confissão. Se ela jogasse bem, ela poderia foder Spencer depois de matar Garcia.
— Verdade Pen? – Lindsay fez questão de provocar. – Você era um hacker antes do FBI. Sente falta disso?
— Sim. – Pen se rendeu. – Eu sinto falta disso. Mas gosto de trabalhar para o FBI.
— Eu posso resolver isso. – Cat fez questão de trazer um laptop. – Tudo o que basta é me dar sua senha de acesso aos portais da B.A.U e deixar acontecer.
Penelope tentou morder a língua. Ela não daria esse prazer a Cat.
Cat viu que não conseguiria nada com Penelope. A técnica era muito mais forte que ela previu.
— Traga Spencer! – Lindsay ordenou. – Se ela não dar por bem, vai ser por mal.
Spencer foi trazido rudemente para cima. Ao ver Penelope deitada em uma cama de tortura, fez Reid tentar fugir. Ele viu o lugar da porta e percebeu que havia cinco ou seis rotas de fuga.
Ele conseguiria fugir e depois, ele precisava trazer a equipe e salvar Garcia.
Mas mesmo isso se tornou segundo na lista. Penelope já estava fraca, se Cat ou Lindsay resolvessem bater mais nela, as coisas seriam piores.
— Nunca mais tente fugir. – Lindsey o empurrou na direção de Garcia. – Eu mato sua amiga gorda antes de ela respirar.
— como você passou daquela menina doce para isso? – Spencer queria descobrir. — A menina que sobreviveu a um sequestro. Que viu sua amiga morrer.
— Pessoas mudam. – Lindsey desdenhou. – Eu mudei.
— As pessoas não mudam desse jeito. – Reid olhou ela nos olhos. – Você tentou matar minha mãe e agora está tentando acabar com minha amiga e comigo.
— Vá em frente. – Lindsey o empurrou. – Vá ficar com sua amiga.
Ele caiu na frente de Penelope, agora de olhos fechados. Ela parecia em um estado drogada.
Ele a tiraria daqui. Ele tiraria ambos desse lugar e se certificaria que ela ficasse com Luke.
Harrisonburg, Virginia.
Luke entrou no hotel da que acabara de chegar. Ele não tinha noção de o porquê parou aqui.
— Está aqui a negócios? – O gerente perguntou. – Ou é mulher?
— Nenhum dos dois. – Luke respondeu. – Estou aqui por algo muito mais do que pessoal.
— Boa sorte. – O homem entregou a chave. – Espero que encontre o que procura.
Luke sorriu. Um de seus contatos vivia aqui e ele estava disposto a ajudar extraoficialmente.
B.A.U
Abby Sciuto entrou pelas portas de vidro da B.A.U. ela e Spencer estavam namorando por quatro meses em segredo. Logo depois que ela saiu da NCIS e começou a fundação. Ela criou laços com Garcia logo depois.
Emily olhou para a jovem de cabelos pretos e tatuagem no pescoço. Ela não conseguia entender o que Reid via nela.
— Abby? – Emily deu um passo à frente. – Emily Prentiss. Chefe de Reid.
— Eu sei. – Abby foi sincera. – Eu vou pular a parte do “ eu estou namorando Spencer e sou amiga de Garcia”. Meu namorado e minha amiga estão em perigo e eu vou me instalar na sala dela.
— Eu te levo. – Rossi se ofereceu. – Tente entrar em contato com Luke. Algo me diz que ele está tramando algo.
Rossi acompanhou Abby até o escritório de Garcia. Ele sabia que poderia confiar nela. Se Spencer a tivesse escolhido, ela era confiável.
— Tentei quatro vezes o celular de Luke e nada. – Emily respondeu. – Dave, eu não gosto disso.
— Só podemos esperar que ele saiba o que está fazendo. – Rossi suspirou. – Precisamos de Matt, JJ e Lewis aqui.
— Eu os deixei descansar. – Emily respirou. – JJ está tendo problemas em aceitar isso.
Virginia rural...
Local desconhecido...
Depois de uma sessão de tortura, Reid foi amarrado ao lado de Garcia por apenas uma mão. Puxando Garcia para si mesmo, ele a observou dormindo.
— Eu sinto muito, Pen. – Ele beijou sua testa. – Só espero que eles nos encontrem.
Reid fechou os olhos. Mas ele não dormiu tranquilo. E nem dormiria. Amanhã seria a vez dele.
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