Notas iniciais
Aloooooooooooooo....
Tem alguém ai ainda???
Rs...
Quem quer me matar levanta a mão O/.
Bom... Primeiramente e tradicionalmente quero agradecer as ultimas recomendações das lindonas Reeh Bertília, Lili Swan, May Black, Laiza, Sabrynna Black, e Solara. Valeu amoras que recomendaram mesmo quando a FIC já tinha entrando em Hiatus, isso me deu uma injeção de animo enorme pra estar postando aqui hoje. Amo vocês meninas muito, muito e muito obrigada mesmo, capitulo dedicado especialmente a vocês.
Bom... Agora vou deixar vcs leram, pois acredito que estão furiosamente curiosas né? Porem peço encarecidamente que leiam as notinhas finais antes de pedirem nossas cabeças combinado?
Boa leitura. (que saudades de escrever isso *-*)

POV Renesmee


Acordei mais um dia sem disposição alguma para sair da cama. Pelo barulho que ouvia lá de fora eu sabia que era mais uma chuvosa manhã em Forks. Rolei para o lado e resolvi ficar na cama mesmo, eu não tinha vontade de levantar, pois não tinha nada pra fazer, ninguém pra conversar e muito menos algo que pudesse sonhar.

Apalpei a cama vazia e mais uma vez lamentei a situação na qual eu me encontrava, nem em meus piores pesadelos eu me imaginei com um destino assim.

Há um pouco mais de quatro meses todos os meus sonhos de ser feliz foram destruídos aqui mesmo nessa maldita casa que mesmo aberta e luxuosa, aos meus olhos, não passa de uma prisão triste e vazia. Na primeira manhã que acordei aqui eu pude finalmente conhecer o mistério que se escondia atrás dos intrigantes olhos negros de Jacob Black. Na verdade eu acho que no fundo eu sempre soube, sempre desconfiei que havia algo oculto pro trás de seu olhar. Mesmo ele sempre sendo tão perfeito, e me pergunto por que eu não desconfiei de tanta perfeição? Apesar de sempre sentir que havia algo mais, algo que até então eu não conseguia decifrar, mas nunca imaginei que fosse algo ruim ou maldoso. Nunca imaginei que ele guardava tanto rancor e que eu seria o seu objeto de vingança.

Naquela manhã em que eu o confrontei e ele me revelou a cruel verdade escondida há sete chaves dentro dele mesmo, sua mascara por fim caiu e eu pude conhecer sua verdadeira face. A face de um homem transtornado e guiado pelo ódio, um homem que não enxergava nada e não ser sua própria raiva e nada além de seu terrível desejo de vingança!

Jacob odeia minha família e pretende destruí-la, a principio eu fiquei chocada com sua atitude eu queria sair dali e nunca mais voltar a vê-lo. Lembro-me exatamente de suas palavras e de como me senti.

O seu pai matou a minha a mãe! EDWARD CULLEN É UM MALDITO ASSASSINO e o resto da sua família é tão nojenta quanto ele, pois o encobertou, ninguém daquela família presta, INCLUINDO VOCÊ.

Fiquei confusa com suas palavras e não conseguia entender, até então eu confiava na integridade do pai.

– E a única razão de eu ter me casado com você foi por vingança! Foi assim que consegui descobri toda a sujeira que a renomada família Cullen esconde. Mas para isso eu tive que me aproximar e ganhar a confiança do papai Edward Cullen foi então resolvi me vingar por você. A princesinha do papai! Foi minha jogada de mestre e pode me cumprimentar por minha atuação que na verdade nem foi tão difícil, você estava tão carente de atenção Renesmee que bastou uma pegada bem dada e umas palavras românticas para você vir correndo pros meus braços.

Ouvi aquelas palavras vindas dele, do homem que eu tanto amo doeram mais do que qualquer agressão física saber que fui usada somente em seu jogo sujo de se vingar do meu pai era humilhante, me senti uma tola por ter acreditado nele, mas eu não ia permitir que ele ofendesse minha família, ainda mais sendo que ele não tinha razões para isso, me levantei num rompante e sem pensar lhe deferi um tapa no rosto.

– MENTIRA! MINHA FAMÍLIA NÃO É ASSIM.

Ele se voltou pra mim com um sorriso irônico e debochado nos lábios, sorriso esse que eu nunca tinha visto.

– Tem certeza? VOCÊ VAI PAGAR PRA VER RENESMEE?

Há principio eu queria enfrenta-lo e dizer que sim, mas em um rompante surgiu um flash de uma briga dos meus pais “Foi um acidente Bella, não era para ter acontecido” será que meu pai realmente escondia um segredo? Lembro que naquele momento eu quase perdi o chão quando ao lidar com a possibilidade de Jacob estar certo, conformada e cautelosa pude somente aceitar meu destino e como reação apenas abaixei minha cabeça eu suportaria o que fosse para defender minha família.


Jake pegou suas coisas e levou para outro quarto alegando que não precisava mais ter que fingir e que agora podia se ver livre de mim. Achei sua atitude bastante pertinente porque nem eu mesma o queria ter por perto. Sozinha eu podia sofrer e chorar a vontade. E foi o que fiz chorei por dias depois daquela discussão. Por fim depois do impacto daquela triste e cruel realidade eu fui me conformando e ao poucos a razão foi tomando conta novamente e eu pude enxergar melhor toda a situação e entender um pouco do homem que eu acabara de conhecer.

