Rescuing The Past

31 Forever Begins Now.


“Alguns ciclos precisam ser encerrados para que novos possam ser iniciados. ”

— Bem-vindos a nossa reunião de família! – Penelope anunciou no alto do palco. – Estamos todos muito felizes em ver que ninguém foi preso ou morreu até agora.

Todos sorriram. Haviam se passado 10 anos desde todos os eventos na vida da equipe.

Penelope havia sido promovida para agente de campo, apesar de muitas vezes preferir ficar no seu escritório, que ela gentilmente dividia com Luke Alvez agora. Ela havia conseguido dividir o escritório com alguém pela primeira vez com alguém depois de Kevin.

Ele era legal e sua namorada era uma pessoa querida. Ela havia iniciado no programa de agentes, quase quatro anos atrás e sim, ele estava enrolando a pobre mulher.

Ela tinha cinco filhos agora. Katie sendo a mais velha, Hank era o segundo, Abigail foi a terceira, Andrew e Lisa eram respectivos quatro e cinco na hierarquia dos filhos. Eles tinham quase um ano e eram gêmeos.

Emily e Hotch haviam tido quatro filhos. Isabella, Aaron Júnior, Grace Jennifer e David Stephen Hotchner. Jack estava no nono ano e tinha uma queda por Kate, a filha de Penelope e Derek.

Derek achava que sua filha deveria crescer um pouco mais, mas Penelope deu todo apoio com isso. Henry tinha uma queda por Isabella então Hotch, Derek e Will tinham que se preocupar sozinhos agora.

— Bem, eu acredito que quando Jack pediu Kate em namoro, Derek ficou muito preocupado. – Penelope sorriu. – Você deveria ver ele quando pediu Kate para sair em um encontro.

— Bem, assim como eu, ele é um pai preocupado. – Tony apareceu. – Pepper e eu criamos três meninas e um menino acho que já espantei homens suficiente e Kasie tem apenas 12 anos.

— Ele está exagerando. – Pepper respondeu. – Como você está querida?

— Sinceramente? – Penelope se sentou. – Eu sinto falta do tempo em que Derek era mais jovem, mas ele ficou lindão de cabelos brancos.

— Gentileza dela. – Derek beijou a testa de sua esposa. – Ela ficou linda mesmo com quase 60 anos.

Todos os membros haviam prosperado. Rossi e Fran formavam um casal lindo. Luke finalmente se casou com Desire assim que ele descobriu que a mulher havia engravidado.

Ela havia entrado para a agência e se tornado uma agente igual ao irmão e a cunhada. Eles tiveram uma menina.

Reid havia tido mais um filho três anos depois da primeira. Eles decidiram manter assim. Ele sempre fora filho único e um casal era perfeito e funcionava.

Melinda era um jovem de dez anos agora e seu irmão, Stephen tinha oito.

JJ teve mais um filho, Michael logo depois de Penelope e Henry. Ela achou fantástico ter o nome de sua madrinha favorita. Seu apelido ficou como Nell. Ela era muito amiga dos filhos de todos.

Até mesmo Natasha e Barton tiveram uma filha. T’Challa se casou com sua noiva, amiga de Derek e tiveram gêmeos.

— Acha que tivemos uma boa vida? – Uma mais velha Penelope falou, ao lado de seu marido. – Cinco filhos, oito netos e quatro bisnetos.

— Eu diria que nossa vida foi perfeita, menina. – Derek a viu sorrir. – Mesmo no dia mais triste que perdi minha mãe, você foi minha luz.

Penelope acordou sobressaltada. Ela ainda era jovem e Derek estava com sua filha mais nova nos braços.

— Baby Girl? – Derek percebeu que algo a incomodava. – Qual o problema?

— Eu sonhei com a gente mais velho. – Pen confessou. – Nós estamos sentados na varanda, de cabelos brancos, tivemos oito netos e quatro bisnetos. Sua mãe havia falecido.

— Querida, não há nada para se envergonhar. – Derek chegou bem perto dela. – Nós éramos felizes?

— Não havia nenhuma dúvida sobre isso, Derek. – Penelope o beijou. – E nossa menina?

— Ela estava me falando sobre levar jujubas para o piquenique de amanhã. – Derek deu a garotinha dormindo. – Mas ela dormiu.

— Eu vou colocar ela na cama e nós vamos dormir. – Penelope deu um último olhar para ele. – Juntos.

Aquela noite foi gasta em fazer amor.

Na manhã seguinte, todos se reuniram no parque. Tony e Pepper com seus filhos e cada membro trouxe seus filhos também.

— Aqui, Tony. – Penelope deu o pedaço de torta. – Obrigado por voltar a fazer parte da minha vida.

— Sem problemas, mana. – Tony a abraçou. – Eu finalmente deixei de ser um cretino.

— Você nunca foi um cretino, Anthony. – Penelope se levantou e abraçou o irmão. – Eu te amo.

— Ei, vamos com isso, certo? – Hotch brincou. – Teremos o resto da vida para fazer isso.

— Aqui, vó. – Kate deu uma maça para a vó. – Eu te amo.

— Eu também te amo, Baby. – Fran abraçou Katie. – Minha amada. Meus amados.

— Desculpa, chegamos atrasados. – Elisa tinha uma expressão corada no rosto. – Pneu furado e então precisamos esperar trocarem.

— Sem problemas. – Hotch olhou para T’Challa com a mão no traseiro da esposa. – Também já furamos muitos pneus.

Eles fizeram um piquenique perfeito até o telefone dos agentes tocarem em sequência. Dando um beijo, todos foram salvar o mundo mais uma vez.

Em algum lugar da Rússia...

Uma mulher loira caminhou pela estrada e entrou em uma casa, retirando o casaco molhado da chuva. Ela retirou as botas e colocou um novo vestido.

Afastando os moveis, ela mediu a distância em silêncio e afastou o pesado armário da parede. Uma porta escondida foi revelada e ela a abriu.

Descendo as escadas de madeira, o som de vozes pausou e ela sorriu para o pequeno povo que ocupava o espaço.

— Peço desculpas pelo atraso. – Puxando uma cadeira, ela se sentou. – Chuva, transito e a raiva.

— Claro, temos a noite toda, Geraldine. – Um homem disse, ironicamente. – Você está com o Pen drive? Ou tudo isso foi em vão?

— Eu sei que você acha que eu não consegui os arquivos, mas tem de entender que eu me infiltrei no FBI desde que Justin Hammer ainda respirava. – Ela retirou um colocar e o abriu. – Mas eu consegui.

— A agente especial dos assuntos Linda Barnes conseguiu outra vez. – O homem sorriu para o drive em forma de batom. – Nesse pequeno tubo está tudo o que eu preciso para acabar com Penelope e Tony Stark.

— Você sabe que não seria bem assim. – Geraldine respondeu. – Isso aqui vai para um lugar seguro.

— Do que está falando? – O homem pegou uma arma. – É meu por direito.

Geraldine puxou outra de seu vestido e atirou quatro vezes no corpo do senador Cristhian Lynch.

— Alguém mais quer fazer uma objeção? – Geraldine balançou os cabelos e retirou a peruca. – Ótimo, se pudermos manter isso em segredo, deveríamos armar uma cena para ele ter sido morto na Rússia. – Ela estalou os dedos. – Limpem isso.

Ela colocou uma música nova no som e se sentou, tomando um copo de uísque. No momento certo, ela pensou, enquanto seus lacaios removeram o corpo de Lynch de sua casa e encenavam uma explosão no carro dele.

No momento certo, ela usaria tudo o que descobriu em dez anos infiltrada. Por enquanto, ela tomaria um tempo.

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