Resident Evil - a Série: Projeto Tyrant
8 Capítulo 7: O anti-envenenamento
Notas iniciais
Trancafiadas dentro da casa dos empregados, Jill, Kássia e Rebecca tentam procurar uma forma de deixaram o novo casebre, mas a pobre Kássia acaba sendo infectada de uma forma diferente dos outros.
Ela além de ser infectada acaba sendo envenenada pelo veneno contido no espinho de uma planta que a ataca.
Agora, suas duas amigas terão de se separar e além de procurarem uma saída, encontrar a cura pra jovem garota, antes que seja tarde demais.
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Resident Evil — A Série
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Capítulo 7: O anti-envenenamento
Eu, Rebecca e Kássia fomos surpreendidas pela traição de Barry e fomos trancadas numa casa próxima da mansão.
Já Burton, foi atacado por algo após nos deixar trancafiadas nessa tal casa.
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Noutro local...
O policial Redfield acabou sendo capturado por alguns homens e sendo colocado dentro de uma cela.
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Com a intenção de sair com as outras garotas daquela casa, eu logo tentei atirar na fechadura, porém, a tentativa foi mal sucedida.
Observando o local, quase todo construído com madeira, Kássia se lembrou que ali era a casa dos empregados, então ela disse que a sua mãe poderia ter se escondido em algum lugar dali.
Enquanto isso, eu somente pensava numa forma de escapar daquela casa.
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Segundos depois eu disse às garotas: Eu quero que vocês duas se separem e procurem uma saída daqui, e caso você encontre a mãe da Kássia, quero que a proteja... Falei diretamente a Rebecca.
Nos encaminhando para um corredor onde nós nos separaríamos, nós três passamos por cima de uma tábua onde havia um buraco de dois palmos de largura, mas ao fazermos isso um “estranho cipó vivo” saiu desse pequeno buraco atacando Kássia.
A coisa se enroscou no pescoço dela tentando enforcá-la.
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Vendo o que ocorria, rapidamente eu atirei na direção da tábua, ferindo a criatura e livrando o pescoço da garota do estrangulamento.
Ferida, Kássia caiu no chão desmaiada.
Rapidamente, eu e Rebecca fomos verificar o que havia acontecido com a garota e observando o pescoço dela eu pude encontrar pequenos espinhos venenosos ali, então disse:
- Essa não, parece que ela foi infectada e envenenada ao mesmo tempo, se nós não encontrarmos uma cura rapidamente pra ela, esse poderá ser seu fim!
Logo, a policial Chambers pegou um dos frascos de spray e lançando sobre a garota ferida, curou-a de sua infecção, mas, Kássia ainda não havia acordado.
- Tem algo de errado, ela ainda não está bem!...Disse Chambers entrando em desespero.
- O problema é que o spray, somente cura a infecção e não o envenenamento, nós duas teremos que deixá-la e procurar algo para curá-la o mais rápido o possível...Eu disse à garota.
Apavorada e preocupada, mas tentando manter o controle da situação Rebecca falou:
- Calma, ela não irá morrer, nós vamos procurar algo para curá-la e salvá-la.
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Assim nós duas nos separamos e fomos em busca do que era mais urgente naquele momento, a cura para o envenenamento de Kássia.
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Já separadas Rebecca caminhava entre os estreitos e sombrios corredores daquele lugar, que estavam cheios de portas por onde estranhos sons ecoavam.
Com seus calmos passos sobre as tábuas podres, um leve ranger podia ser ouvido, dando um clima aterrorizante àquele local, onde em cada curva, em cada corredor poderia se esperar o aparecimento de qualquer coisa.
Nervosa e atemorizada, Chambers suava como nunca, derramando suas gotas de suor por todo o lugar em que passava.
Com alguns minutos de caminhada, ela finalmente chegou no fim daquele corredor, onde havia uma grande porta de madeira, e de onde surgia um estranho som.
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Noutro dos vários corredores daquela casa...
Eu caminhava lentamente, respirando fundo, sem parar de pensar no que poderia me surpreender no caminho.
Adentrando um salão, algo me observava silenciosamente, sedento por sangue.
Ao perceber a presença da tal coisa, rapidamente a criatura saltou pra cima de mim, me atacando com tudo.
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Enquanto isso, Rebecca Chambers deixou de abrir a porta no fim daquele salão ao ouvir as vozes de duas pessoas dialogando naquele lugar.
Ao perceber o fim da conversa, a policial rapidamente invadiu o local, porém, quando ela o fez, acabou não encontrando ninguém lá.
- *Eu tenho certeza de que não estou maluca...Pensou a jovem.
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Onde eu estava, a criatura sedenta me atacava brutalmente.
Era outra daquelas tarântulas gigantes, de quase um metro e meio.
Com um golpe dela, eu fui derrubada ao chão e acabei perdendo algumas armas do meu alcance, mas por pura sorte, pude encontrar próxima ao corpo de uma mulher morta ao meu lado, uma bazuca carregada.
