Revelações De Um Passado Obscuro
2 Grand Chase e a festa... NÃO ME SUBESTIME!
Notas iniciais
Já passava muito da meia noite, os integrantes ficariam mais, mas Lothos avisou que deveriam ir para seus aposentos, pois ela já havia até deixado passar o limite imposto por si mesma. Os acontecimentos? Hum, vejamos... Temos ‘novos’ casais no grupo da Grande Caçada! (Se é que “novos” é o termo certo, “novos” só oficialmente mesmo) Lire e Ryan apenas revelaram que estavam namorando já há algum tempo, mas resolveram deixar a relação em segredo por algum tempo, apenas dois integrantes sabiam do namoro, sendo estes a Elesis, melhor amiga de Lire, e Jin, que além de ter ajudado Ryan na época em que se declarou para Lire, era o melhor amigo do elfo.
Entre Elesis e Zero, apenas conversas mesmo, apesar de todos perceberem que rolava um clima entre os dois, parece que ambos são extremamente tímidos, mas, ah, cada coisa no seu tempo não é? Se for pra acontecer, vai acontecer.
Arme e Ronan, bem, trocavam olhares tímidos, a roxinha corava e o azulado sorria ao ver sua reação, “ela está tãão kawaai” pensava ele, que resolveu falar com ela, mais longe do grupo, e quando voltaram estavam de mãos dadas, os dedos entrelaçados, e os outros membros, percebendo o clima Love, soltaram um “huuuuun né?” deixando a roxinha um pouco corada, mas diante disso, Ronan à abraçou e beijou-a. Um beijo bem tímido, mas na frente de todos, o que confirmava a “suspeita”.
Amy e Jin? Na agarração de sempre, nada de novidade.
Com Dio e Rey, foi uma coisa mais ou menos assim:
[Flashback on~, Dio narra*]
Eu estava pegando algo para beber, quando olho para o lado e vejo que Rey estava conversando com Sieghart, meu rival, vamos dizer assim. Sieghart sorria e disse algo que não entendi, estava meio longe dos dois, nesse momento, vejo Rey corar. Senti um ódio extremo, inconscientemente apertei o copo de bebida com força, e acabei quebrando-o, minha mão tinha um pequeno ferimento, mas logo cicatrizou.
– Hey Dio, se ta com ciúmes eu entendo, mas não precisa descontar no pobre e inocente copo hahaha! – Dizia Elesis, que parecia ter visto o que aconteceu. Eu ia retrucar, não sobre o copo, lógico, mas sobre o ciúme, mas logo percebi que ela estava certa, por que ver Rey com o imortal me dava tanto ódio? Por ele ser meu rival? Não, não era só isso... Não era ele o problema, era Rey, e neste momento acabei percebendo o que já estava claro pra qualquer um, eu à amava. Elesis então disse:
– Vai lá cara, se você gosta dela, lute pelo que quer! – Disse, eu sorri um pouco e assenti.
– Obrigado – Disse, caminhando em direção aos dois, não sem antes olhar para Mari, que olhava para o chão e aparentava chorar, quando à vi sair da festa correndo, me preocupei, eu e Mari, por mais que isso seja estranho, tínhamos uma boa amizade, e eu sabia que ela gostava daquele idiota. Eu ia acabar logo com isso.
– Ei, ei, ei! Podem acabar com o clima love aí! Sai já de perto dela imortal cretino! – Disse Dio, com cara de poucos amigos.
– Dio? Pera aê! O que VOCÊ tem à ver com a minha vida? – Disse Rey, de cara fechada.
– Muita coisa, Rey, desculpe, mas não quero e não posso perdê-la para ele! Eu amo você, Rey, e vou lutar pelo que é meu! – Eu disse. Rey ficou surpresa, Sieghart me olhava com um sorriso.
– Finalmente! – Disse, saindo de perto.
– D-Dio... E-eu – Eu à impedi de continuar, puxei-a para perto e à beijei, como há muito tempo já deveria ter feito.
[Flashback off~, Giuuh narra*]
Lembrando agora de Mari, que no meio dessa confusão havia saído da base correndo, devido aos acontecidos.
[Flashback on *denovo* .¬¬]
–Ei galera, alguém aí viu a mari? – Perguntava Sieghart, um pouco aflito.
– Não vi não Sieg – Disse Lire, com cara de dúvida.
– Eu vi que ela saiu da base há algum tempo correndo, ela parecia bem triste. – Disse Elesis, com cara de reprovação para o moreno.
– Essa não! Droga! Eu sabia que isso não ia acabar bem pro meu lado! Esse plano de fazer o Dio se declarar pra Rey, deu certo, mas... Aff’ vou atrás dela! – Disse Sieg, correndo pra fora da base à procura de Mari.
– Nossa! O que deu nele? – Disse Ryan.
– Nossa, Ryan, como você é tonto viu? – Disse Elesis, sorrindo um pouco.
– Ah, é sério, o que foi?
– Amor, querido, amor, só isso... – Disse Lire, calmamente, para seu namorado.
Enquanto isso, fora da base... ##X##X##
–MARI! MAAARI! – gritava Sieghart, na tentativa de achar a azulada. Ele se distanciou um pouco mais da base e próximo da floresta ouviu um barulho de choro.
– Mari? Está chorando? – Perguntou Sieghart, vendo que era a azulada
– Vá embora! Volte pra sua amiguinha Rey! – Disse ela, limpando as lágrimas.
– Mari... Não, por favor, me escute... Era um plano, pra fazer o Dio se declarar pra ela,deixar ele com ciúmes pra ele tomar coragem logo! E deu certo! – Disse Sieghart, tentando se explicar.
