Notas iniciais
Desculpe por não postar antes, tive problemas com a internet. Boa leitura.

–Aquela idiota!

Riku andava de um lado para o outro no depósito, a preocupação não o deixava se concentrar em absolutamente nada. Como Hikari podia ir embora daquele jeito? Desde pequena ela sempre se metia em confusão, querendo mostrar que era a mais forte. Ela não tinha nenhuma noção de perigo e ainda tinha coragem de dizer que ele estava errado!

–Ela esta bem, Riku – uma voz feminina tentava tranquilizá-lo.

Riku se virou para encontrar Kairi. A ruiva carregava uma caixa de suprimentos nas mãos e esboçava um sorriso no rosto.

–Ah, oi Kairi – Riku coçou a nuca, ele não pensou que seus pensamentos estivessem tão obviamente estampados em seu rosto – como estão os moradores?

–Estão menos assustados – ela colocou a caixa sobre uma das mesas – Sora esta ajudando a reconstruir uma das casas que foram destruídas pelos heartless. Mas não é isso que você realmente quer saber, não é? Você quer saber onde Hikari está pra ir salvá-la – Kairi riu da expressão de Riku, ela tinha acertado em cheio – se é que ela precise ser salva.

–Você parece confiar bastante numa pessoa que você mal conhece – Riku rebateu.

–Eu a conheço suficiente pra saber que ela vai voltar sã e salva e ainda vai esfregar a vitória na sua cara – Kairi sabia que tinha vencido a discussão porque Riku não disse mais nada – sabe, quando eu a encontrei, ela estava sozinha.

Riku parecia surpreso com a informação.

–Ela lutou contra um mundo inteiro de heartless pra salvar alguém, mas eu apareci no lugar – Kairi contou, lembrando-se dos acontecimentos no País das Maravilhas – depois disso, um Heartless enorme apareceu e ela não deixou ele encostar um dedo em mim. Hikari é muito corajosa.

O garoto não tinha como discordar disso, ainda sim, estava impressionado ao ver como Hikari mudou, deixando a própria segurança de lado para ajudar os outros.

–Bom, acho que vou checar como Sora está indo – Kairi estava caminhando em direção à porta – quando estávamos montando a jangada ele sempre arranjava um tempo pra tirar um cochilo, aquele preguiçoso!

–Aquele palhaço – Riku sorriu, seus músculos que estavam tensos relaxaram.

–E Riku... – a ruiva se virou novamente – se ela estivesse no seu lugar, com certeza estaria tão preocupada quanto você – Kairi piscou. Riku ficou encabulado com o sinal.

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A entrada da Caverna das Maravilhas era muito amigável: a cabeça de um tigre feroz que estava louco para matar ambos Aladdin e Hikari. Não apenas isso, ali havia heartless por toda a parte. Os olhos da estrutura lançavam lasers em direção à portadora da keyblade. A cabeça de tigre era imune a qualquer tipo de ataque ou magia. Era difícil manter Aladdin a salvo, matar os heartless e pensar num jeito de matar aquela coisa tudo ao mesmo tempo.

“Talvez Riku tivesse razão...” – Hikari pensou. Não! Ela não podia perder para ele! Ela tinha que mostrar para ele que ela era forte.

–Aladdin! – gritou para o homem, o qual se defendia de um dos heartless – Isso não estava aqui antes, certo?

–Estava, mas não atacava ninguém fora da caverna – Aladdin gritou de volta.

–Então isso está possuído pelos heartless. – Hikari concluiu em voz baixa – Ei, Aladdin, eu tenho um plano!

–Estou ouvindo!

–Você pode chegar até o topo da cabeça do tigre? – Hikari lançou um feitiço de fogo em um dos heartless que lutavam contra seu parceiro.

–Acho que sim, por quê?

–Eu acho que aqueles olhos sejam o ponto fraco dele! – ela respondeu – Se você conseguir, eu vou impedir com que os monstros te sigam!

