Notas iniciais
Pessoal depois de um mês venho com segundo capitulo, mais uma vez agradecer a Dalila que sempre me ajuda nas minhas fics!!

A Pri e Lica que me aturam pedindo pra ler os capitulos e me darem suas opiniões e ideias!!

obigada meninas!!

Ps: O Grimmjow tá meio OC, mas...confesso que gostei dele assim... rs rs >__< gomen minna!!

Byakuya chegou em casa, não sabia o que estava sentindo, se era raiva, se estava surpreso.

Enquanto preparava seu jantar não deixou de pensar em Tsumi, ainda estava curioso para saber mais sobre ela, mas ele não ia simplesmente perguntar, não tinha culhão para isso.

Era duro ter que admitir que queria saber mais sobre aquela mulher, por mais curioso que estivesse Byakuya não ia perguntar, não passaria por cima de seu orgulho.

O problema começou, quando o sono desapareceu, sentia-se cansado, mas a curiosidade era muito maior que o cansaço.

E na manhã seguinte, cansado, sem conseguir dormir; Tomou um banho de água fria, quem sabe isso ajudaria o cansaço a ir embora?

Tomou seu café da manhã e foi ao serviço.

Era uma rotina um pouco chata, as vezes pensava em tirar férias, mas tinha tantas coisas para fazer que sempre desistia da idéia.

Antes de sair , o porteiro entregou a ele uma carta, ele abriu. Dentro tinha um convite de casamento. Ficou surpreso em ver de quem era.

Gin e Matsumoto.

Quem diria que Gin resolvera casar?! Ele mesmo jurava de pé junto que não ia casar, talvez a bela Matsumoto o tenha feito mudar de idéia.

Fazia anos que namoravam, mas nada de pensarem em casar... pois é surpresas na vida as vezes é bom. Apesar de duvidar, pensou em mais tarde ligar para o amigo para confirmar.

A data ainda estava longe, ia ser daqui um mês e meio, dava para se planejar. Agora, tinha que comprar uma roupa. Ia fazer isso quando tivesse um tempo.

Logo de manhã tinha reunião, aliás, estava lotado de compromissos como este, sempre perguntando se ia dar tempo para chegar ao próximo compromisso, ainda mais agora que estava muito cansado, pensou que uma noite de sono ia cair muito bem.

Enquanto este estava “trancado” em sala de reuniões, seus restaurantes pegavam fogo, sempre faltava algo, ou alguma coisa tinha quebrado, se administrar uma empresa era desgastante imagina ter que administrar vários? Não que isso desse em si muito trabalho, já que tinha pessoas para cuidar disso, mas controlar o orçamento de cada restaurante, seus funcionários, seus problemas, era um desafio e tanto.

Rukia estava ficando louca, era tanta coisa para resolver sozinha, tinha carta branca para fazer o que bem entender, mas ela não sabia se isso era bom ou ruim no fim das contas.

- Preciso de mais funcionários, ou vou pirar! – disse para si mesma, precisava de no mínimo mais um cozinheiro, dois garçons e um faxineiro.

Ficou surpresa em saber que Sayuri tinha saído do emprego, não foi de uma maneira muito boa como saiu, soube que brigou com o dono do mercado pois os produtos estavam começando a cair de qualidade e o preço estar abusivo e no meio da discussão ela pediu demissão, podia ser a chance. Pelo seu carisma ia dar uma ótima garçonete.

Aproveitou o horário de almoço para ir até a casa de Sayuri.

- Bom, se for para te ajudar...com prazer eu trabalharei! – sorriu. – Bom, começo amanhã?

- Se possível, agradeceria muito! – Rukia sentiu-se aliviada, não poderia colocar qualquer pessoa ali, mas estava sem tempo para fazer entrevistas, já eram amigas, isso facilitava as coisas. – Eu trouxe o uniforme, veja se serve. – Rukia pegou da sacola, uma saia preta com corte reto que ia até a metade da coxa. Um colete preto, e uma blusa branca com uma fita vermelha no colarinho.

- Tá bom, espere aqui um minuto! – Sayuri foi até o banheiro se trocar, era um uniforme bonito, ficou se perguntando se ainda se lembrava como fazia algumas coisas, como era um restaurante refinado, não poderia fazer as coisas de qualquer jeito. Quando voltou a sala, estava vestida com o uniforme.

- Ficou muito bom! Como sempre, tenho olhos clínicos! Pena que no design não tem coelhos! — lamentou Rukia que sempre fora louca por coisas de coelho.

- Rukia, será que poderia me ajudar com algumas coisas? É que faz tanto tempo que eu já não sei se lembro de tudo!

