Repairing Your Heart
16 Capítulo 16
Notas iniciais
– O que ainda está fazendo aí? — León disse, me assustando.
– Guardando as minhas coisas. — coloquei meu estojo na mochila e sorri paradele, enquanto amassava o papel.
– Ainda? — se aproximou, enquanto eu fechava a mochila.
– Sou um pouco devagar. — peguei a mochila para colocá-la nas costas, mas ele a pegou. — O que está fazendo?
– Te ajudando. — colocou minha mochila em um de seus ombros. — Vou tdm levar pra casa. — entrelaçou nossos braços.
– Eu vou ficar com a Cat. — disse enquanto andávamos pelo corredor.
– Não faz mal, eu te levo pro hospital então. — joguei o papel no chão. — O que era aquilo?
– Nada não.
– Hum, Eduardo ainda está no hospital?
– Está.
– Será que a Cat já acordou?
– Acho que não, ele não disse nada.
– Argh. — fomos o resto do caminho em silêncio. — Chegamos. — disse depois de estacionar o carro.Fui abrir a porta, mas ele me parou. — Espera, deixa que eu abro! — desceu do carro e abriu a porta para mim.Entrelaçamos nossos braços e entramos no hospital. — Eduardo não está aqui. — ele disse, olhando a sala de espera.
– É porque a Cat foi transferida para um "quarto" para receber visitas.
– Ata, e qual é o quarto?
– Não sei.
– Então vamos perguntar a recepcionista.
– Vamos. — seguimos até o balcão.
– Em que posso ajudá-los? — a recepcionista perguntou quando nos aproximamos.
– Nós queremos saber qual é o quarto da paciente Catherine Valentine. — León respondeu.
– Catherine Valentine... — ela disse, digitando em seu computador. — Quarto 110.
– Obrigada. — eu disse e entramos no elevador.Seguimos para o terceiro andar e procuramos o quarto, quando o achamos batemos na porta.
– Pode entrar. — a voz de Edu soou do outro lado da porta.Nós entramos e o encontramos sentado em uma cadeira ao lado da cama de Cat, segurando sua mão.
– Tudo bem por aqui? — León perguntou, olhando a mão de Edu entrelaçada na de Cat.
– Tudo sim. — Edu respondeu.
– Ela não teve nenhum progresso? — perguntei.
– Ela mexeu a mão há uma hora atrás, mas desde então mais nada.
– Mas isso já é um sinal de que ela está acordando né? — León perguntou esperançoso.
– O médico disse que não.
– Ah. — balbuciei e senti meus olhos marejarem.
– Não chora princesa. — Edu disse.
– É, não chora. — León me abraçou de lado.
– E se ela não acordar mais? — uma lágrima escorreu por minha bochecha.
– Ela vai. — León disse, secando a lágrima.
– Edu, se você quiser ir embora, para tomar um banho e descansar, pode ir, eu fico aqui.
– Não precisa, eu já tomei banho aqui e não estou cansado.
– Tudo bem então. — nós ficamos conversando e observando Cat por um bom tempo, até uma enfermeira vir dizer que o horário de visita acabou. — Olha Edu, qualquer coisa você me liga, tá?
– Tá bom. — se levantou e me abraçou. — Tchau.
– Tchau, se cuida. — nós saímos do quarto.
– Pode deixar que eu te levo em casa. — León disse.
– Tá bom, obrigada. — seguimos até o carro dele e ficamos em silêncio até eu perceber que ele estava indo para o lado errado. — A minha casa é do outro lado.
– Ops, então acho que estou te levando para outro lugar.
– Para onde estamos indo León?
– É surpresa!
– Odeio surpresas.
– Espero que dessa você goste. — disse, parando o carro.
– Aonde nós estamos? — perguntei, olhando para os lados.
– Você já vai ver. — saiu do carro e abriu a porta para mim. — Vem! — estendeu a mão e eu a peguei, sai do carro e ele o fechou, em seguida começamos a cdminhar por um parque.Estava bastante movimentado, até chegarmos em uma parte deserta, estava escuro e havia algumas velas na grama.Caminhamos até as velas e nos sentamos na grama, havia uma toalha estendida no chão, com algumas comidas em cima, a nossa frente havia um lago, iluminado pela luz da lua, tudo muito lindo.
– Você que fez isso tudo? — perguntei maravilhada, observando as coisas.
– Algumas coisas a minha mãe pediu para a empregada fazer...mas o que vale é a intenção, né? — disse sorrindo, já disse como sou apaixonada por esse sorriso?
– É, claro.Mas qual é a intenção?
– A intenção é te dizer que estou apaixonado por você. — arregalei os olhos.
– Isso é uma brincadeira, não é?
– Claro que não, por que eu brincaria com isso? — pegou uma caixinha vermelha que estava em cima da toalha. — Violetta, desde o dia que te vi naquela diretoria eu me apaixonei por você e senti que precisava lhe proteger, voçe uma garota maravilhosa, desde um fiozinho de cabelo até a unha do dedinho do pé, voçê é perfeita, eu te amo tanto e eu quero tanto estar ao seu lado sempre... — eu jã estava chorando. — Eu sei que esse não é o melhor momento, sei que não quer começar um relacionamento agora e sei também que seu coração está machucado, quebrado, mas eu precisava dizer isso.Eu posso consertar o seu coração se você deixar.Sei que estou parecendo um gay dizendõ todas essas coisas e chorando desse jeito, mas eu não me importo, só me importo com você.Quer ser a minha namorada? — abriu a caixinha e havia duas alianças lindas dentro dela. — Aceita ser a minha namorada?
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