Resident Evil True Face Of Chaos
5 Capítulo 5: Umbrella, Zumbis, Fran.
Capítulo 5: Umbrella, Zumbis, Fran.
— V-Você é filho de Chris Redfield?! – Thom não conseguia se acalmar
— Sim.. – Roy assumia um ar mais maduro, mais sério.
— Hm.. e onde estão seus pais? – Jack se sentara ao lado do provável último descendente da família Redfield
— Eu não sei... me perdi deles num combate.. eles foram cercados.. me disseram para fugir para longe.. e.. nunca mais obtive notícias deles..
Um silêncio profundo foi a “trilha sonora” daquele momento, e esta trilha durou bastante, até que Jack se levantou para o espanto de todos.
— Roy... Não sei se seus pais ainda estão vivos.. mas sei que vamos encontrá-los!
— O-Obrigado... – Roy sorria.
O barco era chacoalhado, quando todos olharam ao redor, estavam entre duas ilhas.
— É aqui.. – Roy afirmou
— E agora... o que fazemos? – Jack olhava para os lados procurando respostas
— Esse Iate.. em algum lugar dele, deve haver roupas de mergulho.. – Roy descia as escadas juntamente de Thom, Jack e Greg e todos começaram à porcurar
Até que, acharam. Todos vestiram as roupas, colocaram os equipamentos adequadamente. Jack foi até a cabine e lançou a âncora ao mar apertando um botão.
Roy foi o primeiro à pular na água, os outros foram o seguindo, nadando por dez minutos, numa profundidade de 5 mil metros, eles encontraram uma escotilha. Puxaram essa escotilha usando de muita força, e entraram numa pequena sala, feita de vidro. A escotilha logo se fechou, e a plataforma de vidro começou à se mover.
— Mas.. onde.. nós estamos?! – Thom olhava para a sala de vidro sem entender.
— Como eu já disse.. nosso destino é a Umbrella – Jack então, retirou três pistolas modelo Colt Magnum de uma mochila que ele carregara, e entregou uma à cada um. Retirou por fim, uma Colt Python modelo de Elite da mochila e ficou com esta para si.
Não demorou muito para que a plataforma parasse, e uma escotilha no lado oposto do que eles tinham entrado, se abrisse.
— Sensor de movimentos.. – Jack comentara. Em seguida, o grupo saía da plataforma, pisando num chão de concreto.
O lugar era escuro, tudo o que dava para distinguir eram algumas marcas de sangue no chão, outros andares, grandes máquinas, salas e alguns veículos. Mas tudo estava muito escuro, então, eles não se arriscariam muito ali sem saber onde estavam pisando.
Jack e Roy tinham cada um uma lanterna, e ficou Jack e Thom com uma lanterna, e Roy e Greg com a outra lanterna. Não se separaram, apenas dividiram as lanternas entre si. Começaram à avançar pela Umbrella, tudo estava muito escuro, muito calmo, silencioso. Até ouvirem o som de algo cair no chão, algo metálico. Eles se viraram e perceberam que era um zumbi. Preferiram não mexer com ele, pois um tiro iria chamar outros canibais.Seguiram caminhando silenciosamente, até achar uma caixa de energia quebrada.
— Greg, ajeite isso – Jack ordenara.
— Sim, senhor! – Sarcástico, Greg procurava uma chave de fenda, e sem demoras, já estava reconectando fios, ajeitava, por fim, a caixa e cuidadosamente levantava a alavanca, que ligava a energia do lugar.
Greg saía apertando milhares de botões, e, em poucos segundos o local já estava iluminado. Isto seria um motivo de grande alegria, mas não foi esse o caso, pois, ao acender as luzes, todos tiveram uma triste visão.
Zumbis.
Zumbis por toda a parte, mas apenas os zumbis normais, os burros. Greg então subia num mini-trator que havia no local, e saiu atropelando vários zumbis, formando um caminho, que os outros aproveitavam e usavam para não ter que enfrentar zumbis, gastar munição.
Correram bastante, até chegaram numa porta de vidro. Greg sem diminuir a vilocidade, fez uma curva brusca para o lado e saltou do trator, para despistar mais zumbis. Todos correram até a porta. Greg, apertando alguns botões, abriu a mesma, todos entraram e a porta se fechou. A parede de vidro que os separava dos zumbis, era feita de um material muito forte, pois Jack e Thom testaram chutes, socos e nada conseguiram, nem fazer barulho, a porta era à prova de som.
— Não podemos parar aqui.. o que quer que seja que vocês estão querendo aqui, não fica nesse lugar aqui. – Falava Roy, abrindo uma porta de metal, que era a do elevador.
