Resistance

1 Capítulo 1 - Nós Não Desistiremos.


Notas iniciais
Hey! Essa é minha primeira fanfic sobre o fantástico mundo dos heróis.Obrigada a linda Nanda Soldier que leu primeiro esse capitulo e me deu sua opinião sincera.Contém fortes partes sobre CA: TWS, mas será apenas no começo da fanfic, pois na minha ideia começa mesmo na parte da ponte.Eu realmente espero que vocês gostem!

A ruiva, chamada Roxie, não conseguia entender a razão de seu melhor amigo esta parado no meio da rua, sendo um alvo fácil pra qualquer inimigo, principalmente com este que estava frente a frente de Steve. O tão denominado Winter Soldier, assassino cruel e sanguinário. Puxou o capuz para sua cabeça e se preparou para um combate se possível.

O assassino levou a pistola em direção ao peito de Steve que ainda parecia congelado, sem apresentar qualquer reação. Com medo que o amigo se ferisse, correu o mais rápido que conseguia para perto do loiro e pegou suas duas adagas da bainha jogando em direção ao Winter Soldier, impedindo que o mesmo atirasse no loiro paralisado. A garota ao menos prestou atenção no seu alvo, se ele conseguiu se defender ou não, pois sua atenção estava apenas no Rogers.

– Steve! Qual é o seu problema? – resmungou enquanto tentava puxar seu amigo paralisado para longe – Você está na linha de fogo, parado. Seria atingido e nem ao menos iria se defender… – mas ela foi se calando quando Steve finalmente a olhou nos olhos, o que viu nos olhos do amigo a chocou. Ele estava sofrendo milhões de sentimentos. E ela conseguia reconhecer qualquer um que passasse nos profundos olhos azuis do capitão.

A dor, o choque, a confusão, a descrença, mas também no fundo a felicidade, eram os sentimentos que Steve Rogers passava apenas com o olhar para sua amiga. Sem falar qualquer palavra o loiro apontou para qualquer coisa que estava nas costas dela.

Curiosa para saber o motivo que deixou Steve assim, ela foi se virando lentamente. O Winter Soldier vinha em direção a eles com uma arma, assim que ele chegou um pouco mais perto, ela pode avistar o rosto descoberto do assassino. Aquilo não era possível, era o que se passava na mente da garota.

E uma onda de sentimentos a atingiu em cheio, os mesmos sentimento que seu amigo sentia, agora ela estava sentindo. Deu alguns passos para trás e começou a sentir suas pernas fraquejarem, tanto que se encostou no peito forte do seu amigo capitão.

Seus olhos rapidamente de encheram de lágrimas, sua respiração estava descompensada. Sua mente estava em turbilhão, não conseguia entender e era difícil de crer, mas era ele ali e isso não era possível ou era? Era ele ali parado em sua frente apontando uma pistola para ela e Steve.

Não era ele, não poderia. Ele havia morrido há muitos anos, ele havia a deixado há muitos anos e era completamente injusto ele parecer ali em sua frente como um fantasma. Precisava confirmar suas suspeitas, precisa falar algo, porém sua garganta parecia seca e sem vida. Colocou a mão sobre sua garganta e a forçou para dizer algo. E apenas uma palavra saiu de sua boca.

– Bucky? – ela perguntou ao mesmo tempo que seu amigo Steve. Roxie ainda estava descrente que poderia mesmo ser ele. O soldado franziu as sobrancelhas, um leve sinal de confusão passou em seu rosto.

– Quem diabos é Bucky? – a voz era a mesma do seu Bucky, talvez um pouco mais áspera, mesmo assim ela achou que nunca mais ouvira a voz dele. Sentiu seu coração se aquecendo. Deu passos pequenos e vacilantes em direção a ele, porém foi parando quando o mesmo levantou a pistola para o peito dela, ele iria mesmo atirar nela, mas foi impedido quando Sam chegou voando e o chutou.

O Winter Soldier caio no chão rolando, mas rapidamente o soldado levantou mais uma vez a pistola, enquanto era possível ter a ruiva e o loiro em sua frente. Steve puxou sua amiga para trás dele colocando seu escudo na frente deles e a puxou para baixo, tentando se defender do tiro, porém a tentativa do soldado de atirar neles foi falha quando a outra ruiva atrás deles, denominada de Viúva Negra apertou o gatilho da lança granada em direção ao soldado.

