Repentino

17 O dia depois . . .


Notas iniciais
Haru-chan: yoo minna ! To feliz hoje !
Adivinha quem fez aniverçario onten ? Adivinha . . . Adivinha
Paola-chan: ta haru todo mundo ja percebeu q foi vc . . .
Haru-chan: estraga prazerez . . .
Paola-chan: emfim vamos as coisas enportantes, a gente teve uma prova hj ( é uma prova no sabado, NO SABADO ) por isso nao postamoa ontem.
Haru-chan: Gomen !
Mais aqui esta o cap como o prometido
ATÉ LA EM BAIXO

Comecei a me acordar a os poucos, nossa eu to muito dolorido ! Minhas costas tão latejando, comecei a me levantar da cama e . . .


POR QUE MINHA BUNDA TA DOENDO ?



Voltei pra cama, me sentei nela, cara a Yuki só tinha batido nas minhas costas porque a minha bunda tava doendo ?



Tentei me levantar mais umas três vezes e sempre o mesmo resultado, eu voltava pra cama.



–JOHN !!!! — O ruivo vai ter que me ajudar.



–Que foi ? Você se machucou ? — ele entra correndo no quarto.



–Eu to com dor, me ajuda a chegar na banheira. — Eu digo o vendo vir em minha direção, eu imaginava que o John ia deixar eu me escorar nele, mais como com esse cara tudo é diferente, ele me pegou no colo.



–Eu disse ajudar, não fazer por mim. — disse, mais sinceramente, eu tava até gostando.



Ele faz uma careta e começa a me levar pro banheiro, me larga dentro do box e se senta na bancada, assim que fico de pe sinto a dor voltar a minha bunda, mais eu tenho que adimitir que esta menor.



–Por que você não veio ate aqui sozinho ? — pergunta me olhando de cima a baixo, é ai que eu percebo que estou sem roupa, ligo o chuveiro pra desfarçar a minha vermelhidão.



–Por que minha bunda ta doendo, o que é estranho por que a Yuki não me bateu ali, sinceramente acho que talvez eu tenha que ir num medico e . . . AI ! -o maior, apertou a minha bunda, não faço a menor ideia quando ele se aproximou mas estava ali, ficou segurando a minhas nadegas enfiou um dos dedos entre ela e encostou de leve na minha entrada.



–Ai ! — digo novamente.



–É exatamente aqui que doi ? — pergunta mechendo um pouco o dedo.



–SIM, AGORA TIRA ESSE DEDO DAI ! — já tava me emputecendo quando o maior tirou a mão da minha bunda e começou a se despir, eu não to entendendo nada. — da pra me dizer por que fez aquilo. — disse mais calmo.



–Pra ter certeza de uma coisa. — o ruivo falou entrando no box.



–P-pra ter certeza de que ? — eu tava com medo da resposta, o maior me abraça por traz.



–Eu só queria ver se a Yuki tinha feito isso ou . . . — ele chega perto do meu ouvido. — se tinha sido eu.



Ele ? Ele não pode ter me machucado afinal a unica coisa que ele fez comigo foi . . .



–Por que não me disse que era virgem ? — ele morde minha orelha assim que termina de falar.



PUTA QUE PARIU.



As vezes eu não entendo como eu consigo ser tão ingênuo, era obvio !



Não disse nada, eu tava com muita vergonha, acho que o John percebeu por que me virou começando a me beijar, depois de ontem a noite nosso beijo havia melhorado muito, ele coloca suas mãos na minha cintura enquanto eu coloco as minhas envolta do seu pescoço sentindo seu membro contra meu abdômen ficar cada vez mais rígido.



Ele me puxa fazendo o espaço entre nós sumir e eu gemer entre o beijo com a aproximação repentina. Nos separamos para recuperar o fôlego, mas logo John volta a me beijar me prensando contra a parede do box.