-Claro, sem problemas, mas como você vai começar amanhã, peço para os outros te ajudarem no que precisar! Você vai se sair bem!

- Tomara!

Depois que Tsumi saiu do antigo serviço era mais difícil ela ficar em casa, o novo serviço exigia mais tempo, ganhava bem mais que antes, mas ficou pensando se valia a pena, bom, pelo menos estava trabalhando em uma área que gostava relativamente.

Depois de mais uma semana, eis que o novo garçom apareceu, Ichigo!

- Há há, Ichigo garçom?! Quero ver! – Sayuri conhecia o morango fazia muito tempo, moravam na mesma rua desde crianças, gostavam de zoar um com o outro, eram amigos de longa data.

- Se você consegue, para mim vai ser mole! Vai ser mamão com açúcar! – Ichigo não ia ficar quieto enquanto estava sendo zoado por Sayuri.

- Mas me conte por que saiu da clinica do seu pai pra vir trabalhar aqui? É por causa da bela Rukia?! – o comentário dela fez o morango corar violentamente.

- Claro que não!! O pessoal tava precisando de uma mão eu só vim ajudar! Que saco! – olhou para os lados e coçava a cabeça, de nervoso, provavelmente. – E o que a Rukia tem de bela?!

O ultimo comentário do morango, deu para perceber que não foi de coração, quer dizer, ele achava sim a Rukia uma pessoa muito bonita, tanto por dentro como por fora.

- Ora Ichigo, não minta que fica pior para você! – Sayuri sabia que o morango tinha uma queda pela Rukia, apenas não admitia. – Bom, vou trocar de roupa que daqui a pouco o restaurante vai abrir! – e antes que o Ichigo pudesse dizer mais alguma coisa, sumiu de vista.

A morena se trocou e foi até a cozinha tomar um café da manhã, trouxe de casa algumas frutas.

- Bom dia. – Shuuhei tinha acabado de se trocar também.

- Bom dia. – respondeu com a boca cheia de maçã. – Servido?

- Valeu, mas eu já comi em casa antes de sair. – agradeceu, e foi logo arrumando a cozinha para não ter problemas na hora de cozinhar.

Sayuri perguntou se ele queria ajuda para arrumar as coisas, e viu que ainda tinha um pouco de louça na pia, pegou um avental e começou a lavar.

- Hanatarou-san cortou a mão ontem com um prato que estava quebrado dentro da pia. Deixe aí que eu lavo daqui a pouco, pode ter um pedaço de vidro por aí. – Shuuhei era responsável e gentil, tinha seus defeitos como beber de mais de vez em quando, mas nada muito sério.

- Eu tomo cuidado, pode deixar... eu não to fazendo nada por enquanto. – Sayuri era uma garota prestativa gostava de ajudar.

Como era pouca louça terminou rapidinho.

- Bom, agora é hora de trabalhar mesmo! – viu o relógio na parede, era nove horas.

O restaurante servia o café da manhã também, embora fizesse pouco tempo desde implantaram esse sistema, antes abria onze horas.

Hanatarou tinha chegado no restaurante, e já estava todo apressado.

- Me desculpe por ontem, eu vou terminar de lavar a louça e... – viu que na pia não tinha nem sequer um garfo. – Quem lavou?

- A Ikehara – san que lavou. – Shuuhei terminou de arrumar a cozinha.

- S-sério?! Preciso agradecer a ela, é meu serviço! Eu planejava chegar mais cedo para terminar, mas meu despertador não tocou de novo! – disse um pouco triste.

- Joga isso fora e compra outro, você sempre fala que nunca toca!

Sayuri voltou meia hora depois com alguns pedidos, não estava assim tão difícil o serviço, a única coisa que achava é que era o horário um pouco puxado já que fazia hora extra todos os dias e chegava em casa podre de cansaço. Tinha folga uma vez por semana, sendo quinta feira. Já não via a hora de pedir férias.

Na quinta feira de folga Sayuri resolveu arrumar a casa, estava precisando de um trato, já que ela é a irmã não tinham muito tempo a casa estava uma zona, e mais a tarde resolveu ir ao shopping.

Se deparou com uma cena engraçada, viu o Shuuhei com uma mulher, parecia um pouco mais nova do que ele, vestia roupas de marca, e o moreno estava carregando muitas sacolas de compra. Pensou em ir falar com ele, mas deixou quieto, ia ficar chato estragar o clima deles.

Qual foi a sua surpresa ao encontrar uma pessoa que já fazia muito tempo que não via, Grimmjow.