Sempre fui boa em ler as pessoas, me orgulhava disso e de uma coisa eu tinha certeza Jake me amava. Eu podia ver em seus olhos, pude ver o conflito neles quando ele me tomou pra si em nossa primeira vez juntos, na hora não entendi bem o que era, mas agora eu consigo ver tudo perfeitamente bem. Ele vivia em batalha com seus próprios sentimentos e por isso agiu tão estranho em nossa lua de mel. Se apaixonar por mim não fazia parte do plano e ele ficou desnorteado quando descobriu isso. Ele se apaixonou pela filha do homem que ele mais odeia no mundo. E o que me deixa triste ainda é saber que o seu amor por mim não é o suficiente pra ele esquecer tudo e ser feliz comigo. Sim ele me amava, mas o seu ódio e seu desejo de vingança eram maiores.

Mas eu não iria desistir de fazê-lo recuperar a razão se é que um dia ele já a possuiu. Nestes quatro meses que se passaram eu mudei minha postura, decidi por não bater de frente. Apesar de sempre o encarar de cabeça erguida, mas tento vencer a sua raiva com carinho. Com pequenos e singelos gestos, mal nos falamos e vez ou outra ele vem dormir comigo e eu burra acabo cedendo. Quando o momento termina me sinto um lixo, tola e idiota por ceder a ele, mas no fundo eu sei que não é apenas desejo, pois dia após dia eu assisto ele lutar contra o que sente por mim. Eu vejo ele se destruir e se enganar. Sinto sua raiva de tudo e de todos, mas principalmente por si mesmo, eu vejo tudo isso inconformada, por que diabos tinha que ser ele? Eu nunca quis me apaixonar, nunca sonhei com isso de família e filhos e quando finalmente aceito essa possibilidade tinha que surgir justo ele em meu caminho? Por diversas vezes eu quis matar esse amor dentro de mim, sufoca-lo até não restar nada, seria bem mais fácil, assim eu poderia sentir por ele o mesmo ódio que ele carrega por minha família, mas foi impossível, mesmo tendo todos os motivos do mundo para odiá-lo eu ainda o amo. E então nós dois vivemos nesse trágico impasse ele me odeia por me amar e eu o amo de volta me odiando por ama-lo. Chega a ser doentio e eu mesma me repudio por pensar, agir, sentir e viver assim.

Ainda acredito que no fundo ele seja um homem bom que se tornou a amargurado devido ao que sofreu. Já tentei, mas não consigo me imaginar na lugar dele, pois eu sempre tive minha família por perto e tirando minha mãe todos sempre me apoiaram e amaram. Por algumas vezes eu tentei conhecer melhor a história da família de Jacob, mas era quase impossível já que eu não tinha contato com mais ninguém longe da presença dele, pois quando eu saía de casa era sempre com ele. Lee foi morar em Seattle para fazer faculdade de contabilidade e ficar mais perto de Sam. Lógico que Jake mexeu os pauzinhos para que ela começasse no meio do semestre mesmo, acredito que ele fez isso de propósito para afastá-la de mim. Mal vejo minha família e quando vejo é sempre sobre os olhos atentos de Jacob, tia Alice está sempre ocupada quando não é com a loja é com o casamento que até hoje não saiu. Sempre quando falo com qualquer um deles tenho que atuar fingindo ter um casamento e a vida dos sonhos. Nesses momentos eu me aproveito para ter mais do Jake, pois posso ficar ao seu lado, posso tocá-lo e até mesmo trocarmos alguns beijos, o que é raro acontecer quando estamos a sós. Para alguns eu seria louca, e pensando bem eu acho que estava ficando mesmo, mas estava disposta a fazer o Jake me amar mais do que odeia a minha família.

Certa vez quando fomos a La Push pude ficar um pouco sozinha com tia Sue e ela me contou que a mãe de Jacob morreu lá mesmo na reserva e que na época muito se comentou que tinha sido devido a uma medicação errada aplicada por um medico ainda residente, mas ela não sabia quem era segundo ela o pai de Jacob ficou louco e quase doente de tristeza. Ela me disse que ele não enlouqueceu por causa dos filhos. Ele fez de tudo, mas não teve como provar o erro e o caso foi abafado. Por isso Billy decidiu ir embora com Jake que ainda era muito pequeno e Rachel que tinha meses de idade. A culpa me correu por dentro eu tinha minhas dúvidas, mas eu me negava acreditar que aquele residente era meu pai, ele sempre foi tão responsável. Será mesmo que foi ele quem destruiu a família de Jacob? Se for esse o caso com certeza meu avô encobriu com ajuda do tio Emmett. Até hoje não tive a oportunidade para conversar com ele sobre isso, mas um dia ainda pretendo fazê-lo afinal Jake diz que tem algo nas mãos que destruiria a todos nós, será que existe algo mais escondido que eu não saiba?

***

Só sai do meu quarto para almoçar e depois voltei pra lá onde passei a tarde lendo um livro qualquer. Depois de um tempo senti abafada naquele lugar, aquelas quatro paredes já estavam me enlouquecendo. Saí de lá caminhando pela casa sem destino, quando dei por mim já estava na sala de jantar, lá em um canto estava o piano branco que tínhamos comprado quando decoramos a casa, Jacob na época disse que fazia questão de ter um para que eu tocasse para ele e para nossos filhos, mandei montá-lo e afiná-lo,, mas nunca cheguei a tocar. Sentei-me nele e comecei a dedilhar as teclas pra passar o tempo. Logo a canção que campus para ele fluía pela sala. As notas que antes pra mim soavam com amor e emoção, agora soavam tristes assim como as lágrimas teimosas que rolavam por minha face. Quando terminei eu já não enxergava mais nada com a visão totalmente embasada pelo choro, debrucei sobre o instrumento e deixei que elas caíssem, pacientemente eu esperei para que a dor diminuísse sabia que ela não passaria, mas pelo menos diminuísse para que eu pudesse me recompor.

