Resourcefulness
1 O início da Guerra Branca
Notas iniciais
#Num lugar há milhares de anos luz, do nosso planeta Terra, existe um planeta mágico e sagrado, conhecido em seu sistema solar, como planeta Branco.
No planeta existem vários reinos, mas o principal, o maior deles, é o Reino Branco, é ele que governa o planeta e por isso dar-lhe o nome.
Seu governante é o próprio Anjo da Vida, mas acontece, que o Planeta Branco não é tão pacifico quanto quanto aparenta ser...#
Dhuma: Koya, eu gostaria de lhe perguntar uma coisa... *Ele diz com um sorriso.*
Koya: Pode perguntar.
*Dhuma pega-lhes as mãos*
Dhuma: Você, é extremamente especial! Não só para mim. Você é a preferida do Anjo da Vida e com isso conquistou o posto de líder geral do exército branco. O que só prova o quanto você é especial!
Koya, você é tão especial, tão especial... Que eu acho... Que estou gostando de você Koya...
Koya: D-Dhuma! *se surpreende* Você sabe que eu nunca aceitei ficar com ninguém.
Dhuma: Sim, sei. Mas isso é
porque você é muito especial, certo?
Koya: Nhaw... Não é isso, Dhuma-sama!
Veja, você sabe que sempre o adorei e que confio em você! E foi por isso o fiz líder do exército de força média.
Mas quanto a mim... Existe uma razão para eu nunca haver aceitado ficar com ninguém. É que... É que eu não gosto... De garotos... Me desculpa! *Após dizer isso Koya larga suas mãos e sai andando lentamente de cabeça baixa e envergonhada*
Dhuma: ~Não posso crer! Eu sempre a adorei e ela... Como pode? Suas habilidades sempre foram imbatíveis! E eu sempre achei que ela gostasse de mim! Eu achei ela especial! Mas pelo visto... Eu me enganei!
Ah! Mas isso não ficará assim!... *Pensa Dhuma, inconformado e andando na direção do Castelo Branco segue em busca de glória*
*Dhuma se ajoelha no chão e se curva*
Dhuma: Anjo da Vida, teria um momento para me escutar? É que tenho um conselho. Trata-se de uma visão que eu tive...
Anjo da Vida: Fique à vontade meu guerreiro, conte-me sua previsão. *Diz com um gesto suave de "prossiga", de seu trono.*
Dhuma: Precisamos destruir os fúrias. Aquele Reino é muito poderoso, e seus poderes apenas tem aumentado.
E como eles tem muita facilidade em se irritar poderão vir a causar uma enorme tragédia! Principalmente aquele demônio da Nasha.
Anjo da Vida: Nasha nunca saiu de controle. Não seja ingênuo quanto a isso.
Porém sua visão pode estar certa...
Já faz tempo que temo o poder daquele Reino.
Avise Koya de que ela deverá invadir o castelo deles e roubar a Safira Verde da Fúria Eterna.
A safira é a fonte de poder deles, sem ela o poder deles acabará.
Mas apenas Koya deverá invadir o castelo, por hora.
Mandarei chamar o exército, apenas caso tenha problemas.
Dhuma: Que assim seja. *Levanta o braço e diz:* Que o Imperador Branco seja louvado! *E dá um sorrisinho maldoso, puxado pro lado, cujo o anjo não nota, devido ao fato de Dhuma ainda estar de cabeça baixa*
Dhuma: ~Aquela idiota da Koya! Ah!... Então ela é bem sentimental quando se trata de garotas. Não é mesmo? Então por certo jamais teria coragem de atacar a Princesa da Fúria! Bem... Já que me rejeitou por gostar de garotas, agora vai se dar muito mal por gostar garotas!...
Só espero que o Imperador não venha a ddescubrair que era falsa a minha visão.
Mas assim que Koya for morta por Nasha, o que certamente ela fará quando a vir invadindo o castelo, sua liderança passará a ser minha! Suahahaha! *Pensa Dhuma enquanto caminha até Koya para lhe passar a ordem de invadir o Castelo da Fúria*
#16 minutos depois no Castelo da Fúria#
*Koya chega discretamente ao Reino da Fúria e escala o castelo, jogando-se diretamente na janela da torre central, onde a safira fica localizada.*
Koya: Ainda bem que não tem ninguém aqui. Preciso ser rápida...
*Quando de repente alguém que se aproxima.*
Nasha: Mas o que você esta fazendo aqui, líder branca?... *Pergunta a princesa em tom autoritário.*
Koya: E-er... Bem... E-eu...