O Capitão e sua amiga ainda abaixados viraram para trás para identificar da onde veio o disparo. Na mesma rapidez que eles olharam, voltaram a olhar em direção aonde estava o Winter Soldier, entre as fumaças do carro atingido era capaz de avistar que o inimigo deles havia desaparecido. E muitos carros avançavam em direção deles.

Não teria como eles fugirem, já estavam cercados por vários carros. Homens vestidos de preto com forte armamento desceram dos veículos apontando as armas para o pequeno grupo de heróis. Gritando:

– Largue o escudo – gritou furiosamente Brock Rumlow. Alguns homens foram em direção da Natasha e do Sam.

– De joelhos os dois, agora – Steve e a Roxie ainda com as mãos estendidas para cima em sinal de rendição se ajoelharam e eles foram algemados. Um helicóptero circulava entre eles e Brock mandou seu parceiro, Jack Rollins abaixar a arma que apontava para o cabeça do Capitão América.

Algemados eles foram levados em direção a uma van preta e obrigados a entrar nela. Seus companheiros perguntaram a razão deles simplesmente terem travado no meio da rua na frente do Winter Soldier, Steve explicou a situação. Depois o silêncio reinou dentro daquela van, apenas os sons da rua e dá própria van eram ouvidos, cada um em seus próprios pensamentos.

– Era ele – Steve quebrou o silêncio, ele olhou para sua melhor amiga.

– Sim, era ele – confirmou a ruiva com a voz embaçada. Ela olhava para suas próprias mãos algemadas, lutando fortemente para não derramar nenhuma lágrima na frente dos companheiros de equipe, não teria nenhum problema se ela desabasse em lágrimas e desespero na frente de Steve, já havia feito isso várias vezes antes, mas não na frente da Natasha e do Sam, não queria que eles pensassem que ela era uma fraca.

– Ele olhou diretamente pra mim, como se nem me conhecesse – Steve ainda se queixava.

– Como isso é possível? – indagou Sam – Aconteceu há uns 70 anos atrás.

– Zola – respondeu Steve. Natasha lançou um olhar de preocupação capitão.

– Toda a unidade do Bucky foi capturada em 1943 – A ruiva, sua melhor amiga continuou, seguindo o raciocínio do loiro – Zola fez experimentos com ele.

– O que quer que tenha feito – Steve continuo com o tom melancólico – O ajudou a sobreviver – Ele olhou para a amiga – Eu deveria ter procurado por ele – antes que ela pudesse consolar ele a outra ruiva foi mais rápida.

– Nada disso é sua culpa, Steve – Natasha o olhou profundamente. Rogers suspirou e se aconchegou para perto de sua melhor amiga, ele sabia que ela sentiria o mesmo que ele ou talvez até mais do que ele, afinal em sua vida sempre foi ele, Bucky e a amiga ruiva deles, a Roxie. Quando todos perderam seus pais e todos achavam que os amigos não tinham mais ninguém, eles tinham um ao outro ainda.

– Mesmo quando nós não tínhamos ninguém – Roxie olhou nos olhos de Steve e completou a sua frase do loiro.

– Nós tínhamos o Bucky – Roxie encostou a cabeça no ombro do amigo e se permitiu derramar uma lágrima sobre o ombro dele. Sam desviou o olhar deles para a Viúva Negra, por simplesmente achar que aquele momento deles, merecia a máxima privacidade que poderia ser dada.

– Precisamos de um médico aqui – disse Sam para os dois guardas, ao perceber que Natasha havia sido atingida por um tiro – Se não pressionamos a ferida, ela vai sangrar até… — um dos guardas tirou uma arma de choque acertou bem no peito e depois socou o guarda do seu lado.

Ansiosos os prisioneiros aguardaram a pessoa se revelar. Ficaram um pouco surpresos quando Maria Hill tirou o capacete.

– Essa coisa estava esmagando meu cérebro – reclamou Hill jogando para trás as mechas de seu cabelo. Quando Marie olhou para Sam, perguntou – Quem é esse cara?

– Isso não importa agora, Hill – resmusgou Natasha com a respiração falha – Nos tire daqui.

Hill cortou as algemas deles e fez um barraco no chão da van e saíram. Entraram em outra van e agora eles poderiam sentir alívio, pois não precisavam pensar em uma maneira de escapar. Mas a mente deles estavam a mil, cada um com a sua preocupação.

