Renesmee's Dauther
1 Jean Cullen Mikaelson
Notas iniciais
P.O.V. Jean.
Hoje vamos numa viagem pedagógica pela Europa, conhecer a história.
Como se eu não soubesse de tudo. Assim que chegamos nós descansamos, afinal foram dias de viagem.
Então, acordamos cedo no dia seguinte e visitamos todos os museus, castelos e então chegamos á aquele lugar amaldiçoado.
—Porque você está de preto? Não está com calor?
—Prepare-se, pois todas as suas crenças vão mudar.
Chegamos á última sala e eu vi aquelas figuras. Antes de Heide saísse, eu fechei as portas.
—O que foi isso?
O meu professor que já era idoso, mas era um mutante sorriu e chegou por trás de mim.
—Você se lembra de quando nos conhecemos pela primeira vez? Quer saber o que eu vi, quando olhei pra você? Eu vi o próximo passo da evolução. O que Charles e eu sonhamos em encontrar. E eu me perguntei porque Charles iria querer transformar essa Deusa, numa mortal?
Os Volturi em volta tudo olhando, completamente perdidos.
—Eu posso manipular o metal nisso.
Disse ele estendendo a xícara metálica e fazendo-a flutuar.
—Mas, você? Você pode fazer qualquer coisa. Tudo o que você imaginar.
Eu olhei para Aro, dei meu melhor sorriso sacana e liberei meu poder sob a guarda. Usando a xícara.
—Jean! Jean já chega. Já chega!
—Você fala igual aos outros. Você quer me controlar?
—Não. Eu quero que você seja assim, como a natureza criou.
—Não. Você quer que eu me ajoelhe. Como eles. Criaturas sem alma, sem vontade, escravos. Só que isso nunca vai acontecer Erik, eu sou mais poderosa que você, que todos vocês! Eu sou Imparável! Implacável, imortal, indestrutível!
P.O.V. Aro.
Eu não podia acreditar nos meus olhos. O que a menina estava fazendo.
—Nãao!
Ela começou a destruir o Castelo, transformou o Castelo de São Marcus numa pilha de nada. De cinzas. Sem mover um dedo.
—Vocês não acreditam em nada, agora vocês são nada.
—O que você fez Jean?
—Ninguém machuca a minha família e sai ileso. Até que eu fui piedosa.
—Extraordinário!
—Ela é uma ameaça ao segredo. Tem que ser destruída.
Ela se aproximou de Caius, sem medo, calmamente. Jogou Félix para longe e parou a centímetros do meu irmão.
—Eu faço o que eu quiser, onde eu quiser, quando eu quiser e com quem eu quiser. Sacou?
Caius pegou-a pelo pescoço e ela revidou, fez seu rosto se desintegrar obrigando-o a larga-la.
Então, ela pegou uma seringa na bolsa e injetou o conteúdo em Caius.
—Sua punição por seus crimes. Tenha uma boa vida humana Caius.
Os outros humanos já haviam fugido e o que sobrou do castelo, os nossos retratos ela incendiou. Sem nenhum meio físico.
—Quem é ela? E o mais importante, o que ela é?
—Eu ouvi o idoso chamá-la de Jean.
Caius acordou e ao olhar em volta percebeu que algo estava errado.
—O que foi irmão?
—Eu... minha visão. O que aquela menina vez comigo?
Ele se levantou e virou-se para nós. Ficamos em choque.
—Caius! Meu Deus irmão!
—O que foi?
—Você... é humano.
—Impossível.
—Você acha? Se olhe no espelho.
P.O.V. Caius.
Eu não consigo acreditar no que estou vendo.
—Meu Deus! O que será de mim agora?
—Podemos te transformar de volta.
A garota reapareceu e disse:
—Não podem não. Você nunca mais vai ser vampiro Caius.
—Desfaça! Eu ordeno que desfaça!
—Você me ordena? Você me ordena?
Ela deu risada.
—Hilário. Mas, acontece que não tem como desfazer. Bem vindo de volta á estrada da mortalidade Caius Volturi. Agora, você é um ser humano mortal que sabe demais e segundo a lei que vocês mesmos criaram, você tem que morrer. Porque é uma ameaça ao seu segredinho. É, se fodeu.
A garota saiu cantando.
P.O.V. Alec.
Encontramos outro lugar para morar, outro castelo. Viver com um humano é incômodo.
Imagino que ser humano seja ainda mais incômodo.
P.O.V. Caius.
Ter que estar sempre comendo, indo ao banheiro, tomando banho, dormindo. Isso é horrível.
Eu tinha me esquecido de como é chato. É muito chato.
E o pior é que a notícia da minha humanidade está se espalhando como fogo em palha seca. E os vampiros estão ficando revoltados, acham injustiça eu ser humano, saber que vampiros existem e continuar vivo.
Garrett um vampiro revolucionário que lutou com os Cullen pela menina Renesmee apareceu e quando me viu ficou... sem palavras, mas logo as encontrou.
—Então é verdade. Caius não passa de um reles mortal. Aquela garota pode ser doida, mas ela é um gênio. Transformar o Caius em humano, ter uma prova e virar a opinião pública contra vocês. Uau! Ela é uma ótima estrategista, não nega que é filha do pai dela.
—Você diz que sabe quem é o pai da menina. Quem é?
—Alguém que você não pode matar. Não há arma no mundo capaz de matar um Original.
—Um Original? O que é um Original?
—Oh! Ignorância. Eles são os primeiros da espécie, os primeiros vampiros do mundo. Por isso o título Original.
—Aquela garota é filha de um dos primeiros vampiros do mundo?
—É. E ela não é a única não, tem uma família inteira de Originais. E um híbrido. Metade vampiro, metade lobisomem.
—Impossível!
—Tanto quanto existir uma cura para a imortalidade? Ou quanto vampiros que podem procriar? Algo me diz que a vingança dela... só tá começando.
Ele sorriu vitorioso e eu mandei Jane usar seu dom nele.
—Podem me torturar, podem até me matar, isso não muda nada. Só piora tudo.
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