- E ai? – Sayuri era amiga dele de alguns anos, costumavam se trombar as vezes pelas ruas, ela o achava um cara um pouco esquisito, mas se davam bem no fim das contas.

- Faz tempo, hein. Nanica. – a diferença de altura entre eles era de uns quinze centímetros.

- Eu não sou tão baixa assim... – Sayuri torceu os lábios, fazendo um bico, não gostava de ser chamada assim.

- Você nem no meu ombro chega, e olha que você tá de tamanco. – olhou para os pés dela, realmente em altura ela perdia feio.

Ficaram conversando enquanto andavam pelo shopping, e sentaram na praça de alimentação, comer alguma coisa ia cair bem para ambos.

- Sabe aquela garota ali? – apontou bem para a garota com quem Shuuhei estava acompanhando.

- O que tem?

- Eu já comi. Cara, mas ela é uma vadia, ficou me perseguindo meses. – Grimmjow parecia despreocupado. – É uma vaca, sempre me pedia para comprar coisas, depois de um tempo desistiu, já que eu não comprava nada. Ela pegou um trouxa pelo visto.

Sayuri não ia negar ou afirmar nada, não conhecia a mulher, e ele era meio estranho, sempre estava saindo com mulheres diferentes, e era arruaceiro, mas ela o considerava uma boa pessoa.

A morena não sabia o que dizer, afinal o “trouxa”, era seu colega de serviço.

- Isso só aconteceu com você porque você pega muita mulher, fica com uma só. – disse com humor.

- Mulher não vale nada, só fica com os caras por causa de grana, prefiro só comer, que vale mais a pena... Até tem mulher legal, mas essas nem chegam perto de mim. – Grimmjow gargalhou.

- Acho que o problema é por onde você anda procurando mulher... conheço tantas mulheres legais.

- De qualquer forma não quero compromisso. Já me ferrei muito na minha vida, não preciso me enterrar agora.

- Não to falando pra você casar, mas conhecer pessoas também é legal.

- Quem sabe mais pra frente.

- Já decidiu onde vamos comer? To com fome.

- Qualquer lugar tá bom, a gente pode ir naquele que tá vazio.

-Beleza.

-O que você quer? Fique ai pra guardar lugar, que aqui tá cheio, se a gente levantar, quando voltarmos não teremos lugar pra comer, e eu não gosto de comer em pé.

- Pega o de sempre, depois vê quanto ficou pra eu te pagar.

- Não esquenta, eu pago. Não ligo de pagar um lanche pra você.

A mulher que estava acompanhando Shuuhei viu o Grimmjow com a Sayuri.

- Né... Hisagi-kun... sabe aquele homem? – apontou o dedo em direção ao Grimmjow que estava levantando para comprar o lanche. – Ele me usou tanto, disse que me amava, mas só queria se aproveitar de mim. Quando terminamos, disse coisas cruéis para mim... você não é desse tipo, não é? – a loira fez a cara mais chorosa que tinha.

- Nunca faria isso com você, sabe que eu te amo, não sabe?

- Você é diferente de todos os homens que conheci! – o abraçou forte, esfregando seu peitos em Shuuhei, isso era uma técnica infalível para pegar homens como ele. O famoso trouxa.

Ele sentiu o nariz sangrar, não negava que a mulher era linda, quase tanto como a Matsumoto, com quem namorou por alguns meses, mas não deu muito certo, no final de contas, agora ela ia casar, ficou feliz que ela conseguiu encontrar alguém.

Parecia que o shopping estava cheio de pessoas conhecidas, viu seu chefe Byakuya sentado na mesa de trás jantando. Estava com algumas sacolas, homens também fazem compras no final de contas.

Mas mesmo enquanto estava no shopping estava trabalhando, estava ao celular falando de negócios.

- “Hoje é dia de ver todo mundo?” – pensou Sayuri.

Depois de comerem os lanches, Grimmjow resolveu levar Sayuri pra casa.

- E você não pegou ninguém?

- Não, você sabe que eu não sou muito boa com essas coisas.

- É verdade, todos os homens que você conhece não passam de amigos, isso é porque você parece mais um moleque do que com uma garota.

- Mas eu me visto normal...

- Não, sua tonta...você tem mais papo de homem, entende? Conversando com você, me dá impressão que eu to falando com um cara.

- Deve ser porque a minha vida toda eu sempre brinquei e conversei mais com homens mesmo.

- É que você não namora porque quer encontrar um homem legal, e você sabe que isso não existe, se existe, são esses trouxas que são enganados por mulheres como aquela que vimos no shopping, o cara deve ser um idiota mesmo, se não sacou o que ela quer com ele. Chegamos.