Quando eles perceberam Hill já abria a porta da van, Steve desceu primeiro e ajudou Natasha a descer passando seus braço na cintura da espia, gesto de não passou despercebido por Roxie.

O lugar era amplo, cheio de árvores. Parecia uma base militar, mas não abandonada, e sim uma base secreta em uma caverna. Hill foi os guiando e foi uma grande surpresa quando eles descobriram que Nick Fury estava vivo, todo machucado, mas vivo.

Todos juntos conversaram, fizeram plano para parar os lançamentos, o plano era que eles teriam que invadir os Helicarriers, abrir o compartimento e substituir as placas com os alvos da HIDRA, pelas placas com novos alvos estabelecidos pelo Fury.

Steve que estava furioso e exausto, decidiu que tanto a S.H.I.E.L.D quanto a HIDRA acabariam, Fury tentou discordar, porém ninguém ali discordava de Steve, até mesmo Marie Hill estava a favor do capitão. E assim foi decidido que seria o fim da S.H.I.E.L.D.

(…)

Roxie estava cansada que ficar dentro daquela caverna, mal consegui respirar e precisava de ar. Ela precisava de um ombro amigo, especificamente do ombro de Steve. Seu amigo estava lá fora olhando a paisagem, pensativo e ela sabia que ele estava pensando no Bucky, não tinha como não pensar em tudo o que eles passaram juntos.
Entrelaçou seu braço com o do loiro e encostou a cabeça em seu ombro.

– Em que está pensando? – ela perguntou, depois de alguns minutos de silêncio.

– Até parece que você não sabe – respondeu meio seco, o loiro.

– Eu sei que é no Bucky – a ruiva rebateu – Mas eu quero saber no que precisamente você está pensando?

– Quando minha mãe morreu – foi uma resposta muito vaga, mas Roxie sabia exatamente o momento que Steve estava pensando – Ele sempre estava lá cuidando de mim, cuidando da gente. E agora… – Rogers suspirou e deixou a frase no ar.

– E agora – Roxanne virou para frente do amigo – Ele precisa de nos para cuidar dele – Steve podia ver o quanto ela estava sofrendo, mas, mesmo assim, a esperança girava em torna dela.

– Tem razão – concordou com a amiga.

– Nós não desistiremos – Roxy tentou passar confiança ao Rogers Eles voltaram a ficar no silêncio que só foi quebrado novamente quando Sam chegou perto deles.

– Ele estará lá, sabia? – Wilson, chegou perguntando para os amigos.

– Eu sei – respondeu Steve enquanto Roxie continuava quieta.

– Quem quer que ele fosse – continuo Sam – O cara que ele é agora, eu não acho que é do tipo que você salva, é do tipo que você para – ele apenas queria alertar seus amigos.

– Eu não sei se posso fazer isso – disse Steve. Roxanne tinha certeza de que ela não poderia.

– Talvez ele não lhe dê opção – lamento Sam – Ele não reconhece vocês.

– Não se preocupe, Sam – a ruiva resolveu falar. Ela virou em direção ao amigo e abriu um falso e pequeno sorriso – Ele vai nos reconhecer, pode demorar, mas eu esperarei até o fim – ela suspirou, olhando para o céu azul.

Sam olhou para Steve, esperando que ele talvez alertasse para a ruiva que aquilo era loucura, mas o Capitão apenas deu os ombros como se concordasse com ela. Wilson consegui entender a profundidade dos sentimentos dos amigos, se fosse com Riley ele faria tudo possível para salvar seu parceiro, porém a situação era um tanto quando critica e ele tinha medo de perder ou ver seus novos amigos machucados.

Em toda história de vido trio Bucky, Roxie e Steve passaram por muitas coisas juntos, sempre protegendo um ao outro e quando eles acharam que Bucky havia morrido era como se uma parte deles estivesse ido junto com o amigo. Agora eles o tinham de volta de certa maneira e não poderiam desistir dele, nunca poderiam desistir de James Buchanan Barnes. Nunca.

– Se equipe, está na hora – falou o Capitão e saiu com a amiga em seu embalo.

(…)

Todos já estavam na sede principal da S.H.I.E.L.D, cada um fazendo a sua parte do plano, Roxanne impediu o Alfa, Sam o Bravo e faltava Steve impedir o Charlie, mas parece que o Capitão estava com problemas.

