Revenge
1 Revenge
Notas iniciais
Gostaria de dedica-la a Le Mihaell, que só vacua os outros u_u Sua fofa, espero que goste *risinho do mal* Devia te bater, mas essa será sua punição por enquanto, por que né. Quem tem que te bater é sua marida, ela que se vire U-U"
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KAMI-sama: Minha primeira parceria com a Gaby :]
Fanfic feita com MUITOOOOOOOO amor! pra minha marida gostosona Mihaell que é uma vacuadora do caraio, que é adora o fofinho do Near ^^
Divirtão-se.
L. estava morto.
Ele tinha sido assassinado de uma forma brutal.
E alguém tinha denunciado os assassinos. E eles voltariam...
Para se vingar.
Tanto Beyond quanto Raito estavam ansiosos sobre o plano de fuga que tinham feito. Eles iriam fugir, e se vingar da tal pessoa que os denunciou.
Sim, eles que mataram L.
Mas tiveram um bom motivo, claro.
- Já está tudo pronto? — Perguntou Beyond, terminando de pegar suas coisas.
- Sim. Já podemos ir — Disse Yagami, terminando de arrumar a mochila cheia de armas que Takada havia trazido no dia anterior.
E então, todas as luzes foram cortadas. Ficou totalmente um breu aquela cadeia inteira, e só se ouvia os gritos dos presos que estavam aproveitando isso e tentando fugir também. Mas isso só duraria no máximo dois minutos. O tempo perfeito pra conseguirem fugir sem problemas.
E então o fizeram. Conseguiram fugir sem muitos problemas e agora iriam atrás do"dedo duro".
Near estava como sempre a brincar com seu famoso quebra-cabeça. Apesar de tudo, se sentia bem.
Não estava na SPK, mas sim em uma casa um pouco afastada da cidade. Gostava daquele lugar, fazia ele se sentir livre, em paz consigo mesmo. Resolveu levar e ir comer alguma coisa.
Foi impressão ou ele tinha deixado à geladeira aberta?
Não, com certeza ele havia fechado ela da ultima vez que veio aqui. Foi lentamente até a mesma e pegou uma caixa de leite, mas antes de fecha-la notou que faltava algo ali. Um pequeno pote avermelhado, o ultimo pode de geleia de morango.
Respirou fundo e saiu da cozinha em passos rápidos, precisava ligar para a SPK e pedir que mandassem seguranças. Mas para sua total surpresa – e infelicidade – o telefone estava mudo, assim como todos os outros da casa.
Near nunca havia ficado tão aflito antes, mas manteve a calma e foi para o seu quarto na esperança de encontrar seu celular, tinha certeza que havia deixado ele embaixo do travesseiro.
Entrou quase correndo no cômodo, colocou as mãos em baixo do travesseiro, mas não havia nada lá, procurou embaixo do outro, mas estava igualmente vazio. Arrancou a colcha de cama, procurou na mesinha, em baixo da cama, revirou o quarto todo e não encontrou nada. Até seu notebook havia sumido.
Então tudo ficou escuro, a luz havia sido cortada.
Sentiu seu coração falhar, quando ainda de costas pra porta, ouviu passos pela casa. Tinha deixado à porta da sala aberta? Não... Não deixou.
Então... Quem seria? Talvez fosse Halle, mas ela devia estar ocupada agora. Tinha passado uma lista enorme, e demoraria bastante até ela voltar. Tentou ir até a cozinha, achar alguma vela, mas deu de cara na porta. Quem a fechou?
Se fosse mais uma daquelas brincadeiras do Gevanni, ele iria pagar caro. Girou, a maçaneta uma.. Duas, três vezes. Nada. Estava preso lá? Mas o que...
Então sentiu algo o segurando, e tampando sua boca. Tudo começou a girar, e logo desmaiou.
Acordou algum tempo depois, em um lugar totalmente diferente. Onde estava? Como tinha chegado lá?
Não sabia.
- Ora, ora... Já acordou, Near? – Essa voz. Era familiar...
Ainda estava muito tonto, mas... Seria a voz do Yagami? Não, não tinha como eles estarem aqui, afinal estavam presos... não é?
- Sentiu nossa falta albino? – alguém perguntou entrando no cômodo e quase instantaneamente o cheiro de geleia de morango exalou o local.
Não haviam mais duvidas, eram eles.
Ergueu a cabeça com dificuldade e mesmo com a visão embaçada conseguiu reconhecer o japonês parado a sua frente, e alguns metros atrás estava Beyond amolando uma faca enquanto sorria diabolicamente para Near.
- Como vocês...? – A confusão que se passava em sua cabeça era perceptível em sua voz.
- Isso não importa – Yagami deu de ombros – Mas já que estávamos aqui.,, que tal nos divertimos Near?
Sentiu suas mãos serem acorrentadas e em seguida foi suspenso por Raito, que o deixou pendurado no meio do cômodo. Aquilo fazia seu pulso ficar dolorido, mas nada comparado às dores seguintes.
Beyond se aproximou do albino com um brilho assassino nos olhos e em um movimento rápido rasgou a camisa do menor deixando seu peitoral branco exposto. Aproximou-se do rosto de Near aponto de sentir a respiração dele em sua pele.
- Isso é por ter se metido no meu caminho – Beyond sussurrou enquanto passava a lamina no peito do albino, fazendo um corte profundo de uma ponta a outra.