De tudo o que mais me doía era saber que ele tinha escolhido continuar cego pelo ódio ao invés de esquecer, perdoar e ser feliz. Pensar nisso me fez lembrar de uma das primeiras musicas que meu pai me ensinou a tocar, levantei o corpo e me deixei novamente ser levada pela melodia de Wish You Were Here.

Enquanto tocava eu me lembrava da letra da musica que parecia ser composta para nós, quando percebi eu já a cantava baixinho com a voz embargada, as lagrimas já não saiam mais, mas a dor no meu peito ainda era enorme.

Então, então você acha que consegue distinguir
O céu do inferno
Céus azuis da dor
Você consegue distinguir um campo verde
de um frio trilho de aço?
Um sorriso de um véu?
Você acha que consegue distinguir?

Fizeram você trocar
Seus heróis por fantasmas?
Cinzas quentes por árvores?
Ar quente por uma brisa fria?
Conforto frio por mudança?
Você trocou
Uma pequena participação na guerra
Por um papel principal numa cela?

Como eu queria
Como eu queria que você estivesse aqui
Somos apenas duas almas perdidas
Nadando num aquário
Ano após ano
Correndo sobre o mesmo velho chão
O que encontramos?
Os mesmos velhos medos
Queria que você estivesse aqui

Não sei por quanto tempo fique ali, nem mesmo percebi quando ele chegou, isso pra mim não fazia a menor diferença, sempre era da mesma forma ele chegava em casa tomava banho e ia para o escritório beber. Ultimamente ele tinha adquirido esse habito, eu não gostava daquilo, porém eu nada podia fazer, só soube que ele havia chegado quando o ouvi me chamando num único grito forte e irritado senti um frio correr por minha espinha, o que tinha acontecido agora? Repentinamente parei de tocar devido ao susto e esperei que me coração voltasse a bater.

Respirei fundo varias vezes para me acalmar e recompor, me chequei no reflexo do piano e por sorte eu não estava com cara de choro. Coloquei minha melhor mascara de indiferença e fui para sala de estar hesitante, porém sem demonstrar medo. Como sempre seu olhar frio pousava sobre mim.

– Pode, por favor, me explicar o que é isso?


POV Jacob


Cheguei em casa do trabalho e antes mesmo de entrar em casa fui surpreendido pela doce e triste melodia de uma musica que pude reconhecer na hora, não me lembrava o nome mas tinha certeza que era do Pink Floyd, sempre gostei da banda e gostava ainda mais daquela musica em especial, fiquei ouvindo por um tempo e me lembrando da letra acabei me identificando com ela, soube na hora o por quê Renesmee a tocava. Ela estava triste.

Entrei em casa ainda prestando atenção ao som e como de costume peguei as correspondências que ficavam sempre na mesinha perto da porta, dentre elas uma me chamou a atenção.

Era uma carta de aceitação para uma faculdade em Seattle e um informativo sobre material e início das aulas, estava endereçada a Renesmee eu sabia dos seus planos de fazer faculdade, mas há meses ela já não tocava no assunto. Até porque nós mal conversávamos e até onde eu sei ela não sabia o que iria fazer. Estávamos em janeiro e logo às aulas se iniciariam, mas por que ela não falou nada?

Entrei na sala de estar e a chamei ela ia ter me explicar direitinho que história era aquela.

– RENESMEE!

Ela errou uma nota e depois parou. Minutos depois ela apareceu com a cabeça erguida e o olhar desafiador de sempre. Se ela soubesse o quanto eu a admirava por isso, mesmo depois de todos esses meses a tratando a ferro e fogo ela não demonstrava medo, pelo contrário, se submetia a minha chantagem, mas sempre segura de si e me desafiando por igual. Viver na mesma casa com ela era um jogo onde não havia vencedores. Vez ou outra eu não consigo me conter e me entrego aos meus sentimentos por ela. Fazer amor com Renesmee me mantinha vivo, mas quando eu tinha que lhe virar aos costas e ver seu olhar de dor e decepção eu sangrava por dentro. Saber que depois de tudo ela continua me amando é o pior. E me pergunto por quanto tempo ela irá suportar por quanto tempo ela continuará me amando? Sinto pena de mantê-la aqui trancada e isolada, mas isso era extremamente necessário eu continuava a investigar a sua família, portanto ainda tinha que manter as aparências. Eu ainda era o adorado genro de Edward Cullen e confia em mim e isso era extremante necessário porque além de tentar comprovar a culpa dele no assassinato de minha mãe eu também queria encontrar qualquer outra coisa que desabonasse a boa conduta daquela família. Quando ela se aproximou eu lhe estendi o papel.

– Pode, por favor, me explicar o que é isso?

Ela suspirou pesado e pegou o papel de minhas mãos, um sorriso breve se formou em seus lábios, mas logo depois se desfez em um expressão de decepção.

– Isso Jacob Black é uma carta de aceitação de uma faculdade com instruções para o início das aulas, o que foi? Não sabe ler? E desde quando abre minhas correspondências?

– Para que curso você se inscreveu? – Ignorei as outras perguntas.

– Designer de autos.

Ela olhou pra chão quando respondeu, ela tinha escolhido a mesma profissão que eu e isso de certa me comoveu. Mais uma vez me deparei com o fato de sermos muito parecidos. Eu sabia que ela tinha talento para o ramo descobri isso há bastante tempo e tive ainda mais certeza quando achei um caderno com desenhos feitos por ela, mas nunca falei nada. Caminhei em silêncio pela sala ponderando aquela situação senti seu olhar em minhas costas esperando alguma reação.

