Notas iniciais
Olá pessoal. Me desculpem, mais uma vez, por não postar. Fui viajar, acabei por "segurança" deixando a merda do pen drive em casa e quando cheguei o pc tinha estragado. Deus tu tem algo contra mim né? Cara.... Memories Of terá que esperar pois eu escrevo digamos que online, mas precisa ter o programa e tal, mas não se preocupem que hoje o pc chega e essa semana vou atualizar as fanfics. Me desculpem, se eu fosse tão sortuda quanto a Melissa talvez isso não aconteceria .-.

Após Chris, com muito choro, entregar o dinheiro para Leon, lembrando que ele fez uma vaquinha, finalmente passamos pelos últimos testes psicológicos.

- COMO ASSIM EU NÃO VOU? — berrei

- Não indo ora. — falou o cara quase do tamanho do Chris

-Seu bosta, é claro que vou. EU SOU O CERÉBRO. — eu falei

- E eu sou o Pink. — o cara falou

-Hã? — resmunguei perdida

-Pink e o Cérebro... Não teve infância? — o cara pergunta

- Literalmente não. Meus pais foram assassinados e... E isso não te interessa. — falei

Sai emburrada de lá. Mas tinha um plano: ir escondida. Caso não desse certo eu mataria os caras. Simples. Chris estava sentando na cama arrumando suas armas, parecia um bebê olhando a mãe fazer algo de tão concentrado que estava.

-Chris? — grito

-AH! Carambolas... — ele fala

- Carambolas?! — pergunto

- O que você quer? — ele pergunta

- Que você de um jeito de me colocar na missão. — falo

- Acho que depois do incidente do pão você nunca mais vai para missão alguma. — Chris fala

- Só me coloque dentro de uma mala caramba!

(...)

Eu tinha conseguido. Uma vitória. Ou não. Eu estava dentro de uma roupa preta que cobria até minha cabeça e eu estava pingando de suor... Talvez a ideia não tenha sido muito boa, mas tudo bem. Assim que descemos comecei a tirar aquela roupa. Leon ficou olhando com uma cara enquanto Chris se segurava para não dar um soco nele. Não sei o que ele imaginou, talvez tenha gostado a outra roupa que eu estava por baixo.

Acabei ficando com a jaqueta, estava frio ali. Não sabíamos onde estávamos, apenas que as ordens era tentar, trazer Wesker vivo para o navio para que pudessem fazer testes com ele. Uma ideia mais idiota que a outra. Tínhamos a localização exata dele então chegar à mansão foi fácil.

-Esse cara ama mansões né? Parece que foi pobre a vida inteira e quando consegue uma coisa nunca mais se desfaz dela. — resmungo

-Talvez. Ou é só obcecado. — fala Leon.

Assim que adentramos a mansão parecia que o pesadelo havia retornado. Havia corpos espalhados pelo chão e muito sangue.

- O Cara é louco só pode! — fala Chris

Ouvimos gritos do andar de cima e corremos para lá. Havia um computador e Jill ligou o monitor.

- Vejo que chegaram rápido. Mas terão que ser mais rápidos para conseguirem salvar a sua amiguinha. — Wesker estava na frente de Claire que estava sendo usada como cobaia.

- O tio Wesker pira numa cobaia ruiva. — falo

- Cala a boca. — retruca Chris

-Cala a sua boca idiota. — eu falo

Wesker desliga a câmera. Éramos eu, Jill, Chris, Leon e Helena. Com sorte salvaríamos Claire. Mas se estivesse infectada saberíamos a quem pedir ajuda.