–Tudo bem! Vou tentar! – Aladdin correu para a lateral do tigre. Vários heartless tentaram alcançá-lo, Hikari os manteve longe, como prometido.

A líder parecia uma máquina, a cada segundo sua magia explodia vários heartless. Contra-atacava quando tinha chance. Ela se sentia leve. Saltava no ar e punia qualquer um que estivesse no chão. Aladdin já tinha causado dano suficiente para apagar um dos olhos do tigre, ele se equilibrava perfeitamente sobre o focinho do animal de areia, Hikari tinha de ganhar mais tempo. Seu poder mágico estava acabando. Seus pés deslizavam na areia cortando os inimigos em fila, uma, duas, três vezes. Em uma cambalhota para trás atingiu outro heartless.

–Hikari! Consegui... – Aladdin interrompeu sua comemoração quando viu a arma da garota brilhar.

Hikari de repente flutuou no ar, seu corpo emitia uma luz branca, o mesmo acontecia com a keyblade. Os olhos dela estavam completamente brancos.

–Fé – a voz dele pronunciou de forma sombria aquela palavra. Vários pilares de luz foram lançados em círculo ao redor dela, aniquilando os heartless restantes.

Hikari voltou a si, agora de joelhos na areia, Aladdin ainda estava assustado com que ela tinha realizado.

–O que houve? – ela perguntou ao homem, os heartless haviam desaparecido.

–Você foi atingida na cabeça e desmaiou – Aladdin explicou, entretanto Hikari sentia que ele estava escondendo algo.

–Vamos entrar, então.

A caverna estava repleta de armadilhas e charadas. E é claro, os heartless também faziam um tour por lá. Hikari sentia falta do seu time lhe dando suporte. Apesar de todas as dificuldades, eles chegaram bem longe na caverna. De um dos baús, Hikari coletou uma das páginas perdidas do livro de Puff. Como que aquilo foi parar lá?

A dupla encontrou uma sala com várias pilhas de ouro e tesouros variados. Aladdin contou que fora ali que encontrara o tapete mágico. Hikari imaginou o que Sora diria em relação a aquele ambiente, ele que coletava todos os itens dos baús espalhados por aí.

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Numa das salas, Jasmim estava desacordada no chão, Gênio estava cabisbaixo ao lado esquerdo dela, enquanto Jafar estava de costas para a entrada.

–Meu primeiro desejo, Gênio! Mostre-me a Fechadura! – o vilão pediu.

O espírito azulado aceitou o pedido com repulsa, ao estralar os dedos, um pedaço da parede desabou, mostrando uma fechadura dourada. Jafar gargalhou com sua vitória.

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Quando Hikari e Aladdin entraram na câmara da lâmpada, a garota pensou em ter visto alguém de preto conversando com Jafar, mas ao se aproximarem, a figura desapareceu. Aladdin não pareceu se importar, Jasmim estava no chão, ao lado dos pés de Jafar.

–Jafar! – Aladdin gritou – Liberte Jasmim!

–Sem chance – o homem respondeu – sabe, ela é uma princesa... Uma das sete que, de alguma forma, possui a chave para abrir a porta.

–Abrir... A porta? – Hikari processou a informação devagar.

–Mas tolos como vocês não vão viver para ver o que há por trás dela – Jafar ameaçou, invocou o Gênio, o qual não estava nem um pouco satisfeito com seu novo mestre – Gênio! Meu segundo desejo. Esmague-os!

–Gênio, não! – Aladdin implorou ao amigo azul.

–Desculpe Al, aquele com a lâmpada é que dá as ordens, eu não tenho escolha — lamentou ele.