John separa o beijo e se dirige ao meu pescoço dando beijos e lambidas me fazendo arfar enquanto passa a me acariciar com as mãos desde o meu peito beliscando meus mamilos me fazendo quase gemer, passando pelo meu abdômen ate minhas nádegas e as apertando possessivo.



Ah, e sabe aquela dor que eu tava sentindo? Fez as malas e foi viajar.



Minhas costas diferente de antes não doíam e as bandagens começavam a cair quando o ruivo me puxou pra cima me fazendo passar as pernas envolta do seu quadril para não cair, nossos sexos se rosaram nos fazendo gemer baixo. Com a boca ainda em meu pescoço, John leva uma das mãos ao meu membro.



Gemi alto colocando a cabeça para o lado dando mais espaço para o maior se aventurar enquanto fazia um vai-e-vem lento e tortuoso no meu falo me levando a loucura me fazendo cravar minhas unhas nas suas costas.



Ele aumenta a velocidade me fazendo gozar, não me dando tempo nem de avisar antes. Só o que saia da minha boca eram gemidos. O ruivo vai subindo os lábios pelo meu pescoço ate minha orelha como se quisesse me devorar inteiro. Morde o lóbulo sussurrando em seguida



–Posso? — não preciso nem dizer como fiquei quando ouvi aquela voz extremamente rouca e sexy no meu ouvido.



–O que...?- respondo ainda tentando recuperar o fôlego.



Ao invés de responder, John mete seu membro em mim em uma só estocada.



–JOOHN . . . haa . . .- gritei de dor e susto pelo movimento repentino.



–Desculpa Rin, mas você me deixa louco.



John me beija, distraindo-me da dor e vai descendo ate meus mamilos chupando-os e mordendo como se quisesse devora-los. Quando senti que a dor já havia diminuído impulsionei meu corpo contra seu membro o fazendo entrar mais fundo em mim.



Ainda não sei como ele coube aqui... Vocês me entenderam.



Gemi alto e o ruivo pareceu ter gosta do que eu fiz. Começou a me estocar,primeiro devagar entrando e saindo, para então aumentar a velocidade.



Como aquilo era bom, eu me sentia como se não precisasse de mais nada, apenas dele, meu ruivinho lindo e sexy.



Eu não falei que perversão pega.



–Ah... Rin



–John eu...vou...Haaa — não tive tempo de avisar, sujei nossos abdomens e em uma ultima estocada o maior despejou tudo dentro de mim.



Devo estar vermelho como um tomate agora.



Nossos olhos se encontraram, ainda ofegantes nos beijamos.



Desligo o chuveiro e abro o registro da banheira, assim que ela encheu fechei o registro e me sentei apoiado no John, ele chega perto do meu ouvido e sussurra.



–Bem que todos os dias poderiam começar assim. — meu corpo estremeceu só com a ideia, não disse nada, eu estava muito envergonhado.



Agora eu to parecendo uma garotinha, ou como o Yamato diz, a Cinderela.



O ruivo pegou uma esponja e começou a passar no meu peito, logo depois nas minhas costas, depositou alguns beijos no meu pescoço.



Eu posso me acostumar com isso.



Apos o maior ter me banhado ele saiu da banheira e me pegou no colo.



–John, eu posso andar. -ja estávamos saindo do banheiro quando terminei de falar.



–Hoje eu vou cuidar de você. — me largou na cama, pegou um roupão. — finge que eu sou uma babá e você uma criança.



–Você babá ? — comecei a imaginar o John com aqueles aventais . . . nada mau.



–Ta . . . — ele disse vindo em minha direção com uma toalha — uma baba BEM pervertida. — ele começou a me secar, quando chegou para secar o meu membro, deu uma leve apertada nele, me fazendo gemer um pouco.



–E pedófela, se esqueceu que eu sou uma criança ? — disse, ele me colocou um roupão e me segurou no colo.



