Restless Hearts

7 Vou encontra-la


Notas iniciais
Yaaay! Como sempre, leiam as notas finais! Boa leitura!

[POV Oliver Queen]

Fazia muito tempo que eu não tinha uma noite de sono assim. Uma noite que eu realmente descansasse e me sentisse bem. Mais uma vez eu me preocupei com o motivo de me sentir assim: Felicity. Não conseguia dizer o que estava acontecendo comigo. Essa mulher vai me deixar louco. Ela mexe comigo de uma maneira que eu não sei explicar. E isso não pode ser bom.

A noite fora boa, a manhã já nem tanto. Quando acordei, Felicity já havia ido embora. Me senti incomodado por sentir falta dela quando me levantei. Não. Não podia levar em frente o que eu sentia ao ver a loira. Não é possível. Agora mais que nunca eu sei que ela é problema. Então por que eu não consigo me convencer a ficar longe dela? Tinha que dar um jeito de fazê-la se afastar um pouco. Não abandonaria o caso, principalmente agora que surgira a suspeita de que Felicity pode ser um alvo, mas eu não poderia simplesmente ficar perto demais dela.

Tomaria providências.

[...]

— Mais uma, vamos! – Gritava Tommy enquanto eu executava o levantamento terra mais uma vez. Após realizar mais uma repetição, soltei a barra sobre o piso emborrachado.

— Você... – Ofeguei, colocando as mãos nos joelhos. – É um... Péssimo técnico.

— Sou o melhor técnico do mundo! Dou apoio moral! – Ele riu e parecia analisar minha expressão. – Você está diferente, Ollie.

— Diferente? Como? – Endireitei o corpo e fui até o banco, onde peguei meu squeeze, tomando água enquanto ele falava.

— Não sei. – Fez uma pausa, ainda me encarando. — Alguma coisa mudou. Estou desconfiado que Oliver Queen está de olho em algum rabo de saia.

— E o que tem de estranho nisso? — Coloquei o squeeze novamente sobre o banco e peguei a toalha de rosto, passando a mesma por meu rosto, pescoço e ombros.

— O estranho é que não te vejo se atracar com ninguém há dias. – Parei com a toalha à altura do meu queixo. – E você costumava sair daqui todos os dias com uma mulher diferente pendurada no cangote.

Meu silencio foi tudo que Tommy Merlyn precisava para abrir um sorriso vitorioso.

— É Felicity não é? – Ele gargalhou ao ver meus olhos de arregalarem. – Você está louco por ela.

— Não sei do que está falando. – larguei a toalha novamente ao lado do squeeze.

— É, do que estão falando? – A voz de Diggle se fez presente enquanto ele se aproximava com seu típico sorriso simpático.

— Sobre Oliver não admitir que está atraído por Fe..

— Cala a boca, Tommy – o interrompi, estendendo a mão para Diggle. – John.

— Oliver. – Após o aperto de mãos, Diggle colocou as mãos no bolso. – Tem um minuto?

— Claro. – Nos afastamos um pouco de Tommy e eu olhei para Diggle, também colocando minhas mãos nos bolsos da calça.

— Precisamos conversar sobre Felicity. – Adotou uma expressão séria.

— O que tem a loira?

— Pra quem parecia não ir com a cara dela, acho que tem passado tempo demais com ela.

— E qual é o problema?

— Apenas tome cuidado com ela, Oliver. – Diggle balançou a cabeça, desviando o olhar por um instante para em seguida voltar a me encarar. – Felicity não é do tipo de mulher que está acostumado a lidar.

— Não sei do que está falando, Diggle. Estamos apenas trabalhando juntos.

— Sabe muito bem do que estou falando. – Ele suspirou enquanto fazia mais uma pausa. – Olha, você e Felicity deveriam ser consultores em meu caso, deveriam me acompanhar nas investigações e até agora nenhum dos dois fez isso. Só agiram por conta própria. Isso coloca os dois em um risco desnecessário. Especialmente Felicity.