Jafar levantou o cajado, bloqueando a passagem para a Fechadura e a saída da câmara. Hikari não perdeu tempo. Pulou sobre a plataforma na qual Jafar estava e o atacou pelas costas. O homem rosnou e invocou uma bolha de luz para o proteger, ele também lançava raios para atacar, mas Hikari conseguia desviar facilmente. Após o danificar consideravelmente, Gênio começou a atacar, ele gritava para que os amigos saíssem do caminho, Jafar agora estava flutuando no ar em forma de uma bola de luz roxa. Quando a líder deu o último golpe, Jafar gritou de dor, do seu corpo saíram vários raios, ele desapareceu em fumaça. Hikari e Aladdin correram para ver como Jasmim estava, mas antes que pudessem fazer qualquer coisa ouviram novamente a voz do vilão.

–Gênio! Meu último pedido! – ele estava flutuando no meio da câmara – Eu desejo que me torne num gênio poderoso!

Gênio colocou a mão sobre os olhos e atendeu ao pedido. Jafar brilhava dourado. Um buraco gigantesco se abriu sobre os pés de Hikari, Jafar desapareceu no subsolo. Aladdin e Hikari pularam, o lugar era uma piscina de lava com poucas pedras para a dupla se movimentar. Da lava surgiu um enorme espírito avermelhado de cabelos negros. Era Jafar. O papagaio de estimação dele carregava a lâmpada que prendia o novo gênio.

–Aladdin, pegue a lâmpada! Eu não acho que Jafar seja vulnerável nessa forma! – ordenou Hikari. Aladdin compreendeu a mensagem.

Jafar lançava lasers pelos olhos e jogava pedras em chamas em Hikari. Ela apenas desviava dos ataques e tentava ganhar tempo para Aladdin. Alguns golpes ela tinha capacidade de bloquear. As plataformas se mexiam, ela usou isso em sua vantagem para se proteger. A líder usava magias de cura constantemente. Seu poder mágico estava esgotado.

Ela tropeçou no chão e caiu de costas. Jafar se preparou para atacá-la, ela aceitou a derrota quando Aladdin a chamou:

–Hikari! – o jovem lançou a lâmpada escura nas mãos da líder.

–Ok, Jafar, hora de voltar para sua lâmpada! – ela levantou o objeto no ar, Jafar foi sugado por sua “prisão portátil” para nunca mais voltar. Aladdin ajudou a colega se levantar.

–Ei, o papagaio deixou isso cair também! – ele ofereceu um pedaço de papel para Hikari. Tinha uma série de dados escritos, ela guardou junto à página do livro Puff para dar uma olhada mais tarde.

Ambos voltaram para a superfície. Jasmim havia desaparecido, Aladdin gritou por ela, nenhuma resposta. A keyblade de Hikari chamou a atenção de sua escolhida para a Fechadura na parede. Hikari a trancou. De repente, a caverna começou a desmoronar.

–Aladdin, temos que ir! – Hikari alertou. Assobiou para que o tapete viesse até eles.

–Eu não posso ir embora sem ela! – Aladdin gritou – Jasmim!

–Ela não está aqui! Alguém a levou! – Hikari estava entrando em desespero. Ela tinha falhado. Aladdin resistiu as ordens de Hikari, a garota não tinha escolha. – Me desculpe Aladdin...

Ela o atacou nos ombros, Aladdin caiu desacordado no chão, Hikari o colocou sobre o tapete e subiu em seguida. No caminho, pedras caíam sobre eles, a escolhida da keyblade as atacava no ar para que não atingissem Aladdin. Ela só pôde voltar a respirar quando estavam a salvo sobrevoando o céu do deserto. Nunca se sentiu tão exausta em toda sua vida.

Ao chegarem perto da cidade, Hikari pediu ao tapete mágico que levasse Aladdin em segurança para a casa dele. O ser assim o fez, deixando com que a líder caminhasse o restante do caminho.

Hikari mal pôs os pés na areia de Agrabah e já foi recebida por um abraço grupal de Kairi e Sora. Ela nunca pensou que sentiria tanta falta daqueles dois.

