Rescuing The Past
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A vítima debatia-se na cama, nervosa e com medo de seu destino final. Quando a anestesia fez efeito, seu medo foi substituído por um medo de nunca mais acordar ou acordar sem alguma parte de si mesma.
No entanto, quando ele acordou em um quarto de hotel, com o som de um telefone, ele achou que era apenas um sonho ruim, mas olhando embaixo do cobertor, seu medo subiu a superfície. Sua perna havia sido cortada e havia uma outra.
Washington D.C.
Hotch se olhava no espelho de um dos quartos de David Rossi. Hoje era o dia de seu casamento com Emily e ele adoraria ver todos lá.
Penelope não poderia ser madrinha, ela ainda estava frágil. Faziam dois dias que ela saíra do hospital e praticamente estava hospedada aqui. Por causa de seu tempo breve em coma, ela precisou fazer fisioterapia para voltar a caminhar.
Ele suspirou. Ela havia refeito sua vida e Justin tirou dela de forma cruel.
— Aaron? – Dave bateu na porta. – Está tudo bem?
— Sim. – Hotch fechou o último botão de seu terno. – Eu só estava lembrando de tudo o que vivi.
— Os dias ruins todo mundo tem. – Rossi sorriu para o amigo. – Eu espero que você e Emily sejam mais felizes do que já são.
— Obrigado, amigo. – Hotch abraçou Dave. – Vamos, é hora de eu ser oficialmente casado e indisponível.
Hotch desceu até o altar enfeitado com flores coloridas e rosas. Todos estavam lá, inclusive os amigos de Tony e Pepper.
Emily se olhou no espelho e suspirou. O longo vestido branco sempre foi seu sonho e aqui ela estava usando um. Ela tinha uma fita azul no cabelo, Penelope lhe emprestou seus brincos de diamante e ela tinha um lingerie nova para a ocasião.
— Uau. – Derek disse da entrada. – Garota, você está linda.
— Obrigada Derek. – Emily sorriu para o amigo. – E obrigada por ter aceitado me levar até o altar.
— Sem problemas. – Derek a abraçou. – Você é como uma irmã para mim.
— Estou feliz por Penelope estar aqui. – Era um sorriso genuíno. – Agora, poderia me levar até o altar?
— Vamos. – Derek torceu o braço e riu. – Eu acho que Aaron precisou de um pouco de bebida. Ele está tão nervoso quanto você.
— Ele me ama muito. – Emily riu. – Mas eu não posso julgar ele. Eu também o amo.
Na ponta da entrada, todos se levantaram e Far Away começou a tocar. Era a música do casal, seu primeiro beijo foi ao som dela.
A cada passo que ela dava, o coração de Hotch pulava batidas. Ele estava realmente apaixonado por essa mulher.
Emily sorria com a perspectiva de viver uma vida inteira com o homem que ela começou a amar desde o primeiro segundo que viu.
Derek sorria para Penelope os observando e com sua bela filha Kate vestida em um vestido igual ao da mãe.
— Cuide bem dela, Hotch. – Derek disse. – Lembre-se de que a gente sabe esconder um corpo.
— Eu nunca me esquecerei disso. – Hotch apertou a mão de Derek. – E eu nunca vou machucar ela.
Levando Emily até o resto do altar, ele sentia que sua vida seria muito melhor.
— Estamos aqui reunidos para o casamento de Emily Prentiss e Aaron Hotchner. – Reid era o celebrante. – Duas almas que deram um passo adiante e buscaram compreender e amar um ao outro e que deu frutos. É de livre e espontânea vontade que vocês desejam se unir em matrimonio?
— Sim. – Tanto Hotch quanto Emily disseram juntos.
Tony apertou a mão de Pepper na sua e a beijou. Natasha ganhou um olhar de Barton e sorriu.
Nick, no entanto, estava mais interessado em Penelope e Derek. Por algum motivo, a proteção de Stark pegou nele. Ele havia deixado agentes entre os serventes. Alguém que ainda não estava no radar de ninguém também estava por lá.
Seu alvo premiado era Penelope e Strauss. As duas tiraram seu lugar na unidade. O lugar de Penelope deveria ser dele. E Penelope ser recrutada o fez inflar de raiva.
— Aaron Hotchner, aceita Emily Prentiss como sua legitima esposa? – Reid perguntou, tirando todos de seus pensamentos. – Promete amar na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza até o último dia de suas vidas?
— Aceito. – Hotchner nem precisou pensar.
— Emily Prentiss, aceita Aaron Hotchner como seu legitimo esposo? – Reid repetiu a pergunta. – Prometendo amar na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza até que a morte os separe?
— Aceito. – Emily respondeu firme com seu desejo.
Jack então entrou com as alianças dos dois e recebeu um beijo de ambos. JJ apertou a mão de Will no altar e Reid sorriu para a sua. Eles eram os próximos a se casar.
— Emily, aceite essa aliança como prova do meu amor por você. – Hotch começou. – Desde o dia que eu te vi, eu te amei e continuo te amando. Você, Isabella e Jack são meus amores dessa vida.
Ele a beijou rapidamente ao som de uma música linda e romântica chamada Out Like a Lion.
— Aaron, receba essa aliança como prova do meu amor por você. – Emily olhou para o quase marido. – Quando a gente se conheceu, eu soube que meu coração era seu. E agora, eu tenho certeza disso. Eu vou te amar a vida toda. E mais um pouco.
— Se alguém aqui tem algo contra esse casamento, que fale agora ou se cale para sempre. – Todos viraram para a entrada. – O que Deus uniu o homem não separa. Pelo poder investido a mim pela igreja da vida e ciência eu os declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva.
Hotch puxou Emily para perto e no segundo seguinte seus lábios se encontraram. Ele estava se fartando naqueles lábios com gosto de mel.
Houve palmas e assobios. Derek gritou para os dois pegarem um quarto e cada casal beijou suas correspondentes.
Olhando para Penelope, Derek viu que ela estava chorando de felicidade. Afinal, Penelope foi uma das grandes responsáveis pelo casal se unir. Derek beijou Pen e depois Kate, que estava sorrindo.
Hotch puxou Emily pelo corredor agora com marido e mulher. Chuva de pétalas era vista e os dois sorriram. Para a vida que estava à frente.
Observando a equipe a frente, o homem olhou para a felicidade do novo casal, se mantendo fixo ao seu alvo. Ela estava beijando o homem negro e sua pequena filha. Eles não eram seu alvo.
Ele queria à única pessoa que tirou o lugar que era seu de direito. Ele então olhou para Strauss, sorrindo com David Rossi e sua noiva, Fran.
Ele só queria ver a reação que ele teria quando matasse tanto Strauss quanto Penelope. Por agora, ele ficaria contente de servir as bebidas.
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