– Quando você se escreveu?

– Há quase cinco meses, poucos dias antes do nosso casamento.

– E por que não me contou?

Ouvi-a suspirando fundo novamente.

– Por que era para ser uma surpresa pra você eu ia te contar logo depois do casamento. Na época eu pensava que talvez você fosse ficar feliz. Mas o que importa isso agora? Sou prisioneira nesta casa e refém das suas vontades.

Fechei os olhos quando suas palavras me atingiram como dardos, se ela soubesse como eu me sentia como eu gostaria de poder correr até ela abraça-la e dizer o quanto eu estava feliz e orgulhoso. Mas eu tive que me conter me peguei pensando no futuro dela, pois, quando tudo terminasse ela ia precisar de uma profissão até por que sua família corria o risco de perder tudo. Eu precisava apoiá-la, mas sem dar o braço a torcer. Tinha que me manter firme recuperei a razão novamente e fui em direção às escadas passando direto por ela que ainda estava parada no primeiro degrau com a carta nas mãos, quando eu estava no fim dela eu me pronunciei.

– Já estava mais do que na hora de você crescer e fazer algo de útil. Escolha o turno da manhã, pois não quero minha mulher na rua até tarde e mesmo assim você vai terá hora para voltar, e não quero saber de coleguinhas de faculdade nem dentro e nem fora da minha casa. Lembre-se que você é uma mulher casada então se comporte como tal. Vou depositar uma quantia para você comprar o que precisa e depois me avise se precisar de mais.

– Obrigada.

Não olhei para traz para ver sua expressão e continuei subindo as escadas. Quando finalmente cheguei ao meu quarto fui direto para o banho e as lembranças do dia em que achei o seu caderno me tomaram.

Estávamos trazendo aos poucos nossas coisas para a nossa nova casa, faltavam duas semanas para o casamento e já estava quase tudo pronto. O que eu não entendia era o que era aquilo tudo que Nessie estava trazendo já que a casa estava toda mobiliada eu simplesmente não entendia o que ela trazia em tantas caixas. Pelo menos ela era bem organizada assim como eu que chego a ser chato de tão perfeccionista, eu estava colocando mais uma dessas caixas no chão quando um caderno caiu de uma delas, achei que poderia ser um diário mesmo ele sendo grande parecia que era algo de valor me surpreendi ao ver que era um caderno de desenho,o caderno era de capa dura de camurça vermelha a curiosidade me tomou e eu acabei o abrindo. Dentro tinham vários desenhos de um único carro e eles estavam ótimos e muito detalhados, Nas páginas seguintes tinha um título escrito com uma caligrafia trabalhada “Os sorriso de Jacob” fiquei chocado quando vi mais no fim do caderno vários desenhos meus de varias formas, eram todos perfeitos e em baixo de cada um tinha sempre uma palavra, malicia, vergonha, sincero... Entre outros... No meio deles tinha um que tinha apenas um sinal de interrogação entendi que ela não soube identificar qual era a fisionomia que fazia ali. Eu estava distraído, quando Renesmee entrou na sala trazendo outra caixa e me viu veio correndo em minha direção querendo tomar o caderno levantei a mão para que ela não o alcançasse.

–Onde você encontrou? Droga não era pra você ver.

Ela falou meio irritada ainda tentando pegar o caderno.

– Por quê? Tem segredos pra mim pequena? Foi você quem fez?

Por fim ela desistiu e abaixou a cabeça fazendo aquele biquinho de birra.

– Foi.

– Nossa! São muito bons você nunca me contou que desenhava. Este aqui é o carro da Rosálie?

– É sim.

– Ficaria ótimo este projeto, mas e isso? — Eu disse apontando para um dos meus desenhos ela rapidamente ficou ainda mais vermelha.

– Bom... Eu notei que você tem diferentes sorrisos alguns eu já sei o que significam como este é quando você está sem graça e esse que é quando você está com segundas intenções, mas este eu ainda não desvendei.

Fiquei surpreso não só com este talento de Renesmee, mas também com o fato de ela já me conhecer tão bem, entreguei ela caderno e sorri pra ela.

– É assim?

Falei me aproximando dela já com segundas intenções mesmo que não chegasse aos finalmentes com ela, os amassos que dávamos sempre ferviam e isso sempre acabava acontecendo quando vínhamos aqui.

– Sim, exatamente assim.

Cheirei seu pescoço e a senti arrepiar.


Enquanto saía do banheiro ouvi um barulho alto de algo caindo no andar de baixo, vesti uma calça simples de moletom e desci para ver o que estava acontecendo, quando cheguei à sala percebi que o barulho vinha da cozinha. Quase entrei em estado de choque quando vi cena, o local estava uma verdadeira bagunça como se um tornado tivesse passado por ali, havia vasilhas espalhadas por todos os lados e monte de o que pareciam se ingredientes sobre a mesa. Próximo à bancada que havia ali estava Renesmee, ela ainda não tinha notado minha presença e se esticava toda para pegar algo que estava no alto, fiquei sem entender nada e fui adentrando na cozinha enquanto reparava no caos que estava por ali. Aquilo me irritou, pois sempre foi extremante perfeccionista e gostava de ver tudo em seu devido lugar.

– O que diabos aconteceu aqui?

Três coisas aconteceram logo após o momento em que eu lhe fiz essa pergunta... Primeiro, Renesmee não alcançou o que queria, mas se assustou e deu um grito; Segundo, com o susto que ela tomou ela esbarrou o braço em um saco de farinha que estava no mesmo armário e que foi lançado no ar; E terceiro, ficamos brancos cobertos de farinha.

