Resident Evil: B.S.A.A.'s Report
1 Capítulo 1: Investigando
Notas iniciais
Bom é isso, curtam a fic!
Beijos Sayu ;*
24 de julho de 1998, Meio-dia.
A tarde começa com uma denúncia anônima de atividades suspeitas em uma universidade, e os Agentes Rafael,Rômulo, Filipe, Victor, Carolina e Aluísio são mandados para investigar o local.Chegando lá, a chefe da operação Carolina, logo falou:
— Muito bem, o negócio é o seguinte, vamos nos dividir em duplas e investigar o local! Aluísio você e Romulo vão para o segundo andar, Filipe, você e Rafael ficam encarregados deste andar, enquanto eu e Victor vamos checar o sótão.
— Que tédio... – disse Aluísio bocejando
— Aluísio, não se esqueça, mantenha o foco! –disse Carolina
— Sim senhora. – disse Aluísio
— Muito bem... Vamos!
Um tempo depois, no segundo andar...
— Cara que sono! – disse Aluísio bocejando.
— Ainda? Pois eu acordei bem disposto hoje!
— Fácil falar, não foi o seu vizinho do lado que deu uma festa de arromba até as 6:00 da manhã!
— Tenso...
— Nem me fale, teve até, hum? O que é aquilo?
Aluísio e Romulo percebem um movimento estranho dentro de uma das salas, então resolvem se aproximar, mas antes de entrar a pessoa os empurra e sai correndo, eles se levantam rapidamente e saem correndo atrás.
E no primeiro andar...
— Hm...
— O que foi? – perguntou Rafael
— Tem alguma coisa estranha aqui. – disse Filipe – Vamos lá ver!
Filipe e Rafael seguem até uma sala, na mesma havia vários papéis jogados no chão, Filipe então decidiu entrar na frente, e foi logo surpreendido por uma garota jogando vários livros sendo em sua direção, porém Filipe consegue desviar do todos, e ao tentar se aproximar da pessoa, a mesma joga mais alguns livros, mas foi em vão, a garota começa a gritar em desespero pedindo socorro, Filipe tenta acalmá-la, mas a mesma tenta correr, mas é detida por Rafael que apontava sua arma para a garota.
— Por favor, por favor não me matem! – disse a garota
— Rafael abaixa essa arma. – disse Filipe
— E se essa garota for um deles? – disse Rafael
— Olha pra ela, ela tem cara de alguma agente da Umbrella? Abaixa isso logo! – disse Filipe
— Humph. Eu ainda não confio nela. – disse Rafael abaixando sua arma
— Saiam de perto de mim!! – disse a garota
— Calma, tá tudo bem. Meu nome é Filipe, esse é meu parceiro Rafael, não se preocupe você está segura agora. Como se chama? – disse Filipe estendendo a mão para a garota
— Camila. – disse a garota
Camila era uma garota jovem, tinha cabelos loiros, tinha a pele branquinha com um tom um pouco róseo nas bochechas, aparentava ter 20 e poucos anos, estava usando um vestido rasgado e todo ensanguentado.
— Bem Camila, você sabe o que houve aqui? – disse Filipe
— Não... Eu não me lembro de nada. – disse Camila
— Hum... Lavagem cerebral? – disse Filipe se virando para Rafael
— Talvez. – disse Rafael – Vamos levá-la para o quartel.
— O que planeja fazer? – disse Filipe
— Vamos deixá-la sob custódia, e então faremos um interrogatório. – disse Rafael
— Está bem. Camila, venha conosco. – disse Filipe
Camila apenas assentiu com a cabeça e seguiu atrás deles. Enquanto isso, Romulo e Aluísio continuavam a busca pela figura misteriosa.
— Eu desisto, já procuramos em todos os lugares, à essa altura deve já estar longe daqui. – disse Romulo
- Ainda tá aqui, eu sinto. – disse Aluísio
*crack*
— Ouviu isso? – disse Aluísio
— Ouvi. Vem vamos checar. – disse Romulo
Aluísio e Romulo seguiram rapidamente para o outro corredor, enquanto andavam, as luzes do corredor se apagaram, deixando apenas a luz de uma sala acesa.
— O que foi isso? – disse Aluísio
— Não sei, vamos logo! – disse Aluísio
Enquanto eles seguiam para a porta, começaram então a ouvir barulhos de garras arranhando as paredes, o som ficava cada vez mais forte, e bem mais perto dos mesmos, quando chegaram na porta foram atacados por algo, Romulo tentou atirar mas foi em vão, acabou sendo arranhado no braço pela criatura.
— Argh! – disse Romulo
— Aguenta aí cara. – disse Aluísio – Droga! Daonde saiu essa coisa?
— ARGH! ALUÍSIO VAMOS, RÁPIDO! – disse Romulo
— Ok! – disse Aluísio apoiando seu parceiro
Aluísio e Romulo correram para a tal sala, rapidamente se trancaram, deixando a criatura arranhando a porta. Depois de fazer uma espécie de barragem na porta, Aluísio foi socorrer o parceiro, que estava gravemente ferido, o corte era profundo, sangue jorrava de seu braço, Aluísio pegou o kit de primeiros socorros e enfaixou o braço do parceiro.
— Valeu. – disse Romulo
— Está bem? – disse Aluísio
— Um pouco fraco, mas estou bem. Temos que arranjar um jeito de sair daqui. – disse Romulo
Enquanto isso...
— Ai! – disse Camila
— O que foi, tá tudo bem? – disse Filipe
- Minha cabeça, tá doendo muito! Ai! – disse Camila
— Talvez tenha batido a cabeça em algum lugar, vamos indo. – disse Rafael
— Espera, o que é aquilo? – disse Filipe – Vamos checar.
— Filipe não temos tempo, vamos logo! – disse Rafael
— Mas o que...? – disse Filipe ignorando Rafael
— O que foi? – disse Rafael
Rafael adentra a sala e dão de cara com uma câmara aberta, no mesmo instante a cabeça de Camila começa a doer mais ainda, Rafael tentava convencer o parceiro de esperar os outros, mas Filipe o ignorou e adentrou a câmara junto com Camila, Rafael sem escolha os seguiu.
No sótão...
Carolina e Victor seguem com a investigação, folhearam cadernos, livros, tudo o que achavam, os dois estavam prestes a desistir quando...
— Victor, olhe isso... – disse Carolina empurrando uma estante
— Uma passagem talvez? – disse Victor
— Que só tem acesso com senha, droga! – disse Carolina
— Temos que dar um jeito de achá-la então. Perai, to recebendo uma contatação, do Filipe. – disse Victor
-Alguém me ouvindo? – disse Filipe
-Sim, o que houve? – dise Victor
— Achamos uma garota, disse que se chama Camila, ela não se lembra de nada anterior á hoje, e julgar pelas marcas em seu corpo e a roupa, foi uma das cobaias de experimento. – disse Filipe
— Excelente. — disse Carolina — Levem-na...
- Carolina, olha isso! — disse Victor
- Carolina? Carolina! — chamou Filipe
- Isso é...
Continua...
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