Retracing the past
15 O teste
Notas iniciais
Rabicho estava vestido como os outros alunos que iriam fazer o teste, vestia uma capa preta com capuz. Todos seguiam um aluno que deveria ser amigo de Snape
Eles chegaram na floresta negra, onde encontraram Snape, Yaxley, Aleto e Amico junto de dez crianças nascidas trouxas do primeiro ano, que estavam com a cabeça coberta por um pano preto. Eles estavam amarrados, mas mesmo sem ver o rosto deles Rabicho percebeu que estavam apavorados...
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– Aqui será feito o teste para se tornarem um de nós. É bom que saibam que uma vez comensal da morte, sempre comensal da morte. Você deverá estar preparado para matar e torturar, estão prontos? – Snape disse friamente. Os outros alunos estavam nervosos mas ninguém disse nada – Ótimo, o que vocês irão fazer é bem simples,
Deverão torturar esses sangue-ruins usando a maldição Cruciatus... Comecem!
Rabicho ficou assustado com o que deveria fazer, mas mesmo assim ele não arregou. Lançou o primeiro Cruciatus de sua vida, o primeiro de muitos. Até que não era difícil, pensou Rabicho.
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Tudo estava calmo, silencioso. O Sol já havia se posto, estava escuro. Uma leve brisa balançava as folhas das árvores até que essa tranquilidade acabou com vários gritos agudos e desesperados de crianças, que vinham da direção da floresta proibida
– Está escutando isso Lily? – perguntou Tiago
– Isso o que?
– Esses gritos... Escuta!
– Parecem de crianças! E vem da floresta proibida
– Vamos, temos que avisar os Marotos! – Tiago falou desesperado, puxou Lily pela mão e os dois saíram correndo o mais rápido que podiam em direção ao castelo
Chegando no dormitório masculino, Siriús, Remo e Lene jogavam Snap Explosivo em quanto Harry dormia tranquilamente em sua cama
Quando Lily e Tiago entraram no dormitório os amigos se assustaram
– Que foi que aconteceu Pontas? – Siriús perguntou levando um susto
pois suas cartas tinham explodido
– Marotos, vocês precisam vir rápido. Parece que. Tem umas crianças sendo torturadas na floresta proibida! – Tiago falou ofegante e desesperado
– É o que? Ta maluco Pontas?
– Venham logo! Eu explico no caminho – Tiago falou pegando sua capa da invisibilidade que estava em cima de seu malão
– Espera, onde é que vocês duas pensam que vão? – Siriús perguntou ao ver que as meninas estavam indo junto também – Vocês ficam aqui!
– Ah não! A gente também vai – Lily disse batendo o pé
– É! Não é justo só vocês irem, queremos ajudar também
– Meninas não compliquem as coisas – Remo falou
– Lily, por favor fica aqui. Cuida do Harry, vocês ficaram seguras. São comensais da morte que estão lá!
– A gente sabe que vocês tem capacidade de lutar com eles mas aqui vocês ficam seguras – Siriús falou olhando de relance para a morena– Eu nem sei o que faria se algo acontece-se com você Lene – ele sussurrou para si mesmo
– Tá, tá, tá! Vão logo, vocês estão perdendo tempo – Lily disse e deu um beijo em Tiago – Toma cuidado
– Sempre – beijou-a também – vamos Marotos!
Eles correram o mais rápido que podiam. Quando chegaram na Floresta negra os gritos das crianças ficaram mais altos, eles se cobriram com a capa da invisibilidade e viram dez crianças sendo torturadas respectivamente por alunos vestidos com capa e capuz pretos
Eles se olharam e saíram da capa, cada um foi para um lado se escondendo atrás de árvores ou pedra grandes e começaram a lançar diversos feitiços nos alunos que estavam torturando
Rabicho se assustou quando viu os Marotos começando um duelo, sem ninguém ver se transformou em um rato e saiu rapidamente de lá
– É muita covardia pra uma pessoa só! Torturar alunos do primeiro
ano Snape? Por que não duela com alguém do seu tamanho? – Tiago falou em quanto lançava um feitiço no Ranhoso
– Porque não vai brincar com seus amiguinhos e me deixa em paz? – perguntou revidando com outro feitiço que Tiago desviou facilmente é assim continuaram o duelo
Pouco á pouco os alunos comensais iam sendo derrotados, uns estavam amarrados, outros estavam desacordados. Siriús e Remo foram carregando as crianças desacordadas e feridas com o levicorpus
Snape e Tiago ainda lutavam, a luta ficava cada vez mais séria
– Desista logo Snape, seu mestre e nem seus amigos estão aqui para te ajudar
– Cala a boca Potter!
– Ou o que? Você só sabe falar e ameaçar, mas você é um fraco! Um covarde!
– Já disse, cala a boca Potter! – Snape falou nervoso
– Marotos, levem essas crianças para a Ala Hospitalar e depois voltem aqui – Tiago gritou em quanto bloqueava um feitiço de Snape, os marotos apenas concordaram e com o feitiço levicorpus, levaram as crianças para o castelo
– Agora somos só eu e você Snape – Tiago falou o olhando ameaçadoramente
– Agora você não tem seus amiguinhos para te defender Potter, você que é um covarde que fica atacando os outros com seus amiguinhos, lutando quatro contra um. Não é assim que você fazia comigo? Me atacava com seus amigos em quanto eu estava sozinho e sem defesa? Você que é o covarde aqui Potter, não eu – ele disse com um sorriso sarcástico
– Mas é diferente Snape, eu não chamei a pessoa que eu dizia ser amiga de Sangue-ruim! Não fui em que se tornou comensal da morte! Não sou eu que torturo as pessoas, e até mesmo crianças que são nascidas-trouxas. Eu tenho amigos verdadeiros e uma mulher que me ama tanto quanto eu a amo, mas é você? Você não tem ninguém! Você é um fraco – Tiago falou com raiva e desviou com dificuldade o feitiço que Snape lançou
Ranhoso lançou um diffindo em Tiago o acertando na barriga, fazendo um grande e profundo no local, o fazendo gemer alto e levar as mãos na ferida
Snape aproveitou do estado indefeso de Tiago e lançou mais um feitiço
– Vamos ver quem é o fraco aqui – exclamou raivoso – Crúcio!! – Tiago ficou tão surpreso com o fato do inimigo ter lhe lançado uma das maldições imperdoáveis que se esqueceu de desviar, e foi atingido
Uma dor insuportável passou pelo corpo de Tiago, o fazendo gritar e se contorcer. Parecia que facas em brasa penetravam seu corpo inteiro, e que sua cabeça estava rachando
– Crúcio! – gritou novamente sorrindo ao ver Tiago se contorcendo e implorando para que ele parasse – quem é o fraco agora?
Tiago não aguentava mais aquela dor. Queria morrer para acabar logo com esse sofrimento, sua vista estava escura, não estava escutando nada...
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