Notas iniciais
Me desculpem pela demora, mas é meio difícil enrolar a mãe - que pensa que ter um blog e umas mil histórias é idiotice -, esse capitulo saiu meio "forçado". Quem ai já assistiu Resident Evil: Condenação? Eu já e vou adicionar algumas coisas do filme - quem quiser ver é só procurar pra baixar, tem o filme legendado, dublado, Dual Áudio, com o Leon assistindo conosco... Não, não tem essa opção, infelizmente -,me falem o que acharam da volta da Ada, do Tyrant e das Las Plagas. Droga sempre falando muito - que nem a Melissa-, to indo, tenho que separar a briga - pra variar é o Chris, o Leon e a Melissa - amanhã eu volto... Se a mãe não ficar enchendo.

Fizemos um pequeno acampamento perto do lugar que Kirk virou guisado. Dividimos a ronda em turnos: O primeiro Chris e Jill; o segundo Rebecca, Sheva e Piers; o terceiro Helena e Sherry; o quarto eu e Leon. Cada turno tinha 90 minutos, e nos horários vagos podíamos descansar ou ficar brigando. Estava no terceiro turno e eu estava arrumando minha pistola.

Chris estava contando a munição, evitando olhar para mim – a criança! -, Leon estava contando o tempo, Piers conversando com Jill. Rebecca dormia parecia uma criança de tão fofa enquanto dormia. Talvez, ela fosse à única pessoa realmente boa. O resto guardava magoa até do passarinho que fez caca na sua cabeça. Sendo que o passarinho não tem culpa, imagina de quem tem...

Leon começou a ficar impaciente. Eu o observava quando conversava com Sherry. Parecia que era pai dela. Helena a mesma coisa, só que menos protetor. Levantei-me e fui para o lado de Leon.

–O que foi? – murmuro

–Elas não voltaram. – ele fala

–Vamos procura-lás? – pergunto

–Tanto faz. – ele falou

–Hein, seu idiota. – falo e Chris olha pra mim – É você mesmo. Vamos atrás de Sherry e Helena. É Helena né?

–É – Leon respondeu

–Você fica no comando até eu voltar. – falo

–Mas quem disse que você está no comando? – Chris pergunta

–A Jill. – falo

–Que? Não falei nada! – Jill se intromete

–Ta você entendeu. Tente não matar ninguém. – falo

Saímos e vamos para o norte. Não escutamos nada além de nossos próprios passos. Continuamos até ouvir um barulho vindo do lado esquerdo. Viramos-nos e vemos um cão infectado. Atiramos nele e somos atacados pelas costas. Estourei a cabeça de um e saiu um bicho nojento.

–Mas que merda é essa? – pergunto

–Las Plagas. – Leon responde

Então me lembro do relatório Kennedy. E o incidente da África. Chris trouxe uma cópia daquele relatório, e uma copia do seu relatório. Mas aquele troço era diferente. Talvez evoluíram o vírus, mas o porque terem feito isso junto com o C-Virus? Interesses diferentes, talvez? Comecei a pensar na possibilidade de estarmos sendo atacados pela Neo-Umbrella ou algo do tipo. Mas, porque colocar na menor cidade dos EUA? Ficava mais longe das outras, a população era pequena, a cidade era menor ainda e a localização não favorecia nada.

Assim que terminamos com os bichos nojentos, continuamos caminhando, mas não achamos ninguém. Andamos mais um pouco e encontramos Ada Wong. Ela estava parada mexendo com alguns fios e atrás dela dois homens com Sherry e Helena. Elas balançavam a cabeça como se fosse para não avançarmos.

–Olá Leon, olá Melissa. Vieram se juntar a nós? – ela perguntou

–É parece que sim. – falo

–Deixa que eu lido com isso. – Leon fala

–Por quê? – pergunto

–Eu a conheço há mais tempo e você é... Má. – ele fala

–Grande merda. É o seguinte: solte as duas ou estouramos a sua cabeça. – falo

–Eu não falei nada em estourar. – fala Leon

–De que lado você está? – pergunto

–Do meu. – ele fala

–Seu emo desgraçado! Vai dizer que ela é sua namorada? – pergunto

–O que? Não é que...

–Idiota! Eu fiquei do seu lado ainda! – falo

–Já chega! – Ada fala interrompendo a discussão. – Não me lembro de você ser assim Leon.

–Rá! Eu sabia! O Leon tem uma namorada e a traiu com... Com... Hã...

–Cala a boca Melissa! – fala Leon

–Tudo bem, vou calar antes que antes que eu fale mais merda... – falo

–Acho bom mesmo... Continuando, Ada que diabos está fazendo?! – Leon fala

–Meu trabalho. – ela responde

–Dã isso é óbvio! – eu falo e Leon me olha – Tá já entendi... Calei a boca...

–Solte as garotas. Elas não fizeram nada. – Leon fala

–Como você sabe? – pergunto

Leon me olha e aponta a arma para minha cabeça. Levanto as mãos e baixo a cabeça.