– Ainnn, que susto!

Uma nuvem branca tomou conta da cozinha, ela me olhava com um olhar assustado e assim como eu ela estava coberta de farinha. Quando a olhei toda a irritação passou até que por fim não pude mais me conter e caí na gargalhada seguida por Renesmee que agora recuperada do susto também achou graça de tudo, enquanto sacudíamos pelos impulsos causados pelo riso, mais farinha caia de nossas cabeças. Comecei a tentar me limpar pelo menos pra tirar o excesso da farinha, quando passei as mãos por meus cabelos vi que a situação era muito ruim, pois os mesmos estavam molhados por causa do banho. Ótimo! Jacob a milanesa. – Pensei comigo. Renesmee também tentava se inutilmente se limpar quando me viu a encarando começou a se explicar.


– Me desculpe, mas você também precisava chegar calado e depois gritar? Eu estava tentado pegar aquele vidro com cerejas, mas ai acabei derrubando a farinha quando você chegou do nada.

Olhei para o canto oposto da cozinha e vi que tinha outro armário aberto e monte de panelas no chão. Com certeza foi esse o motivo do barulho que ouvi quando sai do banho, voltei meu olhar em direção a ela e arqueie a sobrancelha como se perguntasse o motivo daquilo, mesmo por baixo de toda aquela farinha percebi sua face corar ela abaixou a cabeça ficando muito sem graça para responder.

– Bom... Eu queria uma travessa, mas como não estava alcançando eu puxei aí caiu tudo.

Comecei a rir novamente imaginando a cena, ela me repreendeu com o olhar e fez menção de sair, mas eu me pus em sua frente.

– Licença Jacob eu tenho que limpar essa bagunça.

– Espera! Quero saber qual é a razão de tudo isso.

Eu falei rodando o dedo indicando a bagunça toda na cozinha, ela respirou fundo abaixou os olhos e mexeu a cabeça em direção à bancada ao lado do armário das panelas, lá havia um apetitoso bolo com cobertura de chocolate com raspas e morango, eu ainda não tinha o notado e por sorte ele tinha ficado longe da nuvem de farinha, minha boca encheu de água há tempos eu não comia um daqueles. A bagunça de Nessie com certeza tinha valido a pena, mas o que mais me chocou foi o que ela falou é seguir.

– É seu aniversário.

Fiquei sem palavras e sem saber o que pensar, nem ao menos lembrava que era meu aniversário hoje eu completava vinte sete anos de idade e ela tinha feito um bolo pra mim. Fiquei tocado com um gesto tão simples, mas tão significativo sabia que ela estava tentando me amolecer, mas mesmo assim fiquei emocionado, quando a olhei de volta ela ainda estava com a cabeça baixa.

– Pode ir se lavar, eu limpo tudo aqui e quando você voltar comemos o bolo tudo bem?

Ela fez que sim com a cabeça e saiu da cozinha. Limpei tudo do melhor jeito que pude peguei as vasilhas que estavam no chão e coloquei sobre a mesa para guardar depois e fui tomar um banho rápido, me vesti novamente apenas com uma calça simples de moletom, e desci, quando voltei ela já estava na cozinha e novamente se esticando toda para guardando as panelas no armário alto. Ela estava linda com os cabelos soltos molhados e um vestido rodado com tons de verde com o movimento que ela fazia o vestido se erguia até onde começava sua bunda redonda. Meu corpo traidor extintivamente já reagia ao dela e quando dei por mim já estava colado nela por trás.

– Devia ter comprado armários mais baixos.

Ela deu pulinho com o susto que levou por sorte ela já tinha guardado a panela ou ela ia soltá-la nas nossas cabeças. Ela se afastou meio desconcertada, a ajudei a terminar com as vasilhas, sentamo-nos a mesa e ela me encarou com um sorriso tímido nos lábios.

– E então? Devo cantar parabéns?

Sorri divertido com sua pergunta e ela alargou o sorriso fazia meses que não tínhamos uma conversa amistosa como essa.

– Não, com certeza não. – ela começou a nos servi do bolo. – Vai me contar o motivo do seu bom humor?

Perguntei realmente querendo saber a resposta. Ela deu de ombros antes de responder me estendendo um prato com um pedaço generoso de bolo.

– Nada de mais só estou animada com a faculdade.

– Hum.

Provei do bolo e até fechei os olhos quando senti o sabor. Sou apaixonado com bolo de chocolate, Rachel sempre fazia pra mim em Londres e depois que me mudei pra cá nunca mais comi um. Tenho que confessar que o bolo de Renesmee estava muito melhor. Comíamos em silêncio e ela me olhava esperando que eu falasse algo. Depois da minha terceira garfada generosa no bolo ela começou a rir parei de comer e olhei pra ela.

– Que foi?

Ela se aproximou e passou o dedo próximo a meus lábios limpando a cobertura. Aquele simples gesto me fez arrepiar por completo, prendi meu olhar no dela e ela corou sem jeito.

– É que estava sujo.

Voltei minha atenção para o bolo e sorri travesso já pensando no que fazer.

– Você não me serviu morango, e eu adoro morango.

Ela sorriu e pegou um morango no bolo passou ele pela cobertura e trouxe pra minha boca, por essa não esperava! Mordi o morango e ela não quebrou o contato visual, ela colocou o resto da fruta em seu prato.

– Bom?

Ela perguntou enquanto levava o dedo sujo de chocolate aos lábios, não me segurei mais e empurrei minha cadeira pra trás e a puxei pro meu colo a segurei pelos cabelos e trouxe sua boca próxima a minha, mas não a beijei.