#Enquanto isso, no Castelo Branco#
Dhuma: Imperador, soubemos que Koya foi ferida gravemente. Melhor enviarmos o exército para ajudá-la. *Mente Dhuma friamente.*
Anjo da Vida: Convoque-os então. Não deixem que Koya morra. Vamos, depressa! Ou eu mesmo terei de cuidar disso?
#De volta ao Castelo da Fúria#
Koya: E-er, que eu... Eu estava apenas observando o quanto a torre central de seu castelo é bonita! E...
Nasha: O castelo não é meu é de meu pai. Então saia! *E joga Koya pela janela.*
*Koya agarra-se numa das pedras da parede do castelo e consigo resmunga:*
Koya: Rum! E falaram que ela era calma! Devem estar cegos com sua beleza. *E começa a subir novamente.*
Nasha: Mas já voltou?! Tão cedo? Você é insistente, não?
Koya: Eu não tenho medo de ninguém.
Nasha: Rá! Como você é imprudente! Se fosse inteligente me temeria. Todos me temem.
Agora vamos, vá! Chame-me de demônio como todos do seu exército fazem. *Nasha o diz em tom rude sentando-se a espera.*
Koya: Meu exército nunca faria isso. Muito menos eu! Ainda mais em si tratando de uma garota linda como você. Já sofri muito antes de tornar-me líder.
Nasha: Linda?! Qual seu problema? Quer que eu lhe jogue novamente pela janela?!
Pois digo que sempre fui tratada assim pelo seu reino. E por isso eu, e-eu... Os odeio! *Ao dizer isso, Nasha quase chora.*
Koya: Tenha... Tenha calma. Eu não quis duvidar de você... *Koya diz já abraçando a princesa num gesto de consolo e preocupada.*
Nasha: Sua idiota! Solte-me! *Nasha desvencilha-se de Koya com um soco na barriga.*
Koya: A-aiii! Como ousa? Por acaso quer morrer?
Nasha: Quem você pensa que é pra me dizer isso?
Eu tenho poderes! Enquanto que você não passa, apenas de uma garota fofa, com ótimas habilidades na espada e certa sabedoria na arte da guerra.
Não teria chance jamais comigo nem com ninguém que tenha poderes!
Koya: Pois então vamos tirar a prova! *Koya pega a espada.*
Nasha: Claro! *E continua calmamente sentada de braços cruzados.*
AAAAAAAAAHHH!!!
*Um grito ecoa pelos corredores do castelo*
Koya: O-oque foi isso? *Diz Koya ao mesmo tempo assustada e surpresa.*
Nasha: F-FOI MEU PAI! *E Nasha sai correndo, sobe as escadas, entra no quarto real e lá encontra seu pai já sangrando e sem vida.*
*Koya seguiu a princesa subindo as escadas logo atrás.*
*No quarto já não se encontram mais os soldados, pois eles já saíram a procura da guerreira para resgatá-la.*
Koya: Mas o que aconteceu aqui?! *Pergunta Koya horrisada com a cena.*
Nasha: Quem são os demônios agora?! *Grita Nasha chorando.* Me diga: Quem?! Vocês nos atacaram sem motivo algum!... *Nasha chora mais abraçada ao corpo do pai.*
Por que não me disse que era um ataque? E que estava com o exército aqui?!! *Suas lágrimas não param de rolar.*
Koya: E-Eu juro! Eu te juro que não fui eu!
Já te disse que nunca faria mal a uma garota como você... *E abaixa a cabeça.*
Nasha: Não adianta mais fingir! *Diz com a voz cheia de raiva.*
Koya: Se eu estivesse aqui com o exército, acha que teria entrado na torre central sozinha?!
Nasha: ... *Por um momento Nasha para de chorar, meditativa.*
Koya: Você, pode até ser rude, mas é a guerreira mais calma de seu Reino. Pois, caso não o fosse, depois disso que aconteceu, eu não estaria mais viva aqui. Eu sei que um soco de um de vocês seria capaz de me matar facilmente... Mas você não usou força contra mim. E eu sei porque fez isso. É porque por dentro você é uma pessoa piedosa e gentil.
No meu Reino não há pessoas assim, há apenas pessoas que me louvam e me bajulam. Mas você... Você é diferente. Você é tão... Ah!... Não sei dizer...
Nasha: Nha!... Garota... *Nasha levanta o rosto de Koya pelo queixo.*
Koya: Que... Que foi?
Nasha: Você é chata! Sabia que fala demais? Fique quieta um minuto!
Koya: M-me desc... *Koya tem sua frase interrompida por um beijo de Nasha.*
Nasha: Isso foi pra você ficar quieta. Já disse! Calada!
Koya: E-eu... É... P-por que.... V-você?... *Koya ao mesmo tempo encantada tenta entender mas as palavras não lhe vem a mente.*
Nasha: Eu disse!: Para ficar quieta!
