Resident Evil - a Série: Projeto Tyrant
10 Capítulo 9: A Armadilha
Notas iniciais
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Jill Valentine, Rebecca Chambers e Kássia já estão recuperadas e unidas conseguem escapar também da casa dos empregados.
Kássia conta sobre alguns fatos passados como a chegada dos cientistas nas montanhas antes da infecção se iniciar e fala que o nome da empresa responsável pela criação e propagação do T-vírus por toda a montanha foi a Umbrella Corporation.
Barry captura Kássia, sussurrando ao pé do seu ouvido que a usará em seus terríveis planos.
Tentando escapar de seus pesadelos reais, Jill só encontra mais confusão.
Não seria melhor ela se entregar à morte?
O que você faria?
Resident Evil — A Série
Capítulo 9: A armadilha
Eu, Rebecca e Kássia conseguimos escapar da casa dos empregados, após eu pegar a chave dourada na sala da Planta Mãe para abrir a porta de saída da casa e Chris reconheceu o comparsa de Barry na cela onde ele estava preso.
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Após ler tudo o que estava escrito no livro que tinha o desenho das plantas na capa eu disse:
- Parece que tudo o que é vivo ou morto e entra em contato com o T-vírus, tem seu DNA modificado, sejam humanos, animais ou vegetais.
Me ouvindo falar Kássia disse:
- Quando a minha mãe trabalhava aqui, os donos da mansão permitiram que uns cientistas de uma empresa viessem fazer algumas experiências com um tipo de planta que só podia ser encontrada aqui na área das montanhas, em determinadas épocas do ano...
...No começo eles só faziam experiências com ratos de laboratório, mas um acidente ocorreu e os cientistas ficaram todos doentes, muitos deles ainda diziam que a culpa foi de um cientista novato que ainda estava em experiência de trabalho naquela época, infelizmente, todos foram infectados e eu fui à única a sobreviver, me escondendo na sala secreta na biblioteca.
Escutando Kássia dizer aquilo tudo, eu logo perguntei:
- Você sabe qual é o nome dessa empresa?
Então ela respondeu:
- Sei sim, o nome dela é Umbrella Corporation.
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Noutro local...
Olhando por uns telões com imagens do lugar onde eu e as garotas estávamos, um dos funcionários da Umbrella disse:
- Elas descobriram quem somos.
Um outro então falou:
- Então matem-nas.
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De volta onde estávamos, já caminhávamos num espaçoso pátio fora da casa dos empregados, quando algo começou a acontecer.
Todas as estátuas, esculturas, e até a fonte de água que havia no lugar começaram a se movimentar e derrepente raios lasers e uma chuva de balas surgiram através delas.
Era Uma espécie de arma com mira automática que estava a nos disparar.
Tentando escapar, acabei “levando bala” numa das minhas pernas, mas por sorte consegui caminhar mancando até o local seguro onde as garotas estavam. Para dentro de um buraco como de uma caverna.
Rapidamente Rebecca me curou com um dos seus últimos frascos de spray.
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Dentro da Umbrella um dos funcionários disse:
- Droga, elas conseguiram escapar de novo!
Mas o outro falou:
- Não exatamente.
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Adentrando no buraco no solo próximo de uma não tão grande queda d’água, encontramos um local cheio de cápsulas enormes.
Derrepente nós pudemos ouvir leves passos se aproximando.
Não sabíamos do que se tratava então preferimos ficarmos caladas até que algo ou alguém aparecesse.
Alguns segundos depois, lá estava, era uma nova e mais estranha ainda criatura.
Ela tinha garras enormes, era corcunda e tinha a pele parecida com a de um sapo.
Assustadas, nós todas começamos a atirar e sob uma chuva de balas a criatura não resistiu e morreu rapidamente, liberando antes, um horrível grito de dor.
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Olhando para as cápsulas Rebecca logo disse:
- Vendo isso, eu não diria que essa é a última dessas criaturas.
Kássia falou:
- Concordo com você!
Então me levantei e disse:
- Vamos dar logo o fora daqui.
Mais alguns minutos após e ainda dentro daquela estranha caverna, nós três encontramos um elevador que nos levaria para um andar mais acima, porém, só poderíamos subir uma de cada vez.
Enquanto eu subia, as garotas esperavam por uma resposta minha, mas assim que o elevador chegou ao seu destino, o andar acima, fui surpreendida por outro cão zumbi.
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Lá em baixo, as garotas puderam escutar somente os tiros e meus gritos de horror.