O grito de Near ecoou pelo local fazendo Yagami e Beyond abrirem um largo sorriso de satisfação.
Pobre Near, não tinha nem idéia do que viria a seguir.
Beyond se afastou um pouco, pegando uma arma que Near não conseguiu reconhecer. Pra que aquilo servia? Não teve tempo de perguntar, Yagami o soltou fazendo Near cair de mal jeito, e acabou torcendo seu pulso.
Ahh, mas ninguém ouviria seus gritos ali. Estava sozinho... De novo.
Foi em seguida praticamente jogado em uma cadeira, tendo seus pulsos e pés presos. Mais dor. Mas quem se importa?
Yagami riu ao ver a situação do albino e pegou uma câmera de dentro da sua mochila.
- Sorria Near, você está sendo filmado – O japonês disse sorrindo sarcasticamente.
Logo Beyond voltou, e arrancou de uma vez, uma de suas unhas. E fez isso com todas as outras. Feito isso, jogou a “arma” em qualquer lugar e pegou um martelo e vários pregos. Seu sorriso naquele momento não podia ser maior. Nunca sentiu tanto prazer, nem mesmo quando matou L.
Ah, a doce e bela vingança nunca teve um gosto tão bom.
Posicionou um prego em cada dobra de seus dedos da mão direita e martelou. Depois colocou alguns na palma de sua mão, e repetiu o processo anterior fazendo Near gritar desesperadamente. E isso era só o começo de uma longa noite...
- Raito sua vez – Beyond caminhou até o japonês e pegou a câmera de suas mãos – Faça o que combinamos no caminho.
E novamente Near foi solto. O japonês pegou o garoto ensanguentado nos braços e o jogou no chão, obrigando-o a ficar de quatro. Abaixou as calças de Near para logo em seguida abrir a sua.
Near não teve tempo de pensar, nem de tentar resistir. Quando deu por si já estava gritando com a invasão repentina de Yagami. Seus olhos encheram-se de lagrimas e seus gemidos de dor eram cada vez mais sôfregos.
Raito estocava o albino de maneira brutal, e logo o sangue do menor começou a escorrer por suas coxas, e isso só fez o japonês ser ainda mais cruel. Parecia que Near seria rasgado ao meio a qualquer momento.
Então sem perceber o albino começou a chorar, um choro desesperado que Beyond fez questão de registrar cada segundo.
E aquele tortura continuou até que Yagami gozasse dentro do albino e saísse de dentro dele o jogando no chão como um boneco de pano.
- Olhe só pra você Nate River! – Beyond disse lentamente – Não passa de um garotinho intrometido, e sabe o que eu faço com garotos assim? – O moreno segurou o rosto do albino e posicionou a câmera para que registrasse a expressão do menor – Eu os mato.
E sorriu pisando em cima do garoto, vendo este derramar mais e mais lágrimas.
- Por que... Por que estão fazendo isso? Eu só fiz o que L faria. Denunciar dois assassinos frios, e vê-los presos... – Disse o menor lentamente, por ainda estar chorando muito e sentindo uma dor insuportável.
Ele ainda conseguia falar? Lamentável...
- Por que acha que o matamos? Ele também foi outro que entrou no nosso caminho – Disse dessa vez Yagami, terminando de arrumar suas calças – Sempre achando que era a “Justiça”. Ha há, essa justiça acabou morrendo de uma forma humilhante. Mas a sua será pior, claro.
Raito então pegou uma faca, voltando a ficar atrás do albino. Começou a cortar sua pele, como se fosse um pedaço de carne.
Pena que ela não tinha gosto.
Feito isso, pegou um machado qualquer e cortou sua outra perna de uma vez só. Ah, como aqueles gritos eram como música para seus ouvidos. E aquele sangue... Tinha um cheiro ótimo, ao seu ver. Então pegou o albino pelo pé, e o pendurou como fazem com aquelas carnes em açougue.
Que imagem...
Near não imaginava que existisse sofrimento maior que esse, mas tudo sempre pode piorar.
Beyond devolveu a câmera a Yagami e pegou uma de suas facas preferidas, aproveitou que o albino ainda estava pelado e em um único golpe decepou o membro do menor fazendo Raito rir ao ver aquela coisa pequena rolando até seus pés.
As lagrimas do Nate deixavam sua visão turva, mas mesmo assim ele conseguiu ver a lamina se aproximando novamente, dessa vez de seus olhos, que foram um a um arrancados por Beyond enquanto ele ria do desespero do garoto.
E nesse momento a única coisa que Near desejava era a morte. Mas não seria tão fácil consegui-la, os dois ainda tinham alguns planos para o albino. Beyond por fim, pegou um pequeno balde com sangue sugas e colocou dentro dos buracos que continha antes os olhos do pequeno. Depois fez o mesmo em cada um de seus cortes, fazendo-o gritar ainda mais em desespero mesmo que já estivesse fraco. A dor ainda era maior, nada faria ela diminuir. Ela apenas aumentaria até ele não aguentar mais.
Pobre alma...
Morreria de tal forma, que mesmo depois de morto continuaria vagando por ai buscando um abrigo, um conforto, uma paz que nunca teve. E que nunca terá.
Near morreu depois de seis horas de tortura com uma expressão de agonia em sua face mutilada, o vídeo gravado pelos dois foi mandando para a SPK junto com uma bomba e algumas copias foram espalhadas pelo mundo.
Quanto a Beyond e Yagami? Ninguém nunca mais ouviu falar deles.
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