— O que está escondendo? – Ele me encarou, mantendo sua expressão séria.

— Felicity não sabe se defender como você. É só isso.

— Não é. Quero saber o que está acontecendo. — cruzei os braços à altura do peito.

— Têm informações que eu não posso compartilhar com vocês. Aceitei a ajuda dos dois, porque sabia que não iam ficar quietos. Mas já passou da hora de vocês assumirem o papel que lhes cabe. Consultores. Vão agir apenas ao meu lado.

— Entendo a preocupação, mas eu sou capaz de me defender e de defender Felicity se preciso. Ela é boa, Dig. Consegue informações mais rápido que nós dois juntos.

— Esse é o ponto forte dela, Oliver. Informações. Mas leva-la a campo nem sempre traz bons resultados. – Mais uma vez, ele balançou a cabeça. – Bom, depois conversamos melhor.

Apertamos as mãos outra vez e ele se afastou. Voltei para junto de Tommy e passei a tirar as anilhas da barra e guarda-las no suporte.

— Acho que a conversa não foi muito boa. – Tommy parou ao lado do suporte, me encarando enquanto eu guardava o equipamento. – Junte sua cara e a conversa que tivemos agora há pouco e eu poderia apostar que Diggle veio falar de Felicity Smoak.

— Nem tudo gira em torno dela, Tommy. – Falei entre dentes. Percebi nesse momento que estava nervoso. Após colocar a última anilha no lugar, fui até a barra, a peguei e a coloquei em seu lugar no suporte.

— Ah não? Então, se é verdade, vamos tirar a prova real. – Endireitei o corpo encarando o cara que supostamente deveria ser meu melhor amigo. – Escolha qualquer uma e faça o que faz de melhor.

— O que? Não pode estar falando sério. – O sorriso besta nos lábios de Tommy me irritou ainda mais. – Foda-se. Pode escolher a que quiser.

— Agora se parece mais com o velho você. – Tomy riu e olhou em volta. Apontou para o outro lado da academia. – Ali, a morena de rosa.

Olhei para a mulher que ele me apontara. Corpo sarado, cabelos pretos presos em um rabo de cavalo, vestida em um macacão rosa. Estava parada em frente ao espelho. Era bonita e eu a conhecia, o que facilitava o processo. Atravessei a academia, a encarando fixamente. Assim que ela me viu pelo espelho, abriu um sorriso de canto e eu já sabia que não teria trabalho algum, seria fácil demais. Me aproximei e coloquei uma mão em sua cintura, a fazendo virar de frente para mim.

— Oliver. – Falou meu nome em tom baixo, mas se a tentativa era de ser sensual, ela falhou miseravelmente. Não disse nada, apenas lhe lancei um sorriso torto e retirei os halteres de sua mão, colocando-os no banco ao lado. Voltei a colocar apenas uma mão em sua cintura e a puxei para perto, colando os lábios aos dela em seguida, iniciando um beijo rude. Pude ouvir um breve suspiro lhe escapar antes de ela corresponder ao beijo. Senti seus braços em volta de meu pescoço e apertei a mão em sua cintura. Sem muita demora, afastei os lábios dos dela e sorri enquanto levava ambas as mãos aos braços dela e os tirava de meu pescoço. A afastei de mim e meu sorriso desapareceu ao olhar para o espelho, por onde eu pude ver Felicity encarando a cena de braços cruzados. No instante seguinte, ela balançou a cabeça e se virou, saindo andando em direção à escada. – Oliver?

Não voltei a olhar para a morena, simplesmente e virei e praticamente corri em direção à Felicity.

— Hey. – Sara entrou em meu caminho.

— Agora não, Sara. – Tentei desviar, mas ela segurou meu braço.

— Preciso me preocupar com a minha irmã? – Ela me encarou com a expressão séria, mas eu a conhecia bem, não estava brava, apenas queria saber a situação.

