Revenge
1 Revenge
Zoro olha para os três Sanjis na frente dele e todos são muito diferentes, apesar de tecnicamente serem a mesma pessoa em diferentes idades.
Um deles, talvez dez anos mais novo que ele, já está o fodendo, ele começou o mais rápido que pôde, colocando suas mãos pervertidas por toda parte, certamente feliz por ter a oportunidade de foder Zoro em seu corpo maior e mais velho.
O mais velho deles é uma completa vadia. É o seu Sanji, e ele já deu para Zoro tantas vezes antes, mas nunca parece se cansar disso, fazendo menção agora de se sentar em seu pau.
"Não. Já acabei com você." Zoro não deixa de perceber o olhar feio que recebe pelo seu comentário indelicado, então é melhor o espadachim começar a elogiar um pouco esse maldito se ele quiser que ele faça o que quer.
"E você tem um pau grande, vamos use ele bem"
Sanji parece perdoá-lo um pouco e recebe um impulso em seu ego ao ouvir seu pau sendo chamado de grande, partindo logo para a ação. Assim que ele está lá dentro, ele começa a beijar o outro Sanji, os dois loiros o fodendo agora, e Zoro sabe que é apenas para deixá-lo com ciúmes. Não que ele se importe, é claro, ele apenas aprecia a vista. Sanji não tem a merda do direito de ficar chateado de qualquer maneira, esta é a terceira vez que esse maldito está nessa situação.
O terceiro e mais novo dos Sanjis parece tão jovem. Ele quase não tem nenhuma barba, bem, não que o seu próprio Sanji tenha muita, mas ele é tão magro e pequeno. Ele quase parece inocente, mas Zoro sabe que não deve acreditar que alguma vez houve algo inocente nesse homem.
"Vamos, sente no meu colo, garoto." Deveria ser estranho chamar Sanji dessa maneira, mas ele é tão jovem que de alguma forma parece apropriado. "Você está assustado?"
Sanji apenas o observa mais um pouco, mas Zoro sabe que ele não está assustado, ele parece mais enojado e hipnotizado ao mesmo tempo. Ele conhece seu cozinheiro, sabe que sempre foi um pervertido, mas ainda parece bastante reservado e quase como se sentisse a necessidade de esconder suas perversões, seus desejos sórdidos. É fofo.
Ainda assim, o jovem desiste rapidamente da indecisão e se senta no colo dele, deixando Zoro prepará-lo apenas o suficiente para fodê-lo.
"Vai doer um pouco, mas você aguenta."
Sanji não parece gostar muito dessa primeira afirmação, mas Zoro pode perceber que ele quase parece orgulhoso de si mesmo por Zoro achar que pode aguentar. Bem, se Zoro dissesse que não conseguia, o loiro teimoso provavelmente tentaria provar que ele estava errado de qualquer maneira.
Então ele desliza para dentro e não deixa de notar a maneira como Sanji morde o próprio lábio para impedir que sua voz saia, sua expressão manchada de dor e ele não olha Zoro nos olhos, nem por um segundo. Zoro pensa que provavelmente está tudo bem, ele lembra o quanto Sanji era um mentiroso quando se tratava de prazer. Ele só precisava ser estimulado o suficiente. E é exatamente isso que ele faz, levantando o corpinho com tanta facilidade e empalando Sanji em seu pau repetidamente.
"Como você se sente, huh?" Ele pergunta, embora saiba muito bem que esse Sanji jovem nunca lhe responderia como o seu próprio Sanji mais velho. Seu Sanji diria a ele que se sente nas nuvens, exigiria mais, mais rápido, mais forte. "Você está cheio, pretty boy?"
Sanji não responde, como esperado, mas Zoro observa a baba transbordando pela boca aberta do garoto enquanto ele está sendo preenchido e acha que não há melhor visão do que esta.
Os outros dois estão metendo nele tão freneticamente que ele mal consegue se controlar por mais alguns minutos e ele sabe que está muito perto de se despejar cuzinho apertadinho e virgem do mais jovem.
"Meu outro eu não vai gostar nada disso. Mas ele não precisa saber." Ele diz enquanto observa a mão de Sanji apertando seu próprio pau com vontade.
Mas é uma grande mentira e ele sabe disso. Porque ele consegue se lembrar de quando a mesma coisa aconteceu com ele mais de vinte anos atrás e agora tudo faz sentido.
Como ele podia sentir que algo estava diferente com seu Sanji, como ele estava tão largo quando eles foderam pela primeira vez. Ele tinha certeza que alguém tinha violado seu buraquinho e ficou louco de ciúmes. Vinte anos se passaram e ainda tinha raiva de lembrar. Mesmo que ele não tivesse realmente ideia do que realmente havia acontecido, até hoje, até se deparar nessa situação.
Mas agora chegara a hora de acertar as contas, ele iria preencher esse garoto tão bem. Pela primeira vez. Como ele nunca pôde no passado. Ele encheria sua bunda com sua porra, deixá-lo completamente aberto em seu pau, afrouxá-lo.
Fazer o seu eu mais jovem ter tanto ciúme quanto ele teve. E repetir o ciclo. De novo e de novo e de novo outra vez.
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