Remember

13 Visitas a noite e uma ameaça


Notas iniciais
Yo! Yay, minna-san. Eu estou postando o capitulo 13, ah qual eu estou MUITO ANCIOSA. Tipo, eu sei que vcs vão adorar :DD Gomen se tiver algum erro de escrita. Eu vivo matando o portugês '-' Ah, e sabe, neste capitulo eu tentei fazer um hentai, mas sacomené, é muito dificil '-' Então, como eu não sei escrever hentai eu ativei o meu lado pervertido e tentei fazer algo perto do hentai '-' Cabou, sem mais delongas... boa leitura, aye! ENJOOY!

Ja era noite quando eu voltei para o apartamento da Lucy. Quer dizer meu apartamento (usando uma escada).

– Ar... Tadaima – falei tristemente.

Larguei-me em cima da cama, onde eu pensava melhor. Fazia dois dias que a falsa-Lucy chegará.

– Parando para pensar – murmurei – a Falsa-Lucy nunca veio no apartamento. Se a falsa-Lucy fosse à verdadeira Lucy, que não é o caso, ela viria ao apartamento.

Levantei-me e comecei a andar pelo apartamento, pensando e falando alto.

– Se a Falsa-Lucy fosse a Lucy as chaves que são da Lucy pertenceria a ela e não a mim. Mas ja que a Virgo disse que são minhas, então ela não deveria pertencer a Falsa-Lucy e sim a mim. Arf, o que eu to pensando? A Falsa-Lucy é a Falsa-Lucy. Isso faz sentido?

– Faz, faz sim – disse uma voz atrás de mim – A Lucy é realmente estranha.

Virei-me e deparei com o Natsu sorrindo para mim.

– KYAH! – gritei.

– O que foi?

– O-O que você está fazendo aqui? – Perguntei assustada.

– Que pergunta idiota.

– Ora, então responda. Além do mais eu não te dei autorização para invadir o meu apartamento!

– Seu apartamento? – Natsu arqueou as sobrancelhas.

– É!

Ele sorriu e começou a se aproximar de mim enquanto eu me afastava.

– Eh? Então você está me dizendo que depois de negar tanto, você é a Lucy? Está me dizendo que aquela Lucy que apareceu na guilda não é a verdadeira Lucy? E que ela, seja lá quem for, está enganando a todos?

Parei para pensar.

– Bom... é você que está sugerindo e não eu! – exclamei nervosa.

Natsu riu.

– Ah, pare com isso. Eu ouvi tudo.

– O que? Que feio, ouvir conversas dos outros.

– He, então você confirma tudo que eu ouvi é verdade? – aproximou-se.

Agora eu estava completamente encostada na parede. Estávamos tão próximos, que nossas pernas estavam se tocando. Natsu colocou as duas mãos, uma de cada lado da minha cabeça.

– Onde está o seu namorado? – sussurrou no meu ouvindo, seu hálito quente fazendo cocegas na minha orelha.

– Ele não é mais meu namorado – murmurei.

– Você não o amava?

– Eu percebi que o amor que eu sinto por ele é amor de irmãos, agora somos só bons amigos.

Ele riu.

– Éh? E então ele e aquela agora foram embora e só você ficou? – Natsu tornou a rir – Isso é muita coincidência.

– Sabia que você está muito perto?

– E sabia que você é muito irritadinha?

– Você é muito chato.

– E você é muito estranha.

Olhei para ele que me olhava com zombaria. Então ele estava achando muito engraçado tudo isso. Pensei em um modo de sair daquela situação e acabei pisando no pé dele. Ele me soltou na hora.

– Ai! Por que você fez isso, Lucy? – reclamou

Comecei a rir.

– Ha! Quem está rindo agora?

– Você vai ver!

Natsu começou a correr atrás de mim pela casa enquanto eu ria. Bom, ele era mais rápido e logo me alcançou. Natsu agarrou meu braço, mas eu tropecei em algo no quarto e acabei caindo levando Natsu junto.

E olha que ironia do destino! Adivinha aonde caímos? Em cima da cama e olha outra ironia do destino. Natsu caiu por cima de mim. Nós praticamente caímos deitados na cama inteira.

Corei imediatamente percebendo a situação.

– Sa-sai de cima de mim Natsu!

– Não antes de você me dizer – falou sério.

– Dizer o que?

– A verdade – disse.

– Sobre o que?

– Sobre o que eu ouvi. Sobre você ser a Lucy, e sobre você...

– Você deve ter ouvido errado – interrompi.

– Eu sei o que eu ouvi!

– Se você ouviu então eu não preciso dizer mais nada.

– Você é mesmo estranha.

– Agora sai de cima de mim – falei-me mexendo na cama.

– Sabia que se alguém aparecer aqui e nos ver assim vão pensar outra coisa – disse maliciosamente.

– Argh! Você é sempre tão chato? – falei.

– E você é sempre tão estressada? – riu.

Natsu me encarava com aqueles olhos brilhantes que me deixavam em transe. E ele exalava cheiro de floresta e chuva. De certo modo era um cheiro bom.

Respirei fundo inalando o cheiro dele. Sorri. O meu subconsciente brotou o desejo de quer beijá-lo. Mais e mais. E piorava cada vez mais quando ele começou a se aproximar.

Eu travava uma batalha na minha mente. Deixava ser beijada por ele ou não? Natsu estava perigosamente mais perto. Mordi o lábio inferior. Ele levou a mão aos meus cabelos e acariciou. Ah! Isso é ruim, isso é muito ruim! Quando nossos lábios estavam a centímetros de distância me decidi. Coloquei minha mão sobre seus lábios e o afastei.

Se eu fui idiota? Fui sim. Eu não podia me envolver com ele. Não agora, tinha que me focar em descobrir a verdade. Eu não podia me distrair agora. Se eu me arrependi? Sim.

Eu não me entendo mais! Eu gosto dele! Mas eu ainda não tinha dito isso a ele. E nem ele a mim. Suspirei.

– É melhor você ir, Natsu – murmurei.

Ele fez biquinho. Sua expressão era muito fofinha.

– Não – falei sabendo o que ele queria.

– Só dessa vez – pediu.

– Levanta logo, Natsu! – falei o empurrando.

Natsu olhou para mim e sua expressão mudou. Seus lábios formaram um sorriso malicioso e seus olhos também tinham um brilho diferente. Temi aquela expressão zombatera que se formará.

– Se você quer que eu saia em cima de você, Lucy vai ter que me dar um beijo antes.

– Vai sonhando.

– Uma hora ou outro você vai ter que ceder – sussurrou no meu ouvido me fazendo tremer.

– E uma hora ou outra você vai cansar dessa posição – devolvi.

Natsu deu uma risada debochada.

– Você que pensa.

– E você que pensa que eu vou te beijar.

O sorriso dele se alargou.

– Ah é? Então, por que você disse aquela garota que gosta de mim?

Fui pega de surpresa e acabei corando até ficar da cor dos cabelos da Erza.

– N-não sei do que você está falando – menti desviando do olhar acusadora que ele estava me lançando.

Natsu riu.

– Como você pode negar isso na minha cara?

– Negando, oras.

Ele arqueou as sobrancelhas.

– Bom, ja que Lucy não quer dar o meu beijo – ele pressionou o seu corpo sobre o meu e se largou em cima de mim – Eu vou dormir aqui.

Como ele era chato e insistente! E muito, mais muito pesado.

– N-Natsu... não consigo... respirar – arfei.

Ele riu.

– De o meu beijo ou...

Engoli em seco.

– Ou?

– As coisas vão ficar piores – sussurrou rindo descaradamente.

O que ele queria dizer com que vão ficar piores? Eu receava perguntar o que ele queria dizer.

Respirei fundo e encarei Natsu, que voltara a sua posição inicial antes de se jogar em cima de mim. Seu semblante era meio safada.

– Não me olhe assim – murmurei.

– Assim como?

– Como se fosse me comer pelos olhos.

Ele riu.

– Olhar não tira pedaço.

– O que você quer dizer com “as coisas vão ficar piores”? – soltei

– Esperava que você fizesse essa pergunta – disse e logo me arrependi amargamente de tê-la feito.

Natsu inclinou a cabeça até mim, mas não me beijou. Ao em vez disso, ele levou seus lábios ao meu pescoço dando beijinhos no local. Arfei. Seus lábios desciam e subiam sugando a minha pele onde tocava. Em meios desses beijos, senti a ponta da sua língua quente fazer contato com a minha pele e não pude evitar o gemido que saiu dos meus lábios. Pude o sentir dar uma risada e então ele levantou a cabeça e me encarou sorrindo.

– Satisfeita? – perguntou.

– Eu não sabia que você era um pervertido – falei respirando fundo, tentando normalizar as batidas do meu coração.

Natsu soltou uma gargalhada.

– Agora você vai dar o meu beijo?

Cruzei os braços.

– Não!

– Você é muito teimosa.

– E você é um pervertido.

– Isso não é nem a metade do que eu pensei – falou.

Arregalei os olhos.

– Você...! Sai de cima de mim agora, seu pervertido ou eu começo a gritar – falei elevando a voz.

– Você já está gritando.

– Só vou contar uma vez! 1...

– Você é muito chata.

– 2...

– Está bem, está bem – falou se levantando.

Respirei aliviada e me levantei também.

– Agora vai embora Natsu! – falei.

Ele suspirou e virou-se para mim. Em um movimento rápido ele me puxou pela cintura e colou seus lábios nos meus forçando meus lábios se moverem de acordo com os seus.

Natsu se afastou e me encarou.

– Eu não ia sair daqui sem conseguir o meu beijo – falou e então saiu pela janela.

Tornei a me jogar na cama e refleti sobre o que acabará de acontecer. O que será que ele pensava em fazer? Será que ele queria fazer... aquilo?

Balancei a cabeça para reprimir aquela ideia. Então eu ouvi um barulho. Levantei a cabeça. Será que era o Natsu?

Levantei-me e fui até a cozinha.

– Natsu? – chamei, mas não obtive resposta.

A luz do apartamento se desligou e fui pega em uma total escuridão. Ouvi passos no banheiro. Alguém invadirá o meu apartamento. O que eu faria agora? Iria ao banheiro? Seria uma loucura.

Respirei fundo e de repente senti um frio na espinha. Virei-me e não vi nada por causa da escuridão. Andei um passo e tropecei em algo, me fazendo cair no chão. Ótimo! Tateei a procura de algo para me apoiar para eu poder me levantar. Arrastei-me, tateando até achar algo para me levantar. Olhei para frente e de repente as luzes se acenderam me assustando fazendo dar um grito aterrorizado.

Eu me encontrava no banheiro. O que me assustou foi que logo que as luzes de acenderam eu estava de frente para o espelho e ela tinha uma mensagem escrita com algo vermelho (temia pensar que era sangue) que escorrerá.

Dou-te apenas um aviso. Se afaste da cidade, vá embora ou você se arrependerá de ter voltado”.

Notas finais
E AGORA? QUEM SERÁ QUE ESCREVEU ESTÁ AMEAÇA? QUEM ADOROU O MOMENTO NALU? E QUEM ADOROU O NATSU PERV? EU AMO O NATSU PERV, QUERO UM PRA MIM... Mereço reviews? :3