— Não. – Respondi e não tentei mais desviar. Essa poderia ser a deixa para que eu não me aproximasse demais de Felicity.

— Ollie? Eu te conheço. O que está acontecendo?

— Vem cá. – Peguei Sara pela mão e a puxei até um canto. – Eu não sei, ok? Sua irmãzinha tem alguma coisa que mexe comigo.

— Eu sou sua amiga, Ollie, sabe que pode confiar em mim, certo? Pode me contar qualquer coisa.

— Maldita, sabe me ler agora é? – Rimos baixo. Sara era de longe, a minha melhor amiga. Crescemos juntos, aprontamos juntos. Ela me conhecia bem. Ela esteve comigo em muitos momentos, inclusive quando conheci e quando perdi Beth. Sara quem nos apresentou. Eu podia confiar nela, mesmo que o assunto fosse sua irmã. – Eu realmente não sei, Sara. Eu me sinto atraído por ela, mas ao mesmo tento sei que tenho que me manter longe.

— Se preocupa com ela?

— Sim. – Admiti em tom baixo.

— Então vou ter que pedir sua ajuda. – Franzi a testa ao olhar para ela. Ela olhou em direção a escada e voltou a me olhar. – Ouvi uma discussão entre ela e Diggle hoje de manhã. E eles estão lá em cima nesse exato momento, na minha sala. Felicity é imprevisível, Ollie. E já passou por coisa demais. Estou preocupada.

— Vou subir. – Dei um beijo na testa de Sara antes de subir as escadas de dois em dois degraus. Parei próximo à porta da sala ao ouvir o tom ríspido de Diggle.

— Já chega, Felicity! Olha para você! Não consegue desviar de mim. – Me aproximei da porta e vi Diggle investir contra Felicity e a loira tentar bloquear os golpes em vão. – Eu disse que não te queria em campo, se arriscou à toa.

— Não sou mais uma criança, John! Sei o que faço!

— Então pare de agir como uma! – Ele quase gritou. – O que vai dizer para seu pai quando ele vir essa marca em seu pescoço?

A loira ofegou, abaixando a guarda. Eu mesmo fechei minhas mãos em punho. Tentei não pensar na marca que aquele desgraçado deixara nela e agora a raiva começava a querer ganhar espaço de novo.

— Não é da sua conta. – ela disse baixo, erguendo a guarda com pressa já que Diggle voltou a investir.

— Vai acabar se metendo em problemas, quero você fora disso. Não era para estar nesse caso. — Após uma rasteira, a loira caiu ao chão. Já chega, era hora de eu intervir. Entrei e fechei a porta em seguida.

— Já chega, John. – Me aproximei da loira e senti meu coração se apertar ao ver seus olhos cheios de lágrimas e seus braços vermelhos pelas tentativas de bloquear os golpes de Diggle. Segurei em seus braços e com cuidado, comecei a puxa-la para mim, a colocando em pé.

— Não se meta, Queen! – Olhei para John e sua expressão era de pura raiva, suas mãos fechadas em punho. Coloquei Felicity atrás de mim. – O assunto é entre Felicity e eu.

— Tudo que estou vendo é como está exaltado, John. Precisa se acalmar.

— John. – Felicity falava em tom baixo. Saiu de trás de mim, dando alguns passos para o lado. – Me fala a verdade.

— Não sei do que está falando, garota.

— Sabe sim! – Seu tom se elevou. – Não sou idiota, não sou burra. Não me trate como tal. Você nunca se incomodou que eu fosse a campo desde que estivesse acompanhada. E agora está aí fazendo questão de me colocar em uma luta humilhante contra você, pra que? O que está acontecendo?

— Já disse que tem informações que não posso compartilhar. Esse caso é mais perigoso para você do que imagina.

— Perigoso para mim? – Felicity recuou dois passos e então olhou para o chão. – Você... Não... – Recuou mais dois passos. – Não pode ser.

— Felicity? – A chamei, já me virando para ela.

