Resident Evil: Inferno
1 1 temp: O começo do terror
Notas iniciais
Era de dia. A luz do sol batia na janela fortemente da casa de um individuo que tinha um uniforme de agente de Raccoon City Department. O telemóvel dele toca e este atende ainda sonolento.
- Estou?- Disse a coçar o cabelo.
- Olá Leon, sabes quem fala?
Ele olhou para o relógio. 6h.
- És tonta Isabelle? São 6 da manhã.
- Desculpa, o teu turno começa ás 8h, podes te encontrar comigo daqui a 20 minutos no café ao teu lado?
- Já sei que não vais aceitar um não. Muito bem, hoje vai ser um dia lixado.
- Levanta esse traseiro preguiçoso e anda.
Assim ele desligou e foi á casa de banho tomar um duche rápido para acordar. Vestiu-se rapidamente e saiu de casa. Foi andando com o seu uniforme até ao café ao lado. Muitas pessoas passavam por ele.
Sentou-se e começou a ver televisão até ela chegar. Passando dez minutos alguém lhe toca no ombro.- Hei.
- Hei.- Sentou-se á sua frente. Uma mulher de cabelo castanho longo e olhos pretos.
- Porque me chamaste a estas horas.
- Porque tenho uma coisa urgente para te mostrar e acho que está a ser um problema.
- Mostra logo que queria ver se ainda dormia mais um bocado.
Ela procura algo na carteira e mostrou-lhe um pequeno jornal, tratava-se de uns cientistas a trabalharem num projecto altamente perigoso e basta um passo em falso e tudo acaba por ser contaminado.
- O que isto tem a ver com o assunto?
- Quero ver se vocês agentes, desta cidade vigiem estes cientistas caso eles façam algo errado e isto vá tudo pelos ares.
- Tá bem, vou informar o meu chefe. Tens a certeza que isto é perigoso?
- Eu fui lá e não gostei nada daquilo.
- Muito bem, posso ir dormir agora?
- Ok. É tudo.
Com isso feito, despediram-se e foram-se embora. Ele voltou a dormir na sua cama.
Uma hora depois acordou e foi tomar o pequeno-almoço. Assim que acabou, desatou a sair onde vivia e foi para a estação policial onde trabalha.
Passou pelos secretários dizendo bom dia a todos e bateu três vezes no escritório do chefe. Ouviu “entre”. Abriu a porta.- Posso entrar chefe?
- Há Leon, claro. O que te trás por cá? Não devias de estar a patrulhar as ruas?- Disse ao mexer nuns papéis e Leon senta-se á frente dele.- Tome e leia isto.
Começou a ler.- Isto é mau. Ainda bem que me informas. Já trato disso.- Pegou no telefone e digitou um número.- Carlos, verifica esta morada, Rua 17 Wall Street Wood. Parece-me que uns cientistas estão a brincar com algo muito perigoso. Muito bem.- Voltou a pousar o telefone.
- Então?
- Então continue o seu trabalho Leon, o Carlos vai resolver isto.
- Muito bem, vou retirar.- Disse ao sair do escritório do seu chefe. Quando saiu do apartamento, foi ter ao passeio onde se encontrava o carro policial dele. Estava na lua e esbarrou-se com uma mulher de vestido vermelho fazendo-a cair.- Desculpe lá, não a vi.- Disse esticando a mão.- A culpa foi minha, estava a olhar para baixo e não vi o senhor agente.- Esta mulher tinha cabelo preto curto e um ar de chinesa.- Bom, o que importa é que não se magoou felizmente. Vou de volta para o carro quer boleia para algum lado?
- Não é preciso agente, eu trabalho já ali.- Apontou para uma loja.- Há ok, era o mínimo que podia fazer para compensá-la.- Coçou a nuca. Era um bocado tímido. Mas não deixava de falar com as pessoas.- Não tenha problemas, acontece. Vou indo que estou atrasada. Adeus.
- Adeus.- Disse ao andar para o carro e entrou nele. Ligou o motor e deu partida.
No apartamento dos cientistas, Carlos, cabelo castanho e curto abriu a porta e começou a caminhar para a secretária.
- Boa tarde, queria falar com o responsável.
- O senhor Wesker está ocupado de momento.
- Não importa, eu espero.
- Pode se sentar ali dentro.
- Com certeza.
Passando 60 minutos, o cientista de cabelo amarelo e óculos escuros foi cumprimenta-lo.
- Boa tarde agente em que posso ser útil?
- Boa tarde, soube que anda a fazer umas operações e testes com algo perigoso?
- Não é nada perigoso agente. Sabe, a maioria das pessoas pensa que é perigoso porque o que está dentro do tanque é de cor verde e não gostam das amostras que estamos a fazer. Mas está tudo sobre controlo.
- Mas mesmo assim quero pelo menos ter a garantia que tem as condições de segurança necessárias para isso.
- Claro agente eu compreendo. Pode fazer o favor de acompanhar?
- Claro.
Demorou a tarde inteira para ver se tinham condições para fazerem tais experiências. No final do dia, o Carlos foi embora com tudo esclarecido. Telefonou ao chefe e disse que estava tudo operacional.
O que não contou é que antes da meia-noite na escuridão e a electricidade não estava ligada. Alguém partiu o vidro da sala das experiencias e partiu o tanque que continha o gás verde.
Era por volta da meia-noite quando o Leon acordou na cama. Estava a dormir desde as 21. Teve um pesadelo e foi lavar a cara para ver se acalmava quando ouviu ruídos estranhos na rua. Foi ver e avistou poucas pessoas mas estavam feridas a andar estranhosamente. Mas por incrível que pareça os carros estavam todos uns por cima dos outros, a cidade estava toda a arder mas ele tinha as suas dúvidas porque para além do fogo cá nesta cidade, também via fogo nos montes.
- Que raio aconteceu aqui? Aposto que não é só nesta cidade.- Alguém bate á porta brutalmente e o agente vestiu-se rapidamente e equipou-se já com a arma pronta.- O dia já foi difícil, agora á noite vai ser escaldante. Só para a minha sorte.
E a noite do horror da sua vida começa…
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