Reinos Distantes
15 Capítulo 15 - Final
Notas iniciais
tenho alguns motivos por não ter postado este capítulo brevemente:
- meu aniversário não foi lá aquelas coisas
- não pude ir no aniversário de uma "amiga" minha
- recebi o boletim ¬¬
- estou um pouco depressiva agora, espero não passar essa tristeza para esse capítulo!
enfim, espero que me compreendam...
curtam o capítulo :3
Em frente ao espelho estava Kasane, se arrumando para seu casamento, seu longuíssimo vestido branco com detalhes prateados mostravam bem seu digno corpo de princesa. Sua beleza havia aumentado mais ainda com toda aquela produção, mas o que mais marcou em sua imagem fora o fato de ter solto seus cabelos, que ficavam sempre presos como de costume.
Seus cabelos eram rosa avermelhados, batiam na altura da metade das costas, era liso na raiz, porém, na ponta formavam-se elegantes cachos.
- Ahh é a noiva mais linda que eu já vi! — gritou Meiko, maravilhada.
- Não sei se estou bonita o suficiente...
- Deixa disso, Teto, você está linda! — disse Miku, positivamente.
As três sorriram uma para outra, ansiosas por aquele dia, afinal, haveriam dois casamentos: o de Luka com Gakupo e Kasane com Kaito.
Nada poderia estragar aquele dia, de jeito nenhum.
Vindo de outra sala, estava Luka acompanhada de Rin, que segurava a cauda de seu vestido longuíssimo. Ela usava uma coroa de flores, que acompanhava seu véu levemente prateado.
- Princesa Luka, você está tão linda! — elogiou Rin.
- Obrigada prima.
- Eu concordo! — disseram Kasane, Miku e Meiko em coro.
Luka sentia seu rosto corar levemente, nunca ficara tão emocionada como naquele dia especial. Tamanha emoção a fez pensar em Gakupo, que estara se arrumando naquele exato momento em que pensava nele.
- Eu me sinto tão feio diante dela... — reclamava Gakupo, cabisbaixo ao se olhar no espelho, estava excepcionalmente bonito para seu casamento.
- Não seja por isso, eu me sinto um idiota diante da Kasane, mas ela sempre me ajudou a fortalecer! — disse Kaito. Logo, ele olhara para Len. — Len, poderia me prometer uma coisa, já que você vai cuidar da Miku?
- Claro príncipe Kaito.
- Pois bem, trate de cuidar bem dela, hein? — ele lança uma piscadela e um sorriso para Len.
- Pode contar comigo, príncipe, não irei decepcioná-lo, nem a você, e muito menos à ela.
- Gente, a cerimônio vai começar! — gritou Sora, entrando ofegante no quarto.
- Droga! Vamos nos atrasar! — desesperou-se Ted
Tudo estava tão bonito e perfeito que era admirado como uma obra de arte pelo olho humano, no qual poderia cegar-se ao admirá-la.
Pássaros voavam por ali, flores coloriam o salão, estava tudo lindo por ali.
- Amo casamentos! Isso é simplesmente mágico! — animou-se Rin.
- É verdade. — disse Sora, aparecendo ao lado de Rin.
- Pare de me dar sustos seu bobo!
- Desculpe, não pude resistir...
- Aliás, você não é muito jovem para um guerreiro?
- Sou um aprendiz, aliás, não sou tão novo! Tenho 17 anos!
- É um pouco velho pra mim...
- Como devo interpretar isso, Rin? — Sora corou.
Rin notara o que havia lhe dito e começara a ter seu rosto tão corado, vermelho que nem pimenta, mas logo deu de ombros e foi cumprimentar os convidados.
- Eu ainda terei o coração dessa menina. — riu Sora, admirando-a.
No altar, o padre já esperava. Gakupo e Kaito foram esperar lá também por suas amadas, que se arrumavam para ficarem muito mais lindas do que já eram.
Na porta, uma das noivas entrava, ao entrar, todos ficaram maravilhados com sua excepcional beleza que conduzia para outros olhares, era Luka, um pouco cabisbaixa e com um sorriso doce no rosto, ela olhou para Gakupo e ficou tímida, ele sorriu, tentando transmitir confiança atravez de seu olhar. O buquê da garota era de tulipas roxas, que lembravam os cabelos de gakupo, elas podiam ter um cheiro bem suave, mas transmitia harmonia a quem cheirasse a flor.
Logo atrás dela, estava Kasane, segurando um buquê de rosas azuis, raríssimas, e de variáveis tons, tanto claros quanto escuros. Obviamente, as rosas escuras recordavam os cabelos de quem Kasane amava, e as claras, os olhos.
- Elas estão lindas! — afirmou Rin.
- Sou obrigado a concordar! — disse Len.
- Minha irmã... Está linda... — Ted chorava à toa.
- Você... Um guerreiro... Está chorando?? — os gêmeos perguntaram em coro.
- Qual é o problema? Minha irmãzinha está linda... — ele soluçava e soava o nariz em um lenço.
- Seu mole. — Meiko bufou, revirando os olhos.
Miku dá sua mão para Len e sorri, o que faz Rin lançar um olhar malicioso para os dois.
A cerimônia não durou muito, Gakupo e Luka não paravam de se entreolhar, na hora de beijar o noivo, Kasane deu seu buquê para o padre e beijou Kaito intensamente, o que fez ele ficar um tanto surpreso com a ação da garota, mas logo começou a apreciar aquele momento.
Luka jogou seu buquê para o alto e beijou Gakupo, com uma de suas mãos segurando o rosto do guerreiro, agora, seu amado e rei.
A mão de alguém bateu no buquê, o que fez ele pular mais uma vez e cair na direção de Rin.
Rin e Sora se entreolharam.
- É, até que você não é tão velho assim pra mim. — a loira sorriu, ficou na ponta dos pés e aproximou seu rosto do de Sora.
Ela o pegou pela gola da camisa e largou o buquê no chão, não demorou muito e os dois já estavam se beijando.
Miku pegou a mão de Len e os dois foram para fora admirar o céu estrelado. A lua iluminava o reino, era lindo de se ver.
- Desculpe te trazer até aqui, mas gostaria de ter um momento perfeito pelo menos uma vez na vida.
- Com você, todos os momentos são perfeitos. — disse Len, selando seus lábios com os da garota.
Após um tempo, os reinos ficaram em paz, Luka e Gakupo tiveram uma filha, Kaito e Kasane um filho, Rin e Sora se casaram anos depois, Len e Miku resolveram viver a vida no campo, longe dos problemas da vila. Ted continuou ao lado da irmã, sempre a apoiando e dando as forças necessárias que ela precisava. Meiko conseguiu arranjar um marido depois de certo tempo, era inteligente e simpático, um cara que pudesse fazê-la feliz para o resto de sua vida.
Eu poderia dizer que todos viveram felizes para sempre, mas devo corrigir que teve também pessoas que morreram felizes por causa daquilo que amavam.
Estou repassando esta história em homenagem a quem gostaria de contá-la e não pôde, porém, viveu para amar e morrer.
Este era Pietro, que agora descansa em paz.
FIM
Fale com o autor