Resident Evil : Another One
7 Capítulo 7
Estavamos agora no avião. Eu percebia o prédio tremer, com a entrada dos zumbis correndo para chegar ao topo do prédio.
Tessa preparava as vacinas, para tentar injetar na próxima pessoa.
Eu e Chris tentavamos ligar o avião o mais rapido possivel, mas estava parado em uma posição dificil.
- O que é isso? — Jill perguntou olhando para a maleta de vacinas.
- É o T-virus. Estamos tentando vacinar todos. — Claire falou olhando para as janelas do avião, tentando ver o movimento que vinha em nossa direção.
- Porque não vacinamos todos de uma vez? — Jill perguntou abraçando Sherry.
- Porque pode matar, de tanta dor. — Claire falou por experiencia própria.
Eu e Chris conseguimos faze-lo andar até o quarto prédio, aonde tentamos faze-lo levantar.
Estava duro, e parecia que seria dificil ele aguentar tanto.
- Ok, para aonde vamos? Maine? Texas? — Jill perguntou preocupada.
- Aeroporto. — Chris falou conseguindo nos manter no céu.
Eu deixei Chris assumir, enquanto passei para o banco de trás, deixando Claire no meu lugar.
Eu me sentei ao lado de Tessa.
- Jill vai primeiro. — Eu falei olhando diretamente nos olhos dela.
Tessa se aproximou dela.
- Não agora. — Vamos precisar dela no aeroporto que fica 5 minutos daqui. — Eu falei pegando a vacina gentilmente da mão de Tessa.
- Aeroporto. Vocês são loucos. — Jill falou rindo.
- Prefere Taxi para o Brasil? Meio caro. Tem dinheiro? — Luther falou rindo dela, fazendo-a se calar.
- Vocês querem um avião grande? — Sherry perguntou pensativa.
- Um que podemos pilotar pelo menos. Enquanto nos pegamos o avião, temos que ir a farmacia e outras coisas que tem la dentro. — Eu falei vendo todas as armas da bolsa.
- Missão suicida. — Jill falou emburrada.
- Ué, porque? Tem alguma coisa mais importante do que sobreviver? — Claire perguntou rindo dela.
Eu ri com Claire e entreguei armas a todos. Mais facas já que o barulho atraia mais eles.
Eu me coloquei do lado de Chris e Claire, tentando nos localizar, e já estavamos em cima do aeroporto.
- Parece sucegado. — Claire falou.
- É o que vamos ver. — Ele falou virando o avião para tentar pousar.
K-mart estava encolida como sempre. Ela parecia estar muito mal com a morte de Ethan no supermercado. Ela queria chorar, mas tentava se sair de forte. Ela achava que se chorasse ficaria mais fraca e seria alvo facil.
- Vai ser dificil. — Chris falou fazendo força para puxar o avião.
O avião tremeu bastante, e o tanque de combustivel apitava igual louco.
- Não vai dar. — Claire falou apavorada.
Chris mal piscava. Ignorava Claire, como um maniaco obsecado.
- Chris para. Levanta. — Ela falou tentando faze-lo parar, mas ele parecia decidido.
Ela abandonou o banco e foi para trás com medo.
Eu me sentei ao lado dele, e tentei ajuda-lo. Ela poderia estar certo, mas poderiamos dar um jeito de pousar.
senti algo bater na asa do avião e arranca-la. Sorte ja estavamos no chão e isso ajudou a parar o avião.
Chris ficou contente com ele mesmo, me olhando de um jeito diferente e sorrindo para mim. Eu sorri devolta.
Jill se levantou e olhou para a janela para avistar se tinha algum deles. Nada.
- Luther, eu e K-mart vamos atrás dos aviões. — Chris falou se levantando.
- Eu, Jill, Claire, Tessa e Sherryl vamos tentar arrumar coisas. — Eu falei seguindo até a porta.
- Acho melhor Sherry ir com eles, menos perigoso. — Jill falou olhando para mim, vendo se eu concordo.
— Pode ser. — Eu falei dando um tapinha nela em direção a Luther.
- Você vai ficar bem? — Chris falou olhando para mim.
- Vou. — Claire respondeu pensando que tinha sido para ela.
Chris ficou sem graça e improvisando abriu a porta do avião.
Eu sai por primeiro pulando do avião e descendo Tessa.
Eu apontei para uma porta dos fundos, que provavelmente iria dar em alguma loja.
Luther acenou com a cabeça e pegou Sherry no colo a escondendo atrás da única asa do avião esperando todos descerem.
Eu fui caminhando na frente, saindo de perto do avião.
Avistei um só deles, mas o matei com uma facada rapida por trás.
Fiz silencio e mandei todas virem.
Tessa veio logo atrás de mim, e ficou se escondendo atrás de uma lixeira, enquanto eu vasculhava do lado da porta, para ver se tinha alguém vindo.
Abri a porta, e entrei com a lanterna examinando tudo. Estava tão escuro.
Tinha muitas caixas. Parecia ser realmente uma farmacia.
Uma caixa caiu e fez um barulho de pilulas ao chão.
Era um deles. Tessa torceu seu pescoço sem muito esforço.
Eu abri outra porta branca, onde deu de cara para o balcão da farmacia.
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