– Sieg... E-eu... – Tentou dizer algo, mas ele à cortou.
–Mari, você não entende? Desde que você chegou eu só tenho olhos para uma única garota, e ela é você! – Mari olhou-o nos olhos, uma lágrima ainda caía de seus olhos. Sieghart levou sua mão ao rosto da azulada, limpou a lágrima, e puxou um pouco seu queixo, fazendo-a encará-lo de novo. – Eu te amo, Mari, desde a primeira vez que te vi – Puxou-a para um beijo calmo e sereno, sob a luz da lua e das estrelas.
[Flashback off~, Giuuh narra*]
Enquanto o clima Love do grupo rolava solto, um certo albino estava olhando para o céu, da janela do salão principal, perdido em seus pensamentos, estes são cortados quando seu melhor amigo, Ronan, junto à Elesis, resolveram ir falar com ele, preocupados.
– Ei Lass, o que houve? Desde cedo você parece aflito! – Disse Elesis, cortando o silêncio.
–É cara! Você ta mais distante que o seu normal – Terminou Ronan. Lass fitou-os.
– Eu não sei o que há, eu apenas estou... pensando, não estou muito animado pra festas, pressinto que algo ruim está acontecendo, tenho tido cada vez mais sonhos com relação à meu passado, está tudo muito embolado na minha mente... É como se estivessem tentando me alertar de algo, algo que eu deva me lembrar logo, parece que alguém corre perigo. – Disse ele, deixando tanto Elesis quanto Ronan preocupados.
– Como assim, Lass? Como são esses sonhos? – Perguntou à ruiva.
– Eu não sei explicar bem, são muitas coisas misturadas, mas eu me lembro que no sonho, sempre tem uma voz, uma voz feminina, pra ser mais claro, que diz pra eu me lembrar de algo, pede socorro, pede ajuda – Disse o albino, em seu semblante sério. – Talvez seja um pressentimento. Mas não posso fazer nada por enquanto, talvez amanhã eu converse com Lothos.
–Sim, talvez seja melhor esperar, já é tarde – Terminou Ronan, e ambos os três saíram ao ouvir Lothos mandá-los se recolher.
–Mas Lass, qualquer coisa, conte conosco para ajudá-lo – Dizia a ruiva, com um pequeno sorriso.
– Obrigado – Lass sorriu um pouco também, mas estava aflito, lembrava-se cada vez mais do circo, onde estivera antigamente, mas lembranças vagas, toda vez que tentava ver algo que o revelasse uma coisa qualquer que fosse, a imagem se dissipava. Via também, junto à tal voz, um lugar que não conhecia... Pelo menos ainda não...
##X##X## Longe dalí ##X##X##
– Aaah! Que droga! Desde quanto esse bicho é tão forte? – Disse a garota, arfando muito, estava cansada de uma luta contra as tarântulas de fogo, e ainda não conseguira matar todas elas. Não que fosse fraca, mas já estava cansada do monstro anterior e da corrida, e ainda estava um pouco envenenada, o que deixava seus ataques mais fracos e sua visão turva. Uma mulher, que parecia uma versão humana das tarântulas, apareceu, dizendo-lhe.
– MUAHAHAHA, queridinha? Gostou do meu trabalho? Treinei meus bichinhos desde pequenos e fiz uma modificação genética neles! – A garota caía ajoelhada no chão e cuspia um pouco de sangue, estava muito fraca devido ao veneno – Não sei por que sua mamãe estava tão preocupada com seus poderes! Se você não pode derrotar nem ao menos à meros bichinhos, como poderia apresentar sequer ameaça à ela?
– Então era com isso que ela estava preocupada, hã? Ela acha que eu represento ameaça a ela e seus planos ridículos! Pois sim! Não esperava algo diferente vindo dela! – A garota arfava, mas seu colar recuperava o brilho e seus olhos tomavam um tom mais vivo e dourado.
–E o que você esperava, queridinha? Que ela estivesse preocupada com a filhinha dela? Ridícula, você é patética, ela queria aprisioná-la, mas desistiu com o fracasso da última missão, e ela agora quer que matemos você nós mesmos! VOCÊ NÃO MERECE O TÍTULO QUE LEVA! "Hospedeira do dragão dourado"? HUMPF! VOCÊ É UMA GAROTA FRACA, INÚTIL E PATÉTICA! – a garota agora se reerguia e brilhava oscilando entre negro, roxo escuro e dourado.
– NÃO ME SUBESTIME – Levantou por completo, a raiva estampada em seu rosto, os ferimentos cicatrizavam. A mulher arregalava os olhos.
–M-mas como? Como você...? Você estava quase morta! AH! Não importa! Meus bebês, fogo nela! – as tarântulas seguiram a ordem, mas o fogo nem chegava até ela e se dissipava, a garota parecia inabalável.
– É, querida, parece que você gosta de brincar com fogo – A garota pôs as mãos ao lado de seu corpo e ergueu-as com as palmas para cima – Cuidado com isso, “queridinha”, porque quem mexe com fogo – elevou-as na altura dos ombros e em cada uma agora se formava uma bola de fogo – Acaba se queimando! AAAAH, FOGO DO DRAGÃO!!! – A garota então uniu as mãos à frente de seu corpo, direcionando-as à sua oponente e delas pôde-se ver uma grande rajada de fogo que tomava a forma de um dragão e que, em poucos segundos, carbonizou a mulher e as tarântulas.
A garota viu a mulher e seus bichinhos virarem fumaça, então o brilho em si própria diminuiu e ela caiu no chão, inconsciente.
Continua...
Notas finais
Kissus~~
Fale com o autor