–Obrigada – ela agradeceu aos amigos pelo carinho – mas eu não consegui salvar Jasmim. Alguém a levou para outro lugar, nós derrotamos Jafar então não faço ideia de quem esteja por trás desse sequestro.

–Não se preocupe, Hikari – Sora disse, colocando os braços cruzados atrás da cabeça – nós vamos encontrá-la logo.

–Se eu fosse mais forte...

–Não se culpe. Você fez o que pôde – Kairi a interrompeu – além do mais, você já tem muitas missões pra completar, deixe um pouco pra gente.

–É! A gente tá aqui pra te ajudar também, lembra? – Sora sorriu, era um sorriso muito contagioso.

–Vocês confiam tanto em mim assim? – Hikari questionou. Faziam apenas algumas semanas que ela tinha contato com aquele grupo, ainda sim, a líder tinha a sensação de que já conhecia Kairi e Sora há muito mais tempo.

–É claro que sim! Você é nossa amiga! – Sora respondeu. Kairi também sorriu.

–Amigos? Eu nunca tive muitos amigos... além do Riku – Hikari comentou com um tom rancoroso na voz.

–Bom, nunca é tarde pra começar – Kairi riu.

–Obrigada, Kairi, Sora. Eu nunca vou me esquecer disso. – ela prometeu, seus olhos estavam marejados de emoção.

Faz tempo que não me sinto tão feliz.

–Mas aí – Sora a chamou timidamente – você trouxe algum tesouro de lá?

–Sora! – Kairi o reprovou.

Os três riram, no entanto, quando Riku se aproximou, o grupo se calou. Kairi, querendo que aqueles dois se resolvessem de uma vez, inventou uma desculpa para que Sora e ela deixassem os amigos sozinhos. Hikari agradeceu internamente a garota ruiva, não queria atrapalhar os novos amigos com aquela bobagem. Riku a encarava com uma expressão séria. Ela se sentia como se fosse um filhote de águia levando bronca do pai.

–Pode falar... Você tinha razão – Hikari murmurou com uma feição carrancuda no rosto – eu falhei. Perdi Jasmim e o Aladdin se machucou. Mesmo que Sora e Kairi acham que eu fiz o melhor que eu pude, eu...

(Nota da autora: www.youtube.com/watch?v=CamuWFGf_pQ – Tema de Riku e Hikari).

Quando Hikari se deu conta, Riku a envolvia num abraço. Ela não reagiu, seu corpo estava em choque. O braço direito de Riku a segurava pela cintura e a mão esquerda acariciava os cabelos negros da garota.Ela não tinha percebido o quanto ele era alto em comparação a ela, o rosto de Hikari estava encostado no peitoral de Riku de modo que ela não podia ver o rosto dele. O coração da líder estava a mil por hora.

–Eu não sei o que eu faria se te perdesse de novo – ele sussurrou. O tom de voz agoniado do amigo de infância a surpreendeu mais ainda.

–Riku... – ela não conseguia encontrar as palavras certas.

Hikari hesitou, mas no fim retribuiu o abraço. Nenhum dos dois disse nada, muitas coisas passavam pela cabeça de ambos. Ela não entedia porque aquele abraço era tão diferente do que ela recebeu de Sora e Kairi.

Depois de vários minutos, Riku se afastou. Por alguma razão, ela ficou triste por isso.

–Desculpe, eu não sei o que deu em mim – Riku não estava olhando diretamente para Hikari. O rosto dele tinha um tom avermelhado, da mesma forma que o da líder.

–T-Tudo bem – sua voz saiu esganiçada.

Por que diabos eu estou tão nervosa?! – pensou ela, colocando a mão sobre o peito, seu coração continuava acelerado.

–Eu acho melhor nós esquecermos isso – Riku sugeriu, chutando uma pedra que estava por perto.

–O abraço?