Velozmente disparei contra o monstro, o deixando em pedaços.
Ao me levantar do chão, eu recuperei as armas que estavam espalhadas.
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Me aproximando de um balcão, encontrei um mapa da casa e um isqueiro sobre ele.
Com o mapa em mãos, eu tive a idéia de me comunicar com Chambers e dizer:
- Rebecca, fique onde você está, eu encontrei um mapa e estou indo para aí.
- Ok, estou num local não muito grande. Parece um quarto. Tem uma cama, uma cômoda, uma estante e um armário. Ficarei lhe esperando...Respondeu-me ela.
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Dentro da sala de onde surgiam às vozes, Rebecca viu que ali era um local bem pequeno e que não tinha uma outra porta de saída.
- *Muito estranho, para onde eles foram?...Pensou consigo mesma.
O lugar estava bem organizado e havia somente um livro de madeira caído próximo a uma estante cheia de outros livros.
Colocando o livro no único espaço da estante onde não havia nenhum deles, algo começou a ocorrer.
A estante começou a se mover para frente, revelando uma passagem para um andar abaixo.
- Humm, uma passagem secreta debaixo da estante!...Disse surpresa.
- Tenho que esperar a Jill, mas não acho que vou demorar tanto lá embaixo...Disse a policial descendo a escada de ferro, para um ambiente escuro e ainda mais desconhecido.
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Ligando sua lanterna para enxergar melhor o caminho, ela viu algo se movendo rapidamente à sua frente.
Com o auxílio da lanterna ela viu que se tratavam de cinco zumbis, mas ela não se amedrontou e matou todos os cincos rapidamente.
Assim, ela continuou caminhando e passando por cima de uns caixotes que se encontravam sobre uma vala d’água, ela se direcionou à outra porta.
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Numa outra sala onde eu estava, eu também havia encontrado um livro, mas na capa desse livro havia o desenho de três plantas, uma dar cor verde, outra da cor azul e outra da cor vermelha.
Abrindo o livro para lê-lo, vi em suas páginas algo sobre uma experiência com uma planta gigante.
Após ler rapidamente aquelas páginas, vi numas prateleiras da sala três frascos de spray com o desenho de uma planta da cor roxa, escrito: Anti-envenenamento.
- Encontrei, encontrei a cura!...Eu disse contente, para mim mesma.
Assim, eu peguei os três frascos.
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Dirigindo-me pra outro quarto ali perto, eu me deparei com outro zumbi.
Esse tinha um dos olhos brancos como o gelo, e não tinha o outro olho em seu rosto, seus braços estavam arranhados e sangrando bastante e ele caminhava arrastando uma das suas pernas.
Eu sabia que por estar cego, talvez ele não poderia me enxergar para me atacar, mas preferi não arriscar e atirei na cabeça dele o matando.
O monstro caiu ao chão, espalhando o seu sangue fedorento por toda à parte, porém, o vermelho do seu sangue se contrastou com um azul cintilante de uma enorme pedra de cristal ali perto.
Percebendo que aquela também poderia ser uma pedra valiosa, eu a peguei, guardando-a comigo.
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Noutro local, Rebecca estava caminhando no subsolo da casa dos empregados, a procura dos donos das vozes ouvidas por ela.
Mas havia um problema, o local estava repleto d’água, com o nível atingindo o seu umbigo.
Rebecca ignorou aquilo e continuou caminhando na água.
Aquele lugar também se parecia com um laboratório ou um hospital.
No mesmo lugar onde ela se encontrava, havia um enorme aquário bem no meio do salão, com o vidro quebrado.
- *Então foi dali que veio toda essa água!...Pensou Rebecca.
Ela continuou a caminhar cautelosamente, mas mesmo assim o barulho de suas pernas movimentando a água não a deixou perceber que algo vinha seguindo-a por trás também cautelosamente.
Repentinamente a policial Chambers viu lá na frente às águas se movimentando como se algo estivesse vindo em sua direção freneticamente rápido.
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Rapidamente a policial tentou recuar para fugir da tal coisa, mas acabou se deparando com aquela criatura que vinha a seguindo vagarosamente às suas costas, um terrível tubarão infectado.
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Através de uma câmera que estava instalada ali, um homem observava e se divertia com a desgraça de Rebecca e ao ver as criaturas cercando a garota, ele disse:
- Agora ela não escapa.
Mas ao contrário do que o misterioso homem pensara, na cabeça dela essa frase não existia e ela logo começou a atirar nas criaturas com a sua shotgun, lutando para não morrer.
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Fim do capítulo 7...Continuará!
Notas finais
Mistério, terror, ação, suspense, ingredientes indispensáveis pra um título desses.
Mas não é só isso. Ele é um conto que te faz conhecer e entender os títulos anteriores da série Resident Evil, porque ele é baseado nos games antigos, que os primeiros fãs tiveram a oportunidade de vivenciar. Então se você nunca jogou os games anteriores, esse conto passa a emoção de quando se está os jogando.
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