– Já te digo.

Passei minha língua por seus lábios os provando primeiro depois mordi e suguei seu lábio inferior e por fim tomei seus lábios em um beijo lascivo. De início ela não correspondeu, mas não demorou muito e sua língua devorava a minha totalmente entregue.

– Bom! Muito bom, e vai ficar melhor. – falei entre seus lábios e aprofundando ainda mais o beijo.

As mãos de Nessie corriam soltas pelo meu corpo às vezes ela passava as unhas por minhas costas me deixando completamente louco, enfiei minhas mãos pelas fendas do vestido dela que era de botões na frente e o abri completamente em um único puxão, me afastei um pouco para admira-la, ela vestia uma lingerie preta de renda transparente extremamente sexy. Minhas mãos apertaram seu traseiro a colando novamente em mim, tombei minha cabeça para seu pescoço e a mordi ali ela gemeu e tombou a cabeça pra trás, passei a língua da base do seu pescoço até a parte de trás da sua orelha, como reflexo ela arqueou ainda mais o corpo e rebolou sobre a minha ereção que já estava dura e pronta pra ela. Enquanto eu deslizava o vestido por seus braços num lapso de lucidez ela tentou falar, mas sua voz saiu arrastada pelo tesão que sentia.

– Jake... O bolo?

– Eu vou comer o bolo gostosa, mas vou te comer primeiro lá no meu quarto. –Já falei levantando com ela em meu colo.

– Mas eu...

– É meu aniversario Ness... Você é meu presente... E eu sei que você também quer.

Ela não tentou negar voltou quando chegamos ao segundo andar mudei minhas intenções e fui para o quarto dela eu não queria o cheiro dela em minha cama, pois o mesmo me hipnotizava, já era muito difícil conviver com ela no quarto em frente imagina ter que dormir com o seu perfume em minha cama, logo na porta me livrei do seu sutiã a deitando na cama em seguida, sem fazer cerimônia tomei seu seio direito em meus lábios e enchi minha mão com o esquerdo, Nessie gemia e rebolava embaixo de mim causando uma gostosa fricção entre nossos sexos, senti necessidade de mais contato então eu mesmo me livrei da minha calça para desfrutar um pouco mais da esplêndida sensação de estar em contato com a pele dela. Eu ainda me deliciava em seus seios quando senti sua mão deslizando para dentro da minha boxer ela envolveu meu membro com sua mão e gemi alto quando ela começou com os movimentos de vai e vem.

– Vem Jake me deixa sentir você...

Delicadamente e muito a contra gosto eu tirei sua mão dali, eu queria mais. Essa noite era MEU aniversario e ia ser do MEU jeito, se a deixasse continuar tudo ia ser rápido e eu queria amá-la devagar já que me permitir viver esse momento queria que ele fosse o mais duradouro possível já que eu estava ferrado mesmo.

– Ainda não pequena...

Deslizei meus lábios por sua barriga lisa e a olhei enquanto pegava sua calcinha com os dentes ela ofegou mais continuou me olhando nos olhos, lentamente eu deslizei a por suas pernas, ainda sem desviar os olhos eu ordenei.

– Abre pra mim princesa...

Ela ruborizou isso ainda me deixava mais excitado. De tudo que amo em Renesmee essa mistura de suave e fatal nela é o que me deixa mais louco, ela me atendeu e afastou as pernas.

– Mais. – eu pedi enquanto me colava no meio delas.

Assim que ela ficou totalmente exposta pra mim eu me preparei para deliciar do sabor indescritível do seu sexo, comecei lambendo toda a extensão não resisti e coloquei minha língua dentro dela dei algumas investidas e em seguida suguei seu clitóris, ela arqueava o corpo e rebolava na minha boca, a timidez inicial já tinha ido embora e seus gritos ecoavam pelo quarto continuei dando toda atenção que sua intimidade merecia e logo pude me satisfazer com o doce mel de Renesmee enquanto ela atingia o clímax gritando meu nome.

– Jakeeeeeeeee...

– Gostosa! Muito gostosa...

Limpei totalmente seu sexo, me levantei um pouco para admirá-la, ela estava ofegante e me olhava intensamente me senti sendo puxado por aqueles olhos e quando dei por mim já estava em seus lábios. Suas mãos percorriam meu corpo ela mesma se livrou da minha boxer a única peça que nos impedia de nos unirmos. Sem descolar nossos lábios eu me posicionei em sua entrada e senti ficando tensa, logo entendi o porquê. Percebi que esticava o braço tentando abrir a gaveta do criado, que sem dificuldades eu abri e peguei um preservativo, logo que casamos Renesmee tomava anticoncepcional, mas ela não se adaptou ao mesmo e já que eu sempre acabava perdendo o controle e dormindo com ela eu mesmo abasteci a casa com camisinhas por exigência dela também. Vesti o preservativo meio atrapalhado devido à pressa que estava tê-la. Ela me ajudou na tarefa e por fim pude ser acolhido em seu centro.

Pela posição em que estávamos senti seus olhos cravados em mim e não consegui desviar... Enquanto nos embalávamos naquela dança sensual eu via em seus olhos todo seu amor, toda sua entrega. Por mais que eu desejasse odiá-la eu não conseguia, principalmente nesses momentos em que eu não conseguia suportar e acabava cedendo aos seus encantos.