–Não – Riku riu – a nossa discussão. Eu não quis dizer que não confio em você, é que você tenta resolver tudo sozinha. Eu... Nós somos seus guias por algum motivo – ele coçou a nuca – do mesmo jeito que você nos protegeu, nos deixe te proteger.

–Eu entendo, obrigada Riku – Hikari sorriu.

–D-De nada – Riku se virou de costas repentinamente – vamos ver como o Aladdin está.

–Sabe Riku, você não é tão chato como eu pensei – Hikari disse, se colocando ao lado dele.

–Não pense que eu me esqueci da nossa aposta – ele esboçou um sorriso provocador.

–Mudei de ideia, você é um babaca.

E os dois foram até a casa de Aladdin zombando um do outro como nos velhos tempos. Hikari, porém, quando olhava para aqueles olhos verde-água, sentia seu corpo reagir da mesma forma que reagiu com aquele abraço. Devia estar doente, aquele deserto não é um dos ambientes mais saudáveis afinal.

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Aladdin tinha acordado, ele não culpou Hikari por tê-lo atacado. Ainda sim, ele estava triste por não ter voltado para casa com a amada. O Gênio estava de volta, Aladdin tinha recuperado a lâmpada pertencente a ele na primeira luta contra Jafar.

–Então, Jasmim não está mais em Agrabah. – ele disse se levantando – Hikari, vamos lá! Precisamos encontrá-la.

–Desculpe, não posso te levar comigo – Hikari abaixou a cabeça.

–Po-Por que não?

–Nós gostaríamos Aladdin... – Kairi falou – Mas não podemos. Se te levarmos para outro mundo, nós estaríamos... Rompendo com as regras.

–Eu prometo que vamos encontrá-la, Aladdin – Sora disse, tentando reanimar o homem.

–Terra pro Al. Olá? Você ainda tem um pedido restante – lembrou Gênio — só diga a palavra. Peça para eu encontrar Jasmim pra você.

–Eu... Eu desejo... Por sua liberdade, Gênio!

–Al! – exclamou o espírito surpreso. Os braceletes de ouro que prendiam Gênio à lâmpada se quebraram.

–Nós tínhamos um acordo, Gênio. Agora você pode ir a qualquer lugar, você é seu próprio mestre. – Aladdin disse, com um sorriso no rosto – Mas se você puder, seria ótimo se você pudesse ir com Hikari e outros para ajudar encontrar Jasmim.

–Desculpe Al, eu não recebo mais ordens... Mas, um favor é algo completamente diferente! Eu acho que posso tentar – Gênio piscou para o grupo — Afinal, nós somos amigos, não somos Al? Deixa comigo!

Aladdin riu em resposta.

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O grupo voltou a bordo do gummi ship. Riku foi apresentado a Cid, Tico e Teco. Sora agora podia invocar Gênio em alguma luta e Kairi tinha um feitiço de fogo aprimorado. Hikari se lembrou do que encontrou na Caverna das Maravilhas e pediu a Cid que voltasse para a Cidade da Travessia.

–Tudo bem! Com as mudanças que fizemos no gummi vamos chegar lá rapidinho! – Cid comentou com empolgação.

Hikari se sentou, Riku estava do seu lado.

–Eu tenho uma suspeita de quem tenha levado Jasmim – ela contou em voz baixa para o garoto de cabelos prateados – parece que a gente se meteu numa confusão bem grande dessa vez, Riku.

–Isso não é novidade – ele admitiu – mas, pelo menos, ninguém se machucou até agora.

–Eu espero que o próximo mundo seja menos complicado do que esse. – Hikari fechou os olhos, seu corpo estava pesado.

–Eu também... O que? – Riku sentiu um peso no seu ombro esquerdo. Hikari havia pegado no sono. Ele sorriu, afastando uma mecha de cabelo do rosto da amiga.

Riku deixou com que ela descansasse no ombro dele durante a viagem.

Notas finais
Ufa! O próximo capitulo é especial ;) Obrigada por ler!