Notas iniciais
Olá~ Depois de tanto tempo estou postando um capítulo, pois é, a vida não é fácil, ai ai ai, mas escrever Reize é sempre um desafio muito divertido. Aproveitem

“Por que o pai está nos pedindo para fazer uma coisa dessas?”. Tenho certeza que não fui o único a me supreender. Estavamos todos lá, eu, Hiroto, Osamu e os outros, frente a frente com nosso salvador, nosso pai. Inacreditável. Não podia ser essa mesma pessoa tão importante para nós pedindo tal coisa.

Ele queria que destruíssemos escolas. E pior ainda, utilizando de nosso amado futebol.
-Quais eram as intenções dele, Midorikawa-kun?
-Droga, velho... Você vai me deixar terminar de contar a história?

-Me desculpe. Prossiga.

Ele não nos contou com detalhes e, aliás, não de nós sabíamos o que ele fazia da vida, mas parece que era algo relacionado com pesquisas científicas, porque ele nos contou que descobriu uma jóia que criaria guerreiros perfeitos em todos os sentidos e como nós eramos os mais fortes, nos tornariamos máquinas de jogar bola, jogadores perfeitos! Isso era interessante, por mais que parecesse errado, só que o pior era que teriamos que nos passar por alienígenas.

-Mas o que ele ganharia com isso, Midorikawa!
-Droga, deixe eu falar!
A princípio mostrariamos ao mundo um poder que não poderia ser superado de modo algum. Essa era a estratégia de marketing do nosso pai, depois ele revelaria que eramos criações dele e se associaria ao governo, para aumentar o poder militar do nosso país com sua tecnologia.

-Pode contar comigo, pai! – Hiroto foi o primeiro a se manifestar. Ele era o mais queridinho do pai e também nunca tinha conseguido vence-lo num jogo de futebol. –E... Eu sei que isso é para um bem maior, então irei lhe ajudar, pai!

-Muito obrigado, Hiroto.

-Eu também!
-Conte comigo, pai!

Todos foram movidos por Hiroto e concordaram em tornarem-se os “aliens”.

-E quanto a você, Midorikawa-kun?

-E... Eu...
O pai me olhava fixamente, não dizia nada mas tinha certeza que pensava o mesmo que eu. “Ajudei os seus amigos e não ira fazer isso por mim?”
-Eu aceito! – Droga... – Claro que sim pai! – Eu devia é ter fugido dali.

Depois que começamos a participar do projeto Aliea, o pai aparecia todos os dias no colégio e o laço de todos começou a se fortalecer. Ele montou times para todos nós que haviamos sido convocados à sua sala anteriormente e criou nomes falsos para todos. Pseudônimos. Pseudônimos de aliens. Ele nos expunha constantemente a uma jóia roxa de brilho intenso, o que nos dava poder, e também mudamos nossas aparências drasticamente, até porque apareceriamos na tv e poderiamos ser reconhecidos por antigos conhecidos. Eu não tinha muitos, mas os outros garotos talvez. Vários treinos e partidas amistosas entre os times aliens foram realizadas.

-Midorikawa... Digo, Reize.
-Sim, pai! – Nos tornamos soldados praticamente.

-Você será o único a agir por hora.
-Sim. – Eu reconhecia que os outros times eram mais fortes do que o meu, mas mesmo assim eu tinha um poder que jamais poderia ter imaginado. Durante os treinos, assistiamos gravações dos jogos do ‘Football Frontier” que ocorria nesse ano e todos os times pareciam fraquíssimos ao nosso ver, até o favorito “Colégio Zeus”.

Eu estava um pouco nervoso para o meu primeiro dia. Eu tinha certeza que ganharia o jogo, isso não me aflingia, mas ser Reize, isso me deixava um pouco nervoso.

-Somos Gemini Storm! Chamem o time de futebol dessa escola! Agora! – Todos meus colegas de time, time esse que se chamava Gemini Storm, fomos até a primeira escola da rota, o plano passado a nós por pai era que teriamos que jogar contra o clube de futebol do colégio que desafiassemos e nossa vitória significaria a destruição do prédio.

-S... Somos o clube de futebol.
-Pois então, se preparem! — — — -Eu sou o capitão da Gemini Storm. Reize!

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.