— E como você sabe? – Thom ainda estava desconfiado.
— Segundo o que o Jack me contou, estamos tentando descobrir o por quê da volta dos zumbis. Mesmo que quando eles tenham voltado, a Umbrella já estivesse desativada, ela deve ter alguma explicação arquivada. Geralmente, os arquivos ficam no setor de pesquisas. – Roy voltara para a porta de vidro, e apertou um botão vermelho na parede. Esse botão acionou pequenos dispositivos escondidos nas roupas de pesquisadores zumbis do lado de fora. Esse dispositivo, de tamanho de uma mão adulta liberava ácido sulfúrico como uma chuva, que dissolvia os zumbis. – Vamos logo pro elevador..
— Você não respondeu minha pergunta — Thom empurrou Roy contra uma parede, encostando sua arma na cabeça do jovem – Perguntei, como é que você sabe disso!
Jack e Greg puxaram Thom.
— Por favor, acalme-se.. – Roy respirava com dificuldade, mas logo voltava à respirar normalmente — a razão de eu saber disso, é o meu pai... Ele entrou aqui comigo uma vez, e me mostrou tudo... bom.. e essa foi a penúltima vez que eu o vi antes do dia em que me separei dele e de minha mãe..
Thom já se acalmando, caminhou até o elevador, junto com os outros. Permaneceram em silêncio até Roy apertar um botão, e o elevador se mover.
— Roy.. me desculpe.. eu.. só quero sobreviver, mas não é por isso que devo duvidar de todos..
— Ok.. não precisa se desculpar..
Logo eles chegaram no setor de pesquisas, tendo como recepção, dois zumbis. Mesmo no alto estado de decomposição em que estavam, o grupo pôde perceber que eles eram irmãos ou parentes. Cada um vestia uma camisa preta com o símbolo da Umbrella e com um X bem no meio do emblema, o que os identificava como pessoas participantes do protesto que houve um pouco antes da Umbrella falir. Os irmãos pularam em cima do grupo, mas logo foram mandados para longe com um chute duplo vindo de Jack.
— Essa técnica.. eu chamava de Hi-Double-Kick – comentava Jack orgulhoso
— Que bom – falavam os outros três.
Os irmãos foram finalizados cada um com um tiro na cabeça. O grupo avançou para o setor de pesquisas, pois só estavam num túnel de vidro que daria na sala de experimentos. No meio do túnel, encontraram algumas armas no chão, que deveriam ser dos soldados da Umbrella caídos ali perto.
Jack escolheu uma Desert Eagle dourada, e ficou com ela na mão direita, e a Colt Python de Elite na esquerda. Thom escolheu uma Maxsell Jackal. Greg escolheu uma Archangel Pistol Deluxe. Já Roy pegou uma adaga. (Eu não disse que era apenas armas de fogo)
O grupo prosseguiu caminhando rápida, mas silenciosamente pelo andar, até chegarem numa porta, com o símbolo da Umbrella impresso nela.
— É aqui.. – Roy passava a mão sobre um identificador de DNA, que o permitia passar, juntamente com o grupo.
Dentro do laboratório, eles ouviram um barulho de algo caindo, nisso, ficaram alertas. Seguiram caminhando lentamente, até que eles escutam o som de algo, o que quer que fosse, estava indo na direção de Roy. Um vulto branco pulava nele tentando cravar um bisturi no jovem, que se defendia com a adaga, e empurrava o ser para trás. Sem dar nenhuma chance para o homem se mover, Roy com um movimento rápido se encontrava pressionando o homem contra a parede, ameaçando-o com a adaga em seu pescoço.
— Quem... é... você?
O homem sorriu, e abaixou seu capuz completamente. Era um homem velho, de uns cinqüenta anos de idade. Roy rapidamente se afastou do homem, reconhecendo-o.
— Doutor King?
— Sim, eu mesmo – respondia o senhor
— Que nome chamativo – Jack dirigia um olhar irônico ao homem.
— Se você não gosta do meu nome, não venha discutir comigo, e sim com meus pais... E.. Eu até acho que “King” combina comigo, já que eu sou o único sobrevivente daqui, o meu reino escondido.
King batia em sua roupa para limpá-la, e então se dirigia na direção do grupo, largando o bisturi no chão.
— Me desculpem pelo ataque, apenas fiquei um pouco assustado. Roy, como você cresceu.. está diferente, mais esperto, habilidoso.. Mas.. Mas você ainda tem a mesma cara de criança assustada que sua mãe tinha – King sorria – Seus pais eram pessoas muito boas.. lamento pelo o que aconteceu..
— Nossa, velhos falam muito! – Resmungava Thom
— É verdade – Um Greg um pouco incerto concordava
— Enfim – King ignorava os comentários sobre si – O que vocês vieram fazer aqui? Um passeio escolar?
— Deixe de ser sarcástico King, você sabe o que eu quero. 23517
— Esse número... Ok Roy, é todo seu.. Mas me diga, o que você está pensando em fazer?
— Quero respostas.. Queremos saber os motivos de todo esse pandemônio..
— Entendo. Sigam-me os bons!
— Não contavam com sua astúcia? – Jack perguntava
— É!
(ATENÇÃO: ESTA AINDA É A FIC DE RESIDENT EVIL, NÃO PENSEM QUE ALGO DE ESTRANHO OCORREU E A HISTÓRIA FOI TROCADA ^^’)
Depois daquele momento incrivelmente estranho, o grupo voltou para sua caminhada, saindo daquela sala, indo na direção de outra, passando por outro extenso corredor. A andança se caracterizou pelo silêncio. Chegando na sala. Roy correu até um computador e deu um soco num gigante botão vermelho, que iniciou a máquina de imediato. Em seguida colocou a mão sobre a tela e falou os mesmo números de antes. Isto fazia a cor da tela mudar para um vermelho, e logo, o símbolo da Umbrella aparecia na tela. O brasão começava à girar, e o vermelho existente no logo da Umbrella, ficava azul, e logo, todo o símbolo ficava preto. Após isso, apareciam na tela duas palavras “Yes” e “No” sem nenhuma pergunta. Roy tocava no Yes. Os computadores da sala ligaram-se, e suas telas ficaram iguais à tela do computador em que Roy estava. Uma grande plataforma se erguia no centro da Sala. Roy corria até ela e pulava. Conseguia se pendurar nela, segurando-se com uma mão apenas. Roy se puxava para cima. O teto se abria, logo a plataforma já tinha passado do teto.
Todos aguardavam a volta do Roy pasmos. Ninguém se mexia direito. Até que a plataforma começou à descer, carregando um Roy que tinha uma mochila nas costas, vestido totalmente de preto, e usando a adaga de antes como uma Bayonetta numa metralhadora que havia pego.
— Como esse pirralho consegue ser tão legal? – Greg olhava para Roy indignado.
— Relaxe Greg, acho que ainda existe alguém que te ache um cara de amizade saborosa – Jack fazia este pequeno trocadilho, mas Greg não percebia, até que Thom começava à rir.
— Muito obrigado Jack.. – Greg se sentava no chão deprimido.
— Peguei tudo Jack.. -Ao chegar no chão, Roy tirava a mochila das costas e tirava três roupas pretas, entregando uma para Jack, outra pra Thom e a última para Greg. – Me desculpem, mas essa foi a única arma que consegui.
Todos se separaram e se uniram novamente no centro da sala, já vestidos. O diferencial era que Jack usava um Sobretudo também negro, o que o dava um ar de liderança, ou ao menos era isso o que ele pensava. Roy pegava uma pasta na sala e dentro dela, guardava uns papéis. Depois pegara suas roupas antigas, e nelas embrulhava um notebook, guardando tudo na sua mochila.
— Podemos ir – Roy mudara bastante de expressão
— Calma Roy, não vim aqui na Umbrella apenas para obter informações.. – Jack olhava seriamente para o doutor King – King, procuro por uma arma.. criada pela Umbrella.. você sabe de qual arma que eu estou falando.. a Charged Particle Rifle.
— Você sabe.. – De início King se assustou, mas sorriu e caminhou até um armário, enfiou um dedo num buraco do armário e puxou a porta, que se abriu – Olhe aqui.. esta é a arma legendária.. perfeita no combate contra zumbis – King retirou a arma do pedestal em que estava, e a entregou à Jack, que colocou a poderosa arma de fogo em suas costas, presa pela correia. (Aquela cordinha que fica nos rifles)
Greg estava encostado numa parede atrás de King e percebeu que suas pernas estavam meio cinzas, e um pouco vermelhas.
— Doutor, suas pernas estão vermelhas... – Greg observara
— Sim.. é uma inflamação.
O grupo já se reunia e ia sair da sala. Mas todos se surpreenderam quando Greg se virava e dava dois tiros para trás, um com a Colt Magnum e o outro tiro com a Archangel Pistol Deluxe, derrubando o doutor que estava prestes à matar o grupo.
— Maldito zumbi! – Greg ia dar um chute, mas o doutor agarrou sua perna e o jogou longe, King se levantou e desferiu um murro certeiro em Thom, que por hora quebrara seu nariz, Thom caiu para trás, mas girou no ar e deu um chute no maxilar do velho, que fez um barulho de algo quebrando. Por fim, Roy pegou o pesquisador pela camisa e correu até a sala de pesquisas arrastando o morto-vivo pelo colarinho e o jogou contra uma mesa.
Todos correram na direção de Greg e o ajudaram à se levantar, perto da metade do túnel, eles escutaram a risada do doutor que tinha um dispositivo com apenas um botão. Ele apertou o dispositivo, ao mesmo tempo em que uma granada jogada por Jack tocara seus pés, o doutor fora arremessado contra um corrimão de ferro que transpassou seu corpo, levando-o à falecer. O botão que ele apertou causou uma explosão nos alicerces do túnel, que nada mais era do que uma ponte. E essa ponte começou à cair. Todos correram na direção da outra sala. Jack e Roy tinham chegado, enquanto Greg e Thom estavam um pouco mais atrás. Thom estava quase conseguindo mas a ponte iria cair. Greg se jogou contra ele, impulsionando-o até o lado fixo da sala. A ponte caiu. Greg pulou. Conseguiu se segurar num dos ferros da construção, ao olhar pra baixo ele viu o mar de zumbis que o esperava, até que ele viu uma mão, que lhe puxou pelos cabelos até a sala. Em segurança, Greg desmaiara, e Thom o carregou até o elevador. Eles foram para o quinto setor da Umbrella. Lá, eles acharam alguns veículos, e também acharam um grande carro, que era anfíbio e aéreo, ou seja, funcionava na terra, na água e no ar. Era perfeito, espaçoso e tudo mais, o problema, era o carro conseguir agüentar a queda livre do quinto setor pro setor térreo.
Eram 12 andares!
Para o carro voar, ele teria que estar numa grande velocidade. Todos entraram no veículo, e colocaram Greg neste, logo após, Thom e Jack saíram do carro, pegaram duas correntes usadas como proteção naquele setor, prenderam-nas no carro, e depois ataram as mesmas à outras, e à outra, e depois à duas pilastras. Por fim entraram no veículo, Jack o pilotava e ele deu partida naquela monstruosa máquina. Quebraram a parede e ocorreu à queda. Chegando perto do chão, as correntes os seguraram na mesma altura. Jack e Thom pularam dentro do carro, o que foi soltando as correntes, e eles chegaram ao chão.Por fim, atropelaram o mar de zumbis e estavam chegando perto do túnel de vidro por onde eles tinham entrado na Umbrella. Um zumbi colocou uma planta morta abaixo das rodas do carro, que passou facilmente por cima desta. O problema, foi que um dos galhos entrou no carro, e batendo de engrenagem em engrenagem, chegou num dos componentes organizadores dos modos daquele veículo, no núcleo. O carro parou de funcionar, e teria que ser concertado. Mas eles não poderiam sair, não sem batalhar.
De volta à CicLopeZ
— O-O quê? – Claire se assustava com as notícias de só sobrarem três pessoas dos imensos grupos de defesa que ela tinha enviado. Para seu alívio, Fran estava entre esses três.
Um barulho consideravelmente alto era ouvido do lado de fora da sala. Claire saía desta correndo para averiguar a situação. O que acontecia era uma feroz luta entre Stephen e Kleist. Stephen desferia um chute em Kleist que agilmente era defendido por ele, em seguida o doutor retirava a Colt Magnum de sua calça e atirava cinco vezes contra Kleist, que girando a adaga, defendia três balas, que ricocheteavam nas outras duas, terminando todas na parede ao lado. Agora era a vez de Kleist, que se abaixava um pouco, e pegava um impulso enorme para frente, agarrava a perna de Stephen, o levantava, e o largava contra o chão com bastante força.
De imediato Stephen cuspia sangue com a força do impacto, logo estava sorrindo, enquanto que, se jogando para frente e se impulsionando na mesma direção, se levantava com a arma próxima ao braço esquerdo de Kleist, que levava quatro tiros, e um quinto tiro pegava em alguma costela. Stephen então agilmente se movia para trás, e pulava virado de costas, girando no ar e dando um chute em Kleist usando o calcanhar para arrastar um chute no braço ferido de Kleist, o chute arrastava o braço do neo-zumbi até o chão.
Kleist então cravava a adaga na testa de Stephen, depois na boca, depois no pescoço, no coração, no estômago e por fim, cortava o corpo do doutor horizontalmente, ao meio. Mas ele não cortava o corpo do pesquisador com a adaga, mas com as próprias mãos, rasgava o médico ao meio.
Nisso Kleist olhava para Claire, que estava prestes à entrar em sua sala, mas fora interrompida ao ver que Kleist pulava em sua direção. Mas era derrubado por Poytoy, que mordia o inimigo com tanta força que espirrou sangue por dez metros.
Em sua sala, Claire enviara todos os seus soldados àquele local. Logo, ela observava da janela, Poytoy fora arremessado, mas Fran o segurava nos braços. Os soldados chegavam. Um soldado atirava em Kleist, que desviava e pegava o soldado pelo braço, o girava bastante, e o arremessava com uma força monstruosa sobre os outros soldados, matando alguns, e derrubando o resto.
— Se afastem! – Gritava Fran – Esta luta.. é minha!
— OK garoto.. mostre-me o que sabe – Kleist dirigia um olhar desafiador à Fran.
Fran corria furiosamente na direção de Kleist, desembainhava a Mekugi rapidamente e desferia um corte bruto em Kleist, que defendia com um pouco de dificuldade, usando a adaga. Kleist contra-atacava com um chute no estômago de Fran que cambaleava para trás. O vilão por fim levantava a adaga bem alto, e a descia sobre as costas de Fran, que rapidamente desviava e conseguia desferir dois cortes na perna esquerda de seu inimigo. Poytoy sem demoras, mordia aquele local com bastante força, e arrastava Kleist puxando-o. Kleist ia cravar a adaga no focinho do animal, mas Fran defendia o cachorro com sua Mekugi, parando o ataque e aproveitando para cortar a perna de Kleist de uma vez.
O grande Líder de quase 2,50 de altura urrava de dor, enquanto dava um tapa em Fran que o jogava um pouco longe, o colosso dava um chute em Poytoy, que parava perto de Fran. Kleist pegava um ferro qualquer caído no chão, e ao achar algum, o colocava no lugar da perna, que estava fora do seu campo de visão. Kleist começava à mancar com a nova “perna” e logo podia andar normalmente. Então, saía correndo na direção do pintor, que juntamente do cão, se levantara e olhava com ódio para aquele titã da morte.
Kleist pulava, e usava um chute na direção de Fran, que desviava, e tinha que desviar novamente do soco desferido por Kleist, por fim Fran enfiou a Mekugi com bastante força, num buraco de bala feito por Stephen. Outro urro era ouvido, um sorriso aparecia no rosto de Fran. Kleist agarrava Fran pelo tronco, e o jogava contra uma pilastra. Fran ao cair no chão, ficava de joelhos, ainda sorrindo.
— O que é tão engraçado? – Kleist rosnava para o adversário, que não lhe respondia.
Poytoy correu e com suas afiadas garras, fez cortes na perna inexistente de Kleist. O cachorro parou na frente do Pintor, que se levantou com ajuda do cão, ainda sorrindo. Fran caminhava lentamente na direção de Kleist. Seu sorriso era sanguinário, o sorriso de um assassino, assustador até para um zumbi. Fran, mancava sem tirar o sorriso do rosto. Kleist corria na direção de Fran e desferia um corte com a adaga na altura do pescoço do francês, que se abaixava, e cravava a Katana nas costas do ogro. Então Fran deu início à uma série de cortes. Claire conseguiu contar quarenta e três cortes desferidos por Fran apenas naquele momento, no corpo de Kleist, que se balançava de um lado para o outro, já sem noção de luta. Fran levava vários cortes por conta da adaga, mas não se importava, e, ao terminar sua dolorosa sessão de cortes, ele iniciava outra, que fazia os cortes formarem algo, como símbolos. Fran foi de imediato arrancando os símbolos, pedaços de pele soltos, ao mesmo tempo em que triturava o corpo de Kleist, que tentara acertar o coração de Fran por duas vezes seguidas, mas Fran se desviava facilmente. O zumbi cravara sua adaga por cinco vezes no ombro de Fran, no mesmo lugar, e isso não adiantava. Outra perna de Kleist era cortada, o ferro também era cortado, seguido dos braços do gigante. Fran então pulou e cravou sua katana com todas as suas forças na cabeça de Kleist, matando-o finalmente.
Fran então caía de joelhos no chão, se apoiando em sua katana, e por fim, desmaiando.
A invasão havia acabado, o grande espetáculo de sangue se encerrara, Claire não tinha previsto nada daquilo, mas ter se prevenido foi algo que livrou ela, seus amigos e seu filho, de uma terrível morte
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