Senti seu centro me apertar e eu não suportaria que chegássemos ao ápice nos olhando e nos amando daquela forma. Até mesmo porque esse momento por mais importante lindo e sincero que fosse não iria mudar o desejo de vingança que havia em mim. Então saí bruscamente de dentro dela a posicionando de quatro na cama, a invadi novamente sem dó e na segunda estocada ela explodiu em prazer, porém eu estava longe de estar satisfeito então não parei de estocá-la e ela não pareceu se incomodar, pois logo que se recuperou e já rebolava e jogava o corpo pra trás me fazendo ir cada vez mais fundo nela. Com ela era sempre assim, muito intenso nunca achei uma mulher que fosse tão compatível comigo na cama como Renesmee, senti seu centro me apertando novamente e dessa vez não pude resistir logo à gostosa e familiar sensação de flutuar me tomou e eu fui levado a um mundo onde só existíamos eu e ela.

Nessie tombou seu corpo na cama e eu me joguei a seu lado, enquanto acalmávamos nossas respirações era se virou e me encarou tímida novamente ela sempre ficava sem saber como agir depois do sexo, fui ao banheiro me livrar do preservativo e na volta passei meu braço pelo seu corpo e a trouxe para se deitar em meu peito, fiquei alisando suas costas nuas enquanto ela levou uma mão para brincar com meu cabelo. Era maravilhoso estar com a mulher que amo em meus braços isso sempre me fazia esquecer-me de tudo e sentir vontade de protegê-la de cuidar dela. Se não fossem os fantasmas que me assombram eu passaria feliz todos os dias da minha vida ao seu lado, vivendo apenas para fazê-la sorrir. Para fazê-la plenamente feliz.

O silêncio ainda reinava no quarto quando ela se remexeu me acendendo de novo, passei minha mão pelo seu rosto o puxando pra mim colando nossos lábios em seguida ela me correspondeu como sempre e nossas línguas travavam uma deliciosa batalha. Nessie espalmou as mãos em meu peito e sentou sobre o meu corpo colocando uma perna de cada lado, em seguida ela desceu as unhas pelo meu peito e abdômen sem conseguir me conter levantei meu tronco me sentando com ela ainda em meu colo para ficar mais próximo a ela, em seus olhos eu vi o quanto ela me desejava, me cobiçava ela acariciou meu rosto e tomou meus lábios em um beijo cheio de pura luxuria, o roçar dos nossos corpos me deixava louco um rosnado saiu da minha garganta quando ela passou morder lamber e chupar da base do meu pescoço até o lóbulo da minha orelha, estiquei-me um pouco e peguei outra camisinha no criado ai lado da cama, a vesti em meu membro enquanto a safada da minha esposa ainda me atentava com a boca, tentei levanta-la para encaixá-la em mim, mas ela me impediu, passou a língua em meus lábios e mordendo meu lábio inferior.

– Diga Jake... Diga que você me quer...

Levantei com ela em meus braços e prensei em uma parede movimentei meu quadril em direção o dela fazendo com que nossas intimidades se tocassem, pude sentir o quando ela estava molhada e pronta pra mim, isso me deixou ainda mais insano desci meus lábios pelo seu colo alcançando um dos seus seios abocanhei toda a auréola rosada dele suguei com força e ela gemeu alto a olhei sorrindo torto.

– Preciso mesmo dizer Ness?

Subi meus lábios passando pelo vale entre seus seios, pescoço e mandíbula rocei nossos lábios sem beija-la esperando uma resposta, embora eu soubesse que não fosse conseguir me conter por muito tempo eu estava gostando do jogo.

– Hum rum... Eu quero ouvir... – sua voz saiu sussurrada, estava claro que ela também não aguentaria por muito tempo, respirei fundo procurando palavras para descrever o que eu sentia e também o que ela queria ouvir, afastei meu rosto para olhar em seus olhos...

– Eu te quero como nunca quis nenhuma outra, eu sempre quis... Eu preciso de você, do seu corpo, de seu calor... Você me enlouquece... Nesse momento você é tudo que quero e a única coisa que preciso... Eu te quero agora... Te quero assim...

– Ahhh... JAKEEEE...

Ela gritou quando com uma única estocada eu me afundei de vez nela, ali sim era meu lugar, unido a ela com seu corpo perfeito em minhas mãos e com ela gritando e gemendo por mim, ela me pertencia assim como eu a ela, Nessie afundou as unhas em meus ombros e apoiou sua testa na minha enquanto eu entrava e saia dela em um ritmo alucinado. Nossos gemidos eram altos e não demorou muito para atingimos o ápice juntos, quando terminou ela ainda me olhava nos olhos, com a respiração ofegante e eu proclamei.

– Você é minha...

Estávamos deitados na cama, pelo brilho que entrava na janela eu sabia que logo iria amanhecer, passamos a noite inteira nos amando e eu estava exausto assim como Renesmee que repousava tranquila em meu peito. Eu sabia que ela ainda estava acordada, pois seus dedos deslizavam por meu braço que prendia sua cintura. Eu sempre me sentia feliz e realizado em momentos como estes, mas logo depois vinha à culpa e o sentimento de fraqueza por ter cedido ao meu amor e desejo por Renesmee. Era como se ela me manipulasse com sexo e sua doçura. E eu me sentia um subjugado, um fraco traindo a memória de meus pais.

– Jake. – ela me chamou me tirando de meus devaneios.

– Hum. – respondi meio sonolento, mas já sabendo que ela iria acabar com nosso momento, justo hoje que eu pretendia adormecer ao seu lado. Ela levantou a cabeça me olhando.

– Porque não pode ser sempre assim? Nós nos amamos, porque não esquece tudo e segue feliz ao meu lado?

Suspirei fundo praguejando mentalmente pelo o que eu teria que fazer, levantei-me da cama e comecei a me vestir.

– Jacob...