–Uma criança bem experiente e sexy. — O.K., é impossível não corar com um comentário desses, ele se aproxima do meu rosto e me beija, assim que nossos labios se separam percebo que já estamos na cozinha.



Como é que o John consegue ser tão ninja ?



Ele me coloca na cadeira, começa a fazer um café, que poucos minutos depois já esta pronto, coloca na minha frente e eu começo a tomar, ele vai em direção ao fogão.



–O que você tá fazendo ? — pergunto.



–Começando a fazer o almoço, afinal já é mais de onze horas.



–PERAI, serio ? Eu nunca acordei tão tarde.



A maioria das pessoas que leu isso deve estar rindo de mim agora, mais é verdade, eu sempre durmo cedo e acordo mais cedo ainda.



–O que você vai fazer pra gente comer ?



–Vo faze uma sopa pa nois . — olha a piadinha idiota ai gente.



–HA HA HA. — rio ironicamente, é obvio que não achei graça, afinal odeio sopa.



Eu e o nii-chan passávamos todas as férias de inverno na nossa tia-avó quando éramos crianças, e como a velha só sabia fazer sopa, era isso no café, almoço e jantar.



Se você ainda não entendeu porque eu odeio sopa, experimente ficar duas semanas só tomando sopa de brócolis com cebola.



–Então . . . — disse o ruivo me tirando dos devaneios. — me fala, o que você pretende fazer esse ano ?



–Vou trabalhar como balconista, na loja do seu Youa e estudar bastante. — Estudar bastante isso é o que todo mundo diz no inicio do ano, depois da segunda semana de aula a historia muda . . .



–E os seus amigos ? Se é que eu posso chamar eles assim . . . — disse o John.



Caramba, eu não tinha pensado nisso, eu ia reencontrar aqueles filhos da puta no inicio das aulas.



–Eu vou ser colega deles. — soltei um suspiro.



–Como vocês se conheceram ?



–HAM ? — eu não esperava essa pergunta.



–Você sabe como eu conheci a Yuki e o Yamato, eu quero saber como você conheceu a Iore e o . . .



–Taichi. — completei a sua frase. — bom, minha mãe sempre foi amiga da mãe puta da Iore, então desde que eu me conheço por gente conheço a vadia de cabelos castanhos e olhos cor de merda.



–John deu uma pequena risada. — E o Taichi ?



Ele eu conheci na pré-escola, foi o primeiro a falar comigo e com a Iore, o cara sempre pareceu ser alguém confiável, cabelos loiros, olhos verdes, uma pele de porcelana, sempre muito educado, pena que só parece.



–É uma pena que eles tenham te traído. — disse o ruivo ainda olhando a panela.



–Pois é, eu vou sentir falta deles, mas eu já devia saber, a Iore dês que começou a dar o cú, acho que foi com uns seis anos, ela nunca foi fiel, sempre traiu os seus namorados, eu devia saber que comigo não ia ser diferente. — olho para a minha caneca vazia. — mas . . . nunca pensei que o Taichi fosse fazer isso comigo.



–Vai ver ele tem alguma explicação .



–É bom ele ter mesmo . . . — falei mais para mim do que para o ruivo, olho para ele e percebo sua cara de preocupação. — Mais mudando de assunto, do que é essa sopa ?



–De legumes. — ele ainda estava preocupado, mais mesmo assim, agora se concentrava em colocar um pouco da sopa num prato.



–Argh. — falei baixo, o maior colocou o prato na minha frente.- você não vai comer nada ?



–Acho que já comi muito hoje. — corei, e corei MUITO.



Comecei a levar aos poucos a colher em direção a minha boca, antes que o liquido quente tocasse os meus lábios um certo ruivo colocou sua mão sobre a minha, a que estava na mesa.



–Posso fazer uma coisa ? — disse, eu larguei a colher na mesa e assenti, ele pegou o prato e bebericou o liquido.



O que ele quer faze. . .