-Bom... eu vou indo, valeu pela carona! A gente se vê por ai! – despediu-se.

- Até. – Apesar de ele ser todo estilo badboy, ele era uma pessoa bacana, só era um pouco difícil de lidar com ele, pois era mulherengo, briguento, e bem pavio curto, além de sádico.

Estava um pouco cansada, foi um dia agitado, ficou pensando, Shuuhei parecer ser alguém tão bacana, não merecia ser enganado assim, mas também ela não tinha nada a ver com ele, não poderia ir simplesmente se intrometendo na vida dele.

Estava fazendo o jantar para irmã, gostava de cozinhar, achava divertido.

A morena ouviu o barulho da porta fechar, provavelmente Tsumi tinha chegado.

- Ummm!! Que cheiro bom! – e a irmã foi até a cozinha. – Estou morrendo de fome.

- Só espera um pouco que eu to terminando, se quiser ir tomar um banho enquanto isso.

- Boa idéia, estou tão cansada, trabalhei tanto! Semana que vem a Rangiku – san, vai vir aquil, pode cozinhar algo bem gostoso?!

- O que ela gosta de comer?

- Bom, ela come de tudo praticamente... por que não faz lasanha?

- Pode ser, mas quando ela irá vir? Porque só folgo na quinta, ou ela pode vir a noite. Umas dez horas?

- Acho que na quinta está bom, ela disse para dizer quando pode passar aqui, eu ainda não respondi... mas me conta, como está indo no restaurante? Tá se dando bem com o pessoal?

- Ah, todos são muito legais, só estou achando um pouco puxado o horário, mas eu to ganhando bem.

- É? Que bom, bom, vou tomar um banho e já volto. – estava feliz pela irmã, parecia feliz no serviço novo, o único porém é que era no mesmo restaurante que aquele cara desprezível era dono, mas aquilo era o de menos.

Na manhã seguinte, no restaurante, Sayuri viu Shuuhei chegando, mas não sabia se devia falar alguma coisa, mas sentia a língua coçar, para tomar cuidado com aquela moça, porém não queria ser intrometida.

- Bom dia, Ikehera-san. – falou Shuuhei ao avistar Sayuri, que parecia que não parecia feliz em ter sido notada.

- B-bom dia, Shuuhei-san... – respondeu ao cumprimento dele, e tratou de ir de volta para o salão, se ficasse ali com certeza ia acabar falando mais do que deveria.

Rukia a viu ali, parecia meio incomodada, foi lá ver se amiga está bem.

- Tudo bem, Sayuri?

- Tudo. – a garota tinha levado um susto, nem tinha percebido Rukia ali.

- Tem certeza? Você parece incomodada com alguma coisa.

- É que, o Shuuhei está saindo com uma mulher que meu amigo disse que era ruim, mas fica ruim eu dizer isso para ele, eu nem o conheço direito!

- Na verdade, eu já disse isso para ele uma vez, que ele estava sendo enganado por ela, mas ele não me escutou, disse que era só uma má impressão minha, mas que não era verdade, que a Yui era uma boa pessoa... chegamos a brigar, então resolvi deixar com ele por enquanto. Hisagi está com ela já vai fazer um ano, eu o admiro muito, mas quando se trata dele com essa mulher, eu o considero um tolo.

- Uma hora ele deve acordar. – Sayuri tentou ser otimista.

- O Shuuhei nunca teve muita sorte com mulheres, ou pega as interesseiras, ou elas são muito cabeças ocas...

A primeira cliente entrou, Sayuri e Rukia reconheceram na hora quem era, a Yui a namorada de Shuuhei.

- Bom dia. – disse com seu sorriso falso.

Sayuri foi atendê-la, notou que pediu tudo do mais caro, esperava que não fosse acontecer nada naquele momento, mas aconteceu assim que ela terminou de comer.

- Deixe tudo na conta do Hisagi-kun, tá?! – a loira se levantou, e ia embora, mas a mão de Sayuri agiu primeiro.

- Por quê? Você que comeu, você que tem que pagar, não? – ela não agüentava ver alguém sendo aproveitado assim na cara dura.

- Ele é meu namorado, nada mais natural que ele pagar a conta!! – Yui disse em tom alto.

- Não se aproveite dele! Ele não merece isso!

- Você nem me conhece garota, ele é meu namorado, então não se intrometa! Ou tá afim de tentar roubar ele de mim? Você nem tem peitos, é baixinha e feia!

- Eu não quero nada com ele, mas não é justo! Só porque o Grimmjow te deu um fora porque não quis comprar as coisas que você pediu, veio se aproveitar dele!

- Conhece aquele cafajeste?!