— Não, não, não! – Ela se virou, pegou a bolsa e abriu a porta, saindo correndo em seguida. A primeiro instante, pensei em segui-la. Mas me virei novamente para Diggle.

— O que foi isso?

— Ela precisava disso, Oliver. – Sua expressão suavizara um pouco e agora seu olhar estava carregado de culpa. – Felicity não pode se envolver demais com esse caso e ela precisa de alguém que imponha limites.

— Chama o que eu vi a pouco de impor limites? – Eu o encarava com certa raiva, admito. – Você precisa rever seus conceitos, porque foi você quem passou dos limites aqui.

— Escute, Oliver... – Se aproximou de mim – Você não tem que se preocupar com ela. Na verdade, acho eu preferia quando vocês brigavam e não andavam juntos pra cima e pra baixo.

— O que quer dizer?

— Que é melhor ficar longe dela. Ou até mesmo você vai se meter em problemas.

[...]

Assim que Diggle deixou a sala, eu precisei de uns minutos para colocar os pensamentos no lugar. Tinha vontade de ir atrás de Felicity, mas não o fiz, achei que ela também precisaria de um tempo depois dessa cena de John Diggle. Caminhei lentamente até o saco de pancadas ao fundo da sala e desferi um soco sem força.

Eu estava cada vez mais preocupado com esse possível envolvimento de Felicity. Acontecera alguma coisa que a fizera pensar que ela poderia ter alguma ligação com a morte de Beth. Agora John Diggle me fizera pensar que algo tinha acontecido com Felicity antes mesmo do assassinato de Elizabeth Smith. E esse pensamento apenas aumentou ainda mais a minha preocupação.

Desferi um soco com toda minha força no saco de pancada, o coro do mesmo estralou e abriu, fazendo com que a areia contida ali começasse a vazar.

— Merda! – Estralei os dedos e me virei, dando de frente para Sara Lance, que me encarava de braços cruzados. – O que foi?

— Obrigada.

— Por quê?

— Por ter evitado que Felicity ouvisse mais. – Ergui uma sobrancelha. — É, eu subi, eu ouvi Diggle. Felicity passou por mim como um furacão.

— Em falar na sua irmã, acho que eu e você precisamos ter uma conversinha sobre ela.

— Eu sei o que vai perguntar, Ollie. Mas eu prometi à ela que não contaria à ninguém. Então... Vai ter que perguntar à ela quando ela resolver dar as caras de novo.

— Dar as caras de novo? – Me aproximei de Sara, alarmado. – O que quer dizer?

— Quero dizer que a última vez que vi Felicity sair correndo daquele jeito, ela sumiu por dias. É uma das poucas coisas que podemos prever com ela. Quando ela precisa de um tempo, ela se esconde de tudo e de todos.

[...]

Que dia merda, que noite merda e que merda de dor. Não descansei absolutamente nada essa noite e agora estava morrendo de dor de cabeça. Depois de um banho quente e demorado, vesti meus jeans e uma camiseta preta, calcei um sapatênis também na cor preta.

Depois de tomar um analgésico, peguei minhas chaves e a carteira e saí do apartamento. Fui caminhando até o café que havia no quarteirão seguinte. Assim que entrei fui até o balcão e pedi um café com leite grande para viagem.

Enquanto aguardava meu pedido, olhei em volta e reparei em três cabeleiras conhecidas em uma mesa ao canto. Peguei meu café e o paguei. Em seguida fui até a mesa das três garotas.

— Mas gente, como assim? Ela me mandou uma mensagem ontem, não pode ter sumido! – Ouvi Thea dizer ao me aproximar.

— Ela te mandou uma mensagem? E por que não falou logo, criatura? Não vê que estamos preocupadas? – Laurel olhava fixamente para Thea.

— Aqui. – Thea pegou o celular na bolsa e tocou a tela algumas vezes. – Ela disse “É a Lis, aceito a oferta”. E só.

— Onde será que ela está? – Sara perguntou em tom baixo.