Ou terei de beijá-la de novo?
Koya: EI! A SAFIRA!
Nasha: Hã? O que tem?
Koya: Seja lá quem foi que entrou aqui deve querer roubá-la. *Koya pega a princesa pela mão e com ela desce as escadas.*
Nasha: O que significa isso? Solte minha mão, idiota!
Koya: Calada! Não temos tempo briguinhas. *Chegando a sala da jóia, Koya e a princesa se deparam com 5 guerreiros branco do exército de classe forte.*
*Ao ver Koya de mãos dadas com Nasha um dos soldados diz:*
Ai Hyk: Koya... Está nos traindo? Mas o que está fazendo? Solte a mão dela! O imperador não vai ficar nada contente com isso!
Koya: Depende... Vocês pretendem machucá-la?
Ai Hyk: Eu vou é matar esse demônio a espada! *E saca a sua arma.*
Koya: Ela tinha razão! Vocês são horríveis.
O mestre não iria gostar de ver vocês falando assim.
Ai Hyk: O mestre chamasse imperador. Você não deve se a ele como mestre.
Pare de achar que tem mais intimidades com ele do que nós.
E quando voltarmos ao Reino, você vai terá que se explicar com ele.
Koya: Sinto muito. Mas não quero que machuquem Nasha. Vou ficar do lado dela, não voltarei para lá.
Ai Hyk: Então você é um demônio, igual a ela. Deve morrer! *Ai Hyk corre direto em ataque a Koya.*
Nasha: Não! Não toque nela! Antes, eu só tinha meu pai como companheiro, não tinha amigos, nem mesmo em meu Reino. Mas agora tenho Koya. Não ouse machucá-la! *Nasha, com um punhal retirado do cinto, perfura a barriga de Ai Hyk, que de imediato cai inerte em morte.*
Koya: Seus insensíveis, parem de chamá-la de demônio! *Koya começa a ataca os outros 4 soldados e nisso, acaba sendo golpeada com uma espada no prito.*
Nasha: Você vai morrer desse jeito!
*Por um momento de exitação, os guerreiros brancos param, afinal, era Koya, a que até agora pouco, era sua líder.*
Koya: E você... Cof! Cof! Você consegue lutar contra todos eles? Eu não conseguiria mesmo com todo meu conhecimento... *Koya fica segurando o próprio ferimento.* Mas não quero que você morra. Por favor fuja! Eu ficarei. *Koya levanta* A não ser que você possa vencê-los. Você pode?
Nasha: Claro. *diz calma*
Koya: Consegue mesmo?
Nasha: Claro... Que não.
Koya: Idiota! Então não brinque comigo. Vá agora! *E Koya continua sua luta contra os guerreiros.*
*Nasha mantém-se atrás dela, protegida e continua a falar:*
Nasha: Se eu engolir a safira, ficarei extramente poderosa. Porém meu Reino ficaria sem sua fonte de poder...
*Sem esperar pela resposta de Koya, Nasha corre na direção da pedra e pega a safira.*
Koya: Mas você não pode fazer isso com seu Reino! *Reclama Koya aturdida, sem poder impedi-la, pois tem de se defender dos soldados.*
Nasha: Quero que se lembre de minhas palavras. *Nasha se aproxima rapidamente de Koya novamente.*
Koya: Quais?...
Nasha: Para lhe salvar sacrificarei meu próprio exército. Quero que se lembre que pelos meus lábios extremo poder foi-lhe concedido!
*Nesse momento Nasha coloca a safira na boca e puxa Koya pelas vestes, virando-a de frente pra si e a beija, um beijo longo de língua, ao mesmo tempo que lhe transfere a safira e no susto, Koya engole a pedra, concluindo assim o objetivo de Nasha.*
*Os guerreiros brancos simplesmente ficam em choque com a cena, então param, por um momento.*
*O ferimento de Koya começa a curar-se e surpresa Koya para a princesa.*
*Nasha sorri e lhe diz:*
Nasha: Pensou que eu fosse te deixar morrer?
Aaahh! *Brada um dos soldados retomando o ataque. Koya empurra Nasha para trás e defende-se do golpe do guerreiro branco.*
*Nasha retorna abraçando Koya pelas costas e sussurra-lhe no ouvido:*
Nasha: Agora você é minha, e vai ter de me aturar. Entendeu bem, sua chata?
*Koya sente uma energia estranha percorrer por todo seu corpo, quando de repente começa a flutuar e fortes raios luz verde saem de seus olhos em grande intensidade, iluminando o ambiente e cegando momentaneamente a todos do cômodo.*
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