Sam agora tentaria impedir Brock Rumlow de chegar a sala aonde Natasha e Fury estavam com Alexander Pierce e Roxanne precisava ir na sala de controle combater alguns integrantes da equipe STRIKE que estavam fazendo reféns. Chegando lá foi extremamente fácil para ela, pois eles eram o tipo de homem que subestima uma mulher, o que foi burrice na opinião da ruiva, afinal ela tinha noventa e poucos anos, combateu nazistas, tinha histórias sobre ela como a mulher mais guerreira dos Estados Unidos e eles ainda tinham a coragem de subestimar ela? Tolos.

– Tudo bem por aqui, Carter? – questionou para a agente 13.

– Tudo sobre controle, na medida do possível – informou a loira que tentava evitar os lançamentos, mas não estava conseguindo porque o sistema estava travado.

Mas já era tarde demais, um grande barulho foi ouvido e eram os Helicarriers atiram um contro os outros, uma má sensação passou no coração da ruiva, Steve ainda poderia estar sobre um desses ainda.

– Hill, está na escuta? – perguntou a ruiva.

– Estou ouvindo – respondeu Hill

– Steve ainda… — ela não consegui terminar a sua frase

– Sim – murmurou Hill – Ele mandou eu disparar, eu tentei argumentar, mas ele … — a morena foi abaixando a voz até não falar mais nada.

– Ele não quis ouvir – a ruiva completou a frase da morena.

Não. Agora que todo poderia voltar ao normal, ela não perderia o Steve, iria atrás daquele Capitão burro. Descia as escadas rapidamente, pegaria algum helicóptero ou algo do tipo e entraria naquele lá e tiraria Steve e depois darias uns socos nele.

Ela chegou no térreo, saiu da recepção da S.H.I.E.L.D e olhou para o céu, tudo estava se destruindo, caindo aos pedaços, atirando um no outro, os Helicarriers estavam desabando em pedaços do céu.

Roxie se desesperou, ainda olhava para o céu, foi quando ela percebeu um ponto azul caindo rapidamente em direção ao rio Potomac, ela sabia que aquele ponto era o Steve, correu em direção, seu pulmão pedia por ar, mas ela não tinha tempo de parar para respirar precisava tirar Steve de dentro da água.

Estava a ponto de mergulhar naquelas águas, porém Roxanne percebeu um outro ponto caindo na mesma direção que o Rogers. Um ponto preto com vislumbre prateado e ela também sabia quem era aquele ponto preto. Temendo por algo pior, ela resolveu correr para a borda perto deles.

Ainda correndo, ela avistou o Winter Soldier saindo das águas do rio, puxando Steve junto. O soldado chegou na borda e largou seu amigo jogado lá, mas ficou encarando ele, estava confuso, não entendia o motivo dele não querer mais lutar e todas as coisas que ele disse rodavam freneticamente em sua mente.

Roxie foi chegando mais perto deles, o soldado mal havia percebido a aproximação dela, parecia que ele estava perdido em pensamentos, a expressão que ele trazia no rosto era de dor, ela se freou para não correr e abraçá-lo com o intuito de confortar ele, como já havia feito muitas vezes no passado.

– Por favor, não machuque ele – ela pediu. O moreno de virou bruscamente ao ouvir a voz tão doce.

O soldado deu alguns passos pra atrás. Pra ele, ao ver ela foi um choque, pois era ela, o rosto daquela mulher era o mesmo rosto que sempre estava em sua cabeça, ao acordar o rosto dela vinha em sua mente e ao dormir novamente o rosto vinha em sua mente.

Nunca contou a ninguém sobre isso, mas ele gostava daquele rosto, era muito bonito, cabelos ruivos de um tom alaranjado, olhos verdes bem claros, nariz arrebitado, lábios médios, mas carnudos e o detalhe que ele mais gostava, que eram as poucas sardas espalhadas entre seu nariz e as bochechas. Ele olhava para ela fixamente, comparando o rosta da mulher com o da sua mente e eles eram muito parecidos, apenas algumas características estavam diferentes como por exemplo a cabelo, roupa, mas, mesmo assim, ainda era a mesma pessoa.