Meus pensamentos foram interrompidos pelos lábios do maior, ele pediu permissão e eu a dei, assim como sua língua, a sopa entrou na minha boca, a tomei e aproveitei o beijo.



Sabe aquela raiva que eu tinha das sopas ? Pois é, acabou de desaparecer.



Nem preciso falar que sopa virou meu alimento preferido depois desse almoço.



John me pegou no colo novamente, já to começando a me esquecer de como se caminha, me levou ate o quarto, abre o guarda roupas e se veste, logo depois coloca uma roupa em mim também.



–Porque você nos vestiu ? — perguntei sentando na cama.



–Eu vou ter que sair e não vou deixar você só de roupão em casa, vai que o Yamato inventa de vir me visitar e te vê daquele jeito ? Conhecendo ele como conheço, o cara não vai se segurar.



È, eu tinha que admitir que o John tinha razão mais . . .



–Desde quando o Yamato tem a chave aqui de casa ?



Quanta intimidade ! Tá, eu sei que eles são amigos coisa e tals mais, eu namorei a minha amiga, o John pode querer namorar o amigo, só pra ver se não é só amizade, e eu não quero ser corno ! O John é MEU e eu não vou dividir !



–Desdo dia em que você foi sequestrado, achei que ia ser mais seguro pra você. — ele disse.



–Sei, é mais segura pra mim virar um corno isso sim . . . — falei baixo, cruzei os braços e fiz uma cara emburrada.



–Você fica muito fofo com ciúmes sabia ? — o John me deu um beijinho e me levou, no colo ( isso já tá começando a me irritar ), ate a sala me largando no sofá.



Eu estava vestido com uma camisa branca e uma calça preta, já o ruivo estava com uma camiseta do nirvana e uma calça azul jeans, sabe que ele ficou bem assim.



Ele disse que ia sair, o que sera que ele vai fazer ?



Pera um pouco.



.


.

.

ELE VAI SAIR POR QUE !?!


–onde você vai ? — o olho, John já estava na porta.



–Eu vou comprar algo e já volto.



–Comprar o q . . . -Ele saiu ! Ele realmente saiu ! O cara me deixou na maior vacu da minha vida !



–E ele nem me disse o que ia comprar ! Falando nisso, o que sera que ele ia comprar ?



Realmente eu fiquei curioso, e porque eu fique assim ?



Simples, o John não costuma dar respostas vagas que nem essa, eu vou comprar algo, já volto, se ele fosse só comprar algo normal feito sei lá, palmito, ele teria dito Neko, vou comprar palmito já volta mais ele não disse.



Então nos temos três opções.



Primeira: ele foi se encontrar com o amante.



Segunda: ele foi comprar um presente para o amante.



Terceira: ele foi encontrar o amante pra dar um presente a ele.



Ou ele foi só comprar um cachorrinho.



Compra cachorro é historia pra boi dormir e . . .



–CHEGA !!! — gritei para mim mesmo.



Eu tenho que parar com essa mania de que o John vai por uma antena de TV na minha cabeça, serio isso já foi longe de mais, eu senti ciumes dele com o meu irmão !!! o nii-chan nunca faria isso comigo . . . eu acho.



É que gente, pensem comigo, ele é um ruivo alto, rico, divertido, lindo, sexy, sem falar que é bom de cama, eu tenho que sentir ciumes, é normal quando se tem um deus grego desses em casa.



Mais o que sera que ele foi fazer ?



–Tadaima ! — disse o ruivo entrando em casa.



Falando no diabo . . .



–Da pra falar o que você foi fazer ? — disse cruzando os braços.



–Veja você mesmo. — falou se aproximando de mim. — vamos no estacionamento.



–Eu vou andando ! — disse vendo que o maior já ia me pegar, DE NOVO, no colo.



–Tá legal.



Ele abriu a porta e chamou o elevador, assim que as portas de metal abriram nós entramos e as portas se fecharam.