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- Será que ela está bem?...Perguntou Kássia, preocupada com o que poderia estar acontecendo lá em cima, afinal, as montanhas de Raccoon estavam cada vez mais misteriosas e aterrorizantes.
Repentinamente, o elevador começou a descer, mas Rebecca pôde perceber que um tipo de líquido pingava de sua plataforma.
- Oh meu Deus, é sangue!...Ela disse apavorada, pensando na pior das hipóteses.
Segundos depois para o alívio das garotas, elas puderam constatar que aquele sangue era apenas o sangue de mais um cão zumbi morto.
- E aí, gostaram do presentinho?...Eu disse só para descontrair um pouco.
- Muito engraçado, você quase matou a gente de susto...Falou Kássia nada feliz com a brincadeira.
- Tem razão, me desculpem garotas, não é mesmo o momento pra isso.
- Tá legal, agora vamos nos concentrar novamente em sair dessa droga de lugar, antes que outras coisas assim apareçam...Falou Rebecca.
- Então venham logo pra cá pra cima, acho que encontrei algo que poderá nos levar para uma saída daqui...Ordenei a elas.
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Chambers foi a segunda a subir, deixando Kássia na espera.
Enquanto ela esperava, Barry apareceu atrás dela apontando uma arma em sua cabeça, dizendo para ela ficar em silêncio porque senão ficasse, ela sofreria as conseqüências.
- Venha comigo, vou precisar de você...Sussurrou ele no ouvido dela.
Sem poder reagir, Kássia foi levada com ele.
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Já no mesmo local onde eu me encontrava, Rebecca gritava por Kássia convidando-a a subir, porém, ela não recebia resposta alguma da garota.
Enquanto isso, eu observava um estranho poço redondo repleto d’água onde havia um espaço para três pedras serem encaixadas.
Colocando as duas pedras que eu havia encontrado no subsolo da mansão e na casa dos empregados nos dois lugares onde elas se encaixavam, vi que ainda faltava uma delas.
- Essa não Jill, Kássia desapareceu!...Falou Chambers, interrompendo meus pensamentos.
- Mais essa agora! O que faremos?...Perguntei.
- Nós temos que encontrá-la...Ela disse.
- Então teremos que nos separarmos de novo, senão, perderemos muito tempo.
- O problema é que minha munição está se esgotando!
- A minha também, por isso, deveremos economizá-las...Falei.
Assim nós nos separamos novamente.
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Eu caminhava num local parecido com uma caverna, muito escura, quando pude observar uma enorme pedra redonda presa numa parede ao meu lado.
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Ignorando-a continuei a caminhar, mas sem perceber, ativei uma armadilha posta por alguém ao arrebentar um fino e quase invisível fio de nylon que estava esticado ao chão.
Repentinamente a pedra começou a deslocar-se em minha direção.
Não havia alternativa, era correr ou morrer, pois a enorme pedra vinha com toda força ao meu encontro, para me esmagar.
A cada três passos meus, a pedra ganhava mais velocidade.
O jeito foi adentrar um grande buraco ali perto cujo tamanho, segundo meus cálculos não permitiria a entrada da enorme pedra.
Assim, a enorme pedra redonda bateu na parede, me encurralando lá dentro.
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O local era um ambiente parecido com um pequeno depósito de caixas de madeira.
Eu já tentava arranjar uma forma de sair dali, então decidi procurar dentre aquelas caixas alguma saída.
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Enquanto isso, Rebecca estava num salão onde às paredes, as portas, o chão e o teto estavam todos cobertos por teias de aranha.
- Nossa, deveriam demitir o decorador desse local!...Disse ironicamente Rebecca em seus pensamentos.
Calmamente ela caminhou até a porta coberta por teias, quando algo saiu de dentro de um buraco ao chão na tentativa de um ataque surpresa, porém, ela já estava preparada para surpresas e com os dedos nos gatilhos, detonou a criatura.
- Mais uma tarântula!...Ela disse não muito surpresa.
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Para o azar da policial, os filhotes da criatura que ela matara a pouco não haviam gostado nada do que viram e como num ataque em grupo, começaram a se aproximar dela, em dezenas.
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Fim do capítulo 9...Continuará!
Notas finais
Jill Valentine?...A incorruptível?
Rebecca Chambers?...A mocinha em perigo?
Chris Redifield?...O corajoso galã?
Barry Burton?...Mistério purinho?
Albert Wesker?...O Supremo?
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Desta ficção:
Kássia?...A sofredora?
Billy?...E seus óculos intocáveis?
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