–Elas atrapalharam nossos planos. E a garotinha...

–Ela já é adul... Ah deixa. – falo

–... quebrou nossa única amostra da vacina! Ou seja, todas as evidencias de vocês e meu trabalho para pegar aquela merda foram por água a baixo. – fala Ada irritada

–Tá isso tinha que ser trabalho de uma loira! – falo

–Será que dá não calar a boca? – pergunta Leon

–Quem você

–Chega! – Ada grita – Que droga, vocês ficam que nem duas crianças discutindo!

–Não viu quando eles se juntam com o Chris... – fala Helena

–Então tem mais? – pergunta Ada

–Mas que droga! Ela abre o bico e fala onde os outros estão! Só falta dizer...

–Deu! – fala Leon – Não abra mais a boca. Ada solte-as eu e Melissa daremos tudo o que pedir.

–Como é? Enlouqueceu? Essa louca, projeto feminino de Wesker vai nos matar! – falo

–Olha, sinceramente, talvez ela mate você, mas Leon não. – fala Helena

–Percebeu minha situação, Helena?! As duas caladas! – fala Leon – O que você quer?

Ada abre um sorriso sinistro “estilo Wesker”.

–Qualquer coisa? – ela pergunta

–Qualquer coisa. – afirma Leon

–Tem certeza? – Ada pergunta

–Sim. – Leon responde

–Perai! Se você pensa em fazer você-sabe-o-que vai tirando o cavalinho da chuva! – falo

Ada ri – uma risada sinistra, também “estilo Wesker”.

–As evidencias. – fala Ada

–Evidencias? A loirinha destruiu tudo! – falo

–Quase tudo. – fala Ada

–Não! Nem pensar! – fala Leon indo para minha frente

–Mas ela só é uma “barata” qualquer. Não vai fazer falta. – fala Ada

–To boiando aqui. – eu falo

–Qualquer coisa, menos Melissa. – fala Leon

–Ah entendi... Perai. Eu não sei de merda nenhuma! Na verdade, nem sei ao certo porque me importei com elas. – falo

–Wesker ajudou você em Raccoon porque queria alguma coisa. Capturou você porque queria alguma coisa. A substância injetada no seu corpo é... Especial para nós. Um avanço do vírus “Las Plagas” que deixa o hospedeiro consciente. Na verdade, não colocamos bicho nenhum dentro de você. Queremos isso. E quero suas pesquisas com o T-Virus. – fala Ada

–Só por isso? Dou-te meu sangue com muito prazer. Enquanto as pesquisa, foram queimadas junto com Raccoon. Não me lembro de nada. – falo

–Você não lembra. Mas seu inconsciente sim. Com certa tecnologia podemos acessá-lo. Mas somente se estiver morta. – ela fala

–Ih... Fudeu. – falo

Nesse momento Leon se vira para mim e me puxa. Saímos correndo, escapando de tiros. Percebo que Sherry e Helena vem junto. Vamos direto para o “acampamento improvisado”.

–Todo mundo se movendo! – grito

–Hã...? – fala Chris sonolento

–Levanta logo Chris, o Leon fez uma idiotice agora. – falo

–Eu? A culpa não é minha se você trabalhou para Umbrella! – fala Leon

–Que? – pergunta Chris – Como? Quando?

–Deixa esse bico fechado ou estouro sua cabeça! – falo para Leon

Puxo Rebecca e Jill, que estavam dormindo, e pegamos as armas rapidamente e saímos correndo. Conforme corríamos, fui ligando os pontos. Eu era o objetivo de Leon, pois sabia o que os Estados Unidos queriam há muito tempo. E o objetivo de Ada porque tinha o que queria – e o que se tornaria interesse dos Estados Unidos mais tarde. E todos sabiam que eu não sairia de Crystal Falls nem se o Papa pedisse, há não ser que Chris implorasse por uns dois ou três meses. É claro que a equipe da B.S.A.A. e Chris eram mais importantes, e tirando eles de mim eu faria qualquer coisa. Começaram pela equipe. O próximo ponto seria matar Chris. Enquanto a Leon... Bem, confiar eu confiava isso já basta para eles. Onde Leon está provavelmente eu estaria, junto com o que sobrou da equipe e Chris.

Meus pensamentos foram afastados de mim quando um Tyrant apareceu na nossa frente. Um cara apareceu do lado, parecia estar o controlando.

–Obrigada Jerry. – fala Ada que surge do meu lado

–Você tem que parar de aparecer assim! – falo

–É costume. –Ela fala. Sinto uma arma na minha cabeça. – Agora que temos mais amigos conosco, podemos brincar. – ela fala

–Não obrigada. – falo

Puxo o cano da arma e bato na cabeça de Ada, fazendo o mesmo com o idiota que estava atrás de mim. Os outros começam a lutar também. Mas obviamente, não pensamos no Tyrant. Quando nos lembramos dele, era um pouco tarde. O desgraçado usou uma arvore – dando uma de El Gigante – nos jogando contra as arvores.