– Você é mesmo uma iludida né Renesmee? Isso. – eu disse apontado para seu corpo. – é tudo que eu quero de você, é só uns momentos de prazer e nada mais. Pra mim você não tem serventia nenhuma a não ser pelo sexo medíocre e por ser o meu objeto de vingança contra seu pai. Será que você ainda não entendeu que eu sou estou usando você?

Eu procurei ser bastante duro em minha palavras, os olhos dela já se enchiam de lágrimas e aquilo me doía profundamente, mas eu continuava me fazendo de tirano.

– Mas...

Não esperei ela terminar reuni as forças que haviam em mim e saí daquele quarto, fui para o meu e deitei em minha cama furioso e desconsolado, já sentindo a falta dela, do seu calor. Olhei a foto de meus pais ao lado da cama e me senti mal fechei meus olhos e tentei conversar com eles mentalmente. Eu sinto muito pai eu estou tentando eu juro! Mas está muito difícil. Eu prometo tentar ser mais forte. Eu vou destruir os Cullens nem que eu me mate tentando...

A cada dia que passava mais eu tinha certeza de que me mataria tentando.



Notas finais
N/A: Galera seguinte... Vou tentar resumir o que aconteceu da ultima postagem pra cá, para tentar justificar a pausa enorme que foi dada na história. Pra começar eu quero pedir desculpas a todas (os) que leem Revenge e dizer que de coração não era nossa intenção deixar de postar por tanto tempo, como nós tínhamos dito na ultima postagem a intenção inicial era ficar 1 semana apenas sem postar, para que nós pudéssemos mexer um pouco nos capítulos que viriam a seguir. Mas como na vida nem tudo sempre são flores aconteceu uma serie de coisinhas chatas, a primeira delas foi um maldito review infeliz (que já foi excluído) e depois mais um monte de problemas pessoais meus que me deixaram louca e revoltada com a vida. Isso desestabilizou um pouco e por causa desse maldito review, eu e a Diê nos desentendemos, não vou entrar em detalhes quando isso, mas o fato é que tanto eu quanto ela ficamos bastante chateadas uma com a outra e também com a situação criada pela sem noção que quis nos prejudicar, e por causa disso Revenge foi colocada em Hiatus e quase excluída e por fim quem pagou o preço foram vocês, e nós sentimos muito mesmo por isso. Mas como 2 pessoas adultas e loucas que somos rs... nós nos entendemos e hoje Graças a Deus e ao bom senso está tudo bem *-*. Na verdade já tem um tempo que isso aconteceu e vocês devem estar se perguntando então por que a demora? Bom... Como muitas sabem eu sou enfermeira e atualmente faço plantão 12 x 36 e do inicio de agosto pra cá eu estava disponibilizando meu tempo que restava a ajudar um amigo que era candidato a reeleição a vereador da minha cidade, (ele ganhou estou muito feliz) mas enfim não tinha tempo pra naaaaaada. Mas agora cá estamos nós, mais do que nunca dispostas a dar continuidade a essa louca vingança.
Mais uma vez me desculpem por isso tudo.
Agradeço a todas que me mandaram MPS pedindo a volta das postagens as que eu não respondi foi por falta de tempo mesmo, mas quero que saibam que foi graças a vocês que eu decidi voltar a postar. Muito obrigada de ♥.
Não vou me estender mais, ou as notas vão ficar maiores que o cap rs... E também teremos muitas oportunidades pra nos falarmos mais, só uma ultima coisa, não vou fazer compromisso para uma nova postagem, pois ainda tenho que resolver alguns probleminhas nos caps, mas prometo fazer o possível para ter outra postagem daqui a 15 dias e vamos ver se conseguimos manter assim ok. Saudades demais de vcs amores...
No mais sejam Bem vindas ao retorno de Revenge, por favor não me deixem não me abandonem e não deixem de comentar é claro. E recomendem Agora que voltamos, nos ajudem a divulgar a FIO ok.
Bejokas a todas Cris Black
N/B: Aêeeeeeeee que saudades hein?
Pode ter certeza que nós também estávamos... Bom às explicações a Cris já deu... Eu acredito que algumas de vocês queiram nos matar pela demora. Sinceramente a gente não esperava ter que dar uma pausa tão longa, na verdade a gente não esperava que um dia tivesse que interromper a historia como foi feita, mas aconteceu e o bom é que a gente está de volta, mesmo que a frequência de postagens não seja a mesma que era anteriormente.
MOMENTO DESABAFO: Bom, quando a gente posta uma história e/ou escreve um livro resumindo quando a gente passa essas informações para o publico ler a gente assume o risco dos reviews que podem ser bons ou ruins pelo simples fato do gosto. Nessas situações há criticas, sugestões, questionamentos e até palavras de apoio e isso é bom porque dá um gás pra gente escrever a cada dia com mais afinco! Mas, diante disso eu quero dizer previamente que nem eu e nem a Cris aturaremos falta de educação e de respeito. Revenge é uma história uma ficção e sentir raiva do rumo da história o qualquer outro tema referente a ela não lhes dá o direito de nos faltar com o respeito. Nos fazemos questão de ter todas vocês prestigiando nossa história, são muito bem vidas amamos ler tudo, mas não aturaremos que nos faltem com o respeito. Quem está mais perto da gente sabe o que passamos e eu não vou expor aqui até mesmo porque já passou e a pessoa que o fez não merece nem ao menos ser mencionada.
Pra finalizar sejam bem vindas de volta a REVENGE é uma alegria estar de volta... E é um alegria estar com vocês novamente. Um cheiro e um queijo. Voltamos em breve!
Com carinho, Diê Kellner.