— Meninas. – Anunciei minha presença ao cumprimenta-las.

— Ollie – O coro das três me fez sorrir.

— Sabe da Felicity? – Thea se apressou em perguntar. Franzi a testa.

— Não. A última vez que eu a vi foi ontem de manhã na academia. – As três suspiraram e se recostaram em suas cadeiras. – O que foi?

— Lembra o que eu disse ontem? – Sara olhou fixamente para mim e minha ficha caiu. – Ninguém a viu e nem conseguiu falar com ela desde que ela saiu da academia ontem, Ollie.

— Ela tinha uma reunião hoje comigo. – Thea estava com os olhos arregalados. – Quase esqueci. Vou ter que remarcar com a Palmer Tech. Precisamos achar Felicity.

— Bom, vamos acha-la então. — Laurel propôs.

[...]

Felicity Smoak vai me enlouquecer, fato.

Em um instante, as meninas estavam me dizendo que a loirinha havia sumido e no instante seguinte estávamos nos separando para procura-la. Disparei de volta para o prédio, indo direto à garagem no subsolo para pegar meu carro.

Uma vez no carro, passei a dirigir sem um rumo certo, a procurando sem saber onde poderia encontra-la.

Liguei uma, duas, três vezes no celular de Felicity. Caixa Postal. Caixa Postal. Caixa Postal.

— Que merda, loirinha! Cadê você?

Após algum tempo dirigindo, tentei ligar mais uma vez. Caixa Postal.

— Felicity? Atende esse telefone, mulher! – Meu tom exasperado tornou-se baixo – Onde você está?

[...]

Passei horas procurando por Felicity. Voltei para meu apartamento para pensar. Tinha outras formas de tentar localiza-la, mas com a cabeça quente eu nem pensara em nada, apenas pegara meu carro e fiquei rodando à sua procura.

Me sentei no sofá com o notebook no colo e o celular. Última tentativa de ligar para ela.

Para minha surpresa não caiu na caixa postal direto como nas outras vezes, chamava. Fiquei na expectativa de que ela fosse atender dessa vez. Percebi que o apito típico de chamada havia parado, mas não havia caído na caixa. Ela havia atendido.

— Felicity? – Sem respostas. – Me diga onde está. Ou vou encontra-la de um jeito ou de outro.

— Se não percebeu não quero ser encontrada. – Seu tom era baixo, sua voz fraca. Fechei os olhos ao ouvi-la.

— Você está bem?

— Não importa.

— Você realmente quer que eu perca a paciência com você, não é mesmo?

— Vá atrás de mulher, Oliver, e me deixe em paz. – a ligação foi cortada.

Mas, como eu disse, havia outras formas de encontra-la. Desde o momento em que iniciei a ligação, meu celular estava conectado ao notebook via cabo USB. Desde o momento que ela atendera, a ligação fora posta no viva voz e meus dedos batiam sobre as teclas, iniciando um programa que um dos meus contatos havia instalado para mim. Ela encerrara a ligação, mas em minha frente, na tela do meu notebook, piscava a localização de Felicity Smoak.

Notas finais
E aí, curtiram o capítulo de hoje? Vamos lá: º O que estão achando da história, pessoal? Acham que o ritmo está bom? O enredo está interessante? O que acham? º Projeto das one-shots está em andamento e até semana que vem eu já começo as postagens. º Sobre as one ainda: Eu estou anotando alguns pedidos de one. Estarei atendendo o mais rápido possível. Então quem tiver algum tema, alguma situação, qualquer pedido, pode me passar! Por mensagem privada aqui, twitter (@overwatch_lola) ou e-mail ( souza.raissa@outlook.com) . Quem quiser passar algum arquivo ( foto ou então música) , preferível que mande por e-mail. º Reviews... Ainda não deu tempo, gente! Mas juro, juradinho que vou responder à todos assim que possível! That's all ! Love ya squad! X, @overwatch_lola