Roxanne interpretou que ele estava avaliando como um alvo e levou as mãos mostrando que não tinha nada que pudesse atacar ele, que ela não era sua inimiga. Os dois se encaravam, parecia que o soldado não pararia de olhar para Roxie.

Roxie sentia no seu peito, o coração dela batendo a mil, sempre tinha o rosto de James em sua mente, nunca o esquecia, mas aquele soldado estava diferente do seu James, seus cabelos eram compridos e tinha a barba mal feita, mais a mesma imensidão azul acinzentado que eram seus olhos, Oh Deus, como ele estava lindo, pensou ela.

– Bucky – a ruiva soltou um murmuro meio relutante.

– Eu não sou Bucky – debateu o moreno raivosamente. Ele não conseguia entender porque ela e o loiro insistiam em chamar ele assim, afinal seu nome era mesmo Bucky? Bucky era um nome muito estúpido. O homem que estava caído no chão disse que seu nome era James Buchanan Barnes, mas nunca ninguém o chamou assim, na verdade ele não tinha nome, sempre o chamavam de Winter Soldier, ativo ou soldado, mas nunca por um nome.

– Bucky – Roxy o chamou mais uma vez ao perceber que aquilo mexia com ele. O moreno deu alguns passos pra trás.

– EU NÃO SOU BUCKY! PARE DE ME CHAMAR DISSO! – o soldado gritou. Pega de surpresa, o grito assustou Roxanne e o moreno se arrependeu instantaneamente de ter gritado.

– SIM. VOCÊ É! – ela gritou de volta, o que surpreendeu o soldado também. Ela tinha agora uma expressão raivosa no rosto e ele não gostou de ser o motivo da raiva dela, mas por que? Roxanne passou as mãos em seu rosto e soltou um suspiro longo – Você é Bucky. Eu conheço você quase a vida toda.

– Eu não me lembro disso – ele negou – Pare de mentir pra mim, pare de tentar me manipular – rosnou ele. Apontando o dedo em direção a ela.

– Eu não estou te manipulando. Tente se lembrar Bucky – ela simplesmente implorou – Se lembre de mim, do Steve, se lembre de nós.

– Minha cabeça doí – ele negou. Roxanne olhou para seu amigo esticado e todo machucado no chão, ela precisa levar ele para um hospital, não poderia ficar enrolando com o Bucky, e agora por mais de doesse, James não era sua principal preocupação agora, não agora.

– Sei que dúvida de mim ou do Steve – disse ela – Mas essa é a verdade, se não acredita em mim, então visite o museu Smithsonian e lá você vai conhecer um pouco da verdade – o soldado olhava atentamente para ela, enquanto a ruiva ia em direção ao loiro no chão – E ai depois se você quiser saber mais – ela sorriu pra ele – Me procure.

Roxanne pegou uns dos braços de Steve e passou sobre seus ombros o levantando facilmente, o soldado achou surpreendente, afinal ele sabia que o loiro pesava mais de cem quilos e a garota parecia ser frágil e delicada. Ela estava dando as costas para ele, ela iria embora, mas ele não queria que ela fosse, pois de alguma forma ela lhe dava paz.

– Espere – o moreno pediu. A garota o olhou atentamente, esperando o que ele ia dizer a ela – Qual é o seu nome? – ele queria muito saber da mulher que habitava sua mente.

– Roxanne – respondeu simplesmente. Bucky achou que o nome combinava com ela, um nome muito bonito em uma mulher muito bonita.

– Ah – ela se virou novamente para ele – E se lembre que você não precisa ser uma arma, Bucky – Pela primeira vez desde da descoberta, Roxie abriu um lindo e verdadeiro sorriso em direção ao Winter Soldier.

Roxanne deu completamente as costas para ele e seguiu reto sem olhar, deixando o único homem que amou e ainda ama em sua vida toda para trás e, então um jorro de lágrimas começou a escorrer em seu rosto de porcelana.

O Winter Soldier olhava a ruiva se afastar e sentiu uma pontada mais pro lado esquerdo do peito, ele não entedia o que aquilo significava, mas não gostava nem um pouco dessa sensação. Ele só sabia de uma coisa, ele iria ao tal museu e depois procuraria pela linda ruiva, Roxanne, como a mesma lhe sugeriu.

Notas finais
Então é isso. Me digam o que vocês acharam, então comentem, por favor!A opinião de vocês é muito importante.Beijos e Abraços.Gábbs Evans.