Notas iniciais
Boa leitura gente! =)

Pov Annabeth

Eu acabara de sair da Casa Grande da conversa com Quíron e estava quase entrando no meu chalé, quando senti alguém segurando meu braço. Só uma pessoa me segura assim.

Me virei e vi Percy. Não sei como, mas Percy me olhando daquele jeito com seus olhos verdes me deixam fora de mim, eu não consigo me controlar. Eu o beijei calmamente e ali nós ficamos, em frente ao chalé seis. Sentei-me em uns dos degreus da entrada e Percy fez o mesmo se sentando ao meu lado.

– O que Quíron disse? Eu fiquei preucupado. — Percy me perguntou colocando o seu braço esquerdo ao redor dos meus ombros.

– Bem, ele me deu uma missão para o quanto antes possível. E eu gostaria que você e Grover fossem comigo. Você topa? Não vai ser tão ruim assim...

– Hum... — ele ficou em silêncio, me deu um beijo na bochecha me pegando de surpresa e continuou — Tudo bem, mas o que temos de fazer? Onde vamos?

Fiquei quieta, já que, como diz Quíron, os detalhes são a pior parte. Mas, perto do que nós passamos nos últimos cinco anos, isso não seria lá grande coisa. Afinal, somos meios-sangues, já passamos por muitas coisas.

– Vamos para Washington. Temos de resgatar dois irmãos semideuses.

Percy parou de brincar com meus cachos dourados e me olhou com seus olhos verdes profundos dizendo:

– Por que você? Não podiam mandar um sátiro?

– Poder até podiam. Fiz essa mesma pergunta a Quíron, até que ele me disse que os dois juntos atraem muitos monstros. — Percy parou para pensar por uma momento e disse:

– Mesmo assim. São só dois. O que há de tão diferente dos outros que já foram resgatasdos?

Resolvi ficar calada pois se contasse o resto, Percy podia dar para trás. Infelizmente, ele notou e me fitou de um jeito que fez eu contar o resto da conversa.

– Os dois fugiram de casa e encontraram outros dois meios-sangues em Washington. Um desses que eles encontraram é filho de Atena. — Apartir dai, Percy pareceu entender e tentou continuar a história:

– Então, sua mãe mandou uma mensagem de íris para Quíron, pedindo para que você fosse busca-los. Depois, ele lhe concedeu a missão e permitiu que você levasse mais dois campistas junto.

Eu confirmei com a cabeça, estranhando ele ter entendido tão rapidamente, mas não disse nada. Não quero parar de usar o apelido cabeça-de-alga.

– Vamos então. — ele disse levantando e estendendo a mão — temos quatro semideuses para salvar. — brincou ele dando uma risadinha.

Eu peguei na mão dele lhe dando um beijo e assim nós fomos a procura de Grover. Logo logo seria nós três novamente na estrada em uma missão, como cinco anos atrás. Eu, o cabeça-de-algas e o menino bode.

Notas finais
Hey! Espero que tenham gostado. Deixem ideias, criticas e sejam sinceros comigo. Brigada!!! Kisses