O John segurou a minha mão, entrelaçando nossos dedos, eu fiquei vermelho.



Meu coração acelerou, minha pele, que antes estava fria, ficou extremamente quente com um simples toque do ruivo, meu rosto a cada andar ficava mais vermelho ( já disse que ele mora no decimo andar ? ), o maior olhou pro meu rosto e deu uma pequena risadinha, se aproximou do meu rosto e selou nossos lábios, seus lábios quentes me esquentavam por inteiro, sua língua pediu passagem, e quem sou eu pra negar ? Com sua mão livre me puxou, pela cintura, para mais perto de si, acabando com o espaço entre nós.



Nos separamos porque os seres, infelizmente, precisam respirar.



Meu rosto estava completamente, sem sombra de duvida nenhuma, totalmente carmim.



–Você é a pessoa mais fofa do mundo . . . — o John cochichou no meu ouvido.



Eu ia falar algo mas a porta do elevador abriu e o ruivo me soltou, ele saiu correndo me puxando pela mão, ele tá parecendo uma criança !



O estacionamento era bem amplo, grande, mais por incrivel que pareça não tinha nenhum carro, só o do John, e uma moto, e era para direção dela que nos estávamos indo.



–Enquanto corríamos perguntei . — porque o estacionamento esta praticamente vazio?



–Aqui, nesse prédio, só eu tenho menos de cem anos, os caras nem saem de casa, portanto, ninguém vem aqui, só o Yamato, sei lá por que ele odeia o porteiro, então entra por aqui.



Paramos na frente da moto, o John me jogou um chave.



Presente pra você. — ele disse.



–Se-serio !?! — . . . . . . . .

Minha mente ainda tá fazendo login da situação.

.

.

.

COMO ASSIM EU ACABEI DE GANHAR UMA MOTO ?

Eu nunca pensei que ganharia uma.

Meus pais são muito protetores pra me darem uma e eu nem em um milhão de anos ia ter dinheiro pra comprar, pelo menos uma de qualidade, sem contar que eu preciso tirar abilitação . . . .

Acabei de perceber que eu sou um tremendo estraga prazeres, serio eu devia tar é fazendo uma festa e agradecendo feito um animal o John por ter me dado um presente desses !

Pulei em cima da moto, segurei os guidões e pus a chave no meu bolço.

–Frum frum . — isso foi bem infantil, eu tenho que admitir, mais vocês não sabem o que é ganhar a moto dos seus sonhos, não sei como o John descobriu mais eu sempre, SEMPRE, quis uma moto. — valeu John, eu sempre quis ter uma dessas. — falei distraído, mais eu logo voltei a realidade quando senti o corpo do ruivo atras de mim, ele se sentou na moto e pôs suas mãos sobre as minhas.


–Você sabe dirigir ? — ele sussurrou no meu ouvido me fazendo tremer. — eu adoraria te ensinar . . .



Senti as mãos do maior sair dos guidões e passar para o meu peito, entrando de baixo da minha blusa, o ruivo começou a atacar o meu pescoço sem dó nem piedade, me virei, colocando minhas pernas por cima de suas cochas, depositei minhas mãos em seu cabelo, ele sorriu e mordiscou meu lábio inferior começando um beijo intenso, suas mãos passeavam pelas minhas costas enquanto as minhas estavam entrelaçadas em seu cabelo.



–RI-RIN !?! — parei o beijo e olhei para tras não gostando nada do que via, dois olhos cor de esmeralda me fitavam.



–O que você esta fazendo aqui Taichi ? — perguntei já de pé do lado da moto.



Notas finais
Haru-chan: Gostaram ? Eu sei que vcs gostaram . . .
Paola-chan: Gente só eu notei que ela ta um POUQUINHO feliz . . .
Haru-chan: Esperementa fazer aniverçario, eu indico!
Paola-chan: OK . . . Ate semana que vem !