- Conheço, ele me contou o que você fez, e o que você faz! Pare de se aproveitar dele!

- E se eu não parar, o que vai fazer? Chorar?

Sayuri estava se controlando para não ir para cima de Yui, não ia querer arrumar briga no restaurante de seu chefe.

- Olha. – respirou fundo. – Só pare com isso, tá legal?

- Olha você garotinha, se não parar de me encher, vai se arrepender! — esbravejou e saiu do restaurante rapidamente.

- Ela foi embora, e agora como fica?

- Se Shuuhei pagar esse valor, ele não vai pagar todas as contas dele. Ele mora sozinho de aluguel, mudou para cá faz dois anos. Tem que pagar o hospital de sua mãe que está internada, ainda tem os remédios, e as contas... Se ele arcar com isso tudo, vai faltar para alguma coisa. E acredito que ainda deve gastar horrores com essa mulher.

- Deixa que eu pago por isso, eu moro com minha irmã, não tenho muitas despesas, não vai me fazer falta.

- Não, isso não é certo. Eu te ajudo a pagar então! – Rukia sabia que se fosse falar com irmão, não ia dar muito certo, ia fazê-lo pagar de qualquer forma, pois ninguém mandou ser enganado assim tão facilmente.

- Tudo bem, Rukia. Você também está pagando seu carro e a casa junto, eu estou bem, esse dinheiro não vai me fazer falta... só quero que me ajude a fazer essa mulher parar de abusar do Shuuhe- san.

- Você não muda, não é? Desde que te conheço por gente, você nunca gostou de ver os outros sendo enganados ou sofrendo injustamente. Apesar de ser medrosa para caramba.

- Vai me ajudar?!

- Está mais que na cara que ela abusa dele, só ele ainda não percebeu,mas não sei como ajudar.

De noite, quando Sayuri estava saindo do serviço Shuuhei foi falar com ela.

- Ikehara-san, preciso falar com você.

Sayuri sacou que provavelmente boa coisa não era.

- Diga...

- A Yui me ligou chorando da casa dela, dizendo que você disse coisas terríveis para ela.

- Eu só quero que ela... – foi interrompida pro Shuuhei que parecia ter ficado fora de si.

- Se você gosta de mim, não use esses métodos sujos! Odeio pessoas que pisam nas outras para conseguirem o que quer, eu não esperava isso de você!

- Hã? – Sayuri pareceu não entender o que ele tinha dito. – Quem disse que eu gosto de você? Eu não sei o que foi aquela mulher te falou, mas uma coisa que eu nunca fiz foi pisar nos outros para conseguir o que eu quero, sempre foi com muito esforço! Um dia vai perceber quem é ela, e quando isso acontecer eu vou te arrebentar a cara!

O sangue de Sayuri subiu, ela estava tentando ajudar e ele disse aquilo? Quando conseguiu esfriar a cabeça, pensou melhor, estava sendo enganado, era obvio que a namorada dele tenha inventado um monte de coisas, era natural acreditar na namorada, apesar de ser totalmente interesseira.

Ambos ficaram dias sem se falar, estavam chateados um com o outro, não falavam nem sequer “bom dia”.

- Ah, você trabalha aqui? – Grimmjow, viu Sayuri no restaurante.

- Sim, faz um tempinho. Mas e ai o que vai querer?

- Me vê ai qualquer coisa pra comer e para beber uma cerveja.

- Tá bom, já volto.

Quando Sayuri voltou com a cerveja e um croissant .

- Que foi? você tá esquisita.

- Nada, só estou um pouco irritada.

Sayuri contou toda história, e Grimmjow só se acabou de rir.

- Com pessoas como ela, não é de frente que você bate! Você é uma anta, e depois dessa, eu nem tentava mais ajudar, deixa ele se ferrar sozinho. Ninguém mandou ser trouxa.

- Você sabe que eu não consigo ser assim! Mas vou fazer ele abrir os olhos de alguma maneira!

- Pessoas como ela é fácil enganar, como não gosto dela vou te ajudar.

- Como?

- Bota essa cabeça oca para funcionar!! Esse tipo de mulher não costuma ser muito inteligente, qualquer isca que você colocar ela vai morder... Mas tudo bem, deixa com o papai aqui.

- Você se diverte com a desgraça alheia, né?

- As pessoas idiotas merecem sofrer, pelo preço da minha ajuda, você paga meu café da manhã! Até mais! – se levantou da mesa, e pareceu nem ouvir os protestos da morena.

CONTINUA.....(ou não)

Notas finais
Espero que tenham gostado, e me perdoado pelo Grimmjow ter ficado OC... é... as coisas estão esquentando...