Relíquias
2 E eu só cheguei lá.
Meu pai se virou para mim, minha mãe me olhou com o ar de tristeza e meu irmão nem sequer me encarou.
– Desça e retire suas malas, Serena. Você ainda tem que descansar para o começo de suas aulas amanhã. — disse meu pai.
Claro senhor, seu desejo é uma ordem. Mandar sua filha para um internato por um ano parece realmente ótimo.
Desci do by Text-Enhance\">carro sem olhar pra traz, abri o porta malas puxei minha bagagem e bati a porta do by Text-Enhance\">carro com a maior força possível. Meu irmão sussurrou de dentro do carro ''não faça isso''. Mas é claro que você pensa assim, não é você que está sendo levado para um internato cheio de pessoas desconhecidas.
– Até logo, minha querida, se comporte. — disse minha mãe, não respondi.
– Vou sentir sua falta. — disse meu irmão, também não respondi.
– Até logo, Serena. — disse meu pai, só suspirei.
Os três olharam pra mim, e eu olhei de volta. Entraram no carro em silêncio e foram para o estacionamento, eles iriam em busca da diretora, e eu procurar alguém para colocar essas malas no meu novo quarto.
– Serena? — me virei rapidamente, era uma mulher alta, bonita de dentes extremamente brancos e batom absurdamente vermelho.
– Sim? — respondi.
– Meu nome é Carla Vieira e sou a secretaria do colégio, favor me acompanhe vou leva-lá ao seu quarto.
Finalmente alguém que vai fazer alguma coisa útil! Vamos lá, Carlinha, me mostre os meus novos aposentos.
Os corredores são enormes, as pessoas não paravam de me encarar e todas as garotas só vestiam saias antigas que cheiravam a pó.
Carla abriu uma porta a minha frente com o número 29 em uma plaquinha. Entrei e me surpreendi.
– Por que duas camas? Uma pros meus sapatos? — disse eu, irônica.
Levei um susto, uma menina de cabelos crespos, by Text-Enhance\">óculos redondo e unhas pequeninas havia saído do outro lado do quarto.
– Seu nome deve ser Serena, sou Georgia sua nova colega de quarto.
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