Resident Evil: The Expedition

2 Capítulo 2 - As Montanhas Arklay


-Cara! Não durma, você vai perder os parentes de seu professor de Física se alimentando!

Falava Ted, referindo-se as vacas pastando no gramado.

Então, Marcus, sonolento, replicou:

- Ah cara, não encha, me deixe dormir, estou com sono...

Ele dormiu, e o tempo voou. Vez ou outra ele acordava por que Ted o atormentava sobre Ketolowsky, e, outras vezes, ele percebia que Eduard ficava examinando arquivos e pastas que estavam em sua bolsa. E ficava frequentemente admirando um liquido roxo dentro de um frasco.

A van parou... Marcus desceu dela e perguntou o motivo da parada.

- Veja você mesmo. – Disse Aghata, e então ele observou: Parecia uma carcaça de um Boi aparentemente devorado vivo, tinha marcas de pegadas, que iam direto para a floresta, e perto dali ele viu uma placa, nela estava escrito:

“Bem vindo a Raccoon City, lar da Corporação Umbrella.”

Eles já estavam lá.

Pararam em frente a um bar, chamado J Bar para Ted ir ao banheiro, e então, antes de sair, Marcus aproveitou e perguntou se poderia dar uma passada ao departamento de polícia de Raccoon City (RPD) para visitar um velho amigo...

...

Barry estava dando uma olhada em sua coleção de armas e coçando sua barba castanha: ele era um homem Velho, Cabelo e Barba castanhos, um pouco grisalhos, tinha 38 anos e utilizava sua roupa em tons vermelhos da STARS. Brad Vickers, o piloto do time Alpha do STARS, um jovem de cabelos castanho-avermelhados e olhos da mesma cor, que utilizava um colete amarelo, chegou na mesa de Barry e Falou:

- Seu sobrinho Marcus Burton quer falar com o senhor, devo falar que está muito ocupado?

- Não, chame-o — Disse Barry, um pouco nervoso.

E então Marcus entrou na sala do STARS, que tinha 4 mesas, uma cheia de remédios e de instrumentos de Higiene bucal; uma desorganizada e com um Diário, que estava escrito: Chris Redfield; a de seu tio Barry Burton, e, por fim, uma mesa escrita: Albert Wesker, Capitão do STARS.

Barry apareceu de repente com duas xícaras de café, dizendo:

-Você não devia estar aqui...

- Não foi minha culpa! Eu não quis fazer aquilo!– Disse Marcus.

-Você o matou, o projétil da bala que acertou meu filho, seu primo, era da arma que você estava segurando!– Disse Barry, irritando-se.

-Mas eu não fiz aquilo, foi tudo muito rápido, ele se jogou na trajetória da bala, e, quando eu vi, ele estava caído no chão ensangüentado!- Replicou Marcus.

- Mas você poderia ter impedido isso! Agora a minha mulher me culpa por isso, pois fui eu quem deu a arma para você... Você estragou tudo! Agora nós vamos nos separar e a culpa é sua. Você desmoralizou nossa família!- Gritou Barry.

E então Marcus dirigiu-se à porta para ir embora.

-Espere... – Disse Barry, que então pegou algo na gaveta de sua mesa: era uma arma de calibre .45, uma “Magnum”, e entregou para Marcus, dizendo:

- Leve-a, eu tenho um pressentimento ruim sobre sua “Expedição”. Por mais que eu esteja com raiva, você ainda é meu sobrinho, e eu devo fazer o possível para cuidar bem de você.

E entregou a Magnum a Marcus. Marcus saiu da RPD e dirigiu-se para a van, seguido pela pergunta de Anna:

- Fez tudo o que queria?

-Não, mas fiz o que precisava fazer. – Disse Marcus.

...

E então eles chegaram no Arklay Plaza: um hotel que tinha uma vista panorâmica de toda a região, e estavam preparando-se para amanhã, que era o dia de sua pequena expedição.

No outro dia acordaram cedo, arrumaram um guia local, que se chamava James Aceman, e conhecia a região como palma de sua mão. Era dia 20 de Julho de 1998. Eles saíram, adentraram na estrada de terra, depois, onde não existia mais estrada, e pararam. Marcus desceu, Anna estava lá, horrorizada.

Ele olhou para ver o que era: era um animal, parecia um cachorro, estava cheio de feridas abertas, cheirava a carne podre, as moscas sobrevoavam seus olhos secos e ensangüentados, Ted se aproximou do cachorro e o examinou:

-Este animal já esta morto a mais de uma semana.

Samantha olhou para o animal e disse:

- Coitado, devemos colocá-lo no carro e mais tarde fazermos um enterro digno para ele.

Mas Edward interveio:

-Enterra-lo? É só um mísero cachorro, que está morto! O deixe aqui e os corvos darão conta do que sobrou de sua carne!

Porém, Samantha não deu ouvidos a ele, pediu para que Marcus e George o enrolassem em um pano que ela levava na mochila, e o levaram para o carro. Marcus sentiu um calafrio subindo por sua espinha, parecia que alguém (ou algo) estava os seguindo.

Era noite. Eles armaram suas barracas, fizeram uma fogueira, o Céu estava nublado, escuro, vez ou outra se ouviam relâmpagos, e barulhos de coisas gemendo, Estavam em um cenário assustador.

Então todos se reuniram em volta da fogueira, contaram historias de terror, assaram marshmallows, brincaram feito crianças. Menos Anna, que ficou em sua barraca que mais parecia um laboratório, escrevendo sobre curiosidades das ervas que havia encontrado na região, uma tinha uma estranha coloração vermelha, e outra tinha uma coloração azul. Mais tarde foram se deitar. Anna continuou suas pesquisas, e Percebeu alguma coisa se mexendo pelo lado de fora de sua barraca, saiu de lá, viu Edward: onde ele estava indo em uma hora dessas?

De repente